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Segunda-feira, 03 de Junho de 2013

Promoção Especial
publicado por institutogamaliel às 05:38
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Sábado, 01 de Junho de 2013

Escrito por MIchelson Borges
O que dizem as pesquisas científicas quando o assunto é homossexualidade? Tendo em vista alguns dados da realidade norte-americana (embora os mitos possam atravessar fronteiras), o blog Tough Questions Answered (Bill Pratt) apresenta aqui o resumo de um panfleto, escrito pelo Family Research Council, intitulado “Os Dez Maiores Mitos sobre Homossexualidade”. O panfleto é bem escrito e parece ser bem fundamentado, com abundantes citações de artigos científicos. Abaixo estão os dez mitos abordados no texto:
Mito 1: As pessoas nascem homossexuais.Fato: A pesquisa não mostra que alguém “nasce gay”, mas sugere, em vez disso, que a homossexualidade é o resultado de uma combinação complexa de fatores de desenvolvimento.Mito 2: A orientação sexual não pode mudar.Fato: Milhares de homens e mulheres têm testemunhado ter experimentado uma mudança na sua orientação sexual de homossexual para heterossexual. Pesquisas confirmam que tal mudança ocorre às vezes de forma espontânea, e às vezes como resultado de intervenções terapêuticas.Mito 3: Os esforços para mudar a orientação sexual de alguém de homossexual para heterossexual são prejudiciais e antiéticos.Fato: Não há evidências científicas de que os esforços de mudança criam mais danos do que o próprio estilo de vida homossexual em si. A verdadeira violação da ética ocorre quando é negada aos clientes a oportunidade de definir suas próprias metas para a terapia.Mito 4: Dez por cento da população norte-americana é gay.Fato: Menos de três por cento dos adultos norte-americanos se identificam como homossexuais ou bissexuais.Mito 5: Homossexuais não experimentam um nível mais alto de distúrbios psicológicos que os heterossexuais.Fato: Homossexuais experimentam consideravelmente níveis mais elevados de doença mental e abuso de substâncias do que os heterossexuais. Uma revisão detalhada da pesquisa mostrou que “nenhum outro grupo de tamanho comparável na sociedade experimenta patologias desse tipo em nível tão elevado e generalizado”.Mito 6: A conduta homossexual não é prejudicial à saúde física.Fato: Tanto por causa de padrões de comportamento de alto risco, como promiscuidade sexual, quanto por causa do dano ao corpo advindo de determinadas práticas sexuais, os homossexuais estão em maior risco de contrair doenças sexualmente transmissíveis e outras formas de doenças e lesões do que os heterossexuais.Mito 7: As crianças criadas por homossexuais não são diferentes das crianças criadas por heterossexuais nem sofrem danos.Fato: Um enorme conjunto de programas de investigação em ciências sociais mostra que as crianças se desenvolvem melhor quando criadas pelos próprios pais biológicos que estão comprometidos um com o outro em um casamento duradouro. Pesquisas específicas sobre crianças de homossexuais têm grandes problemas metodológicos, mas mostram diferenças específicas.Mito 8: Os homossexuais não são mais propensos a abusar de crianças do que os heterossexuais.Fato: A porcentagem de casos de abuso sexual infantil em que homens molestam meninos é muitas vezes maior que a porcentagem de homens adultos que são homossexuais, e a maioria dos que se envolvem nesse tipo de abuso se identificam como homossexuais ou bissexuais. [Nota explicativa do próprio folheto: Isso não significa que todos os homossexuais sejam molestadores de crianças. Ninguém jamais afirmou isso. Nem sequer significa que a maioria dos homossexuais o seja - não há nenhuma evidência para apoiar isso. Mas há evidências de que a taxa relativa de abuso sexual infantil entre os homossexuais é muito maior do que entre heterossexuais.]Mito 9: Homossexuais são seriamente desfavorecidos em razão de discriminação.Fato: As pesquisas mostram que os homossexuais, na realidade, têm níveis significativamente mais altos de escolaridade do que o público em geral, enquanto as conclusões sobre os rendimentos dos que fazem parte desse grupo são, na pior das hipóteses, muito variadas.Mito 10: As relações homossexuais são apenas as mesmas que a dos heterossexuais, exceto quanto ao gênero dos parceiros.Fato: Os homossexuais são menos propensos que os heterossexuais a entrar em um relacionamento sério, a ser sexualmente fiéis a um parceiro, mesmo que tenham um, e a ficar comprometidos por toda a vida. Eles também apresentam taxas mais elevadas de violência doméstica do que os casais heterossexuais casados.Peço que você leia o artigo inteiro para obter os detalhes por trás dessas afirmações, que são apoiadas por citações das pesquisas. O resumo é este: a ciência mostra que o estilo de vida gay é, em geral, destrutivo aos que vivem nele e não devemos, como sociedade, promovê-lo.Isso significa que cada pessoa gay vivencia os problemas citados na pesquisa? Obviamente que não. Estamos lidando com estatísticas e probabilidades, por isso há pessoas absolutamente gays que são exceções às conclusões da pesquisa. No entanto, o movimento de união gay pede um apoio estatal ao seu estilo de vida, e a única maneira de abordar essa questão é olhar em termos estatísticos a realidade daqueles que praticam esse estilo de vida.Fonte: Ler para Crer
publicado por institutogamaliel às 01:57


Segundo o portal do jornal Bom Dia Brasil, quase 40% dos relacionamentos no Brasil não são formalizados. O Censo releva que o número de brasileiros que escolheram caminhos diferentes para estabelecer uma união cresceu 30% entre 2000 e 2010. Números mostram que o brasileiro está se casando menos - no papel e no religioso.

Nem véu e grinalda, nem papel passado. Paola e Vítor decidiram viver juntos há 12 anos, sem formalidades. Mais do que um comportamento, no caso deles foi necessidade.
“Não dá para casar sem uma festa. Eu acho que vale mais a pena você gastar estes R$ 40 mil, no caso para quem não tem casa, dar uma entrada em um apartamento. Para quem já tem casa, mobiliar ela, comprar o que você precisa: uma geladeira, uma televisão de primeira qualidade”, diz Vitor de Barros.
“Não dá para você tentar do nada se endividar”, afirma Paola de Barros.
O Censo releva que o número de brasileiros que escolheram caminhos diferentes do cartório e da igreja para estabelecer uma união cresceu cerca de 30% entre 2000 e 2010. De cada 10 relacionamentos do Brasil, quatro não são formalizados. E o dinheiro realmente tem pesado na decisão, segundo o IBGE.
“É mais viável, quando você quer se juntar a alguém, fazer em termos de união consensual por conta de uns preparativos para um casamento civil ou religioso exigem mais dinheiro, mais posse”, explica Ana Lúcia Saboia, coordenadora da pesquisa.
No mesmo período em que a chamada união consensual aumentou, o casamento civil e religioso teve queda. E entre os que ganham menos, o casamento sem formalidades tem mais adeptos.
Ao todo, 48,9% dos casais em que cada um recebe até meio salário mínimo vive em união consensual. Já entre os que ganham acima de cinco salários, o percentual cai para 19,7%.
A religião também pesa na hora de escolher como vai ser o relacionamento: 59,9% dos casais que dizem não ter religião escolheram a união consensual.
Para a antropóloga Mirian Goldenberg, não é só o dinheiro que determina o tipo de casamento. O Brasil está mudando, e uma nova sociedade abre espaço também novos comportamentos.
“As pessoas estão casando mais vezes ao longo da vida. Eu acho que é um sinal de mais escolhas, mais liberdade, de outras formas de enxergar as relações amorosas e dizer assim: ‘O contrato é entre nós. Não do que outras pessoas querem de nós’”, afirma.
O que parece não ter mudado é como a maioria dos brasileiros escolhe o parceiro. Alma gêmea – revelam os números do Censo - não tem a ver só com amor: 68,2% dos brasileiros estão unidos a alguém da mesma escolaridade.
“Os comportamentos mudaram muito. As pessoas estão podendo escolher muito mais. Mas os valores demoram para mudar”, afirma a antropóloga.
 
publicado por institutogamaliel às 01:08


Segundo o portal do jornal britânico Daily Mail, o Mail Online, um estudo publicado pela universidade de Plymouth no Reino Unido alertou que crianças estão se viciando em pornografia na Internet. A situação se torna preocupante fazendo com que despertem sua sexualidade de forma muito antecipada, o que acarretará problemas na vida adulta. O estudo relatou que o acesso à pornografia na web por crianças com idade a partir de 11 anos de idade se tornou prática comum, dando-lhes expectativas irreais sobre o sexo e tornando-as insensíveis a imagens sexuais.

A Associação Nacional dos Diretores solicita a adição de aulas para orientação sexual no ensino fundamental, para eles, as crianças estão crescendo em um “mundo sexualizado” e necessitam de orientação para lidar com questões como a da pornografia. Ainda segundo a associação os professores precisam responder ao fato de que as crianças tem recebido informações sobre sexo da Internet e a educação sexual contemporânea está irremediavelmente desatualizada para lidar com mundo “sexualmente aberto” ao qual as crianças são expostas hoje.Entretanto a União Nacional de Professores do Reino Unido discorda, os professores acreditam que o nível fundamental não tem maturidade suficiente para temas como pornografia. Abordar tal tema nas aulas seria um passo muito longo, as escolas devem falar sobre o assunto caso haja solicitação dos estudantes. Segundo os professores os adolescentes são bombardeados com pornografia desde cedo e que eles sabem lidar com assunto.De acordo com a BBC o Departamento de Educação do governo não quis comentar sobre a inclusão da orientação sexual para o ensino fundamental. Entretanto disse que cabe a cada escola a melhor forma de ministrar a matéria.

publicado por institutogamaliel às 01:06


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