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Quinta-feira, 24 de Maio de 2012

Revelação irá abafar escândalo de filme de pedofilia que vem assombrando sua vida e carreira durante décadas?

No programa Fantástico de domingo passado, Xuxa alegou que sofreu abusos sexuais na infância. Supostamente, foram três homens.
Xuxa, no Fantástico, revelando-se vítima de pedofilia
Sua declaração forte trouxe uma alta em sua imagem num momento em que sua carreira já não tem o brilho que tinha antes. O brilho tem sido cada vez mais ofuscado por um sombrio esqueleto em seu armário: Em 1982 ela fez o papel principal do filme “Amor estranho amor”, que contém cenas de pedofilia explícita em que ela seduz um menino.
Xuxa vem travando uma batalha judicial sem tréguas para que o filme, que tem perturbado sua carreira e fama, não seja oficialmente comercializado em DVD. Seus produtores haviam chegado a exigir 100 mil reais por ano para manter o filme “extinto”. O desgaste com o obsceno filme pró-pedofilia tem sido um flagelo na fama e bolso da atriz.
Xuxa, em filme pró-pedofilia, fazendo sexo com um menino
A trajetória de Xuxa, com suas recentes revelações de pedofilia na infância, teve um início com contexto previsível. Sabe-se que ela, por costume da família ou vontade própria, gostava de andar nua dentro de casa quando era menina. Crianças de lares com tais “hábitos” não raramente enxergam com “naturalidade” o sexo.
Qualquer homem moralmente são teria dificuldade de visitar uma casa onde o pai permite que sua filha de oito, dez ou doze anos ande “ao natural”. Não chega a ser “fora do normal” um lar com nudez descarada produzir abusos sexuais. É um ambiente produtor de tentações.
Tais lares, além de tornarem suas crianças vulneráveis aos oportunistas sexuais, não veem nada de errado em revistas pornográficas.
Xuxa como capa da Playboy: ganhando muito dinheiro
Xuxa não só tinha essa visão, mas também chegou a posar nua para várias revistas pornográficas, inclusive a mais famosa, a Playboy. O que era “natural” para ela acabou também virando fonte de renda.
Mesmo com esse histórico moralmente turbulento, ela acabou entrando no mercado infantil, com um programa primeiramente na TV Manchete e depois na TV Globo, onde dançarinas mirins com trajes curtos e a garotada garantiram para ela e para a TV Globo IBOPE e audiência. Ela passou de coelhinha da Playboyà rainha dos baixinhos.
É uma carreira infantil de sucesso alicerçada em assombrações pornográficas e pedofílicas.
Ela não era, é claro, o exemplo ideal para as crianças. Mas o mundo imundo da TV tem valores inversos de uma família que protege os filhos com valores morais.
Durante o governo de Lula, Xuxa encabeçou a campanha nacional “Não Bata, Eduque!”, lançada por Lula em Brasília. A campanha, de modo ostensivo, buscava a criminalização de pais e mães que aplicam castigos físicos como disciplina para o mau comportamento dos filhos.
Xuxa mostrou sua rebelião a esse mundo com limites para as crianças. Talvez ela anseie um mundo onde as crianças possam tranquilamente andar livres dentro de casa — livres de roupas — e assim estar mais preparadas para ver com naturalidade o sexo e a revista Playboy.
Mas a experiência de uma infância sem limites e sem roupas não trouxe felicidade para a menina Xuxa. Trouxe, pelo que alega ela, estupros. E trouxe, pelo que mostra seu currículo, seu estrelato num filme de pedofilia explícita e participação em revistas pornográficas.
Em todas essas décadas, Xuxa jamais reclamou de ter sofrido peso na consciência pela óbvia incoerência entre sua vida no mercado pornográfico e no mercado infantil. O que importava, talvez, fosse obter dinheiro, fosse de qual fosse a procedência.
Na entrevista ao Fantástico, Xuxa se queixa de um pai ausente, mas quando ela teve oportunidade de fazer diferença na sua vida, ela escolheu ter uma filha sem um pai. Ela determinou que a figura do pai ficasse ausente da vida de sua filha.
Depois de sua recente confissão de abuso sexual na infância, Xuxa deveria abandonar seu ativismo contra os direitos dos pais disciplinarem seus filhos e imporem limites — inclusive o uso de roupas — neles. Abuso e violência não é impor limites nos filhos, conforme hoje esbraveja Xuxa com sua campanha anti-pais, mas a falta de limites.
Seu ativismo agora deveria se limitar aos malefícios da nudez dentro de casa, de como essa prática torna as crianças presas fáceis de pedófilos, do sexo casual e da pornografia.
O ativismo dela deveria também incluir uma campanha de alerta para que os pais bloqueiem toda pornografia em seus lares.
E ela poderia também aproveitar e aparecer novamente no Fantástico para pedir perdão às famílias e crianças do Brasil pelo filme “Amor estranho amor”, onde ela mesma, já adulta consciente e com fome de grana, fez descarada propaganda pró-pedofilia.
 
publicado por institutogamaliel às 05:05


 
A MTV desistiu da ideia de um reality show voltado para jovens a partir dos 18 anos, que estivessem dispostos a terem a rede documentando a perda da sua virgindade (um conceito de “fama pelo sexo”, que muitos viram como preocupante). Vários segmentos da sociedade americana protestaram.

“A idade adulta jovem é um momento para a exploração. Novos relacionamentos, novas experiências e estreias sexuais”, diz a chamada de elenco publicada on-line no início deste mês pela MTV.
O convite aberto da rede de televisão atraiu a condenação rápida de pais preocupados, como também de outros membros da sociedade, levando a MTV a reconsiderar os seus planos. ”Este foi um aviso preliminar do elenco, e não estamos avançando com um piloto”, disse segunda-feira (21), um representante da Music Television, de acordo com a Fox News, que descreveu o anúncio como “uma chamada de elenco para fama pelo sexo”.
Controvérsias
Jim Daly, presidente e CEO da Focus on the Family, uma organização sem fins lucrativos voltado para a família, acha que as notícias relativas à MTV mostram o tipo de tensão que os cristãos enfrentam em função da cultura popular. ”Um grande exemplo da permanente tensão, da luta que nunca cessou desde que o primeiro homem pecou”. Ele também lembra que a transformação de uma cultura é, em última análise, o trabalho de Deus.
“Como crentes, somos chamados a fazer o nosso melhor para reformar nossa cultura”, escreveu Daily no website Communities, acrescentando: “Claro que estou contente que a MTV mudou de rumo sobre o programa. O design de Deus para a sexualidade é sagrado e belo e não deve ser jamais explorado”.
A chamada do elenco da MTV foi publicada no início deste mês e levou muitos usuários on-line a criticarem a rede pelo seu conceito controverso. Outros que haviam acabado de descobrir na segunda-feira a notícia também foram ao Twitter para darem a sua opinião sobre o programa, que parece ter tentado os títulos “Minha Primeira Vez” ou “Perdendo”.
Comentários da mídia norte-americana
Gallup: 73% dos americanos dizem que os valores morais da nação estão piorando”, escreveu o colunista do Boston Globe, Jeff Jacoby, usando a frase “A evidência fresca” para mostrar aos seguidores do Twitter um relatório sobre o “Losing It” da MTV.
“A MTV quer virgens que estejam dispostas a perder a virgindade para novo programa de TV… Um sinal do apocalipse. Isso é tão perturbador”, escreveu o analista de esportes Stephen Howard.
John Nolte, escrevendo para o website Breitbart, disse que, literalmente, engasgou quando leu o anúncio do “mal” da MTV para jovens virgens. ”A MTV pode e, sem dúvida, irá se esconder por trás do fato de que pessoas de 18 anos são adultos legais. Mas você pode se aproveitar de adultos tão facilmente quanto pode se aproveitar de crianças, especialmente adultos jovens condicionados pela cultura pop, como a da MTV, a acreditarem que celebridade e narcisismo são virtudes”, escreveu.
“O que a MTV está fazendo pode ser legal, mas ainda é uma exploração desprezível de alguns dos nossos cidadãos mais vulneráveis”, acrescentou Nolte. ”Se você quiser rebaixar-se, é um país livre. Atrair os outros, no entanto, é um ato de maldade”, finalizou.

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publicado por institutogamaliel às 04:48
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Segunda-feira, 14 de Maio de 2012

O atual presidente americano é a favor, mas seu principal concorrente ganha apoio dos conservadores por se declarar contrário a união entre pessoas do mesmo sexo



O presidente Barack Obama ganhou desprezo de muitos eleitores quando se assumiu favorável ao casamento entre pessoas do mesmo sexo. Seu principal concorrente, Mitt Romney, declarou ser contra a união entre gays para assim tentar conquistar os votos dos evangélicos.
Por ser mórmon, Romney tem enfrentando muitas críticas durante sua campanha e muitas vezes tem que tentar não falar de assuntos religiosos durante a campanha para não atrair a reprovação da parte da população que não considera os mórmons como cristãos.
Mas depois da declaração de Obama, Romney teve uma grande chance de virar o jogo e por isso declarou que o “casamento é uma relação entre um homem e uma mulher”, em seu discurso em uma universidade cristã.
“Esses princípios são tão fundamentais que podem se transformar em objeto de debate democrático, como está ocorrendo com a imperecível instituição do casamento”, afirmou Romney que considerou a família como um dos “maiores bens culturais” pois passam valores básicos de responsabilidade pessoas, dignidade do trabalho e compromissos.
O ex-governador do estado de Massachusetts não citou seu concorrente, até porque estava discursando diante de novos formandos, por isso focou seu discurso em inspirar esses novos profissionais.
Mas seus assessores acreditam que seu posicionamento sobre a união homossexual pode beneficiar a campanha de Romney já que Obama ganhou a rejeição de muitos eleitores depois de se declarar favorável ao tema.

Com informações EFE

publicado por institutogamaliel às 04:13

Quarta-feira, 18 de Abril de 2012

O presidente da França, Nicolas Sarkozy, disse nesta terça-feira, dia 17, que se for reeleito não reformará a legislação para permitir o casamento homossexual, e que é preciso buscar ‘outras fórmulas’ para a união de dois homens ou de duas mulheres.

Apesar da declaração, o presidente, candidato nas eleições presidenciais da França que acontecem neste mês, afirmou que detesta a homofobia, e lembrou que o deputado Christian Vaneste foi excluído de seu partido em fevereiro por vários pronunciamentos contra os homossexuais, e em particular por ter negado que houve deportações no tempo dos nazistas.

“Para mim, uma família é composta por um pai e uma mãe, não dois pais ou duas mães”, afirmou Sarkozy em entrevista à emissora de rádio France Inter, dedicada à campanha para as eleições presidenciais, cujo primeiro turno acontecerá no próximo domingo, dia 22, e o segundo, em 6 de maio.

Sarkozy disse que os casais homossexuais ‘precisam encontrar outra instituição diferente do casamento’. “Para ter um filho, é preciso um homem e uma mulher, embora isso não queira dizer que um casal homossexual não possa cuidar bem de uma criança”, disse.

Família

As declarações de Sarkozy sobre família coincidem com o dia em que ele se torna avô pela segunda vez, seis meses depois do nascimento de seu quarto filho. A nova integrante da família é uma menina, que se chama Lola e é fruto do casamento de Jean Sarkozy e Jessica Sebaoun-Darty.

Jean, de 25 anos, é o segundo filho do presidente francês, e já era pai do pequeno Solal, que nasceu em janeiro de 2010. Lola Sarkozy é seis meses mais nova que sua tia Giulia, que nasceu em outubro e é a primeira filha da união matrimonial do presidente francês com Carla Bruni. Além de Lola e Jean, Sarkozy é pai de Pierre, de seu primeiro casamento, e Louis, do segundo.

Fonte: Veja

publicado por institutogamaliel às 04:25

Quarta-feira, 11 de Abril de 2012



AUTOR: SOLANO PORTELA



A difícil tarefa de ser um juíz no lar.Os cristãos deveriam sempre ser possuidores de um sentimento preciso do certo e do errado. É verdade que muitos estão perdendo essa perspectiva de vida – afinal de contas, estamos na era da tolerância. No últimos tempos temos sido ensinados que não existem absolutos, que a nossa verdade não é, na realidade, a verdade verdadeira. Consequentemente, temos que estar sempre procurando pela “verdade dos outros”. Observamos o surgimento de toda uma geração de cristãos diluídos e indiferentes, que não possuem convicções profundas sobre nada a não ser para a afirmação universal de que não deveríamos ter convicções.
Cresci sob um conjunto diferente de valores. Meus pais me ensinaram pela Bíblia, que existiam coisas que eram claramente certas e outras que eram igualmente erradas. Aprendi que isso se aplicava às atitudes também: algumas eram comandadas enquanto outras eram condenadas. Muitas vezes aprendendo por experiências dolorosas, verifiquei, adicionalmente, que a Bíblia também silenciava sobre algumas coisas. Nesses casos, o conceito do “certo” e do “errado” deveria ser discernido pela interpretação da época, do contexto cultural, e pela preocupação do nosso próprio testemunho, em vez de ser extraído de proposições diretas. Esses “certos” e “errados” também eram importantes, mas, considerando que tinham sido apreendidos subjetivamente, possuíam peso menor do que os direcionamentos objetivos da Palavra de Deus. Nesse caso, deveríamos sempre deixar campo para um constante e amoroso exame do ponto de vista das outras pessoas. Também aprendi a diferença existente entre trechos bíblicos históricos, descritivos, e as exortações doutrinárias, prescritivas. Assim pude me resguardar de cair em tantas armadilhas religiosas que presenciei nas vidas de algumas pessoas estranhas que, na providência de Deus, cruzaram o meu caminho.
Este sentimento, do certo e do errado, leva as pessoas a uma percepção aguçada e um amor todo especial pela justiça. Isso deveria fluir naturalmente da vida dos crentes: eles deveriam refletir, na extensão máxima possível do estágio de santificação em que se encontram, a justiça e a santidade de Deus. É impressionante que uma das características das pessoas sem Deus, ou dos apóstatas, é que eles são “infiéis nos contratos” (Rm 1.31 - Atualizada).


Assim sendo, os crentes deveriam ser fiéis em seus acordos, prezar a sua palavra, odiar a mentira e amar a verdade. Eles deveriam se recusar a meramente contemplar e aceitar com calma, e com a assepsia da vida moderna, os maus-tratos, os espancamentos, os massacres daqueles que não têm para quem clamar, onde quer que isso esteja ocorrendo: quer nas ruas de São Paulo, quer nas colinas da Índia e do Paquistão, quer nas selvas da África. Os crentes deveriam se esforçar para serem exemplos e promotores da justiça, com suas ações e palavras, sem qualquer traço de orgulho, simplesmente pelo fato de que todos nós somos servos do Deus Todo-Poderoso, que é justiça.


Talvez por isso sejamos chamados de “batalhadores da fé” (Judas 3), o que quer dizer que estamos envolvidos em uma constante batalha em qualquer lugar que o mal procurar se estabelecer como o padrão de conduta, contrariando os caminhos de Deus. Nunca deveríamos permitir, nas áreas colocadas por Deus sob nossa responsabilidade que a situação descrita em Isaías 5.20 venha a reocorrer. Antes, deveríamos estar fazendo coro com o profeta denunciando aqueles que “chamam o mal de bem; as trevas de luz e o doce de amargo”.
Somos chamados a demonstrar essas convicções e a defender o certo contra o errado em muitas frentes de batalha: em nossas escola, em nosso trabalho e até em nossa igreja ou nossa denominação. Ocorre que, talvez, em nenhum outro local esse dever seja mais difícil de cumprir do que no nosso próprio lar. Não estou falando dos casos onde a promoção ativa da injustiça está presente. Não estou considerando os casos de maridos que espancam as suas mulheres, que maltratam suas crianças, ou que negam a essas, o sustento material do qual necessitam. Não estou pensando sobre o abuso sexual de crianças ou sobre a exposição de material pornográfico no lar. Todas essas questões são violações claras aos padrões de Deus e sobre elas Ele abundantemente se pronunciou, em Sua Palavra. O julgamento sobrevirá sobre os violadores dos Seus mandamentos, tanto de forma temporal como eterna. A questão que estou considerando é quando nós, crentes sinceros e tementes a Deus, somos chamados a atuar como juizes no dia-a-dia do nosso lar, por membros de nossa própria família.
O tema pode parecer trivial, mas não é. A situação ocorre com mais freqüência do que nos apercebemos. Como pais e mães Deus nos colocou em uma posição de autoridade sobre nossos filhos. Nesse sentido, Ele espera que nós venhamos a ser os transmissores do conhecimento, aos nossos descendentes, sobre a Sua pessoa. Igualmente, Ele espera que venhamos a representá-lo, refletindo os Seus padrões de justiça (Deut 6.6-9; Sal 78.1-8). O abrigo e cuidado que fazem parte de nossas obrigações primárias, seguem em linhas paralelas ao sentimento de segurança e proteção que deveria estar presente na vida dos nossos filhos e filhas até que os mesmos venham a atingir a maturidade e passem a tomar suas próprias iniciativas baseadas em suas próprias convicções. Eles deveriam se sentir confortáveis e seguros em vir até nós para receber não apenas o ensino sadio, mas também para obter proteção e para a afirmação dos seus direitos.


Os que procedem de um família numerosa, e até alguns de pequenas famílias, sabem muito bem que a harmonia perene é um ideal que está longe de ser alcançado, de forma contínua, no lar cristão. Existem lutas e disputas. O pecado cobra o seu pedágio e confisca a paz. Certamente somos chamados, em inúmeras ocasiões, para servir de mediador em brigas e para reatar relacionamentos feridos. Isso significa uma demanda à identificação do pecado: onde ocorreu, quem está demonstrando comportamento pecaminoso, quem tem a responsabilidade principal pelos acontecimentos, quem deve ser protegido e quem deve ser disciplinado. Raramente pensamos em nós mesmos nessa capacidade: como juízes, mas o chamado para sermos exatamente isso virá com mais freqüência do que gostaríamos que viesse. Se falharmos no tratamento dessas questões estaremos diminuindo a figura do pai ou da mãe aos olhos das crianças e estaremos prejudicando as lições que pretendemos transmitir. Independentemente das boas intenções, se a prática da paternidade não se enquadra nos padrões de Deus, as palavras pronunciadas perderão eficácia. Como alguém já disse: “o que você é soa tão alto que não posso ouvir o que você diz”.
Relacionamos abaixo algumas das razões da dificuldade no cumprimento dessa responsabilidade e porque falhamos tantas vezes como representantes de Deus e justos juízes em nossos lares:


1. O pecado não ocorre de forma isolada. Se fosse possível isolarmos rapidamente o pecado, com a possibilidade plena de identificar pecados específicos, nossa tarefa, como juízes, seria facilitada. Nesse sentido poderíamos lidar com o pecado e com o pecador de forma precisa e decisiva. Essa é uma condição muito rara, na vida real. O pecado tem a característica de se propagar rapidamente, contaminando circunstantes e circunstâncias bem além da ocorrência original. Na realidade, a Bíblia trata o pecado quase como se possuísse vida própria, utilizando termos tais como concepção e nascimento (Tiago 1.14,15). Nas ocorrências em nossos lares, a identificação de comportamento pecaminoso e a particularização deste em um único membro da família, é um exercício frustrante e, muitas vezes, impossível.


Todos nós conhecemos muito bem a expressão; “foi ele quem começou!” Mas uma ação pecaminosa muitas vezes provoca uma reação pecaminosa. Nem sempre os valores cristãos e as diretrizes bíblicas têm o controle de nossas respostas antes que desabroche o pecado, especialmente na vida das crianças, com sua pouca maturidade cristã. Com freqüência vemos sobrevir um intenso remorso, logo a seguir, mas, nesse meio tempo, muito mal já pode ter sido feito. Nessas situações, perante uma situação caótica e generalizada de comportamento pecaminoso a saída mais rápida é agregar “quem começou” com “quem reagiu” e “cair matando” duramente a todos, com distribuição eqüitativa de punições.


Mesmo reconhecendo que todo pecado é pecado, e todo ele é detestável a Deus, encontramos na Bíblia, uma escala de gravidade atribuída a diferentes pecados, com conseqüente diferenciação das punições aplicadas a esses. O antigo documento da igreja, a Confissão de Fé de Westminster, expressão da crença bíblica dos Presbiterianos, ao mesmo tempo em que reconhece que qualquer pecado se encontra em oposição à santidade divina e, assim, está. Sujeito à ira e julgamento de Deus (Cap. VI, Seção VI), também especifica que existe uma gradação de pecados (Perguntas 150 e 151, do Catecismo Maior). Estamos tentando desenvolver o nosso discernimento, nesse aspecto, ou estamos indiscriminadamente e uniformemente aplicando nossa própria versão distorcida de justiça?


2. Somos tardios no ouvir e rápidos no falar. Muitas vezes falamos cedo demais. Achamos que já sabemos a resposta e passamos a aplicar um “sermão”. Devíamos pensar no ouvir como uma “audiência”, no sentido jurídico do termo, ou seja, aquilo que se processa antes do julgamento. Nela o juiz ouve as questões preliminares dos casos que serão posteriormente julgados. Ela estabelece também o alicerce para que o julgamento seja bem sucedido. Ainda dentro deste item, freqüentemente deixamos de verificar que nossos filhos têm dificuldade em expressar os seus pensamentos de uma forma lógica inteligível. Nem sempre eles possuem o vocabulário exato e necessário a expressar os seus fatos e sentimentos. Alguma vezes, somos tragados pela impaciência.


Muitas vezes dizemos: “Não quero ouvir nem mais uma palavra sobre este assunto!” quando o que seria necessário, na ocasião, eram exatamente aquelas palavras finais que pretendiam dizer. Muitas vezes somos a causa da frustração de nossos filhos, em suas tentativas de comunicação. Quando procedemos desta forma, passamos a julgar sem possuirmos os dados pertinentes e confundimos a aplicação de sermões de algibeira com a disciplina e orientação correta. Muitas vezes, nos encontramos falando sobre questões que não eram a origem ou o tema principal da disputa. Julgamentos severos demais, ou inteiramente errados, podem ser provocados por nossa impaciência. Esquecemo-nos de que Deus é “tardio em irar-se” e que a longanimidade (a habilidade de suportar um situação indesejável por um tempo prolongado) é um de seus atributos e fruto do Espírito (Gl 5.22) que deve estar presente em nossas vidas.


3. Em Nossa Busca Por Justiça Perdemos a Visão dos Direitos de Quem Está Certo. Esta poderia ser a posição do outro extremo. Se possuímos uma visão bíblica de nossos deveres, tememos promover injustiças. Muitas vezes, no afã de julgar corretamente, procuramos pesquisar com precisão todos os aspectos e todos os detalhes de uma questão, mas levamos essa tarefa com tanta intensidade que o lado inocente se torna culpado por pressão. “Está certo”, dizemos, “alguém fez algo contra você. Mas, possivelmente, você também fez algo de errado contra a outra pessoa que a fez reagir dessa forma”. Somos tão conscientes da universalidade do pecado que não queremos dar qualquer tipo de desculpa às nossas crianças. Semelhantemente, não queremos ser superprotetores.


Essas atitudes procedem de uma compreensão correta da sociedade, em que vivemos, que desculpa os erros e pronuncia julgamentos impensados; que vê alguns como santos e outros como pecadores em função dos laços familiares e não sob os padrões de Deus. Ocorre que não temos nenhum tipo de aprovação da parte de Deus para fazer injustiça a quem está certo e para ser suave com o ofensor. Sempre me lembro do rei David – como ele corria para Deus e expunha o seu caso, suplicando a Deus que vindicasse o seu problema e que tomasse o seu lado contra os seus inimigos (Salmos 86.14-17; 140; 142.5,6; 143.1-9).


Nossos filhos deveriam, igualmente, se achegarem a Deus com semelhante clamor e deveriam também esperar, de nossa parte, sabedoria suficiente para julgar corretamente, em amor. Temos que nos aperceber, sem encorajar o sentimento destrutivo de auto-justiça, que eles podem estar certos, que eles podem ter sido empurrados forçosamente a uma situação de litígio, que eles podem ter sido falsamente acusados, intimidados e oprimidos. Se não tivermos cuidado, podemos promover insegurança e transmitir às nossas crianças um sentimento permanente de incapacidade e falha – se quando surge um problema e elas se voltam a nós, sempre retrucamos que nunca estão certas, até quando elas estiverem. Algum filho seu já lhe perguntou; “Pai, por quê eu nunca estou certo?” Seus filhos têm a segurança, liberdade e conforto de se aproximarem de você e fazer uma pergunta dessas?


4. Descansamos Indevidamente no Tempo. “O tempo é o melhor remédio – ele se encarrega de resolver problemas”. Com freqüência falamos dessa forma e com isso empurramos para o lado a necessidade de uma urgente intervenção. Não existe nada que ajude melhor a injustiça do que a lenta justiça. No campo secular, a questão da lentidão dos processos judiciais, tem sido amplamente debatida, como sendo algo que causa intensa preocupação. A maioria dos criminosos, em função dessa lentidão, não são punidos rapidamente e outros, acusados falsamente, sofrem injustiça. Não existe qualquer justificativa em esperarmos que o tempo venha a consertar os problemas do nosso lar. A Bíblia não nos fornece qualquer base para a expectativa de que a inatividade, de nossa parte, venha a ser a solução de situações pecaminosas. Ela nos comanda, na realidade, até quando a atitude pecaminosa estiver presente no lado oposto, a tomar a iniciativa do contato para que o processo de correção e restauração possa ter o seu início e chegue a um término de sucesso ( Mateus 18.15-16). A disciplina tardia é tão deficiente quanto a ausência desta. Será que você está passando as suas responsabilidades ao “tempo”? Será que você está procurando o caminho mais fácil da ausência de confronto com o pecador e com o pecado, quando os preceitos de Deus demandam ação de sua parte?
Não existem passos rápidos à aquisição da sabedoria. Devemos estar sempre relembrando essas dificuldades e constantemente suplicando a Deus que Ele nos auxilie nessas horas de provação. Ao mesmo tempo, devemos ter a compreensão do mal imperceptível que podemos estar fazendo aos nossos filhos e às nossas famílias, quando deixamos de assumir o papel do juiz-no-lar, ou quando cumprimos de forma inadequada com essas responsabilidades. Com freqüência seremos nós, juízes imperfeitos, que teremos de nos achegar aos nossos queridos que prejudicamos com nossas falhas, clamando por misericórdia, dizendo “Sinto muito, me perdoe”, bem como ao nosso Perfeito Juiz, nosso Senhor Jesus Cristo, com idêntica súplica de perdão e de auxílio.

http://www.solanoportela.net/artigos/sempre_errado.htm
publicado por institutogamaliel às 06:00

Terça-feira, 10 de Abril de 2012

O "Howard Center for Family, Religion, and Society" defende que a família natural é a unidade fundamental da sociedade; é a base de todas as civilizações saudáveis e progressivas.

A definição de família natural vem dum grupo do Congresso Mundial de Famílias, redigido em Maio de 1998 (Roma). A mesma está de acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948) e com as descobertas das ciências sociais.

A definição é:

A família natural é a unidade social fundamental, impressa na natureza humana, centrada da união voluntária de um homem e uma mulher no convénio vitalício do casamento, com os seguintes propósitos:

  • satisfazer os anseios do coração humano de dar e receber amor.
  • receber e garantir o desenvolvimento físico e emocional de crianças.
  • partilhar a casa que serve de centro para a vida social, educacional, económica, e espiritual.
  • construir fortes laços entre as gerações que transmitem o modo de vida que possui um significado transcendental.
  • estender a mão da compaixão a indivíduos e famílias cujas circunstâncias de vida pecam por não serem as ideiais.
O nosso uso da expressão "família natural" é significativo em muitos aspectos.
  • Primeiro, o termo significa uma ordem natural das estruturas familiares que não só é histórica e comum através das culturas, como é sobejamente evidente por si mesmo.
  • Segundo, o termo significa uma expressão perfeitamente defensível. "Natural" não é "nuclear" - o que limitaria o seu alcance - nem é "tradicional" - o que sobrecarregaria a sua utilidade na esfera pública. É o que é, uma expressão evidente em si mesmo.

  • Terceiro, o termo "natural" não só impede construções familiares incompatíveis, como impede também comportamentos incompatíveis entre os seus membros.

  • Quarto, "família natural" é uma expressão positiva. Não exige uma discussão das incompatibilidades negativas para se definir.

publicado por institutogamaliel às 05:19
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As palavras “mãe” e “pai” serão removidas do passaporte norte-americano e substituídas por “filiação 1” e “filiação 2”.

De acordo com o Departamento do Estado dos EUA, as mudanças foram feitas para reconhecer os diferentes tipos de família. Grupos de direitos dos gays aplaudiram a decisão.

Mudar os termos ‘mãe’ e ‘pai’ para ‘filiação’ permite que muitos tipos de famílias sejam capazes de requerer um passaporte para seus filhos sem sentirem que o governo não reconhece a sua família”, afirmou a Fox News Jennifer Chrisler, diretora executiva do Conselho da Igualdade Familiar, um grupo norte-americano que defende o direito das famílias do grupo GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros). O conselho vem tentando há anos essa mudança no passaporte.

Mas alguns conservadores cristãos foram contra a decisão. Robert Jeffress, um pastor de uma igreja Baptista de Dallas afirmou que a alteração sugere que “não é preciso pai e mãe para criar uma criança com sucesso”. “Essa decisão faz com que os casais homossexuais se sintam mais confortáveis ao criar uma criança”, disse ele.

Em contrapartida, Jennifer afirmou que o governo precisa reconhecer que as estruturas familiares estão mudando. “A melhor coisa que podemos fazer é dar suporte às pessoas que estão criando filhos com amor, com famílias estáveis”, disse ela.

Recentemente, na Austrália, outros direitos foram reconhecidos no passaporte. Os australianos ganharam uma terceira opção de género, a categoria “x”. Essa é uma das medidas adoptadas pelo governo contra a discriminação de transgéneros. Os passaportes americanos ainda não têm essa opção, mas os transgéneros já podem optar pelo sexo que mais se identificam.

(Fonte)

publicado por institutogamaliel às 05:04


Fonte

Segundo um estudo desenvolvido pela economista e doutora em saúde pública, Márcia Pinto, o fumo causa um prejuízo anual de, pelo menos, R$ 338,6 milhões ao SUS.

Conforme esse blog já noticiou, por sua vez, o custo anual do Governo Federal no tratamento de pacientes homossexuais com AIDS é de aproximadamente R$ 280 milhões. Portanto, o homossexualismo causa um prejuízo equiparável ao fumo, no que concerne à saúde pública.

Segundo estudo do Dr.Paul Cameron PHD, no entanto, o homossexualismo é mais nocivo à saúde do que o cigarro, tendo em vista abreviar mais anos de vida de uma pessoa.

Assim, é totalmente contraditório um mesmo governo combater o tabagismo ao mesmo tempo em que faz apologia homossexual, financiando paradas gays e promovendo toda sorte de campanhas contra a homofobia.

Por que reprimir um comportamento deletério à saúde pública e estimular outro? Essa é a verdadeira dialética da contradição. Se as pessoas são pressionadas a abandonar o fumo, por que então também não são pressionadas a abandonar o homossexualismo? São dois comportamentos prejudiciais à saúde pública, conforme já restou provado.

A lei antifumo é corolário do direito à saúde. A única justificativa para se reprimir o fumo em espaços mais reservados é a de preservação da saúde pública.

Então vêm alguns "juristas" e explicam que o homossexualismo é diferente. É um "direito humano"; um "direito de personalidade", ainda que não haja qualquer prova de alguém nasça homossexual. Chegam a inventar um tal de "direito à intimidade sexual" ou "direito à identidade sexual"...

Parece claro que se tais ficções jurídicas podem ser inventadas em benefício do homossexual e às expensas da sociedade, o mesmo poderia ser feito em benefício do fumante. Poderíamos então falar em "direito à autodeterminação pulmonar" ou "direito à identidade tóxica" para defender o fumante, mas isso não é falado porque não está na lógica dos interesses de nossa elite governante.

A única explicação que temos para essa dialética da contradição é que realmente há má-fé no trato dessas questões por parte desta nossa elite. São duas questões análogas - a defesa do direito à saúde - que no entanto merecem tratamento distinto, violando assim o Princípio Constitucional da Isonomia. Deveriam comportar idêntico tratamento, mas não têm. Ora, se o fumo causa prejuízos à saúde pública, o homossexualismo também traz. Então por que reprimir o fumo e fazer apologia homossexual?

Os homossexuais conseguem jungir capitalismo e socialismo sob uma mesma bandeira: a bandeira do movimento gay. Um movimento que não brotou espontaneamente, mas que foi financiado e cresceu sob o patrocínio de grandes organismos e ideologias antifamília e antivida.

O interesse em se beneficiar o homossexualismo é o de combater a natalidade e a familia, ao mesmo tempo em que mina as bases cristãs da sociedade. O homossexualismo é uma modalidade de pansexualismo. Sua difusão social enfraquece os laços familiares e o comportamento altruísta do indivíduo.

Por isso, o custo à saúde pública é um custo de oportunidade das elites. Se de um lado eles perdem, do outro "ganham", seja incentivando os povos a não procriar, seja combatendo a família, que persiste sendo o núcleo fundamental de proteção ao cidadão contra a opressão do Estado. O alto custo da sodomia é, pois, um mal necessário.

Está na lógica do socialismo combater a família. A família tradicional é sempre um óbice para que novos valores sejam introduzidos, especialmente entre as novas gerações, os mais jovens, que governarão o mundo de amanhã. Marx sempre defendeu o desmantelamento da família. Abolir a "exploração das crianças pelos pais" e substituir a educação doméstica pela educação social são alguns dos ideais marxistas, como também a comunidade de mulheres. Em outras palavras, isto significa o fim da unidade familiar.

Isto porque as famílias são monarquias naturais. Dissolvendo as famílias, dissolve-se a unidade, e assim facilita-se o trabalho de doutrinação socialista. Assim, as crianças são miradas pelos socialistas, no sentido de que sejam educadas em lares gays, com vistas a lhes inculcar novos valores como o relativismo, niilismo e o igualitarismo.

O passo seguinte do socialismo, ao desintegrar a unidade familiar, é agrupar indivíduos segundo um interesse comum, a fim de que o voto lhes seja uma moeda de troca. Assim, no socialismo, a pessoa passa a ter seu valor na medida em que pertence a um grupo. E apenas assim. É o que frequentemente observamos nos partidos socialistas apoiando ostensivamente a fragmentação social e racial, através de "comunidades de bairros", "comunidades raciais", enfim, uma nova maneira de sovietizar a sociedade.

publicado por institutogamaliel às 05:04


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