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Quarta-feira, 18 de Abril de 2012

casa de prostituição
Querem legalizar tudo no Brasil: ‘casamento’ gay, drogas, aborto, prostituição e agora mais essa, a casa de prostituição.

A notícia abaixo é do Portal Terra. CLAME a Deus pelo Brasil !

Comissão do Senado propõe uma reforma no Código Penal para colocar fim às punições a donos de prostíbulos e regulamentar as casas de prostituição no País. A proposta de legalização, elaborada por especialistas em direito, quer acabar com o chamado “cinismo” moral da atual legislação, já que a proibição só estaria servindo para que policiais possam extorquir donos desse tipo de estabelecimento.

Pela proposta, que deve ser enviada para a apreciação do Senado no final de maio, os trabalhadores, que deverão ter mais de 18 anos, terão de estar no prostíbulo de forma espontânea. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

De acordo com o procurador Luiz Carlos dos Santos Gonçalves, relator-geral da comissão, “a proibição não faz mais sentido”. O objetivo é preparar um anteprojeto para ser submetido aos parlamentares. Pela legislação atual, está sujeito a pena de 2 a 5 anos de prisão e multa quem mantém prostíbulos, sendo que a prostituição não é criminalizada nem regulamentada.

Se aprovada no Congresso, a mudança pode abrir caminho para a regulamentação da profissão, já que será possível estabelecer vínculos trabalhistas entre o empregado do prostíbulo e o empregador, como já ocorre em países como Alemanha e Holanda. No entanto, o texto contempla penas mais duras para quem explorar a prostituição de crianças e ou de adolescentes, estabelecendo reclusão de 4 para 10 anos de reclusão. A pena atinge quem praticar o ato e ao dono do estabelecimento.

Fonte: Terra/ via Holofote.net
publicado por institutogamaliel às 04:42

Quarta-feira, 04 de Abril de 2012


O que a Bíblia diz sobre a castidade?

É o mesmo que pureza?

O que isso tem a ver com adultério e prostituição?




Não existe esta palavra – castidade – na Bíblia. O catecismo é que substituiu o sétimo mandamento: “Não adulterarás (Êxodo 20:14)” por um pretenso sexto mandamento, que seria, “Não pecar contra a castidade”. Visto que “violação de castidade” e “adultério” são coisas diferentes, não podemos aceitar este adultério feito contra as palavras da Bíblia. A palavra “adultério” quer dizer “infidelidade”, “falsificação”, “contrafação”. Já a palavra “castidade”, significa “total abstinência dos prazeres sexuais”. Ora, não ter abstinência quanto aos prazeres sexuais, ou seja, praticar os prazeres sexuais não é infidelidade, falsificação ou contrafação, desde que tais prazeres sexuais estejam sendo praticados dentro do plano de Deus.

Vamos analisar, biblicamente, dois conceitos que se contrastam em uma navegação por este estudo sobre “castidade”.

O primeiro deles, mais parecido com a castidade, é o celibato. Celibato e casamento são dons de Deus. A Bíblia diz em 1 Coríntios 7:6-7: “Digo isto, porém, como que por concessão e não por mandamento. Contudo queria que todos os homens fossem como eu mesmo [solteiro]; mas cada um tem de Deus o seu próprio dom, um deste modo, e outro daquele”.

Uma boa razão para ficar solteiro é ter tempo e liberdade para servir a Deus. A Bíblia fala sobre isso em 1 Coríntios 7:29-31. Não há nada de errado em alguém fazer isso. “Isto, porém, vos digo, irmãos, que o tempo se abrevia [e também se abreviam as nossas oportunidades para servir ao Senhor]; pelo que, doravante, os que têm mulher sejam como se não a tivessem; os que choram, como se não chorassem; os que folgam, como se não folgassem; os que compram, como se não possuíssem; e os que usam deste mundo, como se dele não usassem em absoluto, porque a aparência deste mundo passa”. Mas devemos deixar claro que o celibato não é um mandamento bíblico. É apenas uma opção. Alguns apóstolos, como Paulo, escolheram esse estilo de vida, enquanto outros, como Pedro, não. Porque o casamento é um princípio de Deus.

Pois bem, se a castidade ou o celibato possuem em si a ausência total de quaisquer atividades sexuais, seria o sexo um pecado? Não. Muito pelo contrário. O sexo é um dom que Deus dá às pessoas casadas para o prazer de ambos. A Bíblia diz em Provérbios 5:18-19 “Seja bendito o teu manancial; e regozija-te na mulher da tua mocidade. Como corça amorosa, e graciosa cabra montesa saciem-te os teus seios em todo o tempo; e pelo teu amor sê encantado perpetuamente”.

A Bíblia recomenda que o romance e o dom da sexualidade sejam usados no contexto do casamento. A Bíblia diz em Hebreus 13:4 que “Honrado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; pois aos devassos e adúlteros, Deus os julgará”. A Bíblia diz em 1 Coríntios 7:3-4 “O marido dê à mulher o que lhe é devido, e do mesmo modo a mulher ao marido. A mulher não tem autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim o marido; e também da mesma sorte o marido não tem autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim a mulher.

Deus criou o sexo como parte do casamento. Em 1 Coríntios 7:5, Paulo diz aos casais: “Não vos negueis um ao outro, senão de comum acordo por algum tempo, a fim de vos aplicardes à oração e depois vos juntardes outra vez, para que Satanás não vos tente pela vossa incontinência”.

Para que não causemos danos a nós mesmos, os desejos e as atividades sexuais devem ser mantidas sob o controle de Cristo. A Bíblia diz em 1 Tessalonicenses 4:3-5: “Porque esta é a vontade de Deus, a saber, a vossa santificação: que vos abstenhais da prostituição, que cada um de vós saiba possuir o seu vaso em santidade e honra, não na paixão da concupiscência, como os gentios que não conhecem a Deus”.

Por outro lado, apesar de não existir a palavra “castidade” Bíblia, devemos observar que a Bíblia é taxativa em proibir quaisquer práticas sexuais fora da normalidade do casamento. Violar esse princípio seria um pecado contra o tipo de castidade exigido pela Bíblia. Tais pecados sexuais podem sim ser resumidos na palavra adultério de Êxodo 20:14. Mas veja que isto (abstenção fora do casamento) é muito diferente de generalizar a ordem de abstenção.

O pecado sexual é destrutivo mesmo que não se vejam as consequências imediatamente. A Bíblia diz em 1 Coríntios 6:18: “Fugi da prostituição. Qualquer outro pecado que o homem comete, é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo”.

Como começa o pecado sexual? A Bíblia diz em Mateus 5:28: “Eu, porém, vos digo que todo aquele que olhar para uma mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela”. Prostituição, na linguagem bíblica, é qualquer atividade sexual que não seja com o seu cônjuge.

A Bíblia condena o comportamento homossexual. A Bíblia diz em Romanos 1: 26-27: “Pelo que Deus os entregou a paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural no que é contrário à natureza; semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para como os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a devida recompensa do seu erro”.

A Bíblia proíbe o incesto. A Bíblia diz em Levítico 18:6: “Nenhum de vós se chegará àquela que lhe é próxima por sangue, para descobrir a sua nudez. Eu sou o Senhor”.

A Bíblia proíbe a bestialidade. A Bíblia diz em Levítico 18:23 “Nem te deitarás com animal algum, contaminando-te com ele; nem a mulher se porá perante um animal, para ajuntar-se com ele; é confusão”.

A Bíblia proíbe relações sexuais com alguém que vende o corpo, prostitui-se, é “profissional do sexo”. A Bíblia diz em 1 Coríntios 6:15-17: “Não sabeis vós que os vossos corpos são membros de Cristo? Tomarei pois os membros de Cristo, e os farei membros de uma meretriz? De modo nenhum. Ou não sabeis que o que se une à meretriz, faz-se um corpo com ela? Porque, como foi dito, os dois serão uma só carne. Mas, o que se une ao Senhor é um só espírito com ele”.

Muito mais importante do que abster-se do sexo, ou seja, praticar a castidade, é ter um coração puro. Isto é: para o casado, manter-se sendo, física e mentalmente, “marido de uma só mulher (1Timóteo 3:2, 12: Tito 1:6)”; e para o solteiro: “foge, outrossim, das paixões da mocidade. Segue a justiça, a fé, o amor e a paz com os que, de coração puro, invocam o Senhor (2Timóteo 2:22)”.

Como cristãos, devemos ser equilibrados quanto à nossa prática de fé. Basta os tantos exemplos de extremos que a Bíblia cita, de pessoas, tanto no Novo quanto no Velho Testamento, que não seguiram a orientação de Deus. Estude a maneira linda de como era a orientação para que um patriarca, um sacertode (no Antigo Testamento) ou um diácono (no Novo Testamento) cuidarem de suas esposas. Faça da oração de Davi, a sua oração: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável (Salmo 51:10)”.
publicado por institutogamaliel às 18:51



Nestes dias, vendo a situação da Igreja do Senhor, posso falar que certamente o maior desafio da atualidade é prostituição. Este é o maior, sem dúvida alguma. Pelos séculos, a Igreja passou por vários momentos...

Houve momentos na história do cristianismo em que seduções insurgiram-se em seu seio. Problemas terríveis, mas, nunca como agora, em que o "carro chefe" seja algo que fale à nossa fidelidade de uma maneira que nossa natureza carnal seja tão afetada ao ponto de nos desnortearmos...

Sabem o que significa "desnortear"?.. "Perder o ´Norte´"!! Isto é, ficar desorientados, sem apontarmos para o "alvo", e o nosso é Cristo Jesus.

Todos os ataques pelos quais a Igreja do Senhor passou, mesmo os mais terríveis, foram "de fora para dentro"... Mesmo as heresias históricas, se as estudarmos, veremos que mesmo surgindo "dentro", têm pressupostos que não são internos.

Estes sincretismos adotados por alguns foram problemas seríssimos... mas, nem de longe equiparam-se à prostituição. Este é o único problema sobre o qual a orientação é "fugir".

Este verbo, "feugô", significa "escapar de algo abominável, encontrar segurança na fuga - em si". Ou seja, a "fuga" É O ÚNICO MEIO DE SE ESTAR SEGURO!!! Isto é sério, irmãos.

"Fugir" é correr feito um louco, sair MESMO de tudo o que afeta o meu corpo. Sobre o quê o autor está se referindo? Pode-se chamar de "prostituição", na Bíblia:

1 - Adultério, fornicação (relação sexual pré marital), homossexualidade (masculina e feminina), relação sexual com animais (zoofilia) etc.
2 - Relação sexual com parentes próximos; Lv 18
3 - Relação sexual com um homem ou mulher divorciada; Mc 10.11,12

Por que a prostituição é tão perigosa? Veja o restante do texto de 1 Co. 18: "...Qualquer outro pecado que uma pessoa cometer é fora do corpo; mas aquele que pratica a imoralidade peca contra o próprio corpo.".

Falo como seu Pastor, seu amigo, aquele que vê neste mal o pior de todos pelos quais a Igreja do Senhor passou em todos os seus períodos.

Como autoridade estabelecida por Deus sob a unção e misericórdia do Senhor Deus, para que, nestes dias que podem ser os últimos, levante o estandarte do Senhor e defenda o arvorar da bandeira do Reino de Deus, peço-lhe, minha ovelha, fuja da prostitição.

Não "converse" com ela.. não "flerte" com o mal... não tente "encará-la", pois só o pensar em fazer tal coisa é sinal de erro. Ninguém pode "vencer" a prostituição, ninguém. Só se VENCE a prostituição FUGINDO da mesma!!!!

A nossa força está nesta aparente "fraqueza"!!!!!

Se você está tendo: pensamentos estranhos (zoofilia, pedofilia, homosexualismo, fornicação), se está tendo acesso a materiais pornográficos, se está pensando demais em adultérios e, por consequência disto tudo se você está se masturbando frequentemente....

você pode estar desenvolvendo uma dependência "química" (é "química" pois está descarrendo, com frequencia nociva, uma série de substâncias, inclusive endorfinas, que farão de seu organismo uma "fábrica para a supressão do prazer"...

só que o prazer, aí errôneo, não será suprimido, tornando-se um hábito cada vez mais frequente, como o uso de qualquer droga alucinógena, até que você não consiga mais parar.

Também, já desenvolvera uma dependência "espiritual" maligna. Alimentará o demônio, uma metáfora bíblica à sustentabilidade do Mal no mundo, através da atuação demoníaca: "E foi expulso o grande dragão, a antiga serpente (ISTO É, A QUE TENTOU EVA, QUE A FEZ PECAR, QUE PASSOU A SE ALIMENTAR "DO PÓ DA TERRA".

VIMOS QUE O HOMEM É CHAMADO DE "PÓ", LOGO, A SERPENTE PASSARIA A SE ALIMENTAR "DO HOMEM"), que se chama diabo e Satanás, o sedutor de todo o mundo, sim, foi atirado para a terra, e, com ele, os seus anjos." - Ap. 12:9.

1 Co. 11:3: "Mas receio que, assim como a serpente enganou a Eva com a sua astúcia, assim também seja corrompida a vossa mente e se aparte da simplicidade e pureza devidas a Cristo.".

Este é o nosso maior desafio. Cuidado, irmãos. Não sejam como os coríntios, reprovados, lamentavelmente. A reprovação a que me refiro, agora, é a referente à prostituição.

Reprovação significa, quando bom, um recomeço difícil, doloroso, cansativo ao máximo, e muitas vezes sem o brilho e o ardor do início. Somos impressionáveis, e a desaprovação pode ser algo muito forte em nossa vida. Não fomos criados para a perda, mas, para o ganho. Por isso, com Cristo, não perdemos...

"Portanto, ninguém se glorie nos homens; porque tudo é vosso seja Paulo, seja Apolo, seja Cefas, seja o mundo, seja a vida, seja a morte, sejam as coisas presentes, sejam as futuras, tudo é vosso, e vós, de Cristo, e Cristo, de Deus.". - 1 Co. 3:21-23.

A prostitição "chama" outros pecados, como a maconha chama outras drogas mais pesadas. É um "chamariz" para que venha o vício, a soberba, a demência, a loucura.

O que tenta satisfazer ao constante pedido da carne para que se prostitua, por exemplo, com a masturbação é semelhante àquele que tenta saciar uma fome com ar...

Ele vai correr de boca aberta, nunca satisfazendo-se, mas com uma "sensação" momentânea do contrário, pois está entrando ar.... mas é em seus pulmôes, não algo que será convertido em sustento nos seus intestinos.

A prostituição é egoísmo, pois procuro satisfazer a mim, como um louco. É irracional, pois é vazia em si mesma. É "boa" para a carne.... para a natureza caída...... mas, e "depois"?.. Bem, tornar-se-á a cair... e cair... e cair, de novo.

É uma estrada tão sinuosa e obscura que, uma vez sendo percorrida por muitos kilômetros, talvez, em um "belo" dia descubra-se que não é mais conhecido o "caminho de volta".

No final da estrada da prostituição só resta a frustração máxima, a eterna idéia de que nada daquilo valera a pena. Isto é terrível, pois equivale a quase enlouquecer.... É muito pior do que enlouquecer, pois o "louco" está fora de si, completamente.

Aquele que vive em um eterno constante de quase loucura deseja, por muitas vezes, enlouquecer mas não consegue.

"Quem há entre vós que tema ao SENHOR e ouça a voz do seu servo? Quando andar em trevas e não tiver luz nenhuma, confie no nome do SENHOR e firme-se sobre o seu Deus". - Isaías 50:10.

Texto Base: 1 Coríntios 6:18a

Em Cristo Jesus,

publicado por institutogamaliel às 18:49


LASCÍVIA, GREGO, NOVO TESTAMENTO, ASELGEIA
ASELGEIA B, ARC, ARA; lascívia; BJ: libertinagem; Mar.: desonestidade; P.: sensualidade; BLH: as ações indecentes; BV, ansiedade pelo prazer carnal. Outras traduções: P: impureza (2 Co 12.21). Lightfoot vê um clímax do mal nas três palavras com que a lista das obras da carne começa. Porneia indica o pecado dentro de urna área específica da vida, a área das relações sexuais; akatharsia indica uma contaminação geral da pessoa inteira, maculando todas as esferas da vida; Aselgeia indica um amor ao pecado tão desenfreado e tão audaz que o homem deixou de importar-se com aquilo que Deus ou os homens pensam a respeito das suas ações. Um homem, diz ele, pode ser akathartos, impuro, sujo, e esconder o seu pecado, porque a opinião e a decência públicas ainda têm algum domínio sobre ele; mas o homem não se torna aselges (o adjetivo) até que choque a decência pública Conforme lightfoot entende, a essência de aselgeia é que chegou a uma etapa do pecado que não faz o mínimo esforço para ocultar ou mascarar o seu pecado; é o pecado que perdeu toda a vergonha. Passemos, portanto, ao exame da palavra.

Não aparece de modo algum nos livros canônicos do AT grego. Nos livros apócrifos ocorre duas vezes. Em Sab. 14.26 a perversão sexual, a desordem dentro do casamento, o adultério e a devassidão (aselgeia) estão vinculados e ali a conexão é com o pecado sexual. Em 3 Mac. 2.26 é usada de modo mais gera para atos audazes de impiedade.

No NT ocorre em Rm 13.13, onde está escrito que o cristão não pode viver em orgias e bebedices, nem em impudicícias e dissoluções, nem em contendas e ciúmes. Ali, as palavras aparecem em pares, e aselgeia está no par que tem a ver com o pecado sexual. Em 2 Coj2.21 ocorre em trio: “impureza, prostituição e lascívia” e ali, também, a referência diz respeito ao excesso sexual. Em Ef 4.19 há uma referência mais ampla, porque ali se diz que a dissolução é ávida por praticar todos os tipos de impureza. No NT parece mesmo estar ligada com o excesso sexual.

Quando nos voltamos à palavra nos escritores clássicos, seu alcance é muito mais amplo. Platão a usa para a pura insolência da iniqüidade (República 424 E.) Demóstenes a usa a respeito da brutalidade do homem mau, e da insolência arrogante de Filipe da Macedônia (Contra Meidias 21; Primeiro Filípico 4). Os próprios gregos a definiam como “violência audaz e ofensiva”. Basílio define-a como “uma disposição da alma que não possui nem pode suportar a dor da disciplina” (Basílio:Reg. Brev. Int. 67). É definida com o significado da “disposição de entregar-se a qualquer prazer.”

Há certos usos da palavra que dão vividamente a sua qualidade. Plutarco a usa a respeito de Alcebíades, que na sua libertinagem desenfreada desconsiderava totalmente a decência e a opinião públicas (Plutarco: cebiades 8). Josefo a usa duas vezes de modo muito revelador. Usa-a a respeito de Jezebel (Antigüidades dos Judeus 8.13.1). Usa-a a respeito de um ato infame de um soldado romano no recinto do Templo. 0 soldado em serviço durante certas festividades do Templo satisfaz publicamente suas necessidades fisiológicas, ofendendo, assim, a decência pública comum, e, o que era pior, contaminando desavergonhadamente o lugar santo (Antigüidades dos Judeus 20.5.3). Talvez o modo de Demóstenes empregar a palavra aselgõs, o advérbio, seja o mais revelador de todos. Fala de um homem que estava vivendo aselgõs, e diz acerca dele que era o tipo de homem para cuja convivência nenhum homem levaria a filha em hipótese alguma (Demóstenes: Contra Boeto 2.57).

Aqui, pois, temos o significado de aselgeia; denota o pecado tão aberto e atrevido que deixa de ter a mínima consideração por aquilo que alguém possa pensar, sentir ou dizer. Podemos, portanto, distinguir três características de aselgeia.

i. É a ação libertina e indisciplinada. É a ação do homem que está à mercê das suas paixões, impulsos e emoções, e em quem a voz calma da razão foi silenciada pelas tempestades da obstinação.

ii. Não respeita a pessoa nem os direitos dos outros, quem quer que seja. É violenta, insolente, abusiva, audaz. Qualquer consideração e simpatia pelos sentimentos dos outros deixou de existir.

iii. É completamente indiferente à opinião e à decência públicas. É bem possível que um homem comece a fazer uma coisa errada em segredo; no início, seu único alvo e desejo talvez seja ocultá-la aos olhos dos homens. Pode amar a coisa errada, e pode até ser dominado por ela, mas, mesmo assim, ainda tem vergonha dela. Mas lhe é perfeitamente possível chegar a uma etapa em que faz aberta e atrevidamente aquilo que fazia secretamente e às ocultas. Pode chegar a uma etapa do pecado em que perdeu de tal maneira a vergonha que já não se importa com aquilo que os outros vêem, nem com o que dizem, nem com o que pensam. O que há de terrível na aselgeia é que é o ato de uma personalidade que já perdeu aquilo que deveria ser sua melhor defesa — seu respeito-próprio, e seu senso de vergonha.

FONTE: As Obras da Carne e o Fruto do Espírito de William Barclay.
publicado por institutogamaliel às 18:43


Prostituta — Estudos BíblicosMulher dada à lascívia indiscriminada; especificamente, uma que se oferece de modo indiscriminado, por dinheiro, a ter relações sexuais; meretriz. Há também a prostituição masculina. A palavra hebraica para prostituta é zohnáh, ao passo que seu equivalente em grego é pórne.

I. Sob a Lei.

A Lei dada por Deus a Israel ordenava: “Não profanes a tua filha por fazer dela uma prostituta, para que o país não cometa prostituição, nem o país deveras se encha de moral desenfreada.” (Le 19:29) O sétimo mandamento proibia o adultério (Êx 20:14; De 5:18); a pena era a morte de ambos os envolvidos. (Le 20:10) A moça julgada culpada de ter-se casado fingindo ser virgem era morta. (De 22:13-21) A noiva que cometesse fornicação com outro homem era considerada da mesma forma que a esposa adúltera, e era morta. (De 22:23, 24) A moça solteira que cometesse fornicação devia casar-se com o homem que a seduzira, a menos que o pai dela se recusasse a permitir tal casamento. — Êx 22:16, 17; De 22:28, 29.

Por estes e outros motivos, as prostitutas em Israel eram, sem dúvida com raras exceções, mulheres estrangeiras. Os Provérbios advertem repetidas vezes sobre a “mulher estranha” e a “mulher estrangeira” que engodariam um homem a cometer imoralidade. — Pr 2:16; 5:20; 7:5; 22:14; 23:27.

A Lei proibia o sacerdote de se casar com uma prostituta, e a filha dum sacerdote que cometesse prostituição devia ser morta e, depois disso, queimada em fogo. (Le 21:7, 9, 14) A ‘paga duma prostituta’ não devia ser recebida como contribuição no santuário de Yehowah, porque as prostitutas eram detestáveis aos olhos de Deus. — De 23:18.

Foi o caso de duas prostitutas, resolvido de forma sábia e com discernimento, que fortaleceu grandemente a fé do povo em Salomão, como digno sucessor de Davi ao trono de Israel. É provável que os juízes do tribunal de menor alçada não tivessem conseguido resolver o caso, de modo que o encaminharam ao rei. (De 1:17; 17:8-11; 1Sa 8:20) Tais mulheres podem ter sido prostitutas, não em sentido comercial, mas mulheres que tinham cometido fornicação, quer mulheres judias, quer, bem possivelmente, mulheres de descendência estrangeira. — 1Rs 3:16-28.

II. Prostituição no Templo.

A prostituição no templo constituía uma modalidade destacada da religião falsa. O historiador Heródoto (Clássicos Jackson, Vol. XXIII, I, 199) relata: “Os babilônios possuem, todavia, uma lei vergonhosa: Toda mulher nascida no país é obrigada, uma vez na vida, a ir ao templo de Vênus [Afrodite] para entregar-se a um estrangeiro.” As prostitutas de templo também estavam ligadas à adoração de Baal, Astorete, e outros deuses e deusas adorados em Canaã e em outras partes. A adoração degenerada também envolvia homens que se prostituíam no templo. — 1Rs 14:23, 24; 15:12; 22:46.

III. ‘O Caminho da Morte.’

O Rei Salomão, no capítulo sete de Provérbios, descreve uma cena por ele observada, que ilustra as artimanhas da prostituta e os resultados para aqueles que são enlaçados por ela. Fala de um rapaz que passa pela rua, perto da casa duma prostituta, ao cair da noite. Salomão descreve o rapaz como “falto de coração”, sem discernimento ou bom senso. (Veja CORAÇÃO) A mulher, vestida da forma imodesta característica da prostituta, está à espera e o aborda. Ela tem lábios suaves e linguagem afável, mas sua disposição real é impetuosa e obstinada; ela é ardilosa de coração. Esta prostituta finge-se de justa, por dizer que ofereceu sacrifícios de participação em comum naquele mesmo dia (dando a entender que havia alimento para saborearem, uma vez que o ofertante normalmente tomava parte do sacrifício de participação em comum para si mesmo e para sua família). — Pr 7:6-21.

Agora que o rapaz já foi seduzido até esse ponto, mostra Salomão, ele é irresistivelmente atraído a pecar com ela, desprezando todo o bom senso, avançando ‘igual ao touro para o abate’, como um homem que está agrilhoado e que não pode escapar da disciplina que receberá. “Até que”, afirma Salomão, “uma flecha lhe fende o fígado”, isto é, até que contraia a ferida que lhe causará a morte, tanto em sentido espiritual como físico, pois ele não só expôs seu corpo a mortíferas doenças sexualmente transmissíveis (em casos de sífilis, em estágio avançado, bactérias lesam o fígado), mas também “ele não sabia que envolvia a sua própria alma”. Todo o seu ser e toda a sua vida são gravemente afetados, e ele pecou seriamente contra Deus. Salomão conclui seu relato dizendo: “Sua casa [i.e., a da prostituta] são os caminhos para o Seol; descem para os quartos interiores da morte.” — Pr 7:22, 23, 27; compare isso com Pr 2:16-19; 5:3-14.

IV. “Destrói coisas valiosas.”

O provérbio diz: “O homem que ama a sabedoria alegra seu pai, mas quem tem companheirismo com prostitutas destrói coisas valiosas.” (Pr 29:3) Primeiro de tudo, destrói sua relação com Deus, o bem mais valioso; daí, traz vitupério à sua família e destrói relacionamentos familiares. Como adverte outro provérbio, tal homem ‘dá a sua dignidade a outros, e seus anos ao que é cruel; estranhos se fartam com o seu poder, e as coisas que obteve com dor ficam na casa dum estrangeiro’. — Pr 5:9, 10.

Portanto, o sábio aconselha: “Não desejes no teu coração a sua lindeza [a da mulher estrangeira] . . . visto que por causa duma mulher prostituta fica-se reduzido a um pão redondo; mas, no que se refere à esposa de outro homem, ela caça até mesmo a alma preciosa.” (Pr 6:24-26) Isto pode significar que um homem em Israel, por se relacionar com uma prostituta, esbanjava seus recursos e era reduzido à pobreza (veja 1Sa 2:36; Lu 15:30), mas o homem que cometia adultério com a esposa de outro homem estava perdendo a sua alma (sob a Lei, a pena para o adultério era a morte). Ou, o trecho inteiro talvez se refira à esposa adúltera como prostituta.

Os versículos concludentes do capítulo (Pr 6:29-35) dizem: “[Quanto a] aquele que tem relações com a esposa do seu próximo; ninguém que tocar nela ficará impune. As pessoas não desprezam o ladrão só porque furta para encher a sua alma quando está com fome. Mas, quando descoberto, ele o compensará com sete vezes tanto; dará todos os valores da sua casa. Quem comete adultério com uma mulher é falto de coração; quem faz isso, arruína a sua própria alma. Achará praga e desonra, e seu próprio vitupério não será extinto. Pois o furor dum varão vigoroso é ciúme, e ele não terá compaixão no dia da vingança. Não terá consideração para com nenhuma sorte de resgate, nem consentirá, não importa quão grande faças o presente.”

Provérbios 6:30-35 talvez signifique que os homens não desprezam tanto um ladrão que rouba para saciar a fome; eles compreendem, até certo ponto, seu modo de agir. Todavia, caso seja apanhado, ele é obrigado a restituir com ‘juros’ o que roubou (isto se dava especialmente sob a Lei [Êx 22:1, 3, 4]; “sete vezes” talvez seja empregado no provérbio para indicar que ele se vê obrigado a cumprir a pena em sua plenitude). Mas, o adúltero não pode fazer uma restituição pelo seu pecado; seu vitupério, que é grande, permanece, e de forma alguma ele pode resgatar a si mesmo, ou livrar-se por meio dum pagamento, da punição que merece.

Se um cristão que é membro do corpo espiritual de Cristo tiver relações sexuais com uma prostituta ou cometer fornicação, estará removendo um membro do Cristo e tornando-o membro duma meretriz, unindo-se a uma prostituta como se fossem um só corpo. Desta forma, está pecando contra o seu próprio corpo, no que tange a ser este ‘um membro do Cristo’. — 1Co 6:15-18.

V. Tem de Abandonar Tal Prática Para Ser Salva.

Existe esperança para as prostitutas, caso larguem esta prática detestável e exerçam fé no sacrifício resgatador de Jesus Cristo. O apóstolo escreveu aos cristãos em Corinto, lembrando-os de que alguns deles tinham sido fornicadores e adúlteros, mas tinham abandonado tal proceder e tinham sido lavados e declarados justos no nome do Senhor Jesus Cristo. (1Co 6:9-11) Muitas das meretrizes em Israel mostraram ter coração melhor do que os líderes religiosos. Tais mulheres, encaradas com desprezo pelos escribas e pelos fariseus, aceitaram humildemente a pregação de João, o Batizador, e Jesus as usou qual exemplo para os líderes religiosos, dizendo: “Deveras, eu vos digo que os cobradores de impostos e as meretrizes entrarão na frente de vós no reino de Deus.” — Mt 21:31, 32.

VI. Raabe.

Raabe é exemplo duma prostituta que expressou fé em Deus e foi contada como justa. (Tg 2:25) Homens enviados por Josué para espionar Jericó alojaram-se na casa de Raabe. (Jos 2:1) Não seria razoável supor que tenham feito isso com fins imorais. Quanto à motivação deles, os professores C. F. Keil e F. Delitzsch, em Commentary on the Old Testament (Comentário Sobre o Velho Testamento) observam: “Entrarem eles na casa duma pessoa assim não suscitaria muita suspeita. Ademais, a localização da casa dela junto à muralha da cidade, ou sobre esta, facilitava a fuga. Mas o Senhor orientou o proceder dos espias de forma tal, que eles encontraram nesta pecadora justamente a pessoa que foi a mais adequada para seu propósito, e em cujo coração as novas dos milagres realizados pelo Deus vivente a favor de Israel haviam causado tamanha impressão, que ela não só informou os espias do desânimo dos cananeus, mas, com implícita confiança no poder do Deus de Israel, ocultou os espias em todas as indagações feitas por seus compatriotas, embora isso representasse um grande risco para ela.” (1973, Vol. II, Josué, p. 34) Em vista da declaração de Deus de que Israel havia de expulsar os cananeus devido às suas práticas imorais e também em vista da bênção de Deus sobre a conquista de Jericó e sobre a própria Raabe, seria totalmente desarrazoado supor que os espias cometeram imoralidade com Raabe, ou que ela prosseguiu com sua prática de prostituição depois disso. — Le 18:24-30.

Quanto a Jefté ser filho duma prostituta (Jz 11:1), e a Sansão alojar-se na casa duma prostituta, na cidade de Gaza (Jz 16:1).

VII. Uso Figurado.

Uma pessoa, uma nação, ou uma congregação de pessoas dedicadas a Deus que fazem alianças com o mundo, ou que se voltam para a adoração de deuses falsos, são chamadas na Bíblia de “prostitutas”. Isso ocorreu com a nação de Israel, que foi seduzida a ter “relações imorais” com deuses estrangeiros, e, assim como uma esposa infiel buscaria outros homens, Israel recorreu a nações estrangeiras em busca de segurança e de salvação dos seus inimigos, em vez de voltar-se para seu “dono marital”, Deus. (Is 54:5, 6) Ademais, Jerusalém tornou-se tão degradada em sua infidelidade, que foi além do costume usual das prostitutas, como o profeta Ezequiel foi inspirado a dizer: “A todas as prostitutas costuma-se dar um presente, mas tu — tu deste os teus presentes a todos os que te amavam apaixonadamente e lhes ofereces suborno para que cheguem a ti de todas as redondezas, nos teus atos de prostituição.” (Ez 16:33, 34) Tanto o reino de dez tribos de Israel como o reino de duas tribos de Judá foram denunciados como prostitutas desta maneira simbólica. — Ez 23:1-49.

O exemplo mais notório de prostituição espiritual é “Babilônia, a Grande, a mãe das meretrizes e das coisas repugnantes da terra”. — Ap 17:5.
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Urgente... Exite essa interrogação? “serão dois em uma só carne?” Porquê da interrogação?
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Bíblia On Line 30/10/2005: Porque terá sido que Jesus escolheu para seu discipulo uma personagem odiada então como agora que é um cobrador de impostos, isto é Mateus? Topdos nós destestamos esta figura profissional porque terá então Jesus escolhido um tal profissional para seu discipulo? Haveria algum designio especial nessa escolha?
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Bom, primeiro vamos as definições de cada palavra individualmente, depois as suas diferenças.

ABRASAMENTO - Na lingua portuguesa, significa queimar, destruir, esquentar muito; inflamar, excitar. No sentido bíblico como pecado sexual, significa incapacidade de controlar o desejo sexual, pensamento vicioso e obsessivo por sexo.

LASCÍVIA - Comportamento indisciplinado e desregrado; em particular, um flagrante desprezo pelas restrições sexuais. (Mc. 7.22 ; 2Co 12.21). A palavra grega traduzida por lascívia significa "Conduta Ultrajante", demostrando que o comportamento lascivo ou licencioso vai além do pecado e envolve o desprezo pelo que é certo. Ou seja, lascívia são os pensamentos ou atos totalmente imorais.

ADULTÉRIO - Ato intencional de manter relações sexuais com outra pessoa que não o marido ou a esposa. Jesus expandiu o significado do adultério, incluindo-lhe a lascívia: "Qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela" (Mt. 5.28).

PROSTITUIÇÃO - Ato ou prática de relações sexuais promíscuas, especialmente por dinheiro. Várias palavras são usadas para a mulher que se engaja em atividade sexual ilícita por dinheiro, incluindo meretriz, vadia e prostituta. Um tipo de meretriz era a prostituta do templo, que realizava atos sexuais no templo pagão (Os. 4.12-14). Os cultos à prostituição tanto masculina quanto feminina eram dirigidos nesses templos. Todas as vezes que Judá foi governada por um rei justo, tal rei buscou retirar as prostitutas do templo de sua terra (2R 23.4-14).

FORNICAÇÃO - Relacionamento sexual fora dos laços matrimoniais. A distinção técnica entre fornicação e adultério é que este envolve pessoas casadas enquanto a fornicação envolve pelo menos uma pessoa não casada. No entanto, o Novo Testamento usa, frequentemente, o termo de forma genérica para se referir a qualquer tipo de ausência de castidade. Das sete listas de pecados nos escritos de Paulo, a palavra "fornicação" é encontrada em cinco delas (Rm 13.13 ; 1Co 5.11 ; Gl 5.19 ; Ef 5.3 ; Cl 3.5). No livro de Apocalípse, a fornicação é símbolo de como a idolatria e a religião pagã corrompem a verdadeira adoração a Deus (Ap. 14.8 ; 17.4)


Muito bem, quando uma pessoa está ABRASADA, significa que está com o pensamento obsessivo, voltado para o ato sexual, quando esse tipo de pensamento sai dos critérios das restrições sexuais bíblicas, se transforma em LASCÍCIA, a lascívia quando deixa de ser somente em pensamento e passa a ser praticada, gera os pecados de ADULTÉRIO, PROSTITUIÇÃO, FORNICAÇÃO e muitos outros.
publicado por institutogamaliel às 18:35


A prostituição atenta contra o ser humano, imagem de Deus (Gn 1,27). Jesus viu as prostitutas como pessoas conscientes de seu limite e necessidade, e colcou-as como modelo por empreender um caminho de libertação.

Na maior parte das referências à palavra “prostituta” e “prostituição” no Antigo Testamento (AT) encontramos a raiz hebraica znh, ainda que derivadas desta também indicam relações sexuais antes e fora do casamento. Portanto, o termo habitual que designa a prostituta profissional, que aceita um pagamento, é zônâ, embora também possa aplicar-se à mulher que tem relações sexuais antes do casamento (cf. Lv 21,7.14). Não existe na Bíblia, exceto uma referência em Dt 23,17, evidência de prostituição masculina. As prostitutas eram encontradas em lugares públicos como caminhos (Gn 38,14; Jr 3,2; Ez 16,25; Prov 7,11-12) ou lugares de peregrinação (Os 4,13-14), mas também em casas (cf. Jr 5,7).
A atitude da sociedade israelita em relação à prostituição sempre foi negativa, apesar de ter sido tolerada, apesar da legislação do Pentateuco ter sido destinada a proscrever esta instituição (Lv 19,29; Dt 23,17). Embora os sacerdotes não pudessem se casar com prostitutas e que suas filhas poderiam ser queimadas caso se dedicassem à prostituição (Lv 21,7.9.14), estas exigências não se aplicavam ao israelita laico, que podia se casar com uma antiga prostituta.
No Antigo Testamento está o caso de duas prostitutas que têm acesso ao rei Salomão para obter justiça (1 Re 3,16) e a ausência de qualquer juízo moral contra Tamar, que se fez passar por prostituta para conseguir descendência de seu sogro (Gn 38); nem contra Rahab, a prostituta de Jericó que ajuda os espiões de Israel (Jos 2,6); nem contra Sansão, que freqüentava uma prostituta em Gaza (Jue 16,1). A tolerância vai acompanhada de grande desprezo. Tratar uma mulher como prostituta, como se vê na história de Dina, filha de Jacó, supunha uma grave ofensa à honra familiar, tanto que seus irmãos Simeão e Levi justificaram vingar-se com a morte de muitos homens (Gn 34).
A comparação da legislação israelita com a de outras culturas do Oriente Médio ajuda a iluminar seu próprio caráter. Na Mesopotâmia também encontramos o binômio tolerância-desprezo, mas os direitos e obrigações das prostitutas se mencionam em códigos legais. Este reconhecimento legal contrasta com a proibição de iure em Israel, em qualquer situação de fato. Lv 19,29 proibe que um israelita venda sua filha uma prostituta, provavelmente em relação com a prática de vender os próprios filhos como escravos por causa de dívidas (cf. Ex 21,7; Código de Hamurabi [CH] 117). A proibição do Deuteronômio é absoluta: nenhuma mulher israelita se prostituirá (23,18).
Esta maior intolerância de Israel com a prostituição esteve provavelmente influenciada por diversos fatores. Primeiro, Israel devia aspirar a ser um “povo santo”, e isso inclui um estrito código da moral sexual. Como recolhe no livro de Levítico o “Código da santidade” (Lv 17–26), Deus expressa sua vontade: o povo deve reconhecer a santidade de Deus e imitá-la, com seu marcado caráter ético. A ética sexual bíblica é mais exigente que mesopotâmica. Por exemplo, a lei hitita absolve algum tipo de bestialismo (com um cavalo ou uma mula), enquanto Lv 18,23 e 20,15 16 proíbem qualquer relação sexual com um animal. A lei assíria do Reino Oriente Médio (n. 14) castiga o adúltero somente se ele souber que a mulher é casada, enquanto o AT não faz exceções (Ex 20,14; Lv 18,20; 20,10; Dt 22,22). Israel castiga mais severamente os casos de incesto. Em conjunto, mostram-nos como o Deus de Israel só admite as relações sexuais dentro de circunstâncias precisas, fora das quais caem as atividades de uma prostituta. Segundo, a dificuldade de conhecer o pai dos filhos de uma prostituta gerava problemas numa sociedade na qual a transmissão da propriedade e o status era patrilinear. Na Mesopotâmia existia a possibilidade da adoção (CH 185 187; Lei assíria do Reino Oriente Médio, 28), não era a mesma coisa em Israel. A adoção não é mencionada nas leis da Bíblia. Uma sociedade na qual predominava a linha paterna logicamente não agradaria a a mãe e os filhos de pai desconhecido. Não receberiam herança nem sobrenome. Além disso, não conhecer o pai poderia levar ao incesto sem querer, outra prática reprovada pelo Senhor (Lv 18,20).
Nós encontramos um terceiro fator nos profetas. A metáfora da apostasia como prostituição vinculava a ruptura do vínculo exclusivo com Deus, a aliança do Sinai, com a ruptura do vínculo mais exclusivo conhecido na sociedade israelita, o casamento (Jer 2,20.25; 3,1-13; Ez 16; 23; Vos 1–3). A apostasia parecia totalmente inaceitável devido à sua associação com o adultério e a promiscuidade e, ao contrário (inversa), a promiscuidade sexual resultava odiosa por seu parentesco com a infidelidade religiosa.
O uso metafórico de “prostituição” estende-se para criticar cidades dentro da convenção de personificá-las como mulheres. A cidade de Tiro, na Fenícia é denominada de “prostituta” e seus benefícios comerciais recebem o apelativo de “salário de prostituta” (cf. Is 23,15-18), refletindo a atitude negativa de uma nação agrícola como Israel diante do comércio internacional. Ninive, capital da Assíria, é uma “prostituta” que seduz as nações e as conduz a sua decadência (Nah 3,4-7). Jerusalém também se converteu em uma meretriz segundo Is 1,21, ao encher-se de imoralidade e injustiça. Por último, Ezequiel chega também a denominar como “prostituição” as alianças políticas de Israel com outras nações (16,26-29) por ser uma afronta ao Senhor. No entanto, nem tudo é metáfora para os profetas. Amós apresenta a prostituição de uma esposa como um castigo terrível só comparável à morte de filhos e filhas, a perda da terra ou partir ao exílio (7,17).
É frequente encontrar na literatura o uso a referência à existência em Israel da prostituição “sagrada” ou “ritual”. Assume-se que textos como 1 Sm 2,22; 2 Re 23,7.14; 2 Cr 15,16; Ez 8,14; Vos 4,13 refletem rituais israelitas paganizados, sob influência cananea, nos quais se legitimavam as relações sexuais com mulheres e/ou varões vinculados aos diferentes lugares de culto como uma maneira de promover a fecundidade e a fertilidade. Dentro da concepção da mitologia cananea, segundo a qual os processos da natureza eram o resultado da relação sexual entre deuses e deusas, a prostituição ritual funcionaria como uma forma de magia que faria que os deuses empreendessem a mesma atividade, o que traria abundantes colheitas e aumento do gado.
Não se pode negar que durante certos períodos existiram prostitutas em Israel, a serviço do templo, denominadas qedeshim, embora, provavelmente, desempenhassem também outras funções. Segundo 2 Re 23,7 dispunham de lugares especiais no templo de Jerusalém, algo intolerável para os reformadores do tempo do rei Josias que as eliminaram no final do século VII a.C., mas que aparentemente eram aceitas até então. No entanto, sua atividade não tinha nenhum tipo de conexão com um hipotético ritual de fecundidade.
Uma série de textos testemunha que o cumprimento de algum voto ou promessa parece ser um dos motivos para praticar a prostituição ocasional. Os votos eram frequentes em Israel, na antiguidade, podendo ser realizados por homens e mulheres (cf. Nm 6,2; 1 Sm 2,11; Prov 31,2). No entanto, a dificuldade podia surgir na hora de cumpri-los, já que as esposas eram economicamente dependentes de seus maridos, assim como as filhas solteiras ou só prometidas de seu pai. Por isso o homem, responsável pelo pagamento nesses casos, tinha a capacidade de liberá-las de seus votos, mas só no momento em que tomasse conhecimento deles. Se não fizessem, deveriam cumpri-los, como sempre viúvas e divorciadas que eram consideradas independentes (cf. Nm 30). Portanto, se o marido desconhecesse o voto ou não estivesse de acordo, a mulher se via numa situação complicada. Para não deixar o voto sem cumprir, a prostituição poderia ser a única solução disponível, numa situação similar à descrita em Prov 7. Qualquer coisa antes de retratar-se de sua promessa, considerada uma ofensa muito séria (Dt 23,21; Ecl 5,4 5).
O texto de Dt 23,17-18 proíbe, colocando em paralelo serviços sexuais de homens e mulheres nos templos e o costume de pagar votos com dinheiro, obtido através da prostituição. Ambos coincidem no recurso à prostituição, como meio que traz benefícios ao templo. Este utilizava o dinheiro, entre outras coisas, para produzir imagens dos deuses. Por isso o profeta Miqueas fala dos ídolos de Samaria reunidos “a partir dos lucros de uma prostituta” (Miq 1,7). Dos textos pode-se concluir que existiu em Israel a prostituição nas imediações de santuários e templos, organizada ou aceitada por sua administração e tolerada pela religião oficial até a reforma deuteronomista dos tempos de Josias, mas não como meio para aumentar a fecundidade senão porque beneficiava o lugar de culto.
NO NOVO TESTAMENTO (NT)
O Novo Testamento recusa a prostituição em continuidade com o AT. Jesus Cristo não só ratifica a proibição do adultério (Mc 10,19 par. Mt 19,18; Lc 18,20) senão que a radicaliza falando do adultério que tem lugar no coração do ser humano (Mt 5,27-28). O ensino do evangelho apresenta o casamento como o âmbito onde se unem a vida do homem com a da mulher e se tornam uma só carne (Mc 10,1-12 e par.). A rejeição da fornicação também se vê no Livro dos Atos dos apóstolos (15,20.29).
Por sua vez, São Paulo escreve à comunidade de Corinto (cf. 1 Co 6,12-20) que proclama que “tudo está permitido”, mas que no entanto nem tudo cai bem e que não se deve deixar dominar por nada. A propósito da fornicação e de ter relações com uma prostituta o princípio básico é o enunciado antes na mesma carta: “tudo é seu, mas você é de Cristo” (1 Co 3,21-23). Como a relação com uma prostituta é uma relação entre pessoas, implica o Senhor a quem pertenço. Minha pertenencia ao Senhor, à comunidade, limita minha liberdade. Não pertenço a mim mesmo. Ter relações sexuais fora do casamento significa tornar-se um só com essa pessoa (em linha com Gn 2,24), rejeitando a relação de pertenencia a Cristo.
Fornicar é pecar contra o próprio corpo, causar danos a si mesmo, afirma Paulo, que não obstante, é preciso dizer isso, não se preocupa pelo corpo da prostituta e pelo abuso exercido sobre ele. Em nosso corpo habita o Espírito Santo recebido de Deus que define nossa existência corporal como existência diante de Deus. Em e com o corpo servimos a Deus.
Se procuramos no NT mulheres apresentadas como prostitutas, um nome que espontaneamente vem à mente é o de Maria Madalena, que a imaginação popular e a história da arte descreveram e apresentam como antiga prostituta. No entanto, esta atribuição, por mais habitual que seja, contradiz os dados do NT.
Os evangelhos afirmam muitas coisas de Maria Madalena mas nunca sua condição de prostituta. Aparece como seguidora de Jesus (Mc 15,41; Lc 8,2), testemunha da crucificação (Mt 27,56; Mc 15,40; Jn 19,25, cf. Lc 23,49), do túmulo vazio e do anúncio da ressurreição (Mt 28,1ss; Mc 16,1-8; Lc 24,1-10; Jn 20,1-2), e como destinatária da primeira aparição de Jesus ressuscitado (Mt 28,9; Jn 20,11-18). Além disso, São Lucas e o apêndice do Evangelho de São Marcos assinalam que dela sairam sete demônios (Lc 8,1-2; Mc 16,9). Esse dado supõe um antigo estado de sofrimento, mas não é necessário para concluir que tenha sido prostituta.
A confusão pode ter sido originada, ao cruzar e relacionar alguns diferentes textos, sem base. Por exemplo, identificar a pecadora pública anônima que lava com suas lágrimas os pés de Jesus (Lc 7,36-50) com Maria Madalena, descrita junto a outras mulheres a renglón seguido em 8,1-3 embora o texto não assinale nenhuma conexão, nem sequer a certeza de considerar a primeira como prostituta. Também chamar de María a mulher que lava os pés de Jesus em Lc 7 porque assim se identifica a mulher, irmã de Lázaro, que unge com perfume os pés de Jesus no quarto evangelho (Jn 12,1ss), sem considerar que se trata de dois episódios diferentes. Obrigados também a descartar como prostituta a mulher de Lc 7,36-50 que só aparece descrita como que “pecadora na cidade”, devemos concluir que nenhum evangelho nos narra um encontro de Jesus com uma prostituta.
São Mateus inclui duas mulheres vinculadas com a prostituição na genealogia de Jesus. Se a presença de cinco num documento desse gênero é em si atraente no contexto de uma sociedade patrilineal, esta relação de duas delas com a prostituição que não se explicita no Evangelho é muito mais, resultando bem conhecida para os destinatários deste.
A primeira é Tamar, nora de Judá (Mt 1,3). Este que lhe dera por marido seu primeiro filho e depois de sua morte, o segundo que também faleceu sem descendência, já não queria dar-lhe o terceiro por temor a perdê-lo. Tamar se disfarçou de prostituta para poder ter um filho do próprio Judá e conseguiu enganá-lo (cf. Gn 38). A Bíblia reconhece sua inteligência e seu valor, seu plano para superar a afronta feita por seu sogro.
A segunda é Rahab, prostituta de Jericó (Mt 1,5), que oculta os espiões de Josué enviados para explorar a cidade, gesto que lhe vale ser salva com toda sua família, quando os israelitas conquistam a cidade (Jos 2; 6,25). O Novo Testamento louva tanto sua fé (Heb 11,31) como suas obras (Sant 2,25), colocando Rahab numa rara posição de privilégio como figura modelo no conjunto da Escritura. Tamar e Rahab fazem parte da genealogia de Jesus, o filho de Deus.
Segundo Mateus, durante sua vida pública e no contexto de um ensino no templo, Jesus evoca as prostitutas como modelo de arrependimento, em contraste com a atitude dos líderes religiosos (sumos sacerdotes e anciões): elas sim acreditaram em João Batista. Arrecadadores e prostitutas precedem os líderes no caminho do Reino (21,31-32). Surpreende que Jesus cite como exemplo um grupo desprezado moral e religiosamente, e que o faça precisamente diante dos líderes religiosos. Jesus uma vez mais dá mostras da inversão de de valores que propõe, liberando os oprimidos (Lc 4,16ss; Hch 10,38).
Se a inclusão de prostitutas na genealogia de Jesus testemunha a realidade da encarnação do filho de Deus que assume a virtude e o pecado da história da humanidade, descobrindo o valor de cada pessoa, agora Jesus desafia os esquemas de uma sociedade bienpensante pronta a desqualificar e desprezar. Os desprezados e tidos por nada são no entanto os primeiros em caminhar para o Reino e nos mostram desta maneira o caminho, porque, como diz Jesus, acreditaram na mensagem que urgia à conversão, à metanoia, à mudança de mentalidade. Não caem no engano da autosuficiência, conhecedores de seus limites, reconhecem sua necessidade e procuram como colmá-la. São exemplares dentro de sua fragilidade.
Se propomos à Bíblia as perguntas de nosso tempo, no qual as estatísticas nos recordam que cresce a trata e o número de mulheres que se dedicam à prostituição, e somos alertados como esta realidade será a outra cara do mundial de futebol da África do Sul, diante deste problema global que atenta contra a liberdade e a igualdade das pessoas prostituídas, a Bíblia nos recorda que Deus não quer que ninguém tenha que se prostituir.
A prostituição atenta contra o ser humano, imagem de Deus (Gn 1,27). Jesus viu as prostitutas como pessoas conscientes de seu limite e necessidade, e colcou-as como modelo por empreender um caminho de libertação. Esse é o caminho que hoje nos convida a percorrer juntos: liberar aqueles que sofrem a opressão.

publicado por institutogamaliel às 18:33


Texto: I Co 6.19,20
Ou não sabeis que o nosso corpo é santuário do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus? Não sois de vós mesmos; fostes comprados por bom preço. Glorificai, pois, a Deus no vosso corpo [e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus].

Introdução:
Pode até parecer estranho falar de virgindade nos dias de hoje em um mundo no qual os valores morais estão tão banalizados. Conceitos como honrar pai e mãe, viver uma vida honesta, não procurar os seus próprios interesses, fidelidade conjugal, fornicação e virgindade estão fora de moda; mais isto já era de se esperar, haja vista o mundo estar “debaixo” do maligno e de toda a sua influência. No entanto, para a igreja os conceitos do mundo não interessam (não somos deste mundo e não devemos nos conformar com ele) somos sal e luz nesta terra.
Hoje estaremos estudando um assunto importante para a família cristã, trata-se da virgindade e da fornicação. O assunto é relativo aos pais e aos filhos e deve ser aprendido, pois o índice de impureza sexual na igreja cresce assustadoramente e diariamente a mídia e as escolas ensinam (contrariando a Bíblia) que o sexo antes do casamento é normal.
Os resultados disto são vidas arruinadas, marcas profundas na alma e no corpo, gravidez precoce e doenças sexualmente transmissíveis.

Parte I-O pecado contra o corpo

A fornicação é o sexo antes do casamento. Este pecado é condenado por Deus e faz marcas profundas na vida de quem o pratica. Em troca de alguns minutos de prazer, são feitas feridas profundas na alma e no corpo, que podem deixar conseqüências irreparáveis. Embora não exista pecado que Deus não possa perdoar, com exceção da blasfêmia contra o Espírito Santo, a fornicação pode deixar estragos irreparáveis ainda nesta vida.
O apóstolo Paulo fala da gravidade do pecado sexual em sua Primeira Epístola aos Coríntios, capítulo seis, versículos 12 a 20. O pior de todo este problema é que o corpo é o templo do Espírito Santo.
Não existe instinto sexual no ser humano como no animal, somos seres racionais! Nos versículos de 12 a 14, Deus deixa claro esta verdade, e no versículo 13, vemos o motivo para o qual o nosso corpo serve. Este corpo será ressuscitado na volta do Senhor e para aquele que estiver vivo, este mesmo corpo será transformado. Existem crentes que andam dizendo que Deus só quer o coração, isto é uma mentira! I Ts 5.23,24
Quando um jovem cristão comete fornicação, ele está contaminando o templo do Espírito Santo, além de tirar a santidade de algo que pertence ao Senhor! I Co 6. 19,20.
Na epístola aos Gálatas vemos os pecados na área sexual fazendo parte da lista das obras da carne e o Senhor afirma que os que cometem tais coisas, não herdaram o reino dos céus! (Gl 5.19,21).

Parte II-A virgindade como símbolo de santidade

A virgindade é símbolo de santidade.
Jesus nasceu de uma virgem (Is 7.14). A virgindade na Bíblia é tão importante que é usada por Deus como figura da Santidade da igreja (II Co11.2).
O ensino Bíblico é de que a virgindade deve ser mantida pelos jovens. Existe uma tendência de se pensar que virgindade é um assunto somente para mulheres, o que é um engano, os homens também devem procurar manter a santidade do seu corpo; o pecado é o mesmo para ambos, embora seja verdade que as conseqüências físicas da fornicação sejam na maior parte das vezes piores para as mulheres.

Conservar a virgindade é muito mais do que não ter relação sexual antes de casar, é muito mais do que ter o hímem intacto; ser virgem é conservar a pureza e santidade!

Parte III-A Diferença entre a fornicação para o ímpio e para o crente
Quando um ímpio cai em pecado na área sexual, como em qualquer outra área da sua vida, ele o faz sem ter Deus em seu coração, desconhecendo a vontade do Senhor, embora a maior parte saiba que é errado (At 17.30). Quando uma moça que não é mais virgem aceita a Cristo como seu Senhor, para Deus ela se torna como uma virgem e os seus pecados são perdoados (Is 1.18; IICo5.17; Hb 8.12; 10.17).
Não podemos comparar este caso com o de uma pessoa que já entregou a vida Jesus; neste caso, o pecado de fornicação é bem mais sério; vejamos:
1º) O seu corpo é o templo do Espírito Santo ( I Co 6.19,20)
2º) Conhece a vontade de Deus
3º) Quebra a santidade da igreja (ICo 3.16,17)
4º) Traz conseqüências sérias para terceiros
Quando uma pessoa cai neste tipo de pecado, é necessário passar pela disciplina, pois:
A)A disciplina restaura o ferido
B)A disciplina mantém a pureza da igreja
C)A disciplina evita a propagação do erro (ICo 5.6)
D)A disciplina mantém a liberdade no púlpito da igreja
Daí vem mais um motivo da gravidade deste pecado: Fatalmente a mentira um dia virá à luz e com ela a vergonha.
Deus perdoará (I Jo 2.1), a igreja perdoará, mais certamente existirão feridas que poderiam ser evitadas. Outros problemas poderão ocorrer, como por exemplo:
1-Quando as pessoas envolvidas não casam alguém pode se machucar e a comunhão ser abalada;
2-Problemas familiares;
3-Problemas com parentes ímpios;
4-Quando as pessoas se casam, mais a igreja já sabe, o tratamento deverá ser de um modo que não leve os outros a fazerem o mesmo, etc...
Devemos levar em conta ainda o fato de que nenhum caso é igual, e, portanto, nenhuma postura de correção será igual.

Parte IV-Fugindo da fornicação e mantendo a santidade
Fatores que levam a fornicação entre jovens:
a)Falta de temor a Deus
b)Falta de temor da igreja com a banalização da disciplina
c)Falta de vigilância
d)Carícias (certas intimidades- Pv 6.27)
e)Contato com material pornográfico
f)Ensino mundano
g)Propaganda na mídia

Conclusão:
Melhor é para o jovem manter a pureza na sua mocidade, a virgindade é importante para o servo de Deus e deve ser cultivada na família e na igreja. A fornicação, ao contrário, causa diversos problemas para quem a pratica, contaminando o próprio corpo e a igreja do Senhor, sendo portanto um pecado gravíssimo, devendo ser tratado.

publicado por institutogamaliel às 13:16


Coríntios 6:13 Os alimentos são para o estômago, e o estômago, para os alimentos; mas Deus destruirá tanto estes como aquele. Porém o corpo não é para a impureza, mas, para o Senhor, e o Senhor, para o corpo.

Aqui menciona que o nosso corpo não é para a impureza e sim para o Senhor e o Senhor para o corpo, isso por que o nosso corpo é o santuário do Espírito Santo (1 Co 3:16; 6:18,19)

E a prostituição é um dos piores pecados que um crente pode fazer, por que ele estará usando o santuário de DEUS e o membro do corpo de Cristo para um ato imundo e impuro, que DEUS tanto detesta ao ponto de aniquilar completamente a cidade de Sodoma e Gomorra

O sexo, do ponto de vista bíblico, é um dom de Deus dado ao ser humano com três propósitos:

Primeiro, com o objetivo de procriar. Disse o Senhor: …”Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a”… (Gênesis 1:28)
O segundo propósito é que o sexo servisse como um veículo de unidade física, mental e espiritual entre marido e mulher. Pois afirma o Criador: “Por isso deixa o homem pai e mãe, e se une a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne”.
O terceiro propósito porque Deus criou o sexo e o entregou ao ser humano, é para que fosse uma fonte de prazer físico. Veja o que diz a bíblia: “Seja bendito teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade, corça de amores, e gazela graciosa. Saciem-te os seus seios em todo o tempo; e embriaga-te sempre com as suas carícias”. (Provérbios 5:18, 19)

Prostituir-se = entregar-se à vida de devassidão; tornar-se devasso, corromper, desmoralizar, desonrar, degradar, aviltar. Um juiz que se deixa corromper, prostitui a justiça. Fig.: Desonrar-se; aviltar-se praticando ações vergonhosas ou indecorosas, sacrificar a sua honra, a sua dignidade; perder o brio, rebaixar-se.

No grego : “Porneia” ( de onde se origina a palavra “pornografia”) = prostituição, fornicação ( vários tipos de relação sexual ilícita) .

Um espírito ( demônio) de prostituição : Os 3: 5 – ” As suas ações não lhes permitem voltar para o seu Deus; porque o espírito da prostituição está no meio deles e não conhecem ao Senhor. ”

É uma obra da carne que é prostituição : Gl 5:19 – “Ora, as obras da carne são manifestas, as quais são : a prostituição, a impureza, a lascívia…” (Impureza = imoralidade, más intenções; refugo, podridão.)

Fatores que Influenciam no Contexto Atual:

?A revolução sexual (sexo “livre”; campanhas de distribuição de anticoncepcionais; aborto; movimento “gay”, etc.). .

?A despersonalização da sociedade junto com um vazio generalizado no homem à procura de intimidade, realização, satisfação)

?A destruição da família (perda do significado de compromisso, de sexo no casamento, da família nuclear) ?O silêncio da família sobre questões sexuais (pesquisa: 75% nunca ouviram NADA dos seus pais sobre sexualidade!)

?O silêncio da igreja (tensões, conflitos, fracassos e frustrações escondidos; culpa; legalismo vs. libertinagem)

A Igreja de Corinto

Paulo entrou em contato com a cidade de Corinto e estabeleceu nela uma comunidade cristã ao redor do ano 51-52 d.C., quando Gálio16 (Lúcio Júnio Galeão Aneano), irmão de Sêneca, governava a Acaia. A cidade era a capital romana da Acaia, responsável pela organização dos jogos do istmo e uma das mais importantes cidades portuárias do mundo antigo. Seu comércio e prosperidade atraiu todo tipo de pessoa de modo que a cidade era a menos grega das cidades gregas e a menos romana das colônias romanas. Era uma encruzilhada das civilizações e culturas do mundo antigo.

A Corinto do primeiro século da era cristã era uma colônia romana, pois a cidade grega foi arrasada pelos romanos em 146 a.C. e reconstruída em 44 a.C. Apesar do culto a muitas divindades, no tempo de Paulo, a cidade ainda era um centro de adoração a Afrodite: Deusa do amor do sexo livre. no topo do Acrocorinto se encontrava o templo da deusa com imagens dela, de Hélio e de Eros Deus grego do amor.Mais voltado ao homossexualismo.

No que diz respeito à sexualidade, Corinto tinha má reputação, conforme os atenienses divulgavam.

O provérbio: OU PANTOS ANDROS ES KORINTHON ESTH’ HO PLOUS, “A viagem a Corinto não é para todo homem”, sugeria que o ambiente era repleto de vícios. Os problemas da igreja na questão da sexualidade eram grandes em uma cidade com tal fama.

Tais pecados são severamente condenados nas escrituras e colocam o culpado fora do reino de Deus (Rm. 1.24-32; I Co. 6.9,10; Gl. 5.19-21).

A sexualidade em si não é pecado, mas as pessoas abusam e pervertem o sexo, usando o de modo pecaminoso, errado, impróprio. Quase todos os pecados nós vencemos, encarando-os, confrontando-os,tendo como base a Palavra de Deus, mas quanto aos pecados do sexo, deles a Bíblia diz: “Foge”. Parece que a mais potente arma de Satanás nestes últimos dias é a imoralidade sexual.

Os pecados do sexo, mais comuns da presente geração:

a) Adultério: um pecado sexual cometido por solteiros e casados.

b) Fornicação (gr. porneia): ampla variedade de práticas sexuais, pré ou extra matrimoniais. Tudo que significa intimidade e carícia fora do casamento é claramente transgressão dos padrões morais de Deus. (Lv.18.6-30; 20.11,12,17,19-21; I Co. 6.18; I Ts. 4.3).

c) Permissividade: um pecado mais praticados por solteiros.

d) Homossexualidade: atração erótica entre indivíduo do mesmo sexo.

e) Pornografia: literatura obscena, vista, lida, falado, ouvida, comumente chamada de “arte”.

f) Masturbação: “Provocar o gozo venéreo pelo contato das mãos”. Talvez você pense que pode, com a masturbação, experimentar certo grau de satisfação sexual: todavia, esse hábito certamente afastará você do propósito com que Deus lhe conferiu os poderes sexuais. I Co. 3.17.

g) Sodomia: perversão sexual… sexo anti-natural; pervertido; anormal como: sadismo; masoquismo; fetichismo; voeirísmo; bestialismo; incesto; pedofilia; gerofilia; tara. Entre as taras estão a analfilia; amilofilia; felatofilia (Assedio) ; estupro, etc.

h) A imoralidade e a impureza sexual não somente incluem o ato sexual ilícito, mas também qualquer prática sexual com outra pessoa que não seja seu cônjugue. Qualquer intimidade sexual entre jovens e adultos solteiros e pecado contra a santidade de Deus e o padrão bíblico da pureza. Deus proíbe, explicitamente, “descobrir a nudez” ou “ver a nudez” de qualquer pessoa a não ser entre marido a mulher legalmente casados (Lv. 16.6-30; 20.11,17,19-21.)

i) Lascívia (gr. aselgeia): denota a ausencia de princípios morais, principalmente o relaxamento pelo domínio próprio que leva à conduta virtuosa I Tm 2.9. Isso inclui a inclinação à tolerância quanto a Comunidade Cristã Internacional Atos 29

“Prostituição” (gr. pornéia), i.e., imoralidade sexual de todas as formas (adultério, fornicação, homossexualidade, lesbianismo, etc). Isto inclui, também, gostar de quadros, filmes ou publicações pornográficos (Mt 5.32; 19.9; At 15.20,29; 21.25; 1Co 5.1).

“Impureza” (gr. akatharsia), i.e., pecados sexuais, atos pecaminosos e vícios, inclusive maus pensamentos e desejos do coração; inclui vida devassa e atos impuros (Ef 5.3; Cl 3.5).

Pecados sexuais do casal casado

O QUE O CRISTÃO NÃO DEVE FAZER NA CAMA COM SEU CÔNJUGE:

-Sexo anal, pois é sodomia;

-Swing: Troca de casais

Sadomasoquismo refere-se a relações entre tendências diferentes entre pessoas buscando prazer sexual.


O sadismo é a tendência em uma pessoa que busca sentir prazer em impor o sofrimento físico e moral a outra pessoa.

O masoquismo é a tendência oposta ao sadismo, é a tendência em uma pessoa que busca sentir prazer em receber o sofrimento físico e moral de outra pessoa.

-Sexo forçado,com violência, ainda que o outro consinta, pois se não há equilíbrio e moderação torna-se uma perversão, que alimentada tende a aprofundar-se podendo chegar ao extremo que a morte. Coisas degradantes, vexatórias, humilhantes, que subjugam o outro como sadomasoquismo mais pesado, agredir física ou verbalmente, ameaçar, obrigar a praticar atos impróprios como lamber coisas,etc. Obrigar o outro continuar transando quando já não tem mais desejo ou já se tornou sem prazer, -tudo aquilo que o outro não aceite, como forçar o outro para o sexo oral ,sexo na menstruação,etc.


-Estupro, atentado violento ao pudor ( ato libidinoso diverso da conjunção carnal).Mesmo que praticado contra a esposa,caso ela não consinta,é crime, portanto, pecado.


-Sexo com animais (zoofilia);


-Pornografia, mesmo aqueles casos que se diga que o casal de atores eram casados ou “evangélicos”, por exemplo, assistir filme pornô a título de melhorar a relação.


-sexo antes do casamento,


-sexo fora do casamento,


-sexo com perigo de contagio de doença. Praticá-lo quando sabe estar com doença venérea.

-exibicionismo,como mandar a esposa se exibir para outros homens, vestindo roupas ousadas e provocantes,etc


-masturbação solitária, fantasiando outras pessoas que não o cônjuge;

-fantasiar estar com outros mesmo estando com o cônjuge;

-Adultério autorizado por parte de um dos cônjuges. É comum um dos cônjuges para satisfazer o parceiro autorizá-lo a manter relacionamento extra-conjugal, seja na presença do cônjuge ou na ausência.


-Relacionamento sexual em via pública, para fim de exibicionismo e de prática de sexo com perigo de flagrante;


-A estimulação por contato sexual com fezes;


-Urofilia, estimulação sexual com uso de urina do parceiro
.

A sexualidade é criação de Deus, para o prazer e deleite dos casais, porém , há limites, deve ser vivido dentro daquilo que o senso comum diz que é aceitável, Quando há violência, agressão, constrangimento, dor, vergonha, ou quando o ato é declaradamente pecaminoso, como é o caso do sexo anal, com animais, com parentes,etc…, fuja dele.

Todo os tipo de perversão são possíveis de cura , seja através do Poder de Deus, ou do empenho pessoal, seja através de terapia e medicação, busque a libertação dessa prisão.

Todos os desejos impuros e as paixões degradantes são pecados graves aos olhos de Deus por serem transgressões da lei do amor (Ex. 20.14) e profanação do relacionamento conjugal. Tais pecados são severamente condenados nas escrituras e colocam o culpado fora do reino de Deus (Rm. 1.24-32; I Co. 6.9,10; Gl. 5.19-21).

Quase todos os pecados nós vencemos, encarando-os, confrontando-os, tendo como base a Palavra de Deus, mas quanto aos pecados do sexo,deles a Bíblia diz: “Foge”. Parece que a mais potente arma de Satanás nestes últimos dias é a imoralidade sexual.

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