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Quarta-feira, 11 de Abril de 2012

"Cheryl Kilodavis era uma mãe americana comum. Até que seu filho Dyson, de 5 anos, começou a manifestar frequentemente a vontade de usar roupas femininas. O gosto peculiar para um garoto já era uma característica de Dyson: desde os 2 anos, tudo o que era brilhante e cor-de-rosa despertava seu interesse. Cheryl resolveu encorajar a atitude do filho e escreveu o livro “My Princess Boy” (algo como “Meu Garoto Princesa”), que conta a história de um menino que, assim como Dyson, usa roupas femininas."

Extraído do Blog Mulher 7 por 7 leia mais clicando aqui.


Segue meu comentário com relação ao que foi escrito:

Marcela,
discordo completamente de você. E não existem provas científicas para o que você está tentando defender de ninguém se torna homossexual. Pois desta maneira a pessoa nasceria homossexual. Isso é uma crença sua, e não uma verdade científica. Na minha opinião (forma que você deveria ter escrito também) ninguém nasce homossexual, e sim se torna. E acredito que seja o que estão fazendo com Dyson. Nenhuma criança sabe o que é melhor pra ela mesma.
Caso contrário, não corrigir seria deixar o filho não ir à escola quando não quisesse. Ou permitir que saia com uma panela na cabeça quando quiser. Ou então permitir que risque as paredes da sala como bem entender.
Acredito que sim, os pais tem papel fundamental na formação do caráter, personalidade e mesmo opção sexual do filho. Muitas crianças quando molestadas em sua infância tendem a ser homossexuais. Meninos que são criados como menininhas, e não possuem uma figura paterna influente também.
Infelizmente tanto você quanto os pais de Dyson estão contribuindo para tornar nossa sociedade pior, com filhos que fazem o que bem entendem em uma sociedade onde não há regras e muito menos moral. Uma criança de 5 anos precisa ser ensinada, educada, ter alguém pra pegar na mão e direcionar.
Essa é minha opinião.
Abraços!!
Daniel Simoncelos
publicado por institutogamaliel às 06:06



Os pais ao disciplinar, ensinar e orientar seus filhos podem ter várias posturas. É sobre isso quero comentar com os leitores. Qual seria a atitude aprovada por Deus?


DEIXANDO AS ÁGUAS ROLAREM?
A primeira atitude errada que os pais podem assumir ante o namoro dos filhos é a postura extremamente liberal. A esse comportamento os franceses chamam de "deixe ir, deixe passar". No nosso linguajar: "deixe as águas rolarem...".Essa postura paterna é exemplificada na atitude de pais que deixam os filhos fazerem o que querem; não se importam com as necessidades dos jovens; pouco se interessam em saber com quais companhias os filhos estão andando; ficam despreocupados se os filhos estão faltando à Escola Dominical, se não estão indo aos ensaios dos grupos musicais, que os filhos deveriam fazer parte ativa; ou se não estão vindo aos estudos bíblicos e palestras voltados aos jovens.Pais que agem assim, possivelmente, também estão pouco se importando com o fato de os filhos não terem idade ainda para namorar (mesmo eles estejam namorando). Não estão ligando até que hora os filhos ficam fora de casa ou se os filhos estão praticando o maldito e diabólico "ficar". Esses pais não poderiam ter um comportamento tão desgraçado, pois estão assistindo passivamente os filhos correrem risco de morte, quase que estão empurrando a "herança do Senhor" para o abismo.Quem vê os filhos errando e "deixa as águas rolarem..."; depois, vai ver muitas águas salgadas rolarem dos seus próprios olhos, misturadas com pranto tardio. É bom ficar com a Palavra: "Não retires da criança a disciplina; porque, fustigando-a tu com a vara, nem por isso morrerá. Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno" (Pv 23.13,14). E mais: "Corrige a teu filho enquanto há esperança" (Pv 19.18a).


DESCENDO O CHICOTE?
Um segundo comportamento paterno também destrutivo é a atitude exageradamente rigorosa de pais que não entenderam que jovem é jovem. No dito popular esses são os que impiedosa desequilibradamente "descem o chicote nos filhos" (com o chicote mesmo, ou com as palavras, ou com ações destruidoras).A Bíblia Sagrada adverte: "E vós, pais, não provoqueis à ira vossos filhos, mas criai-os na disciplina e admoestação do Senhor" (Ef 6.4). "Provocar a ira" significa insultar, afrontar, injuriar o filho até ele se indignar; quer dizer também ser a causa de uma raiva justificável no filho; ou ainda trabalhar para que o filho fique encolerizado, e acabe até desejando vingar-se dos pais. Isso é muito perigoso e destrutivo. Que Deus nos guarde disso!Pais e mães que agem dessa forma impedem os filhos de se divertirem; não permitem que eles se relacionem com os outros jovens da igreja; alguns até trancafiam os meninos e meninas em casa pensando que isso irá fabricar santidade na marra - toda luta por santidade na marra é santarronice - e alguns ensinadores dizem que o inferno está povoado de santarrões.Uma parte dos jovens que fazem escolhas erradas quanto ao cônjuge; ou se precipitam ("fugindo") são filhos de pais que não souberam dosar o rigorismo. Como essas moças e esses rapazes não tiveram amor dos pais, quando se deparam com o primeiro ou primeira que lhes "alugue a cabeça" acabam se destruindo. Depois que o "leite derramou", é tarde chorar...Poderá o irmão ou a irmã estar me perguntando: mas então, como devo agir para não cair nos dois exageros: o de ser liberal demais ou ser demasiadamente severo?


COMO ORIENTAR OS POMBINHOS?
Parece que combina a expressão "pombinhos" para quem está apaixonado. O pombo é uma animal muito frágil. Quando a pessoa está na idade das paixões mostra-se muito vulnerável a toda sorte de perigos.Mas, então, como disciplinar o namoro dos filhos? A resposta está na Palavra. Nós pais, precisamos pedir sabedoria ao Senhor e suplicar-Lhe para que, com a Sua a graça e a unção do Seu Espírito, ensine-nos a corrigir nossos pimpolhos.No momento que dizemos "não", ou "pare", ou "obedeça", eles podem até achar ruim , na hora, mas, mais tarde (quando tiverem nossa idade), vão nos agradecer pois o Senhor declara: "Na verdade, nenhuma correção parece no momento ser motivo de gozo, porém de tristeza; mas depois produz um fruto pacífico de justiça nos que por ele têm sido exercitados" (Hb 12.11).Apesar de a Palavra de Deus orientar os pais usarem a vara nas nádegas ("costas" na tradução do hebraico) dos filhos (não batizados nas águas ou ainda que não chegaram a idade da responsabilidade), não é, conforme o dito popular "descendo o chicote" unicamente, que vamos corrigir nossos filhos.Precisamos ser moderados como a Bíblia Sagrada determina: "Não sejas demasiadamente justo,... por que te destruirias a ti mesmo?" (Ec 7. 16). "Seja a vossa moderação conhecida de todos os homens. Perto está o Senhor" (Fp 4. 5. 2);Os pais não podemos nos acovardar em disciplinar os filhos: "Porque Deus não nos deu o espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação" (Tm 1. 7). Mas, também devemos controlar a forma como disciplinamos os jovens e, principalmente, equilibrar as palavras que dirigimos a eles: "A vossa palavra seja sempre com graça, temperada com sal, para saberdes como deveis responder a cada um"(Cl 4. 6).Nesse sentido, uma das funções do ministério da igreja é orientar ensinar os pais a ensinarem os filhos de geração a geração, para que as gerações futuras aprendam a depositar sua esperança no Senhor. É o que lemos em Sl 78.5-7: "Porque ele estabeleceu um testemunho em Jacó, e instituiu uma lei em Israel, as quais coisas ordenou aos nossos pais que as ensinassem a seus filhos; para que as soubesse a geração vindoura, os filhos que houvesse de nascer, os quais se levantassem e as contassem a seus filhos, a fim de que pusessem em Deus a sua esperança, e não se esquecessem das obras de Deus, mas guardassem os seus mandamentos".


DICAS PARA UM NAMORO ABENÇOADO
Assim, permitam-me dar ao pais e aos jovens algumas orientações para que o namoro seja abençoado e não se transforme em desgraça.
Namorar descrente é querer estabelecer comunhão com as trevas (2 Co 6.14).
A iniciativa do namoro deve partir do rapaz.
Não é antigo, nem antiquado exigir que um rapaz peça autorização para o pai de uma moça para começar namorá-la; e muito mais ainda para terminar o namoro.
Os pais devem estabelecer regras coerentes e equilibradas para o namoro dos filhos, tais como:
limitar no máximo, em dois dias, para o namoro;
estabelecer o local principal para o namoro;
disciplinar o horário, de que horas a que horas o casal pode namorar.
O ditado falado por alguns ímpios pais de rapazes que diz: "segure suas cabritas que meus bodes estão soltos" é diabólico e destrutivo.
É desaconselhável que os jovens cristãos namorem em lugares isolados e não público.
Namoro em que não se projeta, pelo menos aproximadamente a data para o casamento é perigoso.
Namoro de crente não deve ser muito demorado, Namorar por mais de um ano e meio e correr sérios riscos.
O namoro deve ser o tempo para os jovens se conhecerem e preparem-se espiritual, financeira, material e emocionalmente para o casamento.
É bom que os namorados leiam a Bíblia e orem juntos.
O rapaz que não conseguir ser o "sacerdote" de sua namorada será um péssimo chefe de família.
Intimidades excessivas como beijo na boca e carícias desenfreadas podem destruir a possibilidade de um casamento feliz.
Os namorados (principalmente, a moça) deve se cuidar para não defraudar seu namorado, ou seja, provocar-lhe desejos que não podem ser satisfeitos antes do casamento (Mc 10.19; 1 Ts 4.6; Tt 2.10).
Ter desejos sexuais é natural e biologicamente saudável; o que não se pode é não controlá-los através do fruto o Espírito Santo na vida (Gl 5.16-25). A virgindade, antes do casamento (tanto do moço como da moça cristãos) é uma exigência bíblica atual e a obediência a ela traz felicidade. Não é isso que o mundo está dizendo. Mas, "o mundo passa e a sua concupiscência, mas o que faz a vontade Deus, permanece para Sempre"(1 Jo 2.17). Vale lembrar que virgindade não é simplesmente a questão de uma membrana, mas sim, um estado de alma e de espírito. Moça que "casa de branco", sem ser mais virgem, tentando enganar a igreja, ao invés de ser abençoada, muitas vezes, acaba sendo amaldiçoada diante do púlpito. A melhor coisa e serem sinceros e receberem o perdão e a bênção de Deus! Casamento abençoado não é só aquele que a noiva está de branco e é realizado dentro do templo.
É aconselhável que de vez em quando os namorados conversem com seu pastor para prestarem contas do seu namoro, receberem conselhos, oração e a bênção do Senhor.
Os namorados devem fazer seus planos de como continuarão a servir a Deus, e ao Seu reino depois de casados.

PARA VOCÊ JOVEM
Por fim, a vocês jovens: não se deixem ir na onda dos papos de quem não serve a Deus. Não sigam o que a mídia está incutindo na juventude do mundo. O Diabo está dizendo por aí que é só se cuidar para a AIDS não lhe pegar e propagando que é só cuidar-se para não ter uma gravidez indesejada (essa é uma mensagem do inferno crer nisso é suicidar-se espiritualmente!). Creia na Palavra de Deus. Creia no Senhor que lhe ama e quer o melhor para o seu espírito, quer o melhor para sua alma; e quer o melhor para o seu corpo.Não despreze a doutrina do Senhor. Não rejeite os conselhos de seus pais, quando são bíblicos e coerentes. Fique com a Palavra: "Filho meu, guarda o mandamento de, teu pai, e não abandones a instrução de tua mãe; ata-os perpetuamente ao teu coração, e pendura-os ao teu pescoço. Quando caminhares, isso te guiará; quando te deitares, te guardará; quando acordares, falará contigo. Porque o mandamento é uma lâmpada, e a instrução uma luz; e as repreensões da disciplina são o caminho da vida" (Pv 6.20-22). "Filho meu, não rejeites a disciplina do Senhor, nem te enojes da sua repreensão; porque o Senhor repreende aquele a quem ama, assim como o pai ao filho a quem quer bem" (Pv 3. 11,12).Que Deus abençoe as famílias!

Robson Brito




Todas as citações bíblicas são da ACF (Almeida Corrigida Fiel, da SBTB). As ACF e ARC (ARC idealmente até 1894, no máximo até a edição IBB-1948, não a SBB-1995) são as únicas Bíblias impressas que o crente deve usar, pois são boas herdeiras da Bíblia da Reforma (Almeida 1681/1753), fielmente traduzida somente da Palavra de Deus infalivelmente preservada (e finalmente impressa, na Reforma, como o Textus Receptus).
http://solascriptura-tt.org/VidaDosCrentes/ VidaAmorosa/
publicado por institutogamaliel às 06:01




AUTOR: SOLANO PORTELA



A difícil tarefa de ser um juíz no lar.Os cristãos deveriam sempre ser possuidores de um sentimento preciso do certo e do errado. É verdade que muitos estão perdendo essa perspectiva de vida – afinal de contas, estamos na era da tolerância. No últimos tempos temos sido ensinados que não existem absolutos, que a nossa verdade não é, na realidade, a verdade verdadeira. Consequentemente, temos que estar sempre procurando pela “verdade dos outros”. Observamos o surgimento de toda uma geração de cristãos diluídos e indiferentes, que não possuem convicções profundas sobre nada a não ser para a afirmação universal de que não deveríamos ter convicções.
Cresci sob um conjunto diferente de valores. Meus pais me ensinaram pela Bíblia, que existiam coisas que eram claramente certas e outras que eram igualmente erradas. Aprendi que isso se aplicava às atitudes também: algumas eram comandadas enquanto outras eram condenadas. Muitas vezes aprendendo por experiências dolorosas, verifiquei, adicionalmente, que a Bíblia também silenciava sobre algumas coisas. Nesses casos, o conceito do “certo” e do “errado” deveria ser discernido pela interpretação da época, do contexto cultural, e pela preocupação do nosso próprio testemunho, em vez de ser extraído de proposições diretas. Esses “certos” e “errados” também eram importantes, mas, considerando que tinham sido apreendidos subjetivamente, possuíam peso menor do que os direcionamentos objetivos da Palavra de Deus. Nesse caso, deveríamos sempre deixar campo para um constante e amoroso exame do ponto de vista das outras pessoas. Também aprendi a diferença existente entre trechos bíblicos históricos, descritivos, e as exortações doutrinárias, prescritivas. Assim pude me resguardar de cair em tantas armadilhas religiosas que presenciei nas vidas de algumas pessoas estranhas que, na providência de Deus, cruzaram o meu caminho.
Este sentimento, do certo e do errado, leva as pessoas a uma percepção aguçada e um amor todo especial pela justiça. Isso deveria fluir naturalmente da vida dos crentes: eles deveriam refletir, na extensão máxima possível do estágio de santificação em que se encontram, a justiça e a santidade de Deus. É impressionante que uma das características das pessoas sem Deus, ou dos apóstatas, é que eles são “infiéis nos contratos” (Rm 1.31 - Atualizada).


Assim sendo, os crentes deveriam ser fiéis em seus acordos, prezar a sua palavra, odiar a mentira e amar a verdade. Eles deveriam se recusar a meramente contemplar e aceitar com calma, e com a assepsia da vida moderna, os maus-tratos, os espancamentos, os massacres daqueles que não têm para quem clamar, onde quer que isso esteja ocorrendo: quer nas ruas de São Paulo, quer nas colinas da Índia e do Paquistão, quer nas selvas da África. Os crentes deveriam se esforçar para serem exemplos e promotores da justiça, com suas ações e palavras, sem qualquer traço de orgulho, simplesmente pelo fato de que todos nós somos servos do Deus Todo-Poderoso, que é justiça.


Talvez por isso sejamos chamados de “batalhadores da fé” (Judas 3), o que quer dizer que estamos envolvidos em uma constante batalha em qualquer lugar que o mal procurar se estabelecer como o padrão de conduta, contrariando os caminhos de Deus. Nunca deveríamos permitir, nas áreas colocadas por Deus sob nossa responsabilidade que a situação descrita em Isaías 5.20 venha a reocorrer. Antes, deveríamos estar fazendo coro com o profeta denunciando aqueles que “chamam o mal de bem; as trevas de luz e o doce de amargo”.
Somos chamados a demonstrar essas convicções e a defender o certo contra o errado em muitas frentes de batalha: em nossas escola, em nosso trabalho e até em nossa igreja ou nossa denominação. Ocorre que, talvez, em nenhum outro local esse dever seja mais difícil de cumprir do que no nosso próprio lar. Não estou falando dos casos onde a promoção ativa da injustiça está presente. Não estou considerando os casos de maridos que espancam as suas mulheres, que maltratam suas crianças, ou que negam a essas, o sustento material do qual necessitam. Não estou pensando sobre o abuso sexual de crianças ou sobre a exposição de material pornográfico no lar. Todas essas questões são violações claras aos padrões de Deus e sobre elas Ele abundantemente se pronunciou, em Sua Palavra. O julgamento sobrevirá sobre os violadores dos Seus mandamentos, tanto de forma temporal como eterna. A questão que estou considerando é quando nós, crentes sinceros e tementes a Deus, somos chamados a atuar como juizes no dia-a-dia do nosso lar, por membros de nossa própria família.
O tema pode parecer trivial, mas não é. A situação ocorre com mais freqüência do que nos apercebemos. Como pais e mães Deus nos colocou em uma posição de autoridade sobre nossos filhos. Nesse sentido, Ele espera que nós venhamos a ser os transmissores do conhecimento, aos nossos descendentes, sobre a Sua pessoa. Igualmente, Ele espera que venhamos a representá-lo, refletindo os Seus padrões de justiça (Deut 6.6-9; Sal 78.1-8). O abrigo e cuidado que fazem parte de nossas obrigações primárias, seguem em linhas paralelas ao sentimento de segurança e proteção que deveria estar presente na vida dos nossos filhos e filhas até que os mesmos venham a atingir a maturidade e passem a tomar suas próprias iniciativas baseadas em suas próprias convicções. Eles deveriam se sentir confortáveis e seguros em vir até nós para receber não apenas o ensino sadio, mas também para obter proteção e para a afirmação dos seus direitos.


Os que procedem de um família numerosa, e até alguns de pequenas famílias, sabem muito bem que a harmonia perene é um ideal que está longe de ser alcançado, de forma contínua, no lar cristão. Existem lutas e disputas. O pecado cobra o seu pedágio e confisca a paz. Certamente somos chamados, em inúmeras ocasiões, para servir de mediador em brigas e para reatar relacionamentos feridos. Isso significa uma demanda à identificação do pecado: onde ocorreu, quem está demonstrando comportamento pecaminoso, quem tem a responsabilidade principal pelos acontecimentos, quem deve ser protegido e quem deve ser disciplinado. Raramente pensamos em nós mesmos nessa capacidade: como juízes, mas o chamado para sermos exatamente isso virá com mais freqüência do que gostaríamos que viesse. Se falharmos no tratamento dessas questões estaremos diminuindo a figura do pai ou da mãe aos olhos das crianças e estaremos prejudicando as lições que pretendemos transmitir. Independentemente das boas intenções, se a prática da paternidade não se enquadra nos padrões de Deus, as palavras pronunciadas perderão eficácia. Como alguém já disse: “o que você é soa tão alto que não posso ouvir o que você diz”.
Relacionamos abaixo algumas das razões da dificuldade no cumprimento dessa responsabilidade e porque falhamos tantas vezes como representantes de Deus e justos juízes em nossos lares:


1. O pecado não ocorre de forma isolada. Se fosse possível isolarmos rapidamente o pecado, com a possibilidade plena de identificar pecados específicos, nossa tarefa, como juízes, seria facilitada. Nesse sentido poderíamos lidar com o pecado e com o pecador de forma precisa e decisiva. Essa é uma condição muito rara, na vida real. O pecado tem a característica de se propagar rapidamente, contaminando circunstantes e circunstâncias bem além da ocorrência original. Na realidade, a Bíblia trata o pecado quase como se possuísse vida própria, utilizando termos tais como concepção e nascimento (Tiago 1.14,15). Nas ocorrências em nossos lares, a identificação de comportamento pecaminoso e a particularização deste em um único membro da família, é um exercício frustrante e, muitas vezes, impossível.


Todos nós conhecemos muito bem a expressão; “foi ele quem começou!” Mas uma ação pecaminosa muitas vezes provoca uma reação pecaminosa. Nem sempre os valores cristãos e as diretrizes bíblicas têm o controle de nossas respostas antes que desabroche o pecado, especialmente na vida das crianças, com sua pouca maturidade cristã. Com freqüência vemos sobrevir um intenso remorso, logo a seguir, mas, nesse meio tempo, muito mal já pode ter sido feito. Nessas situações, perante uma situação caótica e generalizada de comportamento pecaminoso a saída mais rápida é agregar “quem começou” com “quem reagiu” e “cair matando” duramente a todos, com distribuição eqüitativa de punições.


Mesmo reconhecendo que todo pecado é pecado, e todo ele é detestável a Deus, encontramos na Bíblia, uma escala de gravidade atribuída a diferentes pecados, com conseqüente diferenciação das punições aplicadas a esses. O antigo documento da igreja, a Confissão de Fé de Westminster, expressão da crença bíblica dos Presbiterianos, ao mesmo tempo em que reconhece que qualquer pecado se encontra em oposição à santidade divina e, assim, está. Sujeito à ira e julgamento de Deus (Cap. VI, Seção VI), também especifica que existe uma gradação de pecados (Perguntas 150 e 151, do Catecismo Maior). Estamos tentando desenvolver o nosso discernimento, nesse aspecto, ou estamos indiscriminadamente e uniformemente aplicando nossa própria versão distorcida de justiça?


2. Somos tardios no ouvir e rápidos no falar. Muitas vezes falamos cedo demais. Achamos que já sabemos a resposta e passamos a aplicar um “sermão”. Devíamos pensar no ouvir como uma “audiência”, no sentido jurídico do termo, ou seja, aquilo que se processa antes do julgamento. Nela o juiz ouve as questões preliminares dos casos que serão posteriormente julgados. Ela estabelece também o alicerce para que o julgamento seja bem sucedido. Ainda dentro deste item, freqüentemente deixamos de verificar que nossos filhos têm dificuldade em expressar os seus pensamentos de uma forma lógica inteligível. Nem sempre eles possuem o vocabulário exato e necessário a expressar os seus fatos e sentimentos. Alguma vezes, somos tragados pela impaciência.


Muitas vezes dizemos: “Não quero ouvir nem mais uma palavra sobre este assunto!” quando o que seria necessário, na ocasião, eram exatamente aquelas palavras finais que pretendiam dizer. Muitas vezes somos a causa da frustração de nossos filhos, em suas tentativas de comunicação. Quando procedemos desta forma, passamos a julgar sem possuirmos os dados pertinentes e confundimos a aplicação de sermões de algibeira com a disciplina e orientação correta. Muitas vezes, nos encontramos falando sobre questões que não eram a origem ou o tema principal da disputa. Julgamentos severos demais, ou inteiramente errados, podem ser provocados por nossa impaciência. Esquecemo-nos de que Deus é “tardio em irar-se” e que a longanimidade (a habilidade de suportar um situação indesejável por um tempo prolongado) é um de seus atributos e fruto do Espírito (Gl 5.22) que deve estar presente em nossas vidas.


3. Em Nossa Busca Por Justiça Perdemos a Visão dos Direitos de Quem Está Certo. Esta poderia ser a posição do outro extremo. Se possuímos uma visão bíblica de nossos deveres, tememos promover injustiças. Muitas vezes, no afã de julgar corretamente, procuramos pesquisar com precisão todos os aspectos e todos os detalhes de uma questão, mas levamos essa tarefa com tanta intensidade que o lado inocente se torna culpado por pressão. “Está certo”, dizemos, “alguém fez algo contra você. Mas, possivelmente, você também fez algo de errado contra a outra pessoa que a fez reagir dessa forma”. Somos tão conscientes da universalidade do pecado que não queremos dar qualquer tipo de desculpa às nossas crianças. Semelhantemente, não queremos ser superprotetores.


Essas atitudes procedem de uma compreensão correta da sociedade, em que vivemos, que desculpa os erros e pronuncia julgamentos impensados; que vê alguns como santos e outros como pecadores em função dos laços familiares e não sob os padrões de Deus. Ocorre que não temos nenhum tipo de aprovação da parte de Deus para fazer injustiça a quem está certo e para ser suave com o ofensor. Sempre me lembro do rei David – como ele corria para Deus e expunha o seu caso, suplicando a Deus que vindicasse o seu problema e que tomasse o seu lado contra os seus inimigos (Salmos 86.14-17; 140; 142.5,6; 143.1-9).


Nossos filhos deveriam, igualmente, se achegarem a Deus com semelhante clamor e deveriam também esperar, de nossa parte, sabedoria suficiente para julgar corretamente, em amor. Temos que nos aperceber, sem encorajar o sentimento destrutivo de auto-justiça, que eles podem estar certos, que eles podem ter sido empurrados forçosamente a uma situação de litígio, que eles podem ter sido falsamente acusados, intimidados e oprimidos. Se não tivermos cuidado, podemos promover insegurança e transmitir às nossas crianças um sentimento permanente de incapacidade e falha – se quando surge um problema e elas se voltam a nós, sempre retrucamos que nunca estão certas, até quando elas estiverem. Algum filho seu já lhe perguntou; “Pai, por quê eu nunca estou certo?” Seus filhos têm a segurança, liberdade e conforto de se aproximarem de você e fazer uma pergunta dessas?


4. Descansamos Indevidamente no Tempo. “O tempo é o melhor remédio – ele se encarrega de resolver problemas”. Com freqüência falamos dessa forma e com isso empurramos para o lado a necessidade de uma urgente intervenção. Não existe nada que ajude melhor a injustiça do que a lenta justiça. No campo secular, a questão da lentidão dos processos judiciais, tem sido amplamente debatida, como sendo algo que causa intensa preocupação. A maioria dos criminosos, em função dessa lentidão, não são punidos rapidamente e outros, acusados falsamente, sofrem injustiça. Não existe qualquer justificativa em esperarmos que o tempo venha a consertar os problemas do nosso lar. A Bíblia não nos fornece qualquer base para a expectativa de que a inatividade, de nossa parte, venha a ser a solução de situações pecaminosas. Ela nos comanda, na realidade, até quando a atitude pecaminosa estiver presente no lado oposto, a tomar a iniciativa do contato para que o processo de correção e restauração possa ter o seu início e chegue a um término de sucesso ( Mateus 18.15-16). A disciplina tardia é tão deficiente quanto a ausência desta. Será que você está passando as suas responsabilidades ao “tempo”? Será que você está procurando o caminho mais fácil da ausência de confronto com o pecador e com o pecado, quando os preceitos de Deus demandam ação de sua parte?
Não existem passos rápidos à aquisição da sabedoria. Devemos estar sempre relembrando essas dificuldades e constantemente suplicando a Deus que Ele nos auxilie nessas horas de provação. Ao mesmo tempo, devemos ter a compreensão do mal imperceptível que podemos estar fazendo aos nossos filhos e às nossas famílias, quando deixamos de assumir o papel do juiz-no-lar, ou quando cumprimos de forma inadequada com essas responsabilidades. Com freqüência seremos nós, juízes imperfeitos, que teremos de nos achegar aos nossos queridos que prejudicamos com nossas falhas, clamando por misericórdia, dizendo “Sinto muito, me perdoe”, bem como ao nosso Perfeito Juiz, nosso Senhor Jesus Cristo, com idêntica súplica de perdão e de auxílio.

http://www.solanoportela.net/artigos/sempre_errado.htm
publicado por institutogamaliel às 06:00


O Congresso Nacional passa a interferir na educação dos filhos dos brasileiros. Foi aprovado nesta quarta-feira (14/12/2011), na Câmara dos Deputados, o projeto de lei que impede que criança e o adolescente receba qualquer punição por castigos físicos, as famosas palmadas.

Os pais precisam ter autoridade sobre os filhos e para isso precisam sim educar e até se utilizar de uma palmada que não seja com violência, apenas para impor autoridade. Filhos sem educação e sem subordinação aos pais são futuros bandidos. E disso o país está cheio.

A maioria das pessoas envolvidas no crime não teve o domínio da família. Toda a agressão física que caracterize violência aos filhos deve sim ser punida e isso já está previsto em leis. Portanto a lei da palmada é desnecessária. Se uma mãe dá uma palmadinha no filho e alguém denunciar, ela será penalizada, mesmo que não seja com violência. Isso é lamentável.

Fonte: Jornal de Colombo
contato@jornaldecolombo.com.br

COMENTÁRIO:

Lembro-me, quando criança, de minha mãe me chamando enquanto eu brincava. Eu apenas respondia: “Já vou”, mas continuava brincando. Até que ela se aborreceu e me deu umas palmadas. A partir daí, sempre que ela me chamava eu prontamente me apresentava: “Estou aqui, mainha, o que a senhora quer?”.

Ninguém, em sã consciência, aprovaria o espancamento como forma de educação. Mas a criança às vezes prefere levar uma bronca ou um castigo verbal do que abrir mão de algo que sabidamente contrariará seus pais. Por outro lado, um castigo físico sempre é temido.

Vejamos o que a Bíblia diz:


Pv 13:24 Aquele que poupa a vara aborrece a seu filho; mas quem o ama, a seu tempo o castiga.
Pv 22: 15 A estultícia está ligada ao coração do menino; mas a vara da correção a afugentará dele.
Pv 23: 13 Não retires da criança a disciplina; porque, fustigando-a tu com a vara, nem por isso morrerá. 14 Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno.
Pv 29: 15 A vara e a repreensão dão sabedoria; mas a criança entregue a si mesma envergonha a sua mãe.

Quero errar o mínimo na educação de meus filhos, pois sei que não terei 2ª chance. Entre o Congresso Nacional e a Bíblia, eu prefiro ficar com a Bíblia!

Laurentino Aguiar
publicado por institutogamaliel às 05:56
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Quarta-feira, 04 de Abril de 2012


A tentação é grande. Deixar as crianças jogando, assistindo filmes ou TV por horas ou até altas horas. Certo ou errado não importa, elas ficam quietas ali de frente da telinha e nos dão o sossego que tanto queríamos… Só que as conseqüências também são grandes, proporcionais ao tempo e ao conteúdo do que se vê. Crianças violentas, com sexualidade aflorada muito cedo, sexo banalizado, valores deturpados, pouca criatividade, são alguns dos frutos amargos que temos colhido nesta geração. Assistir ou jogar qualquer coisa, sem critérios, está contribuindo na formação de pessoas sem competências para atuar em um milênio marcado pela valorização do questionamento e rapidez em identificar e resolver demandas e problemas. Não queremos isto para nossas crianças, claro! Então o que fazer?

Já sei que não cometeremos a doidice de cortar TV e jogos de nossos filhos definitivamente. A não ser por um tempo determinado, para discipliná-los, o que funciona muito bem por sinal! Então o que fazer? Seguinte:

  • Leia e siga a indicação do fabricante quanto a faixa etária recomendada.
  • Leia pelo menos a sinopse para ver o conteúdo e a trama principal do jogo ou filme. Isso já ajuda demais.
  • Agora, se você quer investir mais tempo nesta fase tão fecunda que é a infância, assista ou jogue uma vez com sua criança e ensine-a a analisar o que ela vê. Isto dá mais trabalho, claro! Por isso, que ensinar é mais difícil que proibir ou liberar geral. Mas se você investir em educar, chegará o tempo que colherá bons frutos e com o merecido descanso.

Liberar geral é desastroso! Proibir é passageiro. Educar é permanente.

publicado por institutogamaliel às 19:10
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Últ. comentários
No seu site, vc esta citando o nome de MEU PAI, se...
Como não consegui encontrar um "Fale Conosco" no S...
Graça me Paz em Cristo amado. Esse termo devorador...
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