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Terça-feira, 10 de Abril de 2012


Rússia considera homossexualidade
perversão e proíbe sua divulgação

Homoafetividade é considerada perversão por governo russo
Rússia considera homossexualidade perversão e proíbe sua divulgação

Em várias ocasiões, o parlamento russo proibiu passeatas gays no país. Uma longa disputa política envolvendo associações diversas evitaram qualquer manifestação pública de minorias sexuais. O Primeiro-ministro Vladimir Putin proibiu todo tipo de propaganda homossexual nas grandes cidades da Rússia. As primeiras devem ser São Petersburgo e a capital, Moscou, onde gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros foram impedidos legalmente de demonstrar e transmitir suas mensagens, pois são considerados “uma perversão”.
Algum tempo atrás, o agora ex-prefeito de Moscou considerou esse tipo de manifestações “satânicas”. Isso causou controvérsia em todo o país, mas teve o apoio da Igreja Ortodoxa Russa.
A Assembléia Legislativa de São Petersburgo anunciou que iria discutir a proposta do partido de Vladimir Putin de proibir a proibição da “propaganda de sodomia, lesbianismo, bissexualidade, transgênero e pedofilia” que poderiam influenciar menores de idade.
O projeto do Rússia Unida, principal partido político no país, busca atrair eleitores mais conservadores nas eleições de dezembro e proibir a difusão de qualquer informação que defenda a prática homossexual.
As autoridades da região de São Petersburgo devem adotar em breve um projeto de lei que visa impedir a visibilidade e a obtenção de direitos das chamadas minorias sexuais. O projeto foi aprovado na primeira votação, mas foi pedido que se interrompa o processo para reformar algumas sanções individuais e coletivas.
O All Out, um movimento internacional dedicado à luta pelos direitos das pessoas LGBT, está coletando assinaturas para que pessoas de todo o mundo exijam que a comunidade internacional pressione a Rússia a parar de fazer manobras políticas contra os homossexuais.


Fonte: Traduzido e adaptado por Gospel Prime de Noticia Cristiana


Comentários do Filósofo Olavo de Carvalho
Na Rússia não tem parada gay 2 -
Rússia Criminaliza o Homossexualismo (2012)



publicado por institutogamaliel às 13:49


Polícia não descarta a possibilidade de Alcinei ter premeditado os crimes
Na Zona Leste, homem mata mãe e irmão e depois se entrega à polícia MANAUS - O músico Alcinei Ferreira Gomes, de 19 anos, foi preso acusado de matar a mãe, Maria Lita Gomes da Silveira, de 41 anos, e o irmão, Alen Luiz Gomes da Silva, 13, na residência da família, na noite desta terça-feira, na Zona Leste de Manaus. Ele também tentou matar o pai, Sildonor Ferreira da Silva, de 38 anos, com duas facadas. Segundo a polícia, ele confessou e disse que os assassinatos aconteceram após uma discussão em família. Segundo Gomes, os pais e o irmão não aceitariam o fato dele ser homossexual.

De acordo com o titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), Mariolino Brito, o acusado pode ter premeditado o crime. O músico se apresentou espontaneamente à delegacia ainda na noite desta terça-feira. O pai dele foi internado no hospital, e não corre o risco de morrer.


Para se livrar da fúria de Alcinei, o comerciante se fingiu de morto, após receber o primeiro golpeAlcinei, segundo a polícia, esfaqueou primeiro a mãe e em seguida o irmão mais novo. Após praticar os homicídios, esperou o pai chegar do trabalho, na frente da casa, e o atingiu na cabeça com um pé de cabra. Sildonor ainda recebeu golpes de faca nas costas, antes de conseguir desarmar o filho.

O pai ainda tentou entrar na casa para tentar socorrer as vítimas. O corpo de Maria Lita foi encontrada em um dos cômodos da residência e do irmão mais novo, embaixo da cama de um dos quartos.

Em depoimento na manhã desta quarta-feira à polícia, Sildonor disse que o filho já havia sido submetido a tratamento no Centro Psiquiátrico Eduardo Ribeiro, em Manaus.
Após ser ouvido na DEHS, Sidonor foi encaminhado para fazer exames de corpo de delito


Velório de mãe e filho foi realizado na casa da família, onde ocorreu o crime Os corpos das vítimas foram encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML) na noite desta terça-feira e velados nesta manhã, na residência da família. No local, familiares e amigos estavam assustados com a atitude do músico. Vizinhos afirmaram que ele era um bom filho e nunca levantou suspeitas. O irmão de Sildonor, Nonato Gomes, afirmou não entender o motivo que teria levado o sobrinho a matar a mãe, o irmão e atentar contra a vida do próprio pai.

O delegado Mariolino Brito já entrou com pedido de prisão preventiva contra Alcinei Ferreira Gomes.

- Ele representa perigo para a sociedade - afirmou.

A polícia aguarda pela sentença de um juiz plantonista para encaminhar o preso para a Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa, no Centro de Manaus, ainda nesta quarta-feira. (*)
Na Zona Leste, homem mata mãe e irmão e depois se entrega à polícia

Músico conta por que matou mãe, irmão e feriu pai

(*) Flagrante episódio de heterofobia e um exemplo de como o homossexualismo tem influências demoníacas, pois somente por este ângulo podemos compreender um ser humano tentar liquidar a própria família. Mas não é somente a influência demoníaca, pois as esquerdas e a mídia agem irresponsavelmente no sentido de deseducar os jovens, esta última fazendo apologia do comportamento homossexual, glamourizando-o nos reality shows, novelas etc., a fim de que um comportamento bizarro e antinatural seja compulsoriamente aceito no interior das famílias. Uma hora a bomba acaba explodindo e, infelizmente, acaba explodindo no interior das famílias. Logicamente, a notícia em questão é minimizada, já que os homossexuais se transformaram em classe oprimida, sempre encarados como vítimas, não ganhando qualquer projeção entre as manchetes.


Blog do Roberto Cavalcanti


& GRANGEIRO, Rummenigge C. (clicadvogado@hotmail.com) –
Jurista | Despachante Aduaneiro | Docente com Pós-graduação
em Direito Penal e Processual Penal e em Direito Público. Mestrando
em Criminologia | http://www.grangeiro.com/
publicado por institutogamaliel às 13:48


A marcha da intolerância. Ou: A única vítima de preconceito é o pastor! Ou: Os “fascistoides do bem” estão cada vez mais assanhados

Escrevi aqui alguns posts sobre o processo que o Ministério Público Federal move contra o pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus. A maioria de vocês deve conhecer o assunto, mas sintetizo para quem está chegando agora. Em junho do ano passado, a passeata gay levou à avenida modelos caracterizados como santos católicos em situações homoeróticas. Também prometeu imprimir as imagens em 100 mil invólucros de camisinha. Não sei se realmente o fez. Malafaia censurou o comportamento das lideranças gays e recorreu a determinadas palavras que o MP caracterizou como incitamento à violência. Dada a transcrição de sua fala que circulava por aí, o processo já me parecia absurdo. Agora que vi o vídeo, vai além do absurdo: trata-se de um troço acintoso, típico de sociedades totalitárias, o que ainda não somos (embora estejamos no rumo). Sei que muitos vão ficar indignados com o que vem agora, mas paciência! Quem está sendo vítima de preconceito é Malafaia! Antes que o demonstre, algumas considerações de ordem geral.
Não vou colaborar, com o meu silêncio, para a reinstalação da censura no Brasil, dê-se ela pela via judicial ou por força do barulho de grupos de pressão que repudiam a democracia. Quando rompi com a esquerda lá atrás, na juventude, foi exatamente por isto: não aceito que partido, grupo ou grupelho decidam o que posso pensar ou não — em especial quando essa patrulha se exerce na contramão de direitos garantidos por uma Constituição democrática. Desde o fim do regime de exceção, não percebo tão presente a patrulha. Corri um risco razoável sendo um adolescente meio bocudo contra a ditadura. A democracia nos permitiu o suspiro de alívio. Agora, ameaça-nos uma nova censura: não pensar de acordo com os que se organizam em grupos e hordas para definir “a verdade”. Não raro, é gente que depreda a liberdade que outros conquistaram. Modéstia às favas, estou entre esses “outros”. Volto ao caso.
Não sou evangélico. Não conheço Silas Malafaia. Nunca falei com ele. Discordo de algumas de suas teses, e, se ele leu uma coisa ou outra que escrevo, sabe disso. Mas tentar processá-lo por aquilo que não fez??? Acusá-lo de crime que não cometeu??? E tudo porque seus acusadores formam, afinal, um grupo hoje influente, organizado a tal ponto que o país pode votar uma dita lei anti-homofobia que é uma espécie de AI-5 Constitucional filtrado pela teoria da “diversidade sexual”? Aí, não dá! Não será com o meu silêncio.
Esses grupos militantes — gays, feministas, racialistas, minorias várias — são muito ligeiros em acusar seus adversários de “fascistas”, de “autoritários”, de “reacionários”, mas impressiona a rapidez e a desenvoltura com que defendem a censura, a punição de quem pensa diferente, a exclusão dos adversários do mundo dos vivos. Esses intolerantes são, em suma, intoleráveis.
Quem me acompanha sabe o que penso. Ninguém é gay porque quer — fosse escolha, todos seriam heterossexuais. Sou favorável à união civil, por exemplo. Mas considerei, e considero, absurda a decisão do Supremo que igualou legalmente os casais gays aos héteros. A razão é simples. A Constituição é explicita ao afirmar que a união civil se estabelece entre homem e mulher. Sem a mudança da Carta — o que só pode ser feito pelo Congresso —, o Supremo legislou e fez feitiçaria constitucional. Atrás desse precedente, podem vir outras “interpretações criativas” da nossa Lei Maior.
De fato, a tal Lei Anti-Homofobia um mimo do autoritarismo, sob o pretexto de proteger uma categoria. Entre outros absurdos, um chefe ou dono de uma empresa, ao dispensar um funcionário gay ou ao não contratar um candidato gay, teria de provar que não age movido por “homofobia”. Uma lei que torna, de saída, suspeita a esmagadora maioria dos brasileiros não é uma boa lei. De resto, ela impõe restrições a convicções religiosas, sim!
A proteção a minorias não pode ser maximizada a ponto de pôr em risco direitos fundamentais — entre eles, a liberdade de expressão. Esse caso envolvendo Malafaia me incomodou especialmente porque é preciso pôr um ponto final à ousadia dessas hordas fascistoides — fascitstoides, sim! — que saem por aí satanizando pessoas na Internet, atribuindo-lhes coisas que não disseram e não escreveram. Eu mesmo sei que sou saco de pancada de alguns grupos militantes — e da rede suja alimentada por dinheiro oficial. É claro que toda essa gente tem motivos de sobra para me detestar. Mas que o fizessem, ao menos, com coisas que realmente me pertencem, que saíram do meu teclado. Não! Em nome do que dizem ser a “democracia”, a “igualdade de direitos”, “o combate ao preconceito”, mentem de forma deslavada, metódica, decidida.
Abaixo, publico o vídeo de Malafaia em que ele critica a decisão dos gays de levar os “santos homoeróticos” para a avenida. Ninguém precisa concordar, reitero, com a sua análise, o seu estilo, as suas escolhas. Mas será mesmo que ele pregou agressão física aos gays? Vamos ver. Volto em seguida.


VolteiEm 1min27s, criticando o silêncio da imprensa diante da agressão cometida contra os símbolos católicos, o pastor afirma: “E a imprensa não diz nada. Não baixa o porrete”. Ora, é óbvio que ele não está censurando a imprensa por esta não ter batido nas lideranças gays, certo? “Não baixar o porrete” quer dizer, simplesmente, não criticar, omitir-se, silenciar.
Malafaia conta que é alvo constante de sites gays, que o chamam de “doente” e que exploram a sua imagem, associando-o a coisas não muito boas. A gente sabe bem como é isso. Aos 2min26, referindo-se a interlocutores que lhe recomendam que processe seus detratores, ele conta o que lhe dizem: “Pastor mete o pé; entra contra eles [na Justiça]“. E emenda: “Eu lá vou perder meu tempo com isso?” Evidentemente, não estão recomendando a ele que chute as lideranças gays, mas que recorra à Justiça.
Aos 3min22s, Malafaia se refere explicitamente à Igreja Católica. Assim: “É pra Igreja Católica entrar de pau em cima desses caras, baixar o porrete em cima, pra esses caras aprenderem. É uma vergonha. Protestar, sabe? Pra poder anunciar… Botar pra quebrar. Pagar em jornais notícias! Não querem dar? Paguem aí vocês da Igreja Católica, botem notícia pro povo saber. Isso é uma afronta, senhores! É o que eles querem! Depois querem chamar a gente de doente. Quem são os doentes, afinal de contas, que não respeitam a religião de ninguém, que debocham da religião dos outros, que debocham dos outros? Quem são os doentes?”
Resta escandalosamente claro que expressões como “baixar o porrete” e “entrar de pau” sugerem uma reação no terreno da comunicação. Ele é explícito ao sugerir que a Igreja Católica pague anúncios na grande imprensa protestando contra a ofensa. É isso o que quer dizer “baixar o porrete”.
PreconceitoCadê o incitamento à violência? Cadê a discriminação? Cadê a homofobia? Então os militantes gays — que trato como grupo distinto dos cidadãos gays — podem não só vilipendiar símbolos católicos (e não estou sugerindo medidas legais contra eles, não! Mas têm de aguentar a reação da sociedade, certo?) como agora têm o poder, também, de decidir o que é e o que não é crime porque conta com um Ministério Público sensível à sua causa? Ora, vão plantar batatas!
Até o senador Lindberg Farias (RJ), que é do PT — e isso quer dizer que não é da minha turma ideológica —, num rasgo de bom senso, afirmou que Malafaia não tinha incitado a violência coisa nenhuma. Foi alvo de um protesto veemente do setor GLTBXYZ do partido. Na carta que lhe enviaram, curiosamente, nem entram no mérito da acusação. Contentam-se em tratar o pastor como inimigo. Vale dizer, se é inimigo, que importa que possa ser injustamente acusado?
EncerrandoNão vou silenciar diante disso! Posso discordar de Malafaia em muita coisa. E daí? Mas concordo plenamente com o seu direito de dizer o que pensa. Mais ainda: concordo que ele deve arcar com o peso do que disse — como qualquer um de nós —, mas jamais com o peso daquilo que não disse.
Agora que vi o vídeo, digo com todas as letras: a ação do Ministério Público é ridícula. Serve apenas para alimentar a militância com uma causa. E se trata, obviamente, de mais uma tentativa de molestar quem não reza segundo a cartilha. O MP não é polícia do pensamento. E me parece que deve ser, sim, apurada a falha funcional de quem mobilizou recursos públicos para mover uma ação que se caracteriza, por seus próprios termos, como uma falsa imputação de crime.
O movimento gay tem todo o direito de combater as ideias de Malafaia — como reivindico o direito de criticar as coisas de que não gosto. Mas que tal fazer um embate honesto de pontos de vista? O único tratado com preconceito, até agora, nessa história é o pastor. Odiar o que ele diz é um direito. Tentar processá-lo pelo que não disse é coisa de ditadores, de totalitários, de intolerantes.
Recomendo aos comentaristas que se atenham à natureza do debate. Os homossexuais, a homossexualidade, as religiões, a religiosidade, os evangélicos ou os católicos não estão em questão. Estamos tratando de direitos fundamentais, da liberdade de expressão e da mobilização do estado para punir quem não cometeu crime.
Por Reinaldo Azevedo


Fonte: Veja
publicado por institutogamaliel às 13:45



NUNCA O PERIGO ABORTISTA ESTEVE TÃO PRÓXIMO

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Presidente do Pró-Vida de Anápolis

Conscientes de que seria quase impossível obter a legalização do aborto pelo Poder Legislativo, os defensores do aborto resolveram usar como “atalho fácil” (nas palavras de Ellen Gracie em 27/04/2005) o Supremo Tribunal Federal.

Composto de onze ministros, nenhum deles eleito pelo povo, todos nomeados pelo Presidente da República, o STF deverá julgar no dia 11 de abril, quarta-feira de oitava da páscoa, a ADPF 54 (Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental n. 54).

A ação, que usa como testa de ferro a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde, pretende que a Suprema Corte “reinterpretando” o Código Penal, declare que a “antecipação terapêutica de parto” (para não dizer “aborto”) de uma criança anencéfala não se enquadra nas condutas descritas para o crime de aborto.

O argumento usado nessa ação é o de que impedir a mãe de abortar seu bebê em tal caso seria violar a“dignidade humana” dela, seu direito à “liberdade” e seu direito à “saúde”. Preservar a vida do deficiente seria, na opinião dos que defendem a ADPF 54, descumprir todos esses preceitos fundamentais da Constituição: dignidade humana, liberdade, saúde. A criança (que nunca é chamada “criança”, mas “feto”) é sempre desqualificada: é um “monstro”, um “peso inútil”, sua mãe é um “caixão ambulante” etc.

Embora a anencefalia admita vários graus (de modo que é praticamente impossível uma definição exata da anomalia) e embora os anencéfalos reajam a estímulos nervosos, respirem com os próprios pulmões e tenham uma sobrevida variável (de alguns minutos até um ano e oito meses, como no caso de Marcela de Jesus Ferreira), os defensores de tal aborto frequentemente mentem dizendo: que o bebê tem a vida de um vegetal, que não tem capacidade de sentir nem de ter consciência, e que sua sobrevida além de alguns minutos é totalmente impossível.

Em 27/04/2005, quatro Ministros perceberam a má-fé da ADPF 54 e resolveram não conhecê-la, mas foram vencidos: foram eles Ellen Gracie, Eros Grau, Cezar Peluso e Carlos Veloso. Desses, somente Cezar Peluso pertence atualmente ao Tribunal. Agora, no julgamento do mérito, os defensores do aborto precisam de seis votos. A situação é particularmente grave. Nunca o perigo abortista esteve tão próximo.

Note-se: não é um anteprojeto de reforma do Código Penal (que nem sequer foi ainda encaminhado ao Congresso), não é um projeto de lei (que precisaria ser aprovado pela Câmara e pelo Senado e depois ser sancionado pelo Presidente da República). É uma ação judicial à espera de uma decisão que terá efeito vinculante, como se fosse uma lei, e sem qualquer possibilidade de recurso.

A nação brasileira corre o perigo iminente de sofrer um golpe via STF.

É por esse motivo que recomendamos a presença de todos os que puderem à Vigília pela Vida, cuja programação está abaixo.

Repito: é a última chance que temos de impedir um desastre comparável ao da decisão Roe versus Wade, que em 1973 declarou “legal” o aborto nos Estados Unidos, a revelia do Poder Legislativo.

“Coração Imaculado de Maria, livrai-nos da maldição do aborto” Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz Presidente do Pró-Vida de Anápolis www.providaanapolis.org.br naomatar.blogspot.com.br

Brasileiros vão fazer vigília de oração pela vida em frente ao Supremo Tribunal Federal

BRASILIA, 03 Abr. 12 / 03:40 pm (ACI) Para representar 82% dos brasileiros contrários a novas permissões para aborto no país (Vox Populi/2010), católicos de Brasília promoverão vigília de oração pela vida nascente, na Praça dos Três Poderes, diante do Supremo Tribunal Federal (STF) que em breve deverá votar a despenalização do aborto de fetos diagnosticados com anencefalia.

A vigília visa sensibilizar a sociedade brasileira e, especialmente, cada um dos onze ministros do STF que têm em mãos a arguição de descumprimento de preceito fundamental (ADPF n. 54) cujo objeto é a possibilidade do aborto de bebês deficientes anencefálicos e cujo julgamento está marcado para o dia 11 de abril, no período da Páscoa.
Organizada pelos movimentos Legislação e Vida (São Paulo) e Pró-Vida e Família (Brasília), a vigília terá início às 18h do dia 10 de abril.

ADPF-54 [Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental n. 54]
Na opinião do coordenador do Movimento Legislação e Vida, o perito em bioética Prof. Hermes Rodrigues Nery, o julgamento da ADPF-54 o STF pratica ativismo judicial, decidindo o que não é da sua competência, mas prerrogativa do Congresso Nacional.


“A vida é um direito inalienável e como tal deve ser reconhecido e respeitado pela sociedade civil e pela autoridade política”, ele defende e continua. “Os direitos do homem não dependem nem dos indivíduos, nem dos pais, e também não representam uma concessão da sociedade e do Estado, pertencem à natureza humana e são inerentes à pessoa em razão do ato criador do qual esta se origina”.

De acordo com padre Pedro Stepien, a ADPF-54 é uma estrategia sofisticada para legalizar o aborto no brasil a partir do aborto de anencefálicos. “Depois serão as crianças com má formação, até chegar ao ponto que aborto seja direito humano, um verdadeiro absurdo. Pela liberdade de expressão e pela liberdade religiosa vamos nos manifestar, não podemos ficar omissos”, ele diz.
___________
Agende-se

> O quê? Vigília de Oração em Defesa da Vida Nascente
> Onde? Praça dos Três Poderes, em frente a STF, em Brasília
> Quando? Dia 10 de abril, a partir das 18h

> Organização? Movimento Pró-Vida e Família e Movimento Legislação e Vida
publicado por institutogamaliel às 13:43
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Por Cláudia Brito

Diante de situações especiais, escolher amar de forma incondicional gera paz e revela a dignidade da vida humana. Assim aconteceu com Vitória de Cristo.

Quando ela tinha 12 semanas de vida, seus pais descobriram que ela tinha acrania, ou seja, sua calota craniana não havia se formado e suas estruturas cerebrais seriam danificadas em contato com o líquido amniótico. Mas mesmo tendo sido desenganada pelos médicos, que disseram que ela morreria logo após o parto, Vitória completou dois anos e dois meses de vida recentemente. Nesta entrevista exclusiva, Joana Schimitz Croxato revelou todas as bênçãos que recebe diariamente junto com seu marido Marcelo Almeida Croxato, através da vida da filha.

TF – Como foi receber o diagnóstico de anencefalia?


Joana Schmitz – Foi muito difícil, mas ao longo da gravidez quando eu comecei a sentir ela se mexer foi maravilhoso. Sentimos que estávamos no caminho certo. Acreditamos que Deus poderia mudar esta sentença, e decidimos amá-la da mesma forma como temos sido amados por Deus, de forma individual, única e incondicional.

Eu sempre tive o sonho de ser mãe e quando soube do diagnóstico o primeiro pensamento foi o de que passariam os nove meses e eu não teria a oportunidade de ser mãe porque meu bebê iria morrer. Mas a medida em que decidimos receber a Vitória e aceitá-la, eu percebi que estava me tornando mãe já na gestação e que não adiantava eu querer amar um outro filho se Deus estava me dando uma filha muito especial para amar. Eu me realizei muito como mãe.

Quando ela nasceu senti uma alegria imensa, uma paz muito grande, mesmo sem saber o que iria acontecer. Eu creio que essa paz vem de Deus, porque a gente decidiu colocar.

Ele acima dessa situação e deixá-Lo mostrar o que era melhor. Fomos surpreendidos com um lindo milagre, uma vida preciosa que temos visto se desenvolver diante dos nossos olhos, pela misericórdia de Deus.

TF – Qual foi o momento mais especial?

Joana Schmitz – Foi quando eu consegui amamentar a minha filha e quando Vitória recebeu alta do hospital, com cinco meses e meio. Foi um momento incrível e inesquecível. Parecia que esse dia nunca iria chegar, porque ela ficou cinco meses na UTI. Foi um sentimento indescritível quando a colocaram em meus braços e soubemos que poderíamos levá-la para casa.

TF – Como é o dia a dia com a Vitória?


Joana Schmitz – É uma alegria para a gente. Ela é o nosso tesouro, uma criança muito especial que só nos trouxe coisas boas. Ela exige alguns cuidados, existe uma preocupação um pouco maior. Fazemos um acompanhamento médico, mas é uma grande realização para mim. Eu nunca imaginei que iria me sentir tão feliz e realizada como mãe, cada pequeno progresso é uma alegria. É muito bom perceber o quanto ela sente o nosso amor e expressa alegria em viver em família.

TF – Como foi a escolha do nome da Vitória?

Joana Schmitz – A avó do meu marido se chama Maria Vitória e o meu marido tinha vontade que ela se chamasse Vitória. Um dia na Igreja ouvimos um louvor que falava o quanto Cristo na Cruz já tinha vencido a morte por nós, e eu senti no coração que era esse o nome que eu deveria dar para ela, porque independente do que iria acontecer. Pela nossa fé, acreditávamos que valeria a pena respeitarmos a vida dela e confiar em Deus.

As palavras bíblicas que dizem que no meio da tempestade Cristo está com a gente e que contam os milagres realizados por Jesus aumentaram a nossa fé. Nós sabíamos que a possibilidade dela sobreviver era remota, mas confiamos que Deus estava acima desse diagnóstico, que Ele estava no controle da situação, que existia um propósito para tudo e que algo especial viria junto com tudo isso. Essas certezas nos motivaram a confiar, a seguir em frente com paz e tranquilidade.

Nosso coração também foi tocado, antes mesmo de sabermos do diagnóstico da Vitória, pela palavra bíblica que diz: “Deus não é homem para mentir, nem alguém para se arrepender. Alguma vez prometeu sem cumprir? Por acaso falou e não executou?” (Nm 23,19). Essa promessa nos ajudou a seguir em frente.
A leitura da Bíblia nos lembra que os milagres acontececem a partir da nossa fé e que “tudo é possível para Deus” (Lc 1,37). Como eu poderia tomar essa decisão de interromper a vida dela, porque achava que ela não iria sobreviver? Sabia que Deus estava acima disso e que Ele poderia mudar o rumo da história. A vida da Vitória nos aproximou muito de Deus, nos ajudou muito a olhar para Cristo e a confiar.

TF – O que você diria a uma mãe que enfrenta uma situação semelhante?

Joana Schmitz – Crie um vínculo com o seu filho, dê tempo e espere para ver o quanto essa criança vai ser especial. Será uma emoção muito grande sentir esse bebê se mexer e crescer no seu ventre. Faça tudo o que você faria por um bebê que não tivesse esse problema e tenha esperança. É muito importante que a mãe não deixe ninguém tirar esse sonho e esse direito que ela tem de ter esse filho e de amar essa criança pelo tempo que ela viver, mesmo que seja pouco. É preciso lutar também para que o bebê receba todo o tratamento necessário e para que tenha qualidade de vida.

A Vitória é uma criança muito doce, muito especial, que demonstra o quanto ela se sente amada. Essa deficiência não a torna inferior ou menos merecedora de amor, e é uma alegria saber que ela tem uma história e é um exemplo.

Eu estou à disposição para ajudar no que for possível. Nós criamos um grupo de apoio para ajudar mães que enfrentam situações semelhantes, para que possamos trocar experiências e receber suporte emocional.

O link do Grupo Vida pode ser acessado pelo blog www.amadavitoriadecristo.blogspot.com.br, que eu criei para contar a história de Vitória.

Manifestação contra o aborto de bebês anencéfalos

No dia 11 de abril, o Supremo Tribunal Federal julgará a Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF), nº 54, para decidir se o aborto poderá ser realizado nos casos dos bebês anencéfalos. Para impedir a sentença de morte de crianças inocentes, diversos movimentos a favor da vida e dos direitos humanos convocam a população a manifestar-se contra o aborto.

Segundo o coordenador da Pastoral da Comunicação do Vicariato Jacarepaguá, padre Francisco Reinaldo Oliveira, que é pároco da Paróquia São Sebastião, existe uma pressão de uma minoria em relação a essa questão, e a sociedade, especialmente os cristãos católicos comprometidos com a defesa da vida, deve se mobilizar para manifestar o repúdio total a essa ação, porque a maior parte da população brasileira é contrária ao aborto.

“A vida é um dom precioso de Deus dado a cada um de nós, e em qualquer um dos seus estágios e circunstâncias jamais deve ser eliminada por qualquer fator que seja. Nada pode condicionar o direito à vida de uma pessoa, muito menos de uma criança que está para vir ao mundo. Uma atitude como essa seria arbitrária e contrária a tudo o que acreditamos e professamos como verdade de fé. Todos nós devemos manifestar a nossa rejeição a esta atitude, através de cartas e emails ao STF para que essa situação seja revertida”, afirmou o sacerdote.

No dia 10 de abril, a partir das 18h, os movimentos Legislação e Vida (São Paulo) e Pró-Vida e Família (Brasília) vão realizar uma vigília de oração. No site do Movimento Pró-Vida de Anápolis (GO), os internautas poderão ter acesso ao link da Campanha “Cartas ao STF pela vida dos bebês anencéfalos”, e preencher a carta que deverá ser enviada ao STF. Informações: www.providaanapolis.org.br.


Anencefalia: um fim no amor ou no lixo

A discussão da legalidade do aborto de um bebê anencéfalo envolve várias abordagens tanto científicas, quanto éticas e religiosas. A única verdade em comum está na definição técnica: anencefalia é uma malformação rara e grave que consiste na ausência de formação do cérebro, cerebelo e da calota craniana e que por isso leva o nascituro a um estado de morte eminente, principalmente após seu nascimento. Contudo, sempre é preservado nesses casos o tronco cerebral, que garante por instantes ou até mesmo dias ou meses o funcionamento, mesmo que desordenado das funções vitais.

As grandes discussões giram em torno de três questões: a primeira está no impasse se um bebê anencéfalo pode ou não ser considerado com morte encefálica no eletroencefalograma mesmo com atividade no tronco encefálico; a segunda está no relato de alguns casos reais de anencefalia (e não de malformações menos graves) que conseguiram ser viáveis por um tempo mais prolongado como dias e meses e a terceira está no que seria o pior sofrimento das mães desses anencéfalos: o de precipitar a morte de seu filho ou de levá-lo conscientemente até uma morte natural.

Independente de todas essas questões, sabemos que a anencefalia é uma doença grave, irreversível e que levará o bebê invariavelmente à morte. O que aqui discutimos primordialmente é como será esse fim: a mãe pode amar seu filho anencéfalo, trocar experiências e palavras de amor enquanto ele sobreviver e, assim, por meios naturais e dignos acompanhá-lo até a morte ou, se assim o STF deliberar, a mãe, sem o ter amado, decidir por antecipar a morte de seu filho e de forma violenta e indigna dá-lhe um fim numa lata de lixo. A morte é infelizmente inevitável, mas para os bebês anencéfalos estamos escolhendo o amor ou o lixo.

Paulo César Silva Tavares - médico pediatra formado e especializado na UFRJ
publicado por institutogamaliel às 13:42
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O GGB (Grupo Gay da Bahia) declarou a presidente Dilma Rousseff inimiga dos gays e premiou-a com o "Troféu Pau de Sebo", concedido anualmente a personalidades cujas ações são consideradas contrárias à causa pela entidade.

O motivo da crítica à presidente foi o veto dela, no ano passado, ao kit anti-homofobia produzido pelo Ministério da Educação. O material era composto de vídeos e cartilhas sobre a questão da homossexualidade. Dilma proibiu sua distribuição após pressão de parlamentares evangélicos.

"Infelizmente, Dilma se tornou merecedora do prêmio como a principal inimiga dos homossexuais em 2011 por deixar de capacitar mais de seis milhões de estudantes contra o bullying homofóbico", afirmou Luiz Mott, fundador do GGB.

O ministro Alexandre Padilha (Saúde) também recebeu o troféu, por vetar filme de prevenção à Aids para gays no Carnaval.

Segundo Luiz Mott, os ex-presidentes Lula, FHC e Collor foram agraciados no passado com o prêmio "Triângulo Rosa", concedido a pessoas que tomaram iniciativas favoráveis aos homossexuais. Neste ano, os ministros do STJ (Superior Tribunal de Justiça) e do STF (Supremo Tribunal Federal) receberam a condecoração por terem reconhecido juridicamente a união homoafetiva.

Essa é a 22ª edição da premiação, batizada de Oscar Gay. (*)

(*) A demonstração de infantilismo desses militantes homossexuais chega a ser estarrecedora. A corja petista, incluindo Dilma, não somente é amiga dos gays, mas os agracia com toda sorte de privilégios, alçando-os à condição de casta. Se determinado político não faz uma mísera vontade de um gay, tal como uma mãe que recuse a comprar bala para o filho, mimados, eles logo voltam-se contra tal político com toda sua marcada intolerância, como se tal político fosse "homofóbico" ou "inimigo". Não são uma gracinha esses militantes cor-de-rosa? Para o militante gay ou é tudo ou nada. Daqui a pouco tacharão Dilma de "reacionária" ou "direitista", alguém duvida?
publicado por institutogamaliel às 06:33



O terno e carinhoso anjinho Haroldo Galves beijando uma senhora acamada

Costumam dizer por aí que cabeça de juiz é igual a bunda de neném, pois de lá sempre vêm uma surpresa. Eu incluiria aí também o blog de Asa Heuser. Portanto, cabeça de juiz e bunda de neném são iguais ao blog da Sra. Asa Heuser.

Uma das surpresas mais recentes foi a espécie de “direito de resposta” que Asa Heuser conferiu ao seu amigão Haroldo Galves, cuja credibilidade é compatível com sua folha criminal. Para quem ainda não sabe, Haroldo é o maior militante ateu e do homossexualismo do orkut, e fora condenado recentemente pelo crime de pornografia infantil. Não obstante, ele não aceita ser chamado de ‘pedófilo’ e quer intimidar quem assim o faz, através de palavras de seu advogado Arthur:

Quem o chamar ou divulgar para terceiros que você é pedófilo está sujeito a um processo por calúnia.”

Ver abaixo (clique para ampliar):

Ora, é bastante natural que ninguém goste de ser chamado de pedófilo, mas para que essa acusação seja falsa ou mesmo ilegítima, é preciso que tal pessoa apresente uma reputação idônea neste tocante. Uma pessoa condenada por pornografia infantil não pode se sentir ofendida, e tampouco se dizer caluniada [sic].

Os argumentos de Haroldo Galves são os mais bizarros possíveis. Segundo palavras reproduzidas de seu advogado Arthur no blog da amiga Asa Heuser:

"A sua condenação não foi por pedofilia, logo não pode ser assim taxado [sic] A imputação de algum crime a outra pessoa caracteriza calúnia [sic]. Quem o chamar ou divulgar para terceiros que você é pedófilo está sujeito a um processo por calúnia."

No entanto, tanto o advogado Arthur quanto Haroldo Galves estão totalmente equivocados.

Calúnia, segundo o artigo 138 do Código Penal, significa imputar falsamente fato definido como crime.

Ora, não existe crime de ‘pedofilia’ propriamente dito, de modo que uma pessoa pudesse julgar-se caluniada por ter sido chamada de pedófila. Não existe tal tipificação em quaisquer leis penais. O que existem são condutas que podem ser genericamente chamadas de ‘pedófilas’ em seu sentido lato, entre as quais o ‘assédio infantil’ e também o crime cometido por Haroldo de “aquisição, posse e armazenamento de pornografia infantil” (artigo 241-B do Estatuto de Criança e do Adolescente). Portanto, como alguém pode se dizer caluniado se não existe "crime de pedofilia", mas apenas condutas que em seu sentido amplo podem ser entendidas como pedófilas? Ora, é impressionante o diabólico grau de astúcia que Haroldo Galves emprega para querer se furtar a repreensões públicas pelo seu nefando crime.

Todo ser humano com inteligência mediana sabe que a atração sexual manifestada por crianças é coloquialmente chamada de ‘pedofilia’, muito embora não haja uma definição jurídica ou mesmo técnica precisa do termo. Desta forma, os homicidas não podem se julgar caluniados [sic] quando chamados de ‘assassinos’ por não haver a figura jurídica do crime de ‘assassinato’, já que o crime se chama ‘homicídio’. Tampouco os estelionatários podem se julgar caluniados [sic] quando rotulados de ‘golpistas’, por não haver a figura jurídica do crime de ‘golpe’. Portanto, este artifício diabólico usado por Haroldo não resiste a uma ponderação minimamente superficial. Eles não podem se sentir caluniados, nem tampouco ofendidos, pois se trata de uma atribuição precisa de seu caráter por conta de condutas praticadas tidas como criminosas.

Um Princípio Geral do Direito bastante conhecido é que: "a ninguém é dado beneficiar-se da própria torpeza". A origem é do Direito Romano: "nemo auditur propriam turpitudinem allegans". Este princípio encontra-se positivado difusamente, esparsamente, em diversos artigos e leis nacionais. Um exemplo é a proibição do uso de provas ilícitas para se condenar o réu (artigo 5º, inciso LVI da CRFB). Outros exemplos são os artigos 150 e 1814, I, do Código Civil. O primeiro trata da ilegitimidade do pleito de anulação ou indenização por conta de ato doloso. O segundo trata da exclusão da sucessão quem atentar contra a vida do ascendente. Há, ainda, um exemplo no Código Penal, eximindo de pena o injuriante quando o injuriado tiver provocado a injúria direta e reprovavelmente (artigo 140, inciso I). Por fim, posso citar a Súmula nº 385 do STJ de 2009, segundo a qual “Da anotação irregular em cadastro de proteção ao crédito, não cabe indenização por dano moral, quando preexistente legítima inscrição, ressalvado o direito ao cancelamento”. A razão é simples: o consumidor não pode pleitear reparação de dano quando sua reputação creditícia já não era boa, mesmo que uma nova inscrição em cadastro restritivo de crédito seja ilegítima.

Comentando sobre os Princípios Gerais do Direito, Miguel Reale assim expõe:

A maioria dos princípios gerais do direito, porém, não constam de textos legais, mas representam contextos doutrinários ou, de conformidade com terminologia assente no Capítulo XIV, são modelos doutrinários ou dogmáticos fundamentais.

Como se vê, e é salientado por Josef Esser, enquanto são princípios, eles são eficazes independentemente do texto legal. Este, quando os consagra, dá-lhes força cogente, mas não lhes altera a substância, constituindo um jus prévio e exterior à lex.” [2]

Deste modo, um criminoso que praticou condutas pedófilas não pode se sentir ofendido por ter sido chamado de ‘pedófilo’, assim como um criminoso que cometeu crime de homicídio não pode se sentir ofendido por ter sido chamado de ‘assassino’. Do contrário, milhões de criminosos neste país poderiam julgar-se desmoralizados e buscar na Justiça reparações morais, beneficiando-se de sua própria torpeza.

Retomando, como pedofilia costuma-se atribuir o desvio sexual "caracterizado pela atração por crianças, com os quais os portadores dão vazão ao erotismo pela prática de obscenidades ou de atos libidinosos". [1] Sendo assim, o crime de ‘pornografia infantil’ praticado por Haroldo é uma espécie do gênero ‘pedofilia’. Sua conduta foi de fato pedófila. Logo, não lhe assiste razão alguma em não querer ser chamado de pedófilo.

Entretanto, Haroldo Galves não quer ser chamado de ‘pedófilo’ e nem de ‘pornógrafo infantil’. A respeito deste último, ele diz anonimamente num comentário que “é um termo que só cabe a quem produz e está envolvido na produção de pornografia infantil e em auferir lucros, tipicamente essas pessoas não sentem atração por crianças.”

Assim, Haroldo Galves pleiteia uma denominação “sui generis” ao crime praticado. Fica indagado aqui: a que espécie quer ser designado, enquanto criminoso, o nosso bondoso e terno anjinho Haroldo Galves?

Agora me dêem a licença que vou fumar um cigarro. Não sou fumante, mas vou fumar assim mesmo...

Notas:

[1] Croce, Delton, et alli, Manual de Medicina Legal, Saraiva, São Paulo, 1995

[2] REALE, Miguel. Lições Preliminares de Direito. 27ª ed. São Paulo: Saraiva, 2002, p. 305

publicado por institutogamaliel às 06:32




[...] "Foi criada a doutrina dos atos inexistentes para justificar a ineficácia absoluta daqueles atos a que faltam requisitos elementares a sua existência. É o que se dá na situação citada do casamento de pessoas do mesmo sexo. Trata-se de mera aparência de matrimônio que não poderia, rigorosamente falando, ser declarado nulo. A situação é de inexistência do negócio jurídico. Seria absurdo admitir essas situações como atos jurídicos.

[...]

Em matéria de casamento inexistente há outra importante conseqüência: enquanto o casamento nulo pode ser dado como putativo, se um ou ambos os cônjuges estiverem de boa fé (art. 221 do Código Civil), o casamento inexistente, como nunca existiu, não pode gerar qualquer efeito, ainda que exista boa-fé do(s) contraente(s)."

(Direito Civil, Parte Geral, Oitava Edição; Silvio de Salvo Venosa; Editora Atlas, 8ª Edição, São Paulo, 2008, pp. 490-491)
publicado por institutogamaliel às 06:28


São Paulo ganhará, no dia 30 de abril, um hotel dedicado exclusivamente ao público gay masculino que visita a capital. O Chilli Pepper Single Hotel ficará num prédio de 2,3 mil metros quadrados na Largo do Arouche, 610, no centro, onde antes funcionava uma agência bancária.

Com a proposta de aliar lazer e hospedagem rápida ao público homossexual, ele terá uma regra clara: mulheres, mesmos as lésbicas, não entram. Segundo o empresário do setor hoteleiro e jornalista Douglas Drumond, de 40 anos, o conceito do local é preencher lacunas existente hoje na rede de hotéis da cidade, que na sua visão, ainda não atende bem os gays.

“Não existe nenhum hotel ‘gay friendly’ em São Paulo, nem durante a Parada (do Orgulho GLBT)”, diz ele, que é presidente da Câmara de Comércio LGBT e conselheiro da Coordenadoria de Assuntos de Diversidade Sexual (Cads), vinculada à Secretaria de Participação e Parceria do Município.

Vindo de uma família que já lidava com hotelaria, em Belo Horizonte, Drumond diz que só se sente confortável em um hotel na cidade – o Intercontinental, nos Jardins. Depois de anos observando o tratamento dado aos gays no Brasil e no mundo, resolveu fazer algo a respeito.

O estopim para levar o projeto adiante ocorreu no ano passado, depois do fechamento da Sauna 269, nos Jardins, conhecida como um dos mais tradicionais redutos de homossexuais da cidade. A sauna foi fechada em julho, porque a proprietária pediu o imóvel de volta.

Um mês depois, Drumond comprou um prédio do banco HSBC, aproveitando-se de sua localização: o Largo do Arouche já é tradicionalmente frequentado pelo público gay. O edifício de três andares foi comprado por R$ 5 milhões e outros R$ 2,8 estão sendo investidos, inicialmente, em reformas do hotel, que ainda tem dois terços para ser concluído.

Com três andares, ele terá visual “tecnológico”, segundo Drumond, que diz ter se inspirado em hotéis japoneses. Serão 113 quartos modulares, “caixas” individuais de madeira de 2 metros por 1,60, sem teto, com cama de solteiro e televisão de LCD, com diária estimada em R$ 120.

Haverá ainda duas suítes com banheiros privativos e três presidenciais, com custo estimado em R$ 1,5 mil. Quem não quiser pernoitar, como visitantes da Parada Gay, poderá alugar um armário no térreo por R$ 60 para deixar suas coisas, com direito a banho.

O ambiente interno deverá lembrar um avião, com cores que imitam as da companhia aérea espanhola Ibéria – preto, amarelo, cinza e laranja –, televisores espalhados e som abafado pelo ar-condicionado, que deve reduzir a falta de privacidade causada pela ausência de teto dos quartos menores.

A iluminação será indireta e no tom âmbar e haverá requintes valorizados pelo público gay, como aromatização do ambiente com essência de capim limão. Apesar disso, afirma Drumond, o ambiente não será hostil a heterossexuais, que têm entrada liberada. “Eles devem ser 20% do público”, diz Drumond, que acredita existir um nicho de homens que não se importará de estar num ambiente gay, onde se pode nadar ou pegar uma sauna nu.

Para dar conta dos mais animados e evitar constrangimentos, haverá 40 cabines no segundo andar para encontros íntimos. O Chilli Pepper deve ter cerca de 60 funcionários diretos, divididos igualmente entre gays, transexuais e héteros, que devem ficar na manutenção.

Mulheres poderão trabalhar no hotel, mas não frequentá-lo. “O atendimento é direcionado para o público masculino. Se vier uma mulher, não será bem atendida, então não deixo ela entrar. Prefiro atender bem.” (*)

(*) Lamentavelmente, São Paulo converteu-se verdadeiramente numa "Nova Sodoma" e um hotel sendo erguido para o específico fim da pederastia é a quintessência da imoralidade. Considerando-se meramente o aspecto econômico, o turismo gay é uma faca de dois gumes. Se por um lado incentiva o consumismo, e conseqüentemente a arrecadação de impostos, por outro degrada a imagem da cidade, que é palco de espetáculos obscenos, além de furtos e consumo de drogas ilícitas. Mas o pior de tudo é que os mesmos impostos arrecadados com o frenético consumismo gay farão frente aos efeitos nefastos do homossexualismo à saúde pública, com o intercâmbio de virus, bactérias e toda sorte de agentes patogênicos, que demandarão recursos para seu oneroso tratamento. Diga-se mais: o empreendimento em questão é a prova mais clara que o capitalismo, sendo amoral em teoria, pode ser imoral na prática.
publicado por institutogamaliel às 06:06




"Quando o objeto é ilícito ou impossível, o ato é nulo; mas se inexiste objeto, será inexistente o ato.

...

Pode, ainda, a inexistência provir da falta de um pressuposto específico daquele ato, como se dá, por exemplo, com o casamento, que põe na diversidade dos sexos um requisito fundamental. Nenhuma lei declara que o matrimônio de duas pessoas do mesmo sexo é ineficaz, mas, como a dualidade é da própria natureza da instituição, afirma a doutrina e aceitam os tribunais que, se vem a faltar, o ato é inexistente."

(Institiuições de Direito Civil, Caio Mário da Silva Pereira, Vol. I, 23ª Ed., 2009, Editora Forense, p. 554)
publicado por institutogamaliel às 06:05



Rafael, vítima de heterofobia

O estudante da Faculdade de Comunicação da Universidade de São Paulo (USP), Rafael Azevedo Fortes Alves, 21 anos, foi morto com uma facada no peito na manhã de hoje dentro da rádio da instituição. O assassino, identificado apenas por Fábio, que também é aluno da USP, foi preso por seguranças. De acordo com a rádio CBN, ele confessou o assassinato e disse que cometeu o crime por vingança, pois a vítima tinha "roubado uns amigos dele".

De acordo com a rádio, o crime teria tido motivação passional. O acusado seria homossexual e assumidamente apaixonado por Alves, mas a vítima teria rejeitado o acusado por ser heterossexual e ter uma namorada.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, os dois rapazes já haviam discutido ontem à noite na USP. No entanto, a secretaria não soube informar o motivo da discussão.

Segundo a rádio CBN, Alves foi encaminhado para o Hospital Universitário, mas chegou sem vida.

Procurada, a assessoria da USP não se pronunciou e disse que está apurando o caso. O crime foi registrado no 93º Distrito Policial. (*)

(*) A notícia em questão tem quase 7 anos, mas relembrar é preciso. É preciso relembrar tais fatos para não caírem no esquecimento, pois os homossexuais só aparecem na mídia para serem retratados como vítimas das circunstâncias, e cumpre a este blogueiro demonstrar como isso está muito longe de ser verdade. Os crimes motivados por homofobia não são comuns, assim como também não são comuns aqueles motivados por heterofobia, tais como esse. Todos eles são episódicos. No entanto, os crimes genuinamente homofóbicos são pinçados e ganham projeção e ressonância exaustiva nos meios de comunicação, de modo a respaldar o fraudulento discurso do movimento gay da necessidade de leis contra homofobia. Há também crimes sem qualquer conotação homofóbica que são tidos como homofóbicos só porque a vítima era gay. Assim, se um gay tiver um celular roubado, teremos uma inominável agressão aos direitos humanos, e uma encheção de saco da mídia com coberturas fatigantes. Passaram-se 7 anos deste crime, e ninguém mais lembra do caso, pois a mídia simplesmente se calou depois que veio à tona a motivação do crime: assédio homossexual. Como dá conta esta outra notícia da Revista Época, o réu foi a julgamento em 2009, mas quem por acaso foi informado da cobertura do seu julgamento, já que Rafael não integrava nenhuma dessas minorias barulhentas, não havendo um movimento heterossexual organizado para favorecer a lembrança do caso? Ao mesmo tempo em que oculta a opção homossexual do criminoso, a reportagem descreve que o cruel assassino "cravou-lhe [sobre Rafael] os 15 centímetros da lâmina afiada de uma faca do tipo peixeira, até o cabo de madeira marrom-claro, bem à altura do coração." Assim é a mídia controlada: ela favorece apenas notícias que estejam condizentes com seus interesses escusos, notadamente aqueles em que o homem heterossexual branco e católico seja vilanizado. Notícias que retratam mulheres, homossexuais, negros e judeus como vítimas são sempre exploradas até a última gota. Hoje, estamos sendo bombardeados com uma cobertura irritante e exaustiva nos meios de comunicação do julgamento do assassino da jovem adolescente Eloá, cujo resultado final não mudará em nada nossas vidas. Mas rigorsamente nada mesmo. No entanto, será que não há maior interesse em dar grande cobertura ao caso para respaldar a necessidade de leis super-protegendo a mulher do que simplesmente manter o povo informado do resultado do julgamento, o que seria suficiente com uma cobertura discreta? São os dois pesos e duas medidas da mídia controlada...
publicado por institutogamaliel às 06:03


Os ativistas gays mencionam o fato de que até os orixás respeitam a homossexualidade. Mas isso não é de estranhar. Os demônios têm uma inclinação radical pelo pecado e pela destruição do ser humano, ainda que muitas vezes disfarcem suas atividades nefastas com uma fachada de bondade. Uma jovem funcionária de um hemocentro do Rio de Janeiro contou-me de um paciente pai-de-santo gay e aidético que se relacionava sexualmente com crianças. O homossexualismo parece ser um problema comum entre os praticantes dos cultos afro-brasileiros, onde há entidades demoníacas específicas que causam e valorizam a homossexualidade e outras perversões sexuais. Aliás, a palavra quimbanda, do ritual de macumba, era usada em Angola para designar os homossexuais.

Em seu livro Porque Deus Condena o Espiritismo, o jornalista Jefferson Magno Costa revela:

Homossexualismo no candomblé

Estudioso insuspeito, o antropólogo Edison Carneiro (irmão do famoso político Nelson Carneiro), afirma, no seu livro Candomblés da Bahia (p. 140) que o candomblé arrasta muitos homens ao homossexualismo, confirmando assim o que já havia sido observado por outro estudioso desse assunto, o sociólogo Roger Bastide. Segundo Edison Carneiro, é difícil esses efeminados não serem “cavalos de Yansã, orixá que geralmente se manifesta em mulheres inquietas, de grande vida sexual, que se entregam a todos os homens que encontram…”

O jornalista Jefferson conta um caso:

Era pouco mais de meio-dia quando ele encontrou o pequeno Fernando, de nove anos de idade, perambulando pelos trilhos da linha férrea que passa nas proximidades da cidade de São Roque, interior de São Paulo. Levou o menino para casa, pediu à mulher com quem vivia há poucas semanas, Dalva Braga Medeiros, que desse comida ao garoto e lhe trocasse a roupa. Dalva demorou a atendê-lo, e ele mesmo pegou a roupa de um dos filhos da mulher e vestiu em Fernando.

Após beber aguardente, pegou o menino pela mão e saiu, alegando que ia comprar mais bebida. Ao voltar, Dalva viu manchas de sangue na roupa do pequeno Fernando. E imediatamente entendeu que o menino havia sido estuprado.

Instantes depois, ele convidou Fernando para sair outra vez, mas diante da recusa e do medo do menino, resolveu chamar Rogério, de 12 anos, filho de Dalva, para fazer companhia àquela assustada e indefesa criança, e “para ver como se mata um porquinho”. Conduzindo os dois meninos até uma clareira situada no alto de um morro, desenhou um tridente no chão, e em seguida, segundo contou Rogério, pegou o pequeno Fernando pelo pescoço e enterrou-lhe uma faca no peito; porém, insatisfeito por não ver a criança morrer imediatamente, ele, o pai-de-santo Josué Rodrigues de Souza, deu um talho de dez centímetros no pescoço da pequena vítima, e começou a lamber-lhe o sangue.

Após praticar esse ato abominável, monstruoso e demoníaco, o pai-de-santo assassino foi chamar Dalva, “pois ela nunca tinha visto um sacrifício”, mostrou-lhe a criança toda ensangüentada e morta, confessou-lhe haver praticado aquilo incorporado pelo caboclo Zé Capoeira, e que havia estuprado a criança antes de matá-la “porque satanás não aceita a alma de gente pura” (Jornal O Globo, 13/03/1986). “Eu tinha de matar uma pessoa e dar o sangue para exu. Ele estava pedindo”, foram suas palavras ao ser preso três dias após o crime. (Revista Veja, 19/03/1986, p. 111).

Escândalos e crimes no rastro das religiões africanas

O bárbaro crime praticado pelo pai-de-santo Josué é mais um entre centenas de casos envolvendo pessoas que, julgando estar servindo a Deus estão servindo ao diabo… Diante dos inúmeros casos desse gênero registrados pela imprensa, é uma pena que a indignação popular não tenha memória. O povo se esquece com muita facilidade. Há alguns anos, por ter assassinado, em rituais de magia negra, seis crianças seqüestradas em diferentes lugares do Estado do Rio, foi preso em Cantagalo, RJ, o pai-de-santo Waldir Souza Lima.

Os casos de crianças desaparecidas que são estupradas e sacrificadas em rituais de pais-de-santo parecem ser um problema sério envolvendo os cultos afro-brasileiros. Assim, além de levarem os indivíduos ao homossexualismo, os demônios também os levam a abusar sexualmente de crianças e até matá-las.

Talvez o pior assassino em série do mundo seja o homossexual Gilles de Rais, que matou brutalmente oitocentos meninos. Cada garoto era atraído à sua casa, onde recebia banho e comida. Então, quando o pobre menino pensava que aquele era o seu dia de sorte, Gilles o estuprava e queimava, ou o cortava e comia. Em seu livro The Devil’s Web (A Teia do Diabo), Pat Pulling revela o envolvimento do satanismo com o estupro e o sacrifício ritual de crianças. Ela cita o caso de Gilles:

Gilles de Rais era um nobre europeu do século 15 que estava totalmente envolvido na alquimia e outras ciências ocultas. Ele era também um pervertido sexual e sadista que matava… crianças antes de ser preso, julgado e condenado à morte. Outras evidências mostram que no passado os praticantes de adoração aos demônios realmente sacrificavam criancinhas durante suas cerimônias rituais.

Em sua pesquisa do ocultismo, Pulling chegou a entrevistar pessoalmente na prisão o homossexual Henry Lucas, um satanista que comia carne humana e que afirmou ter matado 360 pessoas em sacrifício ao diabo. Satanistas como Lucas e até cantores de rock famosos seguem as idéias de Aleister Crowley, o mais conhecido ocultista do século 20 e provavelmente o responsável pela enorme popularidade da magia negra hoje nos EUA e Europa, onde ele é considerado o pai do moderno ocultismo.

ua filosofia principal era “Deixa-te levar pelos desejos carnais!” e “Fazei o que quiserdes” , que se parece muito com a resposta que um gay aidético deu quando as autoridades médicas lhe disseram que ele estava colocando vidas em perigo. O gay aidético declarou: “Tenho o direito de fazer o que quiser com o meu corpo”. Crowley, que também era conhecido como A Besta, era viciado em drogas e tinha um prazer especial na prática da bruxaria homossexual. Seus seguidores (e provavelmente ele também) faziam sacrifícios rituais ao diabo com tanta crueldade e sadismo que o governo italiano o expulsou da Itália depois que se ficou sabendo das sangrentas orgias fatais com crianças que ocorriam em seu templo na Sicília. Pouco antes de morrer, Kinsey visitou esse templo e, de acordo com a Drª Reisman, ele era admirador de Crowley.

Embora as três principais religiões do mundo (Judaísmo, Cristianismo e Islamismo) condenem o homossexualismo, as religiões ocultas seguem um rumo diferente. Nessas religiões, os homossexuais ocupam posições elevadas. Quando as civilizações pagãs governavam o mundo, o comportamento homossexual e a relação sexual entre homens e meninos eram amplamente praticados e aceitos, Os praticantes do homossexualismo eram respeitados e muitas vezes tinham funções de destaque nas religiões e na sociedade. A escritora Judy Grahn, que apóia os ativistas gays, diz:

Muitos aspectos do shamanismo continham homossexualismo, e muitos dos deuses, espíritos e divindades do mundo têm ligação com a homossexualidade. No Taiti, havia divindades especiais para a adoração homossexual. Os antigos templos Shinto do Japão mostram cenas de orgias em rituais sexuais semelhantes às bacanais dos romanos… a Grande Deusa Mãe da antiga China, Kwan-Yin, era adorada com rituais sexuais que incluíam o homossexualismo. Quando os conquistadores espanhóis chegaram à América Central e ao Yucatan, eles viram que o que mais predominava eram sacerdotes gays e estátuas mostrando a união homossexual como ato sagrado.

No Yucatan o deus Chin instituiu a homossexualidade sagrada e sacerdotes gays serviam nos templos exatamente como acontecia na antiga Babilônia…

Na época do Antigo Testamento, as autoridades civis eram orientadas por Deus a aplicar a pena mais elevada para os atos sexuais dos homossexuais:

Se um homem tiver relações com outro homem, os dois deverão ser mortos por causa desse ato nojento; eles serão responsáveis pela sua própria morte. (Levítico 20.13 BLH)

O movimento homossexual diz que o homossexualismo não é crime. Então por que no sistema civil da Bíblia os atos homossexuais eram tratados com a penalidade máxima, juntamente com os crimes mais graves? Considerando que as práticas sexuais dos homossexuais muitas vezes trazem uma série de riscos à própria saúde de seus praticantes e ao bem-estar da sociedade em geral, o único modo de desencorajar essas práticas e trazer alguma proteção contra esses perigos era mediante o uso de leis rígidas. Pode-se dizer, com toda justiça, que é útil o estabelecimento de leis que tratam como crimes as condutas e os atos, sejam homossexuais ou não, que propagam doenças e influências fisica e moralmente nocivas para as crianças e para as famílias.

Fonte: "As Ilusões do Movimento Homossexual", de Júlio Severo
http://roberto-cavalcanti.blogspot.com.br/2008/01/homossexualismo-conexo-satnica.html
publicado por institutogamaliel às 05:59


E, semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram na sua sensualidade, uns para com os outros, varão com varão, cometendo torpeza, e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.
Romanos 1:27

O estilo de vida homossexual está muito longe de ser "saudável" ou "seguro". De facto, os homossexuais em média tem uma expectativa de vida inferior a dos heterossexuais, um facto que nos é escondido pelos órgãos que visam normalizar a sodomia.

Numa tentativa de estimar a expectativa de vida dos homossexuais, Paul Cameron e os seus colegas fizeram uma revisão 6,714 obituários de 16 jornais homossexuais dos EUA (1993). Posteriormente, eles compararam os resultados com os obituários de dois jornais convencionais.

Cameron e os seus colegas reportaram os seguintes resultados.

Idade média de morte
Heterossexuais Homossexuais*
Casados 75 anos, 80% chegou à velhice 39 se a SIDA era a causa (1% chegou à velhice)
Solteiros 57 anos, 32% chegou à velhice 42 outra doença (menos de 9% chegou à velhice)
Casadas 79 anos, 85% chegou à velhice
Solteiras 71 anos, 60% chegou à velhice
* Como disposto nos obituários homossexuais

No entanto, de acordo com o Centro de Controlo das Doenças, a expectativa média de vida nos EUA é de 77,2 (de acordo com dados de 2001). Portanto, a esperança média de vida dum homossexual (sem a SIDA) é 35,2 anos inferior.

Cameron e a equipa descobriram também que mesmo que não tenha morrido de SIDA, os homossexuais são vítimas de mais violência do que os heterossexuais. Eles descobriram que os homossexuais morriam:

  • 10 vezes mais em acidentes
  • 17 vezes mais no trânsito
  • 26 vezes mais devido ao suicídio
  • 87 vezes mais como vítimas de assassínio
  • 23 vezes mais de ataques do coração (quando comparados com caucasianos com idades entre entre 25-44).

Cameron e os seus colegas apresentaram os seus achados à Eastern Psychological Association, concluindo que os homossexuais não chegam à velhice quando comparados com os seus semelhantes não-homossexuais. O seu estudo claramente demonstra que os homossexuais tem vidas mais curtas quando comparados com os heterossexuais.

REFERENCIAS

Cameron, Paul, William L. Playfair, and Stephen Wellum (1993), “The Homosexual Lifespan,” paper presented at Eastern Psychological Association, April 17.


publicado por institutogamaliel às 05:22


O "Howard Center for Family, Religion, and Society" defende que a família natural é a unidade fundamental da sociedade; é a base de todas as civilizações saudáveis e progressivas.

A definição de família natural vem dum grupo do Congresso Mundial de Famílias, redigido em Maio de 1998 (Roma). A mesma está de acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948) e com as descobertas das ciências sociais.

A definição é:

A família natural é a unidade social fundamental, impressa na natureza humana, centrada da união voluntária de um homem e uma mulher no convénio vitalício do casamento, com os seguintes propósitos:

  • satisfazer os anseios do coração humano de dar e receber amor.
  • receber e garantir o desenvolvimento físico e emocional de crianças.
  • partilhar a casa que serve de centro para a vida social, educacional, económica, e espiritual.
  • construir fortes laços entre as gerações que transmitem o modo de vida que possui um significado transcendental.
  • estender a mão da compaixão a indivíduos e famílias cujas circunstâncias de vida pecam por não serem as ideiais.
O nosso uso da expressão "família natural" é significativo em muitos aspectos.
  • Primeiro, o termo significa uma ordem natural das estruturas familiares que não só é histórica e comum através das culturas, como é sobejamente evidente por si mesmo.
  • Segundo, o termo significa uma expressão perfeitamente defensível. "Natural" não é "nuclear" - o que limitaria o seu alcance - nem é "tradicional" - o que sobrecarregaria a sua utilidade na esfera pública. É o que é, uma expressão evidente em si mesmo.

  • Terceiro, o termo "natural" não só impede construções familiares incompatíveis, como impede também comportamentos incompatíveis entre os seus membros.

  • Quarto, "família natural" é uma expressão positiva. Não exige uma discussão das incompatibilidades negativas para se definir.

publicado por institutogamaliel às 05:19
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Não era preciso uma bola de cristal para se vêr que, depois da homossexualidade, a pedofilia seria próxima perversão a ser oficialmente normalizada pelos líderes da esquerda Para além dos esquerdistas, poucas pessoas negam a ligação entre a pedofilia e a homossexualidade.

Segundo nos relata esta notícia, se um pequeno grupo de psiquiatras e outros profissionais de saúde mental conseguirem levar a cabo os seus planos numa conferência a realizar esta semana, os próprios pedófilos poderão desempenhar um papel importante na remoção da pedofilia da lista de desordens mentais da "bíblia" dos psiquiatras, a "Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders" (DSM).

A edição de 2013 vai ser alvo de uma revisão significativa e como tal, os pedófilos querem usar o mesmo método usado pelos sodomitas no passado: fazer pressão junto dos profissionais como forma de validar a sua perversa atracção sexual por crianças. Os críticos justificadamente avisam que isto pode levar à descriminalização da pedofilia.

A conferência a realizar em Baltimore daqui a 2 dias é patrocinada pelo B4U-ACT, um grupo composto por "profissionais" de saúde mental pró-pedofilia e activistas simpatéticos. De acordo com a brochura da conferência, o evento irá examinar "formas como as pessoas com atracção por menores [pedófilos] podem estar envolvidos no processo de revisão do DSM 5" e como a percepção popular em relação à pedofilia pode ser reajustada como forma de encorajar a tolerância.

Lá está a palavra mágica do esquerdismo político: "tolerância". Todos nós temos que aprender a ser tolerantes das perversões que ajudem os esquerdistas a ter maior controle sobre as nossas vidas - quer seja a destruição da família através do aborto e da promoção da sexualidade, quer seja com a imigração em massa como forma de aumentar o número de pessoas que votam à esquerda.

Até 1973, a homossexualidade era qualificada pelo DSM como uma doença mental. Isso agora mudou devido a uma forma mais severa de doença mental chamada de "politicamente correcto". Agora, a aceitação da depravação sodomita é mandatória. O mesmo vai eventualmente acontecer com o abuso sexual de crianças, se a esquerda política conseguir levar a cabo os seus planos.

A Drª Judith Reisman, defensora das crianças, afirmou que a conferência faz parte duma estratégia que tem em vista o condicionamento das pessoas para a futura aceitação da pedofilia.

A primeira coisa que eles fazem é livrar a pessoa dos pensamento em torno do que o agressor faz criminalmente, e pô-las a pensar no estado emocional do pedófilo - para pensarem nele como alguém que considera o seu estado emocional, e gerarem empatia e simpatia.

Tu não mudas a nação duma só assentada; tens que mudá-los condicionando-os. O propósito e pôr os pedófilos fora da prisão.

Segundo a Drª Reisman, os pedófilos geralmente abusam várias crianças antes de serem finalmente apanhados.

Os dados relativos aos pedófilos em liberdade condicional confirmam que não só estes predadores repetem os seus crimes contra as crianças, como em algumas situações eles escalam-nos até ao assassínio.

Mas o mais importante não é a segurança das crianças, mas sim que os pedófilos não sejam vítimas de descriminação e "intolerância". Mais alguns anos e vai ser ilegal despedir de centros infantis pessoas que se venha a saber mais tarde terem um passado pedófilo.

Reisman avisa que a desclassificação da pedofilia como uma doença mental pode resultar na remoção dos estatutos que visam a defesa das crianças uma vez que a lei segue sempre o conselho dos psiquiatras. Ela dá como exemplo a normalização (por parte dos psiquiátras) do sado-masoquismo, exibicionismo. e a homossexualidade como precedentes.

-Fonte-


A sociedade deveria ter traçado uma linha não transponível há muitos atrás mas a maioria moral foi recuando sob receios de ser acusada de "retrógada" ou "intolerante".

Pois bem: eis aí os resultados desse recuo: os activistas homossexuais e as aborcionistas agora entram pelas escolas a dentro e "ensinam" qual o melhor comportamento sexual - que, sem surpresa alguma, é sempre um que está de acordo com o que esses grupos minoritários pensam.

nambla
Tolerância.
“O mundo é frequentemente mau, superintendente. Nada podemos contra isso. No entanto, temos sempre de lutar contra o mal.
(“Crime no Museu Britânico” , J.B. Livingstone, página 212)

"Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé." - 2 Timóteo 4:7

publicado por institutogamaliel às 05:18
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Até hoje, ainda não vi um grupo não-homossexual que tente normalizar a pedofilia. Todos os grupos mundiais que visam baixar consideravelmente (ou remover por completo) a idade de consentimento, são grupos homossexuais. Porque será?

DUBLIN, Irlanda, 9 de junho de 2011 (Notícias Pró-Família) — David Norris, candidato homossexual à presidência da Irlanda, está lutando para manter sua candidatura em meio a mais revelações ainda de que ele apoia a “pedofilia clássica” e se opõe a todas as leis que especificam uma idade determinada para consentimento sexual.
Candidato presidencial irlandês David Norris
Na sua primeira página ontem, o jornal irlandês Irish Daily Mail deu como manchete “Não creio numa idade de consentimento”, e disse que Norris havia dado uma entrevista no ano passado em que disse (nas palavras do jornal) que “a prostituição e todas as drogas têm de ser legalizadas” e “ele era pró-aborto e defendida a pederastia”.
“E na entrevista chocantemente franca que levanta sérias perguntas sobre a idoneidade dele para a presidência”, o jornal continua, “ele disse: não creio numa idade de consentimento”.
Norris respondeu numa carta, pedindo a seus apoiadores que não o julgassem de acordo com “umas duas manchetes sensacionalistas”, e dizendo que detesta abuso de crianças e que todos os criminosos deveriam enfrentar “a totalidade dos rigores da lei”. Na carta, porém, ele confirmou que não apoia nenhuma idade legal para consentimento.
Norris também negou ser “pró-aborto”, mas acrescentou: “Com certeza, acredito firmemente que o acesso a informações é o melhor jeito de se reduzir a incidência de aborto”.
Norris era o candidato que tinha mais chances de vencer a corrida presidencial da Irlanda até a semana passada, quando uma entrevista de dez anos atrás foi revelada nos meios de comunicação em que ele fez comentários de apoio à pederastia, chamando-a “pedofilia clássica”.
Norris disse para a revista Magill: “Há muitas besteiras sendo ditas sobre a pedofilia”. “Acho que existe uma histeria total e absoluta acerca desse assunto”, disse ele, insistindo em que as crianças têm a capacidade de ter informações suficientes para dar consentimento para fazer sexo, dizendo: “A lei tem de levar em consideração não a idade, mas o consentimento”.
Ele também disse que as crianças vítimas de abuso sexual são mais prejudicadas quando se condena o abuso, e disse que o incesto deveria ser proibido apenas em casos em que a vítima poderia ser engravidada.
Em sua recente carta, sobre o assunto de pederastia (relações sexuais entre um homem mais velho e um rapaz adolescente) Norris confirmou que apoia a prática, dizendo que falando de sua própria experiência como jovem gay em Dublin, ele teria preferido ter se envolvido em tal relacionamento como sua “introdução à sexualidade”.
Citando a obra de Platão O Banquete, ele escreveu: “O maior filósofo que já houve argumentou que o amor físico é a porta de entrada para o amor espiritual. Essa obra finaliza, de forma muito comovente, com Alcibíades, o belíssimo jovem de Atenas, confessando que se ofereceu sexualmente para Sócrates em troca de ter parte na sabedoria de Sócrates. Esse texto foi preservado em toda a Idade Média. Eu vi essa atitude e experiência iluminadora como uma introdução muito mais interessante e preferível à sexualidade do que minha própria experiência. Essa é a minha opinião pessoal”.
Artigos relacionados:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
publicado por institutogamaliel às 05:17


Esta notícia é tão absurda que nem sabia por onde começar.

Primeira pergunta é: porque é que um homossexual está tão interessado em reduzir a idade de consentimento? Os homossexuais em regra geral não tem experiência nenhuma com crianças, portanto, como é que eles sabem o que é melhor para as mesmas?

Ou será que há por trás desta exigência algo macabro escondido?

LONDRES, Inglaterra, 1 de setembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um dos principais ativistas homossexuais da Inglaterra de novo reivindicou a redução da idade de consentimento sexual de 16 para 14, dizendo que isso reduzirá os incidentes de abuso sexual de jovens.
Por outras palavras, a solução para se reduzir os incidentes de abuso sexual de jovens é.... parar de chamar a isso de "abuso sexual" e legalizar a prática. Seguindo esta lógica, e como medida para se reduzir o crime de furto, eu proponho que se qualifique a propriedade privada de "propriedade de todos os portugueses". Desta forma se um português roubar a outro português, o que está a acontecer não é bem um furto mas só uma transferência de um bem de uma mão para a outra.

O que o activista homossexual está a dizer é

  • Há homens que tem sexo com crianças de 14 ou 15 anos, e isso é, de acordo com a lei, abuso de menores. Como forma de acabar com o abuso sexual de crianças com 15 ou 14 anos, eu proponho que paremos de chamar a isso de abuso sexual.
Será que isso vai reduzir o abuso de crianças com 14/15 anos? Não; apenas vai trazer essa prática para dentro da lei. O argumento dos esquerdistas vai ser então "Se é legal, então não há problemas com isso!".
Peter Tatchell, fundador do grupo OutRage! (Revolte-se!), escreveu no site Big Think, “Quer gostemos ou não, muitos adolescentes têm sua primeira experiência sexual por volta da idade de 14 ou 15.”
Quer gostemos ou não, há mulheres que são espancadas pelos maridos. Quer gostemos ou não há raparigas que são abusadas pelos seus próprios namorados. O facto de certas coisas acontecerem não é base para se chamar a isso de "normal" ou mudar a lei para acomodar essa prática.
Se quisermos proteger os jovens, e eu quero, o melhor jeito de fazer isso é não os ameaçando de prisão, mas dando-lhes educação franca e de alta qualidade envolvendo sexo e relacionamentos sexuais, inclusive para crianças bem novas.
As crianças "bem novas" não estão prontas para lidar com as ramificações físicas, psicológicas e emocionais do acto sexual., e isto não devido à falta de "informação" mas sim pela natureza do acto. Este homem não está interessado na saúde mental e no bem estar das crianças mas sim em legalizar o sexo com crianças de 14 anos.
Isso inclui dar a eles mais permissões e autoridade, com treinamento, conhecimento e confiança para dizer não aos avanços sexuais indesejados e denunciar abusadores sexuais. Em comparação com a abrangente criminalização de menores de idade sexualmente ativos, essa estratégia de dar permissões é um jeito mais eficiente de proteger os jovens de pressões dos amigos e dos pedófilos”.Uma idade de consentimento mais elevada realmente coloca adolescentes mais jovens em maiores riscos de abuso “ao reforçar a ideia de que jovens abaixo de 16 anos não têm direitos sexuais”, Tatchell disse.
Não ficou definido o que são "direitos sexuais" quando se fala de crianças de 14 anos, mas estou certo que este homossexual sabe o que isso é - melhor que os pais da criança.
Eles dão o sinal de que um jovem não tem a capacidade de fazer uma escolha racional e moral sobre quando ter sexo.
Se calhar porque......crianças de 14 anos não estão prontas para lidar com a emotividade envolvida na prática sexual.
Culpa e vergonha sobre sexo também aumentam a probabilidade de abuso sexual ao incentivar a malícia e o segredo em que se desenvolve o abuso”, ele acrescentou.
Totalmente falso. O abuso não se desenvolve em meios onde há "culpa e vergonha" mas sim entre pessoas que achem que crianças de 14 anos a terem relações sexuais com adultos (que é o que este homossexual tem em mente) é "normal" uma vez que a criança tem "direitos sexuais".
"Apesar do que os puritanos e odiadores do sexo dizem, sexo entre menores de idade é em grande parte feito de forma consentida, segura e divertida”, Tatchell disse.

Por "odiadores do sexo" e "puritanos" leia-se "pessoas que acham que adultos a terem relações sexuais com crianças de 14 anos está errado."
“Se danos são provocados, geralmente não é como consequência do sexo em si, mas por causa de abuso emocional dentro de relacionamentos e por causa de sexo inseguro, que pode transmitir infecções e engravidar meninas novas quando elas não estão preparadas para ser mães”.
Ou então devido a carga emocional que é inerente ao acto sexual. Mas isto é algo que este homem não quer levar em conta uma vez que isso vai contra a sua agenda sexual.
OutRage! está há muito tempo fazendo pressão política em prol da redução da idade de consentimento na Inglaterra, onde a idade já havia sido reduzida para atos homossexuais da idade de 21 em 1994 e de novo em 2000 para 16, depois de intensa pressão política de ativistas homossexuais.
Portanto chegamos ao busílis de toda argumentação: o lobby homossexual não se preocupa com a saúde mental e física da criança de 14 anos mas sim com os seus próprios interesses pervertidos. O seu "forcing" para diminuir a idade de consentimento tem mais a ver com a sua práctica sexual do que com o que as crianças querem. No entanto, eles (os homossexuais) sabem que a sociedade não veria com bons olhos que eles forçassem o sexo entre homens com crianças de 14 anos, portanto colocam a questão dentro do "sexo entre jovens", como se esse fosse o seu verdadeiro interesse.
Carolyn Moynihan, jornalista de Auckland com um interesse pessoal em questões de família, respondeu na Mercatornet, dizendo que é “um pouco surpreendente” que Tatchell tenha feito a sugestão na época em que fizer parte de uma manifestação contra o Papa Bento, ao qual ele acusa de não proteger jovens de predadores sexuais.
Sim, a contradição dos esquerdistas é flagrante. Acusam a igreja católica de não proteger as crianças dos predadores sexuais (na sua esmagadora maioria, homossexuais) no entanto querem legalizar o sexo com crianças de 14 anos.
Moynihan disse: “É claro que sempre haverá menores de idade que têm sexo, mas isso não significa que a lei deveria fazer vista grossa. Sexo é uma parte muito complicada da conduta humana que é complexa demais para os jovens entenderem”.

Ela citou estudos que mostram que os jovens, principalmente as meninas, que têm sexo muito cedo muitas vezes lamentam. Ela cita David Lindsay, colunista do jornal Daily Telegraph, dizendo: “O sexo é para pessoas que sabem como lidar com as consequências, físicas e outras. Numa palavra, adultos”.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/sep/10090110.html

publicado por institutogamaliel às 05:16


Por Dr. Paul Cameron


Dr. Cameron é Presidente do Family Research Institute de Colorado Springs, Colorado USA. Você pode contactá-lo em: Family Research Institute, PO Box 62640, Colorado Springs, CO 80962 USA. Número do Telefone: (303) 681-3113. (Eles não têm um endereço de e-mail.)


A sociedade tem um interesse garantido legalmente em proibir comportamentos que põem em perigo a saúde ou a segurança da comunidade. Por causa disso, uniões homossexuais têm sido historicamente proibidas pela lei.


Homossexuais sustentam que seus relacionamentos são equivalentes ao casamento entre um homem e uma mulher. Eles pedem que a sociedade dignifique e aprove suas parceiras dando-lhes status legal de 'casamentos'. Eles, além disto, argumentam que homossexuais deveriam ser permitidos se tornar encorajados pais ou adotar crianças.


A melhor evidência científica sugere que colocar o selo social de aprovação às parcerias homossexuais danificaria a sociedade em geral e homossexuais em particular.


Um grande corpo de evidência científica sugere que o casamento homossexual é uma falsificação grosseira do casamento tradicional e que oferece um claro e presente perigo à saúde da comunidade:


O casamento tradicional aprimora a saúde de seus participantes, tem a taxa mais baixa de violência doméstica, prolonga a vida, e é o melhor contexto no qual se educam crianças.


Parcerias homossexuais minam a saúde de seus participantes, têm a taxa de violência doméstica mais alta, e é um ambiente miserável no qual se educam crianças.


Os Fatos a Respeito do Casamento Homossexual

Fato #1: Casamentos homossexuais têm vida curta.

Quando alguém examina os padrões do comportamento homossexual, fica claro que a demanda pelo casamento homossexual legal é menos a respeito do casamento do que a pressão pela legitimidade. A maioria dos gays e lésbicas não está em relacionamentos monógamos, e em verdade freqüentemente vivem sozinhos por preferência.

  • Em um estudo(1) de 2,000 gays norte-americanos e europeus nos anos 60, pesquisadores descobriram que "viver sozinho é provavelmente o padrão residencial chefe para homossexuais masculinos. Isso fornece a liberdade para o propósito qual seja do estilo de vida homossexual que alguém escolha, sejam encontros secretos em estacionamentos ou imersão na subcultura homossexual. Em acréscimo, relacionamentos homossexuais são frágeis o suficiente para fazer seu padrão residencial comum se deliberado ou não."
  • Um estudo de 1970 em San Francisco(2) descobriu que aproximadamente 61% dos gays e 37% das lésbicas estavam vivendo sozinhas.
  • Em 1977, o Spada Report(3) registrou que somente 8% dos gays em sua amostra reivindicaram ter um relacionamento monógamo coabitando com um amante.
  • No mesmo ano(4) mais de 5,000 gays e lésbicas foram perguntados: "Você se considera 'casado' com um outro [homossexual]?" Somente 40% das lésbicas e 25% dos gays disseram "sim". Os autores notaram que com "pares gays masculinos, é difícil mesmo sugerir que haja normas de comportamento. [Alguém] poderia esperar encontrar um padrão claro de 'categorias' emergindo das respostas às questões sobre amantes, namorados e relacionamentos. Em verdade, nenhum padrão emergiu."
  • No começo dos anos 80, uma grande amostra não aleatória (5) de quase 8,000 pares heterossexuais e homossexuais responderam a anúncios em jornais alternativos. O número médio de anos juntos foi de 9.8 para os casados, 1.7, para os heterossexuais coabitantes, 3.5 para os pares gays, e 2.2 para os pares de lésbicas.


Variedade por cima da Monogamia

Embora ativistas gays freqüentemente argumentam que legalizar o casamento homossexual ajudaria a tornar tais relacionamentos mais permanentes, a realidade é que a maioria dos gays desejam variedade em seus parceiros de sexo, não a monogamia do casamento tradicional.

  • Em 1987, somente 23% dos gays de Londres (6) reportaram exclusividade sexual "no mês antes da entrevista".
  • Em 1990, somente 12% dos gays em Toronto, Canada(7) disseram que eles estavam em relacionamentos monógamos.
  • Em 1991, no meio da crise da AIDS, gays australianos(8) foram monitorados a ver se eles tinham mudado seus hábitos sexuais. Não houve essencialmente nenhuma mudança em 5 anos: 23% relataram um relacionamento monógamo, 35% um relacionamento não-monógamo, e 29% só "sexo casual". Os autores relataram que "havia quase tantos homens movendo-se para monogamia como fora dela, e fora das parcerias somente casuais como dentro delas."
  • Em 1993, um estudo(9) de 428 gays em San Francisco descobriu que somente 14% relataram apenas um único parceiro sexual no ano anterior. A vasta maioria teve múltiplos parceiros de sexo.
  • Em 1994, a maior revista nacional gay relatou que somente 17% de suas amostras de 2,500 gays reclamaram viver juntos em um relacionamento monógamo.

Mesmo gays que têm parceiros por longo período não agem por 'regras' típicas. Somente 69% dos gays holandeses" com um 'parceiro' tipo casamento realmente vivem juntos. O número médio de "parceiros externos" por ano de 'casamento' foi 7.1 e subiu de 2.5 no primeiro ano do relacionamento para 11 no 6º ano.


Por que casamentos homossexuais são mais curtos e inferiores aos casamentos tradicionais?

Em qualquer época determinada, menos de um terço dos gays e, aproximadamente, metade das lésbicas estão vivendo com amante. Porque os relacionamentos são tão curtos, a media homossexual pode antecipar muitos, muitos 'divórcios'.


Em qualquer instante, cerca de 10% dos gays vivem juntos em relacionamentos monógamos. Sua monogamia raramente continua além de um ano. Talvez metade das lésbicas vivam juntas em relacionamentos monógamos. Esses tipicamente se dissolvem em um a três anos.


Esses mesmos padrões aparecem na literatura científica por sobre os últimos 50 anos, tanto muito tempo atrás quanto durante a epidemia de AIDS. Essa consistência sugere uma realidade associada com a prática da homossexualidade, uma realidade improvável de ser afetada por mudanças nas leis de casamento.


A Experiência Dinamarquesa

Na Dinamarca, uma forma de casamento homossexual tem sido legal desde 1989. por volta de 1995, menos que 5% dos homossexuais dinamarqueses contraíram casamento, e 28% desses casamentos já terminaram em divórcio ou morte.(12)


A experiência dinamarquesa não fornece qualquer evidência que o 'casamento' gay seja benéfico. Homens que casaram com homens eram três vezes mais aptos a serem viúvos antes da idade dos 55 em relação aos homens que casaram com mulheres! Similarmente, uma mulher que casou com uma mulher era três vezes mais apta de ser uma viúva do que uma mulher que casou com um homem.


Fato #2: Estudos mostram que o casamento homossexual é arriscado a saúde de alguém.

Através do mundo, numerosos pesquisadores relataram que homossexuais 'comprometidos' ou 'emparelhados' são mais aptos de se engajar em práticas sexuais em alto risco e biologicamente anti-higiênicas do que gays 'solteiros'. Como uma conseqüência dessa atividade, eles aumentaram suas chances de contrair AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis ou de origem sangüínea.

  • Em 1983, perto do começo da epidemia da AIDS, gays em San Francisco(13) que reclamaram estar em "relacionamentos monógamos" foram comparados àqueles que não eram. Sem exceção, aqueles em relacionamentos monógamos mais freqüentemente relataram que eles tinham se engajado em atividade biologicamente insalubre durante o ano passado. Como exemplo, 4.5% dos monógamos v. 2.2% dos sem parceiros engajaram-se em beber urina, e 33.3% v. 19.6% reivindicaram praticar sexo oral-anal.
  • Em uma amostra de gays de Londres (6) em 1987, aqueles infectados com HIV eram mais aptos a ter parceiros regulares do que aqueles não assim infectados. Em 1989, pesquisadores italianos (14) investigaram 127 gays presentes em uma clínica de AIDS. Doze por cento daqueles sem parceiros fixos v. 28% daqueles com parceiros fixos eram HIV+. Os investigadores observaram que "para nossa surpresa, prostitutos masculinos não pareciam estar em risco aumentado, enquanto homossexuais que relataram ter um parceiro fixo (p.e., o mesmo homem pelos seis meses anteriores) levaram a cabo o mais alto risco relativo."
  • Durante 1991-92, 677 gays na Inglaterra(15) foram perguntados sobre "sexo anal desprotegido". Aqueles que tiveram parceiros 'regulares' relataram vidas sexuais que eram "cerca de três vezes mais prováveis de se envolver em sexo anal desprotegido do que parcerias descritas como de manter-se 'casual/uma noite"'. Sexo com um parceiro regular "era bem mais importante do que falta de ciência do status de HIV em facilitar comportamento de alto risco."
  • Um estudo de um diário sexual britânico (16) de 385 gays relatou que homens em relacionamentos "monógamos" praticaram mais intercurso anal e mais sexo anal-oral do que aqueles sem um parceiro fixo. Concluiu-se que "homens gays em um relacionamento fechado... exibem... o mais alto risco de transmissão de HIV."
  • Em 1992, uma amostra(17) de 2,593 gays de Tucson, AZ e Portland, OR reforçaram a consistente descoberta que "homens gays em relacionamentos primários são significantemente mais prováveis do que homens solteiros a engajar-se em intercurso anal desprotegido."
  • Similarmente, uma amostra de 1993(18) de gays de Barcelona, Espanha praticou sexo de mais alto risco com seus parceiros regulares do que com casuais apanhados.
  • Até um estudo de 1994(19) de mais de 600 lésbicas demonstrou que "a conexão entre monogamia e sexo desprotegido,... era muito consistente por todas as entrevistas. Sexo protegido era geralmente igualado com encontros casuais; sexo desprotegido era geralmente igualado com relacionamentos com confiança. Não usar barreiras de látex era visto como um caminho no processo de comprometimento relacional. Escolher ter sexo desprotegido indicava aprofundar a confiança e intimidade conforme o relacionamento progredia."


Por que o casamento homossexual é um perigo à saúde?

Enquanto pessoas casadas comprometem-se e geralmente vivem acima de suas promessas de fidelidade sexual, participantes de "casamentos" gays e lésbicos oferecem a cada um algo totalmente diferente. Eles vêem intimidade biológica comum e assumir risco sexual como a marca de confiança e comprometimento. Ser exposto dessa forma às descargas corporais de seu parceiro aumenta o risco de doença, especialmente se aquele parceiro era 'casado' com alguém mais antes ou engajado em sexo com outros fora do relacionamento.


A evidência é forte que tanto gays e lésbicas são mais aptos a assumir riscos biológicos quando tendo sexo com um parceiro do que quando tendo sexo casual. A evidência é também forte que gays desproporcionalmente contraem mais doenças, especialmente a AIDS e as várias formas de hepatite, de sexo com "parceiros" do que de sexo com estranhos. Há também alguma evidência (20) que gays com parceiros são mais aptos a morrer tanto de condições de AIDS e não-AIDS do que aqueles sem parceiros.


Como gays, lésbicas 'casadas' são mais aptas a se engajar em intimidade biológica e assumir riscos. Porém, há insuficiência evidência a concluir se taxas de doença ou morte são mais altas por lésbicas com parceiras ou sem parceiras.


Fato #3: Casamento homossexual tem a taxa mais alta de violência doméstica

A violência doméstica é uma preocupação de saúde pública. Entre heterossexuais, não somente é uma sinalização óbvia de casamento problemático, mas a atenção da mídia e dólares de impostos para ajudar as 'mulheres espancadas' têm tanto crescido tremendamente nos recentes anos. O que não é reportado é a evidência empírica sugerindo que pares homossexuais têm taxas mais altas de violência doméstica do que casais heterossexuais, especialmente entre lésbicas.


Em 1996,(21) Susan Holt, coordenadora da unidade de violência doméstica do Centro de Gay e Lésbica de Los Angeles, disse que "violência doméstica é o terceiro maior problema de saúde encarado pela comunidade gay e lésbica de hoje e atrás somente de AIDS e abuso de substâncias... em termos de números absolutos e letalidade."


A taxa media de violência doméstica no casamento tradicional, estabelecida por uma pesquisa do governo federal por toda a nação (22) de 6,779 casais casados em 1988, é aparentemente menor que 5% por ano. Durante seus anos mais recentes de casamento, 2.0% dos maridos e 3.2% das esposas disseram que eles foram golpeados, empurrados ou tiveram coisas neles atiradas. Heterossexuais não casados, coabitando relatam (23) taxas mais altas de violência numa taxa de cerca de 20% a 25% por ano.



Quando o mesmo padrão é aplicado aos relacionamentos de gays e lésbicas, as seguintes evidências emergem:


  • Em 1987,(24) 48% das 43 lésbicas, e 39% dos 39 pares gays da Geórgia reportaram violência doméstica.
  • Em 1988,(25) 70 estudantes lésbicas e gays participaram em um estudo de resolução de conflito em relacionamentos de gays e lésbicas. Estimados 29% de pares gays e 56% de pares de lésbicas experimentaram violência no ano passado.
  • Em 1989,(26) 284 lésbicas foram entrevistadas que estavam envolvidas "em um relacionamento comprometido, coabitando" durante os últimos 6 meses. Ajustado para reportar por apenas um parceiro, estimados 43% dos relacionamentos foram violentos no ano passado.
  • Em 1990,(27) quase metade dos 90 pares de lésbicas em Los Angeles reportaram violência doméstica anualmente. 21% dessas mulheres disseram que elas eram mães. De forma interessante, daquelas mães que tinham crianças vivendo com elas, 11 viveram em relacionamento "violentos" e 11 em relacionamentos "não-violentos". Assim, diferente do tradicional casamento onde pais freqüentemente abrirão mão de brigar para defender as crianças da hostilidade, não houve qualquer evidência dessa investigação que a presença de jovens reduzia a taxa de violência doméstica.

Geralmente, a evidência está claramente convencendo que a violência doméstica homossexual excede a violência doméstica heterossexual. A limitada literature científica sugere que violência física doméstica ocorre todo ano entre menos de 5% dos casais tradicionalmente casados, 20% a 25% dos coabitantes heterossexuais, e aproximadamente metade dos pares de lésbicas. A evidência é menor certamente para gays, mas sua taxa parece cair em qualquer lugar entre aqueles não casados, coabitantes heterossexuais e lésbicas.


Fato #4: Violência doméstica homossexual é um problema bobo em relação a ataques gays

Ativistas gays e a mídia são rápidos em afirmar que atitudes discriminatórias pela sociedade 'heterossexual' conduz diretamente à violência contra (p.e., 'agressões a gays'). Em verdade, a evidência sugere que violência doméstica homossexual substancialmente excede, em freqüência e letalidade, qualquer e todas as formas de agressões a gays. Isto é, a violência que homossexuais causam um ao outro é muito mais significante que a violência que outros causam a homossexuais.


Em 1995, um consórcio de violência doméstica homossexual conduziu um estudo (28) em seis cidades: Chicago, Columbus, Minneapolis, New York, San Diego, e San Francisco onde relatos de perturbação anti-homossexual ou violência doméstica do mesmo sexo foram tabulados.


Os incidentes de perturbação envolveram chamar pelo nome (p.e., 'faggot,' 'queer') a dano físico real ou dano à propriedade. Violência doméstica homossexual, por outro lado, referiu-se somente a incidentes em que ocorreu dano físico real ou foi seriamente ameaçado (p.e., encontrou o padrão legal para violência doméstica).


Os resultados? Por toda nação,(29) bem como nessas cidades, por volta da metade dos relatos de perturbação anti-homossexual em 1995 envolveram somente difamações ou insultos, assim não elevando-se ao nível de real ou ameaçada violência física.


Em San Francisco, houve 347 chamadas a respeito de violência doméstica do mesmo sexo e 324 chamadas a respeito de perturbação anti-homossexual. Em três das cinco cidades houve também mais chamados relatando violência doméstica do mesmo sexo em relação a perturbação anti-homossexual. A mesma razão foi relatada para o estudo como um todo.


Dado que metade dos relatos de perturbação não elevaram-se ao nível de violência, enquanto violência doméstica significava exatamente que, se os dados colhidos por esse consórcio de homossexuais corresponde à realidade fundamentada, a ameaça física aos homossexuais de violência doméstica do mesmo sexo é mais do que duas vezes maior que a ameaça física que eles experimentam de 'fora'.


Preferencialmente a ser um 'abrigo contra tempestades da vida', como o casamento tradicional é algumas vezes caracterizado, estando homossexualmente emparceirado realmente aumenta os perigos físicos associados com homossexualidade.


Fato #5: Homossexuais são miseráveis pais

Menos de 20 estudos empíricos foram feitos sobre pais homossexuais. Esses estudos foram pequenos, induzidos e geralmente falharam em endereçar muitas das preocupações tradicionais a respeito da paternidade homossexual. Porém, à evidência limitada eles geraram apoio ao que o senso comum esperaria.


O maior estudo,(30) e o único baseado em uma amostra aleatória, estimou que menos da metade de um por cento dos norte-americanos tiveram um pai homossexual. Aqueles que tiveram era mais prováveis a:

  1. reportar ter tido sexo com um pai/mãe,
  2. experiência da homossexualidade como seu primeiro encontro sexual,
  3. ser sexualmente molestado,
  4. se tornar homossexual ou bissexual, e
  5. relatar falta de satisfação com sua infância.

Os vários estudos,(31) adicionados juntos, sugerem que as crianças de homossexuais são pelos menos 3 vezes mais aptas a se tornarem homossexuais do que crianças educadas por casamentos tradicionais.


Além disto, há razoável evidência, tanto na literatura empírica quanto em dúzias de casos da corte concordando com o assunto,(32) que crianças de homossexuais são mais aptas a serem sexualmente expostas ao estilo de vida homossexual e/ou molestadas.


Finalmente, evidência substancial (31) sugere que as crianças de homossexuais são mais aptas a duvidarem de sua própria sexualidade, se sentirem envergonhadas pelos seus pais homossexuais, e serem importunadas e ridicularizadas por seus colegas.


O que nós podemos concluir?

Casamento homossexual é uma má idéia. Enquanto o casamento tradicional cede benefícios a seus participantes bem como à sociedade, casamentos gays causam danos a todos, especialmente os próprios homossexuais. Não somente dá lugar a homossexuais em risco aumentado pelo HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis, mas também os sujeita a uma ameaça aumentada de violência doméstica e morte prematura.


O casamento homossexual não é nada parecido com o casamento tradicional. Uniões homossexuais não são erigidas em volta de comprometimentos por resto da vida, nem são bons ambientes para educar as crianças.


Aqueles que apóiam legalizar casamento homossexual incluem as mesmas pessoas misericordiosas que patrocinaram o direito de solteiros se tornarem pais. Nós conhecemos os resultados dessa campanha: um terço das crianças da nação não têm um pai. Nós também sabemos que crianças sem pais muito mais freqüentemente vão miseravelmente na escola, arrumam problemas com a lei e se tornam pais de função defeituosa.


Seria ridículo ocupar-se com algo tão vital à saúde pessoal e social quanto o casamento tradicional com vistas a aplacar as mesmas almas perturbadas que pressionam por nossa bagunça cultural atual.

Referências

1. Weinberg, M.S. Williams, C.J. Male homoseruals: their problems adaptations. NY: Penguin, 1975.

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32. Cameron, P. Cameron, K. Homosexual parents: a natural comparison. Psychol Repts, 1997, in press.

Esse panfleto educacional foi produzida pelo Family Research Institute, Inc., Dr. Paul Cameron, Presidente. Um completo relato está disponível para uma doação de $25 nos EUA, $40 no estrangeiro, com a postagem incluída.

Family Research Institute
PO Box 62640
Colorado Springs, CO 80962
Phone: (303) 681-3113

The Family Research Report newsletter is $25/year ($40 foreign)

Copyright, 1997, Family Research Institute, Inc.
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(Fonte)
Em 1979, os pesquisadores homossexuais Karla Jay e Allen Young publicaram The Gay Report, um livro de mais de 800 páginas descrevendo os hábitos e atitudes sexuais dos homossexuais.

O livro é baseado em 1,900 respostas de pesquisa sexual de homossexuais masculinos, 1,000 de homossexuais femininas, e 2,500 de questionários da revista Blueboy. (Blueboy era um jornal homossexual de Miami.)

O Gay Report é um livro obsceno, mas fornece uma precisa visão geral “dos próprios homossexuais” dos depravados estilos de vida que eles levam.

Nesse sumário de citações do The Gay Report, nós evitamos citar muitos dos comentários obscenos feitos pelos homossexuais a respeito de seus hábitos de sexo.

Hábitos Sexuais de Homossexuais Masculinos

Capítulo 13, “Variações Eróticas de Alguns Homens Gays”, listou estatísticas de centenas de homossexuais que responderam à pesquisa de Jay & Young sobre hábitos sexuais. Na página 555, os autores listam 13 diferentes actividades sexuais.

Homossexuais admitiram que “de certa forma frequentemente” engajaram-se nas seguintes actividades: sado-masoquismo, 6%, escravidão e disciplina, 4%, urina, 10%, humilhação, 3%, enemas, 1%.

Homossexuais masculinos admitiram muito mais frequentemente se engajar em atcos sexuais a três.—5%; 10% “de certa forma frequentemente” e 20%, “de certa forma não frequentemente. Homossexuais admitiram se engajar em orgias ou sexo grupal: 4% “muito frequentemente,” 6% “de certa forma frequentemente,” 16% “de certa forma não frequentemente.” (P. 587).

Promiscuidade: Homossexuais Masculinos que responderam à pesquisa de Jay & Young indicaram que eles são altamente promíscuos. No Capítulo 7, “Homens Gays: Alcançando Exteriormente, Olhando Interiormente,” Jay & Young publicaram estatísticas sobre quantos parceiros sexuais homossexuais têm em uma semana, um mês, um ano, e a vida toda.

As estatísticas sobre parceiros a vida toda revelaram que 15% tiveram de 1-10 parceiros; 17% tiveram de 11-25; 20% indicaram 26-50 parceiros; 6% tiveram 51-75; 7% tiveram 76-100; 8% tiveram 101-200; 4% tiveram 201-300; 6% tiveram 301-1,000; 17% tiveram milhares ou “muitos.” (pgs 248-249).

Um respondente dessa parte da pesquisa sexual registou:

“A promiscuidade é um conceito heterossexual que é usado para nos atacar…. Eu acho isso desumano, sexista e, no final das contas, danoso à psique. Se você fala em termos de ‘liberdade sexual’ e divide experiência sensual, pode ser uma coisa magnífica. Eu suponho que tudo dependa dos motivos.”
Monogamia: Homossexuais também têm uma diferente definição do que a monogamia significa em um relacionamento. No Capítulo 9, “Homens Gays: Pares, Solteiros, e a Questão Mulher Masculinizada/Fêmea,” homossexuais masculinos foram solicitados a descrever como eles vêem fidelidade, monogamia e inveja.

Eis aqui várias respostas:

  • “Monogamia é uma forma de insegurança expressada principalmente por agarrar à força alguém, e agarrar à força mais frequentemente conduz ao estrangulamento.”
  • “Nós éramos estritamente monógamos pelos primeiros três anos, mas incluí três outros amigos no ano passado.”
  • “Quando eu começo a ficar emocionalmente envolvido com alguém, eu descubro que não é uma boa ideia para mim ter sexo com outras pessoas, assim eu não me torno obcecado.”
  • “Monogamia significa ter um parceiro em um tempo, e o que os gays usualmente pensam é o caso de ter um amante e ter sexo com outros. Isso é mais apropriadamente rotulado de exclusividade ou não-exclusividade sexual.”
  • “Eu não poderia ser verdadeiro em um acordo monógamo com um outro gay masculino. Homossexualismo e promiscuidade andam de mãos dadas, em minha opinião.” (pgs 358-359)

Hábitos Sexuais de Homossexuais Femininos

No Capítulo 12, “Os Especializados Gostos de umas Poucas Lésbicas,” homossexuais femininas responderam que elas “muito frequentemente” engajavam-se nas seguintes actividades: sadomasoquismo, 0%; escravidão e disciplina, 1%; humilhação, 1%; fisting, 1%. Seis por cento admitiram ter sexo com animais—mas não frequentemente. (pgs. 512-521.)

Trinta e oito por cento das homossexuais femininas admitiram engajar-se em actos sexuais com três pessoas; 16% envolveram-se em orgias sexuais.

No Capítulo 8, “Relacionamentos Lésbicos e Interpretação de Papéis,” homossexuais femininas responderam a questões sobre promiscuidade e relacionamentos monógamos.

Promiscuidade: Homossexuais femininas tiveram os seguintes parceiros sexuais por toda a vida: 62% tiveram 1-10 parceiros sexuais; 24% tiveram 11-25; 11% tiveram 26-50; 1% tiveram 50-300; e 2% indicaram “centenas” por toda a vida. (pg. 324)

Monogamia: Eis aqui várias respostas à questão da monogamia:

  • "Eu tenho sexo fora do relacionamento, e nós falamos disso abertamente. Até aqui houve um efeito positivo."
  • “Eu tenho sexo com a mulher que eu moro e com outra amante.”
  • “Umas noites tudo bem para cada um de nós se nada melhor aparecer.”
  • “Nós temos sexo fora do nosso relacionamento. Nós nos sentimos enriquecidas com nosso sexo juntas e nossa própria sexualidade.” (pgs. 326-327)

Visões sobre o Assim-Chamado Casamento Gay.

No Capítulo 9, homossexuais expressam suas visões sobre o assim-chamado “casamento gay.” Eis algumas de suas respostas:

  • “Casamento é um fingimento. Significa para o público atrapalhar relacionamentos privados. Não legalizar casamento gay —declara fora da lei casamento heterossexual!”
  • “Casamento deveria ser reestruturado e abolido pelo estado.”
  • “Casamento deveria ser abolido.” (pgs. 363-364)

Hábitos Sexuais Permanecem Essencialmente os Mesmos Hoje

Embora esse livro tenha sido publicado em 1979, o fato é que homossexuais continuam a se engajar hoje nas mesmas actividades sexuais— mesmo que a AIDS continua a se difundir entre homossexuais.

O relato TVC, “Comportamento Homossexual Abastece a AIDS e epidemias de DST’s,” cita um relatório do CDC de Novembro de 2003, documentando o crescimento do HIV entre homossexuais em 29 estados em 2002. O relatório também cita Dr. John Diggs, que publicou “Os Riscos à Saúde do Sexo Gay” para o Corporate Resource Council.

Diggs registra que homossexuais tipicamente se engajam em sexo oral e anal, coroar (boca em contato com o ânus), fisting (inserção do punho e braço no interior do ânus), chuveiros dourados (urina), sadomasoquismo, e a inserção de tais objectos como garrafas, lanternas e até mesmo roedores no interior do reto.

Em acréscimo, muitos homossexuais estão se engajando em festas de “barebacking”, que são orgias de sexo incluindo vários indivíduos que estão infectados pelo HIV. Alguns homossexuais são “perseguidores de vírus,” que deliberadamente procuram ser infectados. A revista Rolling Stone (Janeiro de 2003) detalhou essa prática entre muitos homossexuais.

Homossexuais continuam a infectar uns aos outros e se engajar em comportamentos que podem matá-los.

publicado por institutogamaliel às 05:12


por Roberto Cavalcanti

Esses prints do site de relacionamentos Orkut são de alguns anos atrás e revelam como o homossexualismo é um fenómeno comportamental do mais baixíssimo requinte. Para ampliá-los é só clicar na imagem.

Em primeiro lugar um homem que se declara como homossexual afirma que curte "scat". Para quem não sabe o que é isso, é o hábito de ingerir fezes, muito comum entre homossexuais. Como era de se esperar, ele se diz "blindado de preconceitos". Realmente, é o bendito preconceito que nos evita de procurar um prato de fezes em lugar de um prato de comida.





Este print abaixo é de um homossexual que tem o costume de enfiar brinquedos no ânus. Isso realmente deve dar muito trabalho para proctologistas, sobretudo da saúde pública em atendimento emergencial, enquanto tais recursos poderiam estar sendo empregados em problemas mais sérios.



Neste outro print abaixo, o homossexual confessa que sai pelas ruas do Rio atrás de mendigos fedendo a cachaça e mijo. Imaginem o clima de "romantismo" existente entre gays... E há gente com cocô na cabeça querendo equiparar o envolvimento heterosexual a essa baixaria e degradação humana...



Esse outro homossexual abaixo tem tendências pedófilas, o que não é de espantar, não é mesmo?



No Carnaval de 2006, sexo até no meio da rua:




Dona Iara Bernardi, autora do projeto PLC 122/2006 afirma categoricamente (abaixo) que quem quer que critique os comportamentos acima, típicos dos homossexuais, inclusive os religiosos, poderão ir para a cadeia. Não é um verdadeiro absurdo?


[Meu comentário]: Este é o sub-mundo do homossexualismo: sexo oral, anal (e sabe-se lá o quê) com desconhecidos, "fisting" (acto perigoso onde um punho é inserido no ânus de outro homem), ingerir excremento, sexo com mendigos sujos e potencialmente perigosos e, claro, pedofilia.

Mas se nós criticarmos este tipo de vida, nós é que somos pessoas com "preconceito".

publicado por institutogamaliel às 05:11


Transvestis argentinos estão em oposição à nova legislação que propõe criar uma terceira casa de banho para os transvesti em zonas comerciais.

A lei proposta, avançada pela intendente municipal Gimena Abonassar, tenciona proteger as mulheres dos homens que entram nas suas casas de banho vestidos como mulheres. Segundo se sabe, isto tem-se verificado com alguma frequência em alguns países. Claro que isto só surpreende quem quer ser surpreendido.

Temos em mente a criação de uma terceira casa de banho para os transvestis uma vez que alguns pais tem-se queixado que as suas filhas sentem-se desconfortáveis com a presença deles enquanto elas usavam a casa de banho.
Claro! Qual é o pai responsável que não se sentiria perturbado em saber que a sua filha pode estar a usar uma casa de banho onde homens mentalmente perturbados podem estar presentes? (Sim, homens que se vestem de mulheres é evidência de algum distúrbio emocional)

Embora Abonassar tenha afirmado que o grupo transvesti local apoie a medida, a Associação de Transvestis, Transsexuais e Transgéneros da Argentina (ATTTA) recusa-se a aceitá-la.

Nós somos contra essa medida porque ela aparenta ser descriminação.
Ah, lá está a palavra mágica "descriminação". Basta usar esta palavra para destruir toda e qualquer objecção à perversão.
A intendente municipal deveria informar-se mais e legislar em favor de mais integração.
Tradução: não ofereçam resistência à nossa agenda de ter acesso a rapariguinhas longe dos seus pais dentro das casas de banho.
A única coisa que esta lei consegue atingir é mais descriminação, sendo assim mais um exemplo de transfobia da parte de muitos políticos que não sabem o que as pessoas necessitam.
Hmm, não, senhores da ATTTA. A senhora intendente municipal está a pensar racionalmente quando propõe que homens que se vestem de mulheres não entrem numa casa de banho feminina. Chama-se a isto "bom senso".
Que triste situação chegou a civilização ocidental quando temos que criar uma TERCEIRA casa de banho para acomodar pessoas com distúrbios emocionais. Mas mal por mal, antes assim do que deixar que homens entrem em casas de banho femininas.

Talvez não seja má ideia construir uma terceira casa de banho para os homossexuais e transvestis uma vez que a existência de duas casas de banho tem como base (ou uma das bases) a atracção.

Se um homem está proibido de entrar numa casa de banho feminina por causa da atracção, então um homem homossexual também não deveria entrar numa casa de banho para homens. O mesmo para as lésbicas. Temos que ter então 5 casas de banho: uma para os homens com orientação sexual normal, outra para as mulheres com orientação sexual normal, outra para os homens homossexuais, outra para as lésbicas e outra para os transgénero/transvestis.

Tais são as consequências da normalização de comportamentos sexuais anormais.


publicado por institutogamaliel às 05:10


A ministra da Segurança da Argentina, Nilda Garré, determinou que as pessoas "trans" - travestis, transsexuais e transgéneros - deverão ser reconhecidas pelas forças policiais em todo o país por sua identidade auto-percebida.

Desta forma, as pessoas "trans" poderão utilizar a vestimenta de sua identidade. Isto é, um travesti terá o direito de ostentar um uniforme de policial feminina, além de utilizar instalações diferenciadas por sexo, como banheiros e vestiários.

"Isto é com o objectivo de respeitar o direito de ser quem é", disse Garré. A ministra também sustentou que a medida pretende combater condutas "transfóbicas e homofóbicas".

Essa determinação será aplicada para qualquer tipo de trâmite, comunicação ou publicação interna das forças de segurança. Cada pessoa "trans" que integre o corpo policial deverá ser chamado pelo nome que escolheu. Os policiais também receberão capacitação sobre os assuntos relativos à identidade de género.

Além disso, ao contrário do que era realizado até o momento - o de colocar presos travestis em celas de homens - a determinação da ministra Garré implicará em destinar celas específicas para pessoas "trans".

Segundo a resolução, "no caso que o/a detido/a considere que existe um risco potencial para sua integridade pessoal, se no momento de informar seu género não se identifica com nenhum do binómio masculino/feminino, poderá ser albergado em uma cela separada".

A medida da ministra Garré inclui a Polícia Federal, a Gendarmería, Guarda-Marinha, e a Polícia de Segurança Aeroportuária.Identidade - O projecto lei de identidade de género foi aprovado na quarta-feira à noite na Câmara de Deputados com 117 votos a favor e 17 negativos.

O projecto, que ainda precisa passar pelo Senado, determina o reconhecimento às pessoas de "desenvolver-se e serem tratadas de acordo com sua identidade de género livremente escolhida".

Desta forma, será gratuita toda modificação de documentos, incluindo a certidão de nascimento da pessoa que deseje uma alteração formal em sua identidade de género. A modificação poderá ser realizada sem intervenção da Justiça.

publicado por institutogamaliel às 05:09


Por acaso chegaram a ouvir o argumento dos defensores do "casamento" homossexual de que a redefinição do casamento, de modo a incluir a homossexualidade, não vai afectar o casamento tal como o conhecemos? Pois bem, eles estavam apenas a brincar.

Um artigo no New York Times orgulhosamente informa que, não só 50% das uniões homossexuais são relações "abertas", como também informa que isso é um óptimo modelo para os heterossexuais emularem:
Essa transparência pode fazer relacionamentos mais fortes, disse Joe Quirk, autor do livro It's Not You, It's Biology "A combinação entre a liberdade e o entendimento mutuo podem gerar um nível especial de confiança", disse o sr. Quirk.

"O casamento tradicional americano está em crise, e nós precisamos de discernimento" afirmou Quirk, citando citando a nova perspectiva que os casais trazem para o matrimónio.

"Se a inovação vai acontecer, ela será liderada pelos casamentos homossexuais."

Para começar, não há "casamentos homossexuais". Casamento, por definição, é heterossexual.

Se por acaso pensavas que os activistas a favor do gaysamento apenas queriam a não-existente igualdade - e não a redefinição o casamento natural - estavas enganado.

Toda essa conversa em torno da "igualdade" é uma ilusão. O que eles querem é destruir a instituição do casamento uma vez que o casamento e a reprodução são as evidências mais óbvias da superioridade da heterossexualidade em relação às demais práticas sexuais.

Pensem o que é um relacionamento onde não há monogamia. Pensem em construir uma família normal (marido e mulher) onde não há fidelidade. Quanto tempo durará? Agora imaginem essa "abertura" num estilo de "vida" que, pela sua própria natureza, já inspira comportamentos promíscuos. Qual será o resultado?


De acordo com os dados científicos e, acima de tudo, de acordo com a Palavra do Criador, nós fomos geneticamente e espiritualmente programados para a monogamia. Mas os activistas a favor do "casamento" homossexual querem construir uma sociedade onde a fidelidade seja um conceito do passado.

O que é que se pode dizer de pessoas (heterossexuais e homossexuais) que promovem comportamentos que nós sabemos empiricamente que não funcionam? A Bíblia tem um verso para tais "sábios":

Romanos 1:21 - Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos.
Todos nós sabemos que para um casamento funcionar harmoniosamente tem que haver fidelidade. Isto nem é tanto um conceito "religioso" mas um conceito óbvio. O que os activistas homossexuais querem fazer é destruir uma das instituições mais importantes da sociedade - se não a mais importante - e impor em seu lugar comportamentos que conduzem ao fracasso e à perdição eterna.

O que é que nós como Cristãos podemos fazer para evitar isso? Será que há pessoas interessadas em evitar tal tragédia? O que vai ser de crianças que cresçam em "lares" onde há "abertura" para a promiscuidade e para intimidade fora do vinculo do casamento?

Talvez seja melhor seguir o que Um Homem muito Sábio disse* aos Seus seguidores:

Vós sois o sal da terra; e, se o sal for insípido, com que se há-de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens.Vós sois a luz do mundo: não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte;

Nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos que estão na casa.

Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus.
publicado por institutogamaliel às 05:08


A razão principal que levou a que virtualmente todas as civilizações desde o início da história do homem tenham reconhecido e promovido o casamento entre o homem e a mulher é por esta ser a única união natural capaz de produzir crianças. Sim, o casamento existe muito por causa da procriação e todas as civilizações precisam de produzir crianças para sobreviver.

Sem as crianças - que só podem ser geradas na união sexual entre um homem e uma mulher - todas as nações, estados ou civilizações morrem. É, portanto, muito importante proteger e promover a instituição do casamento.

Mas há mais razões. Em adição à procriação, o casamento entre o homem e a mulher é o melhor ambiente para educar crianças. Sempre foi e sempre dá-de ser. A Biologia não pode ser ignorada. As crianças tem que ser criadas e famílias com pai e mãe são o melhor meio através dos qual elas melhor podem ser educadas.

Portanto, é do interesse do estado promover o casamento como a melhor forma de se tomar conta das crianças e educá-las de modo a que se tornem membros produtivos da sociedade.

Acresce-se que o casamento civiliza o homem. Os homens casados são mais produtivos e melhor comportados. Os solteiros são mais problemáticos para a sociedade, e como tal, o casamento é uma excelente forma de se "domesticar" o homem.

Paralelamente, o casamento protege as mulheres. As mulheres que são casadas são menos susceptíveis de experimentar violência de qualquer tipo do que as solteiras. Elas estão também protegidas financeiramente se criam as crianças e deixam de lado a carreira profissional devido a presença dum marido responsável e providenciador.


É por estas razões que as sociedades humanas reconheceram o casamento como sendo a união entre um homem e uma mulher - e é por isso que celebraram esta instituição.

Estas razões não só têm o suporte da sabedoria popular e do senso comum, mas têm do seu lado as pesquisas empíricas.

Quer se goste ou não, os casamentos tradicionais são os alicerces de qualquer sociedade. Portanto é muito importante pensar-se seriamente antes de se redefinir o conceito de "casamento" como forma de satisfazer uma minoria ideologicamente motivada.

publicado por institutogamaliel às 05:07
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Como forma de remover a "descriminação" contra transgéneros e pessoas interssexuais [?!!], os passaportes australianos irão agora ter opção para um terceiro género - macho, fêmea e indeterminado.

Segundo a "lógica" esquerdista, as pessoas interssexuais, aqueles que "biologicamente não são nem macho nem fêmea", vão poder listar o seu género como "X".

Claro que no mundo dos adultos isto é pura estupidez. Biologicamente, o ser humano SÓ PODE SER macho ou fêmea. Não há "terceiro género".

O cromossoma sexual é um tipo de cromossoma encontrado nas suas células que na maioria dos organismos determina o sexo dos indivíduos. No caso da espécie humana, o total de cromossomas é de 23 pares, sendo 22 pares de autossomos e um par de cromossomos sexuais (XX ou XY).

O sexo nos humanos é portanto definido por:

  • Machos: Apresentam nas suas células somáticas um número par de cromossomas do tipo XY e produzem dois diferentes gâmetas, X e Y.
  • Fêmeas: Apresentam nas suas células somáticas um número par de cromossomas do tipo XX e produzem apenas um tipo de gâmeta, com cromossoma X. (Fonte)

Dado isto, quando nós nascemos, nós somos macho ou fêmea. Quando morremos nós morremos macho ou fêmea.

O facto dos transgéneros (ou interssexuais ou os "X" ou seja lá qual fôr a tara do momento) cortarem o órgão sexual masculino e clinicamente construir algo parecido com uma "vagina" não os torna mulheres, nem o facto de mulheres removerem a vagina e construírem um "pénis" os torna em homens.

O aparelho sexual é apenas uma das muitas ramificações de nascermos com XY ou com XX. Essas ramificações envolvem não só o nosso sexo, mas a nossa força, a nossa forma de pensar, as nossas emoções, as áreas em que estamos mais à vontade e muito mais.

Portanto, os engenheiros sociais podem-se contorcer em desespero ao tentar criar um terceiro género, mas a verdade é que isso, nos humanos, é impossível.

"E criou Deus o homem à Sua Imagem: à Imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou."
Génesis 1:27
publicado por institutogamaliel às 05:06


As palavras “mãe” e “pai” serão removidas do passaporte norte-americano e substituídas por “filiação 1” e “filiação 2”.

De acordo com o Departamento do Estado dos EUA, as mudanças foram feitas para reconhecer os diferentes tipos de família. Grupos de direitos dos gays aplaudiram a decisão.

Mudar os termos ‘mãe’ e ‘pai’ para ‘filiação’ permite que muitos tipos de famílias sejam capazes de requerer um passaporte para seus filhos sem sentirem que o governo não reconhece a sua família”, afirmou a Fox News Jennifer Chrisler, diretora executiva do Conselho da Igualdade Familiar, um grupo norte-americano que defende o direito das famílias do grupo GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros). O conselho vem tentando há anos essa mudança no passaporte.

Mas alguns conservadores cristãos foram contra a decisão. Robert Jeffress, um pastor de uma igreja Baptista de Dallas afirmou que a alteração sugere que “não é preciso pai e mãe para criar uma criança com sucesso”. “Essa decisão faz com que os casais homossexuais se sintam mais confortáveis ao criar uma criança”, disse ele.

Em contrapartida, Jennifer afirmou que o governo precisa reconhecer que as estruturas familiares estão mudando. “A melhor coisa que podemos fazer é dar suporte às pessoas que estão criando filhos com amor, com famílias estáveis”, disse ela.

Recentemente, na Austrália, outros direitos foram reconhecidos no passaporte. Os australianos ganharam uma terceira opção de género, a categoria “x”. Essa é uma das medidas adoptadas pelo governo contra a discriminação de transgéneros. Os passaportes americanos ainda não têm essa opção, mas os transgéneros já podem optar pelo sexo que mais se identificam.

(Fonte)

publicado por institutogamaliel às 05:04


Fonte

Segundo um estudo desenvolvido pela economista e doutora em saúde pública, Márcia Pinto, o fumo causa um prejuízo anual de, pelo menos, R$ 338,6 milhões ao SUS.

Conforme esse blog já noticiou, por sua vez, o custo anual do Governo Federal no tratamento de pacientes homossexuais com AIDS é de aproximadamente R$ 280 milhões. Portanto, o homossexualismo causa um prejuízo equiparável ao fumo, no que concerne à saúde pública.

Segundo estudo do Dr.Paul Cameron PHD, no entanto, o homossexualismo é mais nocivo à saúde do que o cigarro, tendo em vista abreviar mais anos de vida de uma pessoa.

Assim, é totalmente contraditório um mesmo governo combater o tabagismo ao mesmo tempo em que faz apologia homossexual, financiando paradas gays e promovendo toda sorte de campanhas contra a homofobia.

Por que reprimir um comportamento deletério à saúde pública e estimular outro? Essa é a verdadeira dialética da contradição. Se as pessoas são pressionadas a abandonar o fumo, por que então também não são pressionadas a abandonar o homossexualismo? São dois comportamentos prejudiciais à saúde pública, conforme já restou provado.

A lei antifumo é corolário do direito à saúde. A única justificativa para se reprimir o fumo em espaços mais reservados é a de preservação da saúde pública.

Então vêm alguns "juristas" e explicam que o homossexualismo é diferente. É um "direito humano"; um "direito de personalidade", ainda que não haja qualquer prova de alguém nasça homossexual. Chegam a inventar um tal de "direito à intimidade sexual" ou "direito à identidade sexual"...

Parece claro que se tais ficções jurídicas podem ser inventadas em benefício do homossexual e às expensas da sociedade, o mesmo poderia ser feito em benefício do fumante. Poderíamos então falar em "direito à autodeterminação pulmonar" ou "direito à identidade tóxica" para defender o fumante, mas isso não é falado porque não está na lógica dos interesses de nossa elite governante.

A única explicação que temos para essa dialética da contradição é que realmente há má-fé no trato dessas questões por parte desta nossa elite. São duas questões análogas - a defesa do direito à saúde - que no entanto merecem tratamento distinto, violando assim o Princípio Constitucional da Isonomia. Deveriam comportar idêntico tratamento, mas não têm. Ora, se o fumo causa prejuízos à saúde pública, o homossexualismo também traz. Então por que reprimir o fumo e fazer apologia homossexual?

Os homossexuais conseguem jungir capitalismo e socialismo sob uma mesma bandeira: a bandeira do movimento gay. Um movimento que não brotou espontaneamente, mas que foi financiado e cresceu sob o patrocínio de grandes organismos e ideologias antifamília e antivida.

O interesse em se beneficiar o homossexualismo é o de combater a natalidade e a familia, ao mesmo tempo em que mina as bases cristãs da sociedade. O homossexualismo é uma modalidade de pansexualismo. Sua difusão social enfraquece os laços familiares e o comportamento altruísta do indivíduo.

Por isso, o custo à saúde pública é um custo de oportunidade das elites. Se de um lado eles perdem, do outro "ganham", seja incentivando os povos a não procriar, seja combatendo a família, que persiste sendo o núcleo fundamental de proteção ao cidadão contra a opressão do Estado. O alto custo da sodomia é, pois, um mal necessário.

Está na lógica do socialismo combater a família. A família tradicional é sempre um óbice para que novos valores sejam introduzidos, especialmente entre as novas gerações, os mais jovens, que governarão o mundo de amanhã. Marx sempre defendeu o desmantelamento da família. Abolir a "exploração das crianças pelos pais" e substituir a educação doméstica pela educação social são alguns dos ideais marxistas, como também a comunidade de mulheres. Em outras palavras, isto significa o fim da unidade familiar.

Isto porque as famílias são monarquias naturais. Dissolvendo as famílias, dissolve-se a unidade, e assim facilita-se o trabalho de doutrinação socialista. Assim, as crianças são miradas pelos socialistas, no sentido de que sejam educadas em lares gays, com vistas a lhes inculcar novos valores como o relativismo, niilismo e o igualitarismo.

O passo seguinte do socialismo, ao desintegrar a unidade familiar, é agrupar indivíduos segundo um interesse comum, a fim de que o voto lhes seja uma moeda de troca. Assim, no socialismo, a pessoa passa a ter seu valor na medida em que pertence a um grupo. E apenas assim. É o que frequentemente observamos nos partidos socialistas apoiando ostensivamente a fragmentação social e racial, através de "comunidades de bairros", "comunidades raciais", enfim, uma nova maneira de sovietizar a sociedade.

publicado por institutogamaliel às 05:04


Documento governamental inglês revela que o mesmo está a considerar o ensino da "igualdade transgénera" a crianças com idades que podem chegar aos 5 anos. O gesto, que está em análise por parte do Departamento de Educação (DE), foi ressalvado num plano governamental que tem em vista o avanço da "igualdade transgénera" (seja lá o que isso for).

Estes movimentos em torno da "igualdade" usam e abusam do termo mas nunca dizem onde está a igualdade.

  • A homossexualidade não é igual à heterossexualidade: a última é uma necessidade básica do ser humano para que haja reprodução; a primeira é um gosto anti-natural e auto-destrutivo.
  • O transgenerismo não é igual à heterossexualidade: a primeira é algo levado a cabo por pessoas mentalmente instáveis enquanto a segunda é o resultado normal duma educação saudável.

Devido a isto convém perguntar: porque é que se deve lutar pela "igualdade" se os comportamentos não são iguais?

Margaret Morrisey, fundadora da organização Parents Outloud, disse:

Isto são tópicos adultos que nunca deveriam ser ensinados às crianças enquanto elas não fossem suficientemente crescidas ou quando elas perguntassem.

O problema é que já estamos a sobrecarregar as crianças com assuntos que eles nem deveriam considerar nessa idade.

O plano de acções do governo inglês diz que a DE está a considerar o "ensino da igualdade e da diversidade, incluindo a igualdade transgénera" na sua revisão da educação pessoa, social, de saúde e económica (Personal, Social, Health, Economic = PSHE).

Embora o governo tenha rejeitado a inclusão da educação PSHE no currículo nacional, o mesmo está a considerar tornar alguns elementos do assunto estatutários.

O plano de acção diz que o governo identificou "uma gama de compromissos de modo a ajudar as escolas a tornarem-se mais inclusivas para as crianças de género variável, e ajudar a providenciar apoio e protecção escolar aos pupilos transgéneros."

O que é "uma criança de género variável" ?!!

O plano, delineado num documento de 20 páginas e que inclui um prefácio assinado pela Theresa May (Home Secretary) e pela Lynne Featherstone (Minister for Equalities), é tido como "um passo inicial".

Durante o ano passado esta mesma Lynne Featherstone sugeriu que os transsexuais poderiam obter reconhecimento oficial do seu sexo assumido e manter o casamento com o parceiro existente. A possibilidade de tal gesto iria pela primeira vez criar de facto o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo na Grã-Bretanha.

Actualmente, se uma pessoa já é casada e quer reconhecimento oficial do seu "sexo assumido" ("sexo imaginado", seria um termo mais apropriado), ela primeiro tem que se divorciar do esposo/esposa antes de obter o reconhecimento legal.

Fonte

. . . .

O que é que se pode pensar de pessoas que querem ensinar o transgenerismo a crianças de 5 anos? Alguém ainda acha que a esquerda política (e os seus aliados na "direita") não quer destruir a familiar, pervertendo as noções de sexualidade que a superior civilização ocidental mantém há pelo menos 2000 anos?

Atenção que quando digo "ensinar o transgenerismo" isso não é anulado afirmando que as escolas apenas querem "criar um ambiente seguro" aos perturbados mentais que um dia acham que são mulheres, mas no outro já se consideram homens.

A promoção de ideologias de "igualdade" envolve normalizar aquilo que se quer tornar "igual". É impossível querer tornar algo "igual" à heterossexualidade (a normalidade) sem primeiro definir o que é.

Durante este processo, julgamentos de valor irão surgir, permitindo assim que os "professores" possam dizer às crianças que um homem que um dia decide que é uma mulher é perfeitamente "normal".

publicado por institutogamaliel às 05:03



O "Canadian National Post", que supostamente era o órgão de informação mais conservador entre os média canadianos. causou ondas de choque entre os conservadores ao pedir desculpas por ter exibido publicidade pró-família. Para além disso, o National Post disse que vai doar os milhares de dólares pagos pela publicidade (por parte dum grupo pró-família) a um grupo activista homossexual.

O anúncio publicitário, pago pela "Institute for Christian Values", mostra uma criança a dizer:

Por favor não criem confusão em mim!

Eu sou uma rapariga. Não me ensinem a questionar se sou um rapaz, transsexual, transgénero, intersexual ou bi-espiritual

O anúncio falou especificamente da politica da "Toronto District School Board" em proibir os pais das crianças de retirar os filhos das "aulas" de indoutrinação homossexual.

No seu pedido de desculpas, os editores do National Post escrevem:

O facto de nós não mais voltarmos a publicar este anúncio representa reconhecimento da nossa parte que publicá-lo foi um erro. O National Post gostaria de pedir desculpas sem reservas a quem quer que tenha ficado ofendido com ele [isto é, aos activistas homossexuais que querem usar as crianças para avançar com a sua nojenta agenda sexual e política].

Tomaremos os passos necessários para garantir que no futuro os nossos procedimentos de filtragem de conteúdo sejam estritamente aderidos.

O [National] Post vai também doar os lucros do anúncio publicitário a uma organização que promove os direitos das lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros.

(Fonte)


Mais uma evidência da infiltração marxista e homossexual nos órgãos de informação alegadamente "conservadores".

Veja-se o total desrespeito que o National Post tem pelas pessoas que pagaram pelo anúncio ao pegarem no dinheiro do anúncio e ao depositá-lo na conta bancária do grupo ideologicamente oposto aos Cristãos.

Isto é uma tremenda bofetada na cara dos conservadores canadianos. A pergunta é: como é que eles irão reagir a isto?

Outra coisa que é preciso vêr é que o anúncio é pró-criança e não "anti-homossexual". O anúncio apenas diz para não usar crianças em jogos políticos ao confundi-las em relação à sua sexualidade. Será que o lobby homossexual quer confundir as crianças em relação à sua sexualidade?

Se sim, então é o nosso dever social e moral oferecer resistência à agenda dos activistas homossexuais uma vez que essa agenda promove a confusão sexual nos filhos dos outros. (Sim, tem que ser nos filhos alheios porque a homossexualidade, como se sabe, não gera nova vida: só a heterossexualidade faz isso.)

publicado por institutogamaliel às 05:00


Quando os donos Cristãos do "bread & breakfast" Peter and Hazelmary Bull se recusaram a deixar dois homossexuais usar um quarto (reservado para casais) para as suas perversões sexuais, o longo martelo do sistema legal marxista cultural caiu sobre eles e os mesmos viram-se na obrigação de "compensar" os homossexuais com £3,600 (€4,148.17).

Mas isto não é suficiente para saciar o apetite voraz dos demónios que atacam os Cristãos através destes homossexuais. Parece que o juiz que decidiu o caso foi compassivo com o casal de Cristãos porque eles agiram em sinceridade de acordo com as suas convicções Cristãs em torno da santidade do casamento. Na era do marxismo cultural militante, isto não serve:

Os advogados que defendem a causa dos homossexuais afirmam que as crenças Cristãs do sr e da srª Bull devem ser ignoradas na altura de se decidir o montante da compensação.

Ignoradas? É surpreendente que eles não insistam que os castigos sejam duplicados apenas e só porque eles acreditam em valores morais absolutos e não no politicamente correcto.

Estes homossexuais não tem nada a perder em roubar ainda mais dinheiro aos idosos donos do B&B. Os 4,148 euros que eles já tem que pagar já deve ser uma fortuna, mas o que é isso para o movimento homossexual?

A Comissão pela Igualdade e Pelos Direitos Humanos está a fornecer ajudar legal - à custa dos contribuintes.

Na semana passada a Comissão foi forçada a emitir uma desculpa embaraçosa depois de alegar que pais Cristãos podem prejudicar as crianças ao "infectá-las" com os seus valores morais.

Infectá-las? O Cristianismo agora é uma doença? A crença de que o ânus não é um órgão sexual, mas sim um órgão propositadamente criado para expelir excremento e gases intestinais, é uma "doença"? A santidade do casamento é uma "doença"?

Uma vez que a sociedade inglesa caminha para declarar oficialmente o Cristianismo uma "doença", quanto tempo até se abrirem campos de "re-educação" para se remover esta "doença" da sociedade?

homosexuals
Os donos da cultura caminham até a perdição eterna

http://ohomossexualismo.blogspot.com.br/
publicado por institutogamaliel às 05:00


Em mais um ataque coordenado da gaystapo canadiana, (e um ataque à autoridade paterna sobre os seus próprios filhos) a Comissão de Directores do Distrito de Toronto (CDDT) está a proibir os pais de retirar os seus filhos de aulas que abordam a sodomia.

("Abordam" até nem é um termo correcto uma vez que o que estas "aulas" fazem é promover a homossexualidade e não só "abordar" a homossexualidade.)

A sua política sugere que as crianças sejam forçadas a tomar parte no curriculum compreensivo "anti-homofobia" dos directores, o mesmo que promove a marcha de "orgulho gay" de Toronto entre as crianças de jardins infantis, e procure transformar as crianças em activistas sociais quando estas chegarem ao fim da escola secundária.

O curriculum escolar promovido pela comissão de directores tendo em vista a "equidade" para os homossexuais, chamado de ‘Challenging Homophobia and Heterosexism’, diz que os pais não podem apelar às suas crenças religiosas como forma de retirar os seus filhos das aulas de "educação em torno dos direitos humanos".

O documento diz:

Se um pai pede permissão para que o seu filho ou filha seja dispensado das discussões em torno dos assuntos familiares da LGBTQ por motivos religiosos, este pedido não pode ser aceite porque viola a política dos Direitos Humanos.
O artigo não só defende que a liberdade religiosa "não é absoluta" como também que a acomodação religiosa, segundo a administração escolar, "é levada a cabo dentro dum contexto mais abrangente do sistema de educação secular".

Repararam no fascismo homossexual? As convicções religiosas dos pais que não achem normal que um homem insira o seu pénis no ânus de outro homem de nada servem se estas convicções chocarem com a definição de "normal" que os activistas homossexuais e os seus aliados esquerdistas subscrevam.

Por outras palavras, os direitos que os Cristãos tem (tinham?) de educar os seus filhos dentro do Cristianismo estão a ser retirados pela gaystapo. Como diz um blogueiro português, qualquer dia vai ser obrigatório ser homossexual.

Para se vêr que o propósito destas medidas é o ataque ao Cristianismo, o documento diz que os professores não estão autorizados a evitar a abordagem de assuntos controversos que possam violar crenças religiosas.

Os professores que se recusarem a criar nas salas de aula um ambiente inclusivo, seguro e apoiante para todos os estudantes estariam a criar um ambiente de aprendizagem envenenado.
Traduzido: se não se indoutrinarem crianças em favor do auto-destrutivo comportamento homossexual, as salas de aula não serão seguras, apoiantes e "inclusivas".

Acresce-se ainda que, segundo estes administração escolar, as escolas não podem enviar notas de permissão aos pais da criança antes de se abordarem "assuntos LGBTQ" uma vez que tratar a orientação sexual de uma forma diferente poderia ser considerada "discriminatória".

As actividades para os jovens no fim do jardim de infância até à terceira classe incluem discussões que tem em vista convencer os estudantes da importância de participar na parada anual de "orgulho" gay. Embora seja catalogada de "amiga da família", o evento já foi identificado como "a parada do sexo" uma vez que é normal ela conter pessoas semi-nuas ou totalmente nuas, e homossexuais a levarem a cabo actividades sexuais em público.

Entre o 4º e o 6º ano is alunos são encorajados a trazer o grosseiro jornal homossexual Xtra!. O mesmo é conhecido por dispôr publicidade contendo homens nus.

Fonte


Notícias como esta encerram em si os perigos de se conferirem "direitos humanos" a vícios sexuais. Segundo esta nova ideologia, se um pai disser que não quer que o seu filho seja alvo de engenharia social em favor dum comportamento sexual claramente destrutivo, a elite esquerdista que controla o Canadá acha por bem retirar o direito humano que os pais possuem de educarem os seus filhos segundo as suas crenças religiosas.

Para estes activistas, as escolas públicas não são suficientemente inclusivas se não oprimirem a liberdade dos Cristãos. É por estas e por outras que os esquerdistas são grandes proponentes das escolas públicas: é nelas que são preparadas as novas gerações de futuros votantes de esquerda.

Reparem como estas instituições escondem a promoção da sodomia por trás dos "direitos humanos". Hoje em dia, oposição à sodomia é uma "ataque aos direitos humanos" - pese embora seja normal a sociedade criticar todos os outros comportamentos sociais. Só a sodomia está protegida.

Se és um esquerdista e dás apoio à agenda dos sodomitas, então prepara-te porque mais cedo ou mais tarde os teus filhos vão ser enlistados no movimento homossexual, sejam eles homossexuais ou não.

publicado por institutogamaliel às 04:59


Escola primária inglesa enfrenta a revolta de vários pais depois destes saberem que os responsáveis têm planos para levar a cabo aulas de educação sexual a crianças com idades que podem chegar aos 4 anos.

Alega-se que mais de 20 famílias estão prontas a retirar os seus filhos das aulas de "educação sexual" devido a receios de que os seus filhos estejam a ser sexualizados demasiado cedo devido a temas como a homossexualidade, a masturbação e os orgasmos.

Segundo o que está planeado, as crianças de seis anos teriam aulas em torno dos relacionamentos homossexuais e a diferença entre o "mau toque e o bom toque". Já os alunos com dez anos terão aulas que incluem o orgasmo e a masturbação.

A Grenoside Community Primary em Sheffield já oferece educação sexual aos alunos nos dois anos mais elevados, mas agora tenciona dar o mesmo tipo de aulas aos mais jovens.

Mais um bom exemplo que a agenda sexual visada pelos esquerdistas avança por etapas. No entanto, ela só avança se o povo conservador deixar. Se os pais mais conservadores se revoltarem, como fizeram as famílias de Sheffield, eles terão mais dificuldade em implantar programas como os descritos aqui.

Algumas famílias ficaram chocadas por saber dos detalhes das lições rebeladas durante os encontras de consultação. O director da escola, Colin Fleetwood, não só alega que o material não é explícito, como defende que o plano de estudo está de acordo com o curriculum nacional. No entanto, ele não disse como é que tenciona ensinar a homossexualidade a crianças de 6 anos sem ser com material explícito.

Louise Leahy – que tem 4 filhos na escola com idades que vão dos 4 aos 10 - é uma das mães furiosas:

Há muito informação nestas aulas que as crianças em tão tenra idade não precisam de saber. É como se as lições e os vídeos passassem a mensagem "Deixa de lado os teus brinquedos. Chegou a altura de cresceres".
Louise não só disse que algum do vocabulário usado durante os primeiros 2 anos não é apropriado, como levantou objecções a um DVD para crianças mais velhas onde se vê uma homem por cima duma mulher.

Aparentemente, segundo o director da escola, um homem deitado por cima duma mulher (presumivelmente nua) não constitui "material explícito".

Outro material "não-explícito" incluía videos de pessoas a auto-acariciarem-se e a encorajar as crianças a "pensar de uma forma sexual".

Uma das responsáveis da escola disse-me que a sua filha precisa de saber destas coisas [isto é, homossexualismo, orgasmos, masturbação, etc] porque ela vê programas como Emmerdale e EastEnders. Mas os meus não vêem esses programas e nem quero que vejam.
Segundo a lógica da responsável aludida em cima, como a filha vê perversão sexual na TV, ela tem que receber aulas de perversão sexual na escola. Usando a mesma lógica, como as televisões mostram violência, então as escolas tem que ensinar a violência às crianças.

Katie Burrell, 26, cujo filho de 6 anos anda na escola concordou e disse:

O meu filho ainda acredita no pai natal; ele não precisa que lhe digam este tipo de coisas [isto é, homossexualismo, orgasmos, masturbação, etc].

As aulas dirigidas às crianças de 6 e 7 anos são demasiado explícitas. Acho que muitos pais tirarão os seus filhos deste tipo de "aulas".

Espera lá. O director da escola diz que as aulas não são explícitas, mas as mães das crianças dizem que, sim, as aulas são explícitas.

Em quem é que vamos acreditar? No burocrata cuja subsistência financeira depende da subscrição e promoção de "programas de educação" culturalmente marxistas, ou nas mães das crianças cuja única preocupação é o crescimento saudável dos seus filhos?

Escolha "difícil".

Cumprindo o seu papel na guerra cultural ao falar de sexo com crianças de 4 anos.

Fonte
publicado por institutogamaliel às 04:58


Inglaterra: Crianças com idades que podem começar nos 11 deveriam ser questionados sobre a sua orientação sexual e os seus pais não precisam de saber de nada. Quem fala assim é a horrível Comissão pela Igualdade e pelos Direitos Humanos (sigla em inglês: EHRC). A proposta, que justificadamente pode horrorizar muitos pais, foi catalogada de "sinistra".

Claro que para o grupo de pessoas que usa as suas preferências sexuais como fonte de direitos, não há nada de mal em fazer perguntas sexuais a crianças de 11 anos. Ou há?

Como forma de prevenir a "descriminação", um relatório publicado pela EHRC alega que as crianças deveriam ser questionadas se são homossexuais, bissexuais, em dúvida ou heterossexuais. O mesmo relatório satânico avisa contra a catalogação dos desejos homossexuais dos jovens como uma "fase". Ou seja, se um jovem disser que sente algum tipo de confusão sexual e acha que é homossexual, a EHRC avisa para não pensar que isso é só uma fase, mas assumir que é mesmo essa a sua "orientação" sexual.

Os activistas homossexuais (quem mais?) têm feito campanhas desesperadas de modo a que as pessoas não tratem a alegada homossexualidade dos menores como uma fase. Os activistas querem que seja permanente e que seja considerado permanente.

Embora o relatório admita que obter o consentimento paternal antes de se questionarem as crianças seja "considerada uma boa práctica", o mesmo relatório diz também que "não há requerimento legal em relação a pesquisas sociais". Isto parece indicar que se um homem na estrada chegar perto dum rapaz de 11 anos e perguntar se gosta de ter relações sexuais com outros homens, isto pode ser considerado um crime (aliciamento) e o homem ser lançado na prisão. Mas se um activista homossexual disser que está a fazer "uma pesquisa social", isso já é permitido.

...........

Graham Stuart do Partido Conservador inglês já catalogou a iniciativa de "invasiva, sinistra e ameaçadora". A pergunta que eu gostaria de fazer ao sr Graham é: há alguma medida proposta pelos activistas homossexuais que não seja "invasiva, sinistra e ameaçadora?" Perguntem ao Júlio Severo.

Graham diz ainda que:

A escola deveria ser um lugar seguro, e não um lugar onde as crianças são usadas como forma de protesto; além disso, muitas crianças não vão entender do que é que se está a falar.
O relatório diz ainda que "muitos jovens começam a questionar a sua orientação sexual a partir de idades como 8, e podem mesmo começar a identificarem-se como LGB (lésbica, gay ou bissexual) desde o princípio da adolescência". Muitos jovens também começam a questionar a autoridade dos pais a partir da adolescência, mas ninguém sugere que isso é louvável ou algo que o Estado deva promover.

Um porta-voz pela EHRC disse que não acreditava que as crianças devessem ser rotineiramente questionadas acerca da sua sexualidade. O porta-voz acrescentou ainda: "Isto é uma pesquisa independente produzida de modo a ajudar a comissão a informar as suas directrizes em torno da política."

Na semana passada foi revelado que a EHRC está em vias de ver algumas das suas responsabilidades retiradas. As alterações propostas à Comissão foram publicadas como parte de uma consultação de três meses por parte da Home Office.

A perturbada EHRC financiou o caso levantado por um par de homossexuais contra os donos Cristãos da B&B quando estes rejeitaram a sua admissão a um dos seus quartos por não reconhecerem o "casamento" homossexual como um que esteja de acordo com a política vigente nas suas instalações.

No princípio do mês passado a Comissão teve que fazer reverter a sua intenção de extorquir mais dinheiro do casal de idosos quando o tiro saiu pela culatra. Segundo foi dito, o gesto foi um "erro de julgamento". Na semana anterior a Comissão havia sido forçada a pedir desculpas depois de alegar que pais adoptivos Cristãos poderiam prejudicar as crianças ao "infectá-las" com os seus valores morais.

No ano passado a mesma Comissão foi criticada pela Secretária do Estado Theresa May pelo seu "registo" de desperdício do dinheiro dos contribuintes.

Fonte


Esta Comissão mais não é do que uma perda de dinheiro público em favor da agenda sodomita. Como é que perguntar a crianças de 11 anos qual é a sua orientação sexual (sem o conhecimento dos pais) ajuda a haver uma mitológica "igualdade"?

Outra coisa importante é o próprio nome da Comissão: "Igualdade" e "Direitos Humanos". Estes pervertidos não só querem colocar a homossexualidade ao mesmo nível da heterossexualidade (ou até num nível superior) como ainda parece defender a tese de que gostos sexuais são fonte de direito.

Para começar, a homossexualidade não tem nada que tentar ser igual à heterossexualidade uma vez que a primeira práctica é um vício e a segunda é uma necessidade básica para a perpetuação da espécie humana. Querer colocar ao mesmo nível uma necessidade primordial do ser humano (reprodução) com um vício sexual auto-destrutivo é uma ofensa.

Que a homossexualidade (especialmente entre homens) não é igual à heterossexualidade é também feito manifesto pela rejeição dos bancos de sangue de sangue doado por homens homossexuais. Clinicamente falando, o comportamento homossexual é claramente nocivo e por isso é que a Medicina rejeita o seu sangue.

Tendo isto em conta, porque é que os activistas homossexuais e os seus companheiros marxistas culturais querem "igualdade" para prácticas claramente desiguais?
publicado por institutogamaliel às 04:57


É com profundo pesar que venho anunciar ao blogue o encerramento de mais uma "igreja" pró-sodomia.


As lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros de Halifax estão sem uma âncora espiritual depois da sua "igreja" de 20 anos ter fechado no Domingo. Cerca de 50 pessoas reuniram-se na "Safe Harbour Metropolitan Community Church" na Veith Street para levarem a cabo mais uma cerimónia. A congregação decidiu desmembrar-se no dia 17 de Abril depois duma sessão de votação no encontro geral.

Jane MacConnell, moderadora da "igreja" disse:

Chegamos a um ponto da nossa história onde nos apercebemos que já não conseguiríamos seguir em frente. O motivo maior é o aspecto financeiro.
Vamos vêr se os normais sinais duma igreja que caminha para a extinção estão presentes:
  • Uma mulher como "pastora"? Sim. A "Reverenda" Jennifer Paty e a "Reverenda" Darlene Young..
  • Homofilia? Presente:
"A Safe Harbour foi a primeira igreja na HRM a aceitar lésbicas, gays, bissexuais e pessoas transgéneros."
É importante perguntar se o senhor que se segue se apercebe da ironia das suas palavras:
Desde 1993 que Tim Doufar tem sido membro da Safe Harbour, no entanto vê a dissolução da igreja [sic] como um passo em frente para os homossexuais..... "Agora (os gays) são aceites na igreja da minha zona, a igreja Anglicana."

Doufar disse que é apenas uma questão de tempo até todas as igrejas aceitarem homossexuais.

Aqui convém dizer uma coisa importante: as verdadeiras igrejas Cristãs aceitam todas as pessoas desde que elas estejam em busca do Senhor e se comprometam a abandonar a sua vida de pecado. Portanto o sr Doufar passa ao lado do ponto.

O que as igrejas Cristãs não aceitam são pessoas que vivem no pecado da homossexualidade sem condenaram esse comportamento como pecaminoso e errado, e sem fazerem o mínimo esforço de o abandonarem. Pior, uma verdadeira igreja Cristã nunca nomearia um homossexual assumido como "reverendo" ou "pastor".

Para além disso - e isto pode chocar alguns evangélicos mais "modernaços" - a Bíblia diz de forma bem clara que os líderes das congregações tem que ser homens. Quando igrejas começam a nomear "pastoras" e "reverendas", podemos começar o temporizador e esperar pela morte espiritual dessa "igreja".

Paralelamente, nunca vai chegar o tempo em que todas as igrejas aceitem a homossexualidade como um comportamento normal. Eventualmente, mesmo os "Cristãos" mais tolerantes vão notar que, mal uma igreja começa a abandonar os claros ensinamentos Bíblicos, ela salta para o mesma espiral de morte que matou a Safe Harbor - e está agora no processo de atirar a igreja Anglicana no caixote de lixo da História.

Finalmente: precisamente pelo facto da aceitação da homossexualidade matar ou tornar irrelevante os ensinamentos Bíblicos é que os esquerdistas forçam esse comportamento um pouco por todo o lado. Eles - os esquerdistas - não se podem assumir publicamente como os anti-Cristãos e Cristofóbicos que são e como tal usam os homossexuais como "proxy" do seu ódio. Mas só se deixa enganar quem quiser.

http://ohomossexualismo.blogspot.com.br

publicado por institutogamaliel às 04:56


CABOOLTURE, Austrália, 31 de março de 2011 (Notícias Pró-Família) — Uma escola secundária católica da Austrália tirou sua permissão para a realização de um evento que apresentaria um palestrante ex-homossexual na escola, dizendo que o apresentador não está em sintonia com os valores cristãos e que “a Igreja Católica abomina todas as formas de homofobia”.
Ann Rebgetz, diretora do Colégio St. Columban, escreveu numa declaração que o Centro Cristão de Milagres, a organização que tinha a intenção de fazer o evento, pediu permissão para realizar uma “reunião” na escola secundária, sem informar a escola sobre a “natureza da ‘reunião’”.
O Centro Cristão de Milagres (CCM), uma organização ministerial mundial ligada a igrejas cristãs que tem como objetivo a “evangelização global”, fez anúncio do palestrante americano, Adam Hood, como, “Um homem heterossexual que costumava ser homossexual”.
Os anúncios de jornais diziam que Hood “daria seu testemunho de como ele foi liberto da homossexualidade e agora leva uma forte vida cristã com sua esposa e família”.
“Será que um homossexual pode ser livre de pensamentos, atrações e sentimentos de mesmo sexo? Adam Hood diz que ‘sim’”, diz o anúncio.
“Ver o anúncio nos jornais foi a primeira vez que o colégio ficou ciente da verdadeira natureza do evento”, disse Ann Rebgetz. “Tirei minha permissão para a realização da reunião na propriedade do colégio, e notifiquei os organizadores de que a natureza da reunião não estava em sintonia com os valores cristãos do colégio”.
A escola “agiu em boa fé” ao concordar em “fornecer um local para uma organização que se proclama como cristã realizar seu evento”, disse Rebgetz, mas o CCM “deliberadamente escondeu da escola a verdadeira natureza do evento”. Rebgetz ecoou as palavras do diretor executivo de educação católica, dizendo “a Igreja Católica abomina todas as formas de homofobia e não fornecerá um local para os homófobos realizarem seu evento e despejarem suas opiniões”.
O site do CCM declara: “Desejamos trazer a Boa Notícia do poder salvador, curador, libertador e restaurador de Jesus Cristo a todos os homens, mulheres e crianças, tanto em Palavra quanto na demonstração sobrenatural do poder de Deus”.
Rebgetz concluiu: “Não estamos de forma alguma ligados ao Centro Cristão de Milagres, não apoiamos as opiniões deles e não permitiremos que essa organização use nossas instalações”.
[Mats] Por notícias como esta se pode vêr o quão profunda tem sido a infiltração marxista cultural nas igrejas. Desde quando é que é "homofobia" um homem dar um testemunho de libertação de um vício auto-destrutivo como a homossexualidade? Homofobia é o "medo irracional de homossexuais". Quem disse que o Adam Hood (ou qualquer outra pessoa que foi liberta do vício da homossexualidade) tem um "medo irracional de homossexuais"?

Esta escola "cristã" é mais uma instituição que abertamente declara quem é o seu senhor. Pelas suas palavras podemos vêr que não é o Senhor Jesus Cristo.

O Espírito Santo avisou-nos há mais de 1900 anos que coisas como esta sucederiam:

Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho, sobre que o Espírito Santo vos constituíu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue.

Porque eu sei isto, que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não perdoarão ao rebanho;

E que, de entre vós mesmos, se levantarão homens que falarão coisas perversas, para atraírem os discípulos após si.

Actos 20:28-30

Informações de contato:
St Columbans’s College
100 McKean Street
PO Box 1254
Caboolture Q 4510
E-mail: Use this form.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
publicado por institutogamaliel às 04:55


Os homossexuais que se escondem por trás da batina continuam a trazer vergonha aos Cristãos. Como se lê na noticia citada em baixo, eles são declaradamente homossexuais (e pedófilos) mas em vez de abandonarem a Igreja Católica (que condena ambos os comportamentos) fingem-se de Cristãos enquanto aproveitam o dinheiro Cristão para satisfazer as suas perversões.

Bento XVI já escreveu que os homossexuais não tem lugar no sacerdócio Católico e o que o artigo em baixo mostra é que, mais uma vez, Bento XVI está certo nessa posição.

Este artigo mostra de forma clara que enquanto Cristãos, e quer a nível pessoal ou ao nível de grupo, nós não podemos deixar a falsidade ter liberdade entre nós. porque, invariavelmente, isso vai-nos destruir por dentro.

Tirai, pois, de entre vós, a esse iníquo.
1 Cor 5:13

“Os dois acompanhantes lhe homenageiam, espremendo-o no meio, em um sanduíche. Envolvem-no em uma dança muito sensual. Esfregam-se, rodeiam, esmagam-se, abrem a sua camisa, o acariciam, tocam nele. Dirty dancing a três em uma variação homossexual.

O grupo olha para eles de cima a baixo. Apreciam. Aplaudem. Incitam. Assobiam. Cutucam. O francês [no meio dos acompanhantes] é um padre. Poucos dias antes havia celebrado a missa da manhã na basílica de São Pedro.

Hipocrisia homossexual. Ao Domingo finge ser Cristão, mas na privacidade é um homossexual que usa de acompanhantes. E como é que ele paga a sua perversão? Ora, com dinheiro Cristão.
A cena é de uma festa em Roma, uma entre as muitas nas quais padres, bispos e cardeais exercem a sexualidade que as regras da sua própria Igreja Católica restringem e condenam.
Exacto. O facto destes "padres, bispos e cardeais" se envolverem em perversões sexuais que contrariam a Doutrina Cristã mostra bem quem eles servem.
O fenômeno da sexualidade na Igreja Católica, segundo o autor, é gigantesco e complexo. Fazem parte desse mundo os padres gays que optam por uma vida dupla; os sacerdotes que se relacionam com mulheres clandestinamente; e mesmo os filhos desses relacionamentos, que são abortados, escondidos ou privados de um pai pela vida inteira, para que se evite escândalos.
O artigo tenta relativizar a presença de homossexuais ao apontar outros desviados da Doutrina Cristã.
“Da Alemanha à França, da Espanha à Irlanda, da Suíça à Áustria, da Polônia à África, da América Latina aos Estados Unidos e ao Canadá. Acontece a mesma coisa em toda parte do mundo”, afirma.
A infiltração homossexual e esquerdista nas Igrejas ocidentais é um fenómeno recorrente.
Em seu livro, o senhor denuncia vários casos de padres que têm uma vida religiosa tradicional ao mesmo tempo em que também exercem sua sexualidade. Como o senhor fez a investigação para chegar a essas histórias? Qual era o seu objetivo em publicar o livro?

Realizei a reportagem com uma câmera escondida, isso com o objetivo de ter provas sobre aquilo que iria contar. O objetivo do meu trabalho é trazer à tona a vida escondida de grande parte do clero católico, como padres que têm uma vida sexual secreta, tanto homossexuais quanto heterossexuais.
Na maioria homossexuais, coisa que o artigo tenta colocar de lado. (Não que viver com uma mulher e ter filhos não seja igualmente grave para quem se comprometeu a ser celibatário).
O senhor diz que o Vaticano conhece a questão dos padres gays e mesmo dos abortos. Quais são as verdadeiras dimensões do fenômeno?

Coletar dados para dimensionar o fenômeno é uma tarefa difícil. Difícil porque, como é óbvio, não há estudos e tabelas oficiais, é preciso se contentar com estimativas parciais, que não têm a pretensão de trazer a verdade científica, mas que podem ajudar a entender quão grande é o terreno sobre o qual caminhamos. As tentativas mais articuladas vêm dos Estados Unidos.

Segundo vários estudos do psiquiatra Richard Sipe, ex-monge beneditino e ex-sacerdote, 25% dos padres americanos tiveram relações com mulheres depois da ordenação. Outros 20% estiveram envolvidos em relações homossexuais ou se identificam como homossexuais ou se sentiram em conflito com essa questão.

Embora os homossexuais sejam menos de 5% entre a população geral, eles aparentemente são 20% do clero, e, de acordo com o Cardeal Bartone, esses 20% de homossexuais entre o sacerdócio Católico são responsáveis por 80% das acusações de pedofilia na Igreja.
O seu livro conta de padres que procuram espaços para expressar a sexualidade, seja em bares, seja na internet, com perfis secretos no Facebook nos quais assumem a homossexualidade, mas que ao mesmo tempo não desejam abandonar a vida religiosa. Depois de tudo que o senhor conheceu, como vê exigência do celibato?

O celibato não funciona, é óbvio.
Que pergunta tão estúpida. Mas o que é que o celibato tem a ver com a orientação sexual, ou neste caso, desorientação sexual? Será que o escritor deste livro está a alegar que se estes homens abandonarem o celibato, deixariam a homossexualidade?

A pergunta mais séria seria "Uma vez que Igreja Católica condena a homossexualidade de forma vigorosa, não acha que esses padres homossexuais se estão a aproveitar dos recursos Cristãos para satisfazerem as suas perversões sexuais?"

Nunca funcionou.
Funciona em várias partes do mundo, com várias pessoas das mais variadas idades.
O sexo é onipresente.
Não, não é.
Estão envolvidos nesses casos não só padres, mas bispos e cardeais. A cultura do sigilo que permeia a Igreja existe há milênios, ditada pelos eclesiásticos. Os eclesiásticos são um círculo restrito que controla toda a igreja e detém todo o poder, e o poder exige um nível de sigilo. O resto do mundo que fique na ignorância.
Provavelmente as mesmas pessoas que se envolvem nessas prácticas homossexuais são as mesmas que "exigem sigilo". Afinal, só que está em erro é que quer esconder esse erro. O próprio Bento XVI já veio a público e disse que homossexuais não têm lugar no sacerdócio.
O Vaticano nega os casos? Como reage a Igreja?

Para o Vaticano, o centro do problema é o escândalo, não o pecado individual.

Mais uma resposta esquerdista. O centro do problema é o pecado e a consequência desse pecado para a Igreja. O que os esquerdistas estão a fazer dentro das Igrejas é mau porque é pecado.
O escândalo coloca o problema de uma Igreja que mantém a seu serviço aqueles que não cumprem com sua missão universal, aqueles que traem essa missão.
Portanto, a culpa não é das pessoas que subvertem a Doutrina Cristã, mas sim de TODA A IGREJA por alegadamente os "manter em serviço".
Em resumo, o escândalo afugenta os fiéis da Igreja.
Esse é o desejo de quem escreveu o livro e não a realidade dos factos. A realidade diz-nos que o número de Cristãos está a aumentar um pouco por todo o mundo.
Durante o tempo em que estive envolvido com essa questão, entendi uma coisa: a Igreja não quer problemas. O respeito aos pobres fiéis ingênuos, salvo raríssimas exceções, é fator secundário.
Exacto. É por isso que o líder da maior instituição Cristã do mundo escreve um livro onde se lê que os causadores de problemas (homossexuais) não podem ser aceites no sacerdócio. Sim, isto é um claro exemplo de como "a Igreja não quer problemas" e "o respeito aos fiéis é secundário".
Muito diligente nas declarações de princípio, muito hipócrita nas questões práticas: esta é hierarquia vaticana.
Sem dúvida, este livro destrói 2000 anos de História Cristã. Mais vale fecharmos todas as igrejas e irmos todos embora, porque este livro claramente mostra que todo o edifício Cristão está errado. OS homossexuais que se escondem dentro das igrejas, esses, não têm culpa nenhuma. Afinal, foram obrigados a ser celibatários e obrigados a ser padres, e como tal, nenhuma culpa têm do seu comportamento desviado.

Não é a Igreja Católica que é hipócrita mas sim as pessoas que se comprometeram a manter um estilo de vida enquanto vivem de modo totalmente contrário. A Igreja mantém e sempre manteve que o sexo é entre um homem e uma mulher dentro do vínculo do casamento,, e que a vida começa na concepção (e não no nascimento). Se alguém que se identifique como Cristão vive de forma que contradiz estas máximas, a culpa é dessa pessoa e não da instituição Cristã onde ela pode estar.

A não ser que o autor do livro consiga demonstrar de forma clara que é o propósito dos Cristãos é esconder o comportamento homossexual de alguns padres, a sua acusação de que "esta é a hierarquia do Vaticano" é pura estupidez esquerdista.

Esta é a Igreja de Roma. Seu primeiro mandamento é salvaguardar sua espécie, uma espécie a caminho da extinção.
Mais um esquerdista que vive com sonhos húmidos de destruir o Cristianismo apenas e só com a publicação de um livro. Daqui a 5 anos ninguém se lembra dele e a Igreja Católica vai tranquilamente continuar com o seu crescimento .

No entanto, o livro revela uma coisa trágica: as instituições Cristãs estão infestadas de esquerdistas (sodomitas, aborcionistas, prostitutos, polígamos, etc) e enquanto nós não os expulsarmos do nosso meio, os esquerdistas vão usar o seu comportamento pervertido como arma contra TODA a Igreja de Cristo.

Esta infiltração começa quando nós começamos a relativizar ou negligenciar um ou mais aspectos da Palavra de Deus (ética sexual, doutrina do casamento, criação, Dilúvio global, etc) e colocamos no seu lugar crenças com origens anti-Cristãs.

A solução para evitar a esquerdização das Igrejas é fazer o inverso: nenhuma parte da Bíblia pode ser comprometida em favor de crenças secularista. Ou a Bíblia é toda ela verdade ou é toda falsa.

Não há meio termo.

publicado por institutogamaliel às 04:54


Aparentemente a homofobia estende-se para além do mundo heterossexual. Alguns comentários meus pelo meio.
Apesar de invisível, a violência nas relações homossexuais é “tendencialmente mais elevada”. Esta é a ideia-chave de um estudo que acaba de ser feito na Universidade do Minho (UM): 39,1 por cento dos participantes admitiram ter adoptado algum comportamento violento e 37,7 revelaram ter sido vítimas de, pelo menos, um acto abusivo no ano anterior.

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“A amostra é pequena e específica”, ressalva Carla Machado, co-autora com Laura Gil Costa e Rute Antunes. Responderam ao inquérito 151 indivíduos dos 15 aos 60 anos ligados a associações de defesa dos direitos dos homossexuais – 37,7 por cento eram estudantes, 19,9 exerciam profissões intelectuais e científicas, e as pessoas “mais escolarizadas tendem a identificar como violentos comportamentos banalizados pelas menos escolarizadas”.

Analisando o que cada um admite já ter praticado, a violência psicológica é mais frequente (30,5) do que a física (24,5). Analisando o que cada um diz já ter sofrido, a tendência mantém-se: 35,1 por cento foram vítimas de, pelo menos, um acto de violência emocional e 24,5 de uma agressão física no último ano.

O mais comum é insultar, difamar, humilhar, partir ou danificar objectos de propósito ou deitar a comida no chão para assustar, gritar ou ameaçar, dar uma bofetada. Foi encontrada uma forma específica de abuso: o “outing” ou ameaça de “outing” (revelação indesejada da orientação sexual do parceiro se este tentar acabar a relação). O que pode causar “perda de emprego, abandono de familiares e amigos ou da custódia de um filho”.

Igual a outros países

Estes resultados vão ao encontro das taxas encontradas noutros países.

Homofobia internacional.
A tendência para maior violência é clara: numa investigação sobre violência conjugal heterossexual, que teve por base 2391 famílias, 22,2 por cento dos sujeitos assumiram-se como vítimas e 26,22 por cento como agressores.

A professora da UM diz que a violência entre casais do mesmo sexo tem sido “negada ou ocultada” pela comunidade homossexual, já que reforça estereótipos negativos, e pelos investigadores da área, já que interroga o pressuposto feminista de que a violência é filha da desigualdade de género.

Sim, é sempre mau quando a realidade se recusa a conformar com mitologias feministas.
Como nas relações heterossexuais, “a vítima sente-se isolada, vulnerável, presa à relação”. Prende-a o amor. Prende-a o factor financeiro quando a relação implica rendimentos, negócios, aquisições conjuntas. Há, porém, uma “importante diferença”: o preconceito.
Pronto. Aqui começa a desculpabilização da homossexualidade em si como um dos factores geradores de tensão nas parcerias homossexuais.
Teia de silêncio

Diversos mitos ajudam a construir uma teia de silêncio. A sociedade tende a encarar as “relações homossexuais como igualitárias”, “imunes à violência íntima”.

Não sei como se chegou a esta conclusão. Como é que ela sabe que a sociedade vê as parcerias homossexuais como "imunes à violência"?
E a acreditar na suposta “facilidade (emocional e financeira) que a vítima teria em abandonar a relação”. Como se as suas relações fossem “meramente sexuais”.
Uma vez que a vida homossexual é caracterizada pela promiscuidade (busca de mais e mais parceiros sexuais, especialmente entre os homens), a inferência de que a homossexualidade seja "meramente sexual" é justificada até certo ponto.
Múltiplos estudos sugerem que os homossexuais são “profundamente discriminados em diversos sectores da sociedade”. Na família, no acesso a trabalho e morada, no emprego, na escola, na polícia, no exército e noutras instituições.
Atenção que para os esquerdistas a palavra "descriminação" tem um entendimento muito vago. Por exemplo, se dois homossexuais se estiverem a beijar à porta de um jardim de infância, e alguém sair de dentro e expulsá-los dali, para muitos isto é "descriminação". Se um cristão estiver a citar a Bíblia e a mostrar que a homossexualidade é um desvio do Plano de Deus para a sexualidade humana, os homossexuais podem gritar "descriminação!" mesmo que o dito cristão não esteja a apelar a violência.

Para os marxisstas culturais "descriminação" é tudo o que é feito por pessoas que não pactuam com as suas ideologias.

Podem “sentir que estão sós contra o mundo – e esse sentimento pode alimentar a relação, mas também torná-la mais tensa”, explica.
Sim, a homossexualidade parece ser uma vida de grande solidão e isolamento.
A homofobia pode gerar “baixa auto-estima ou sentimento de inadequação sexual, que o sujeito procura compensar através da subjugação do parceiro”.
Reparem como a palavra "homofobia" é introduzida no texto sem nos ser dito o que ela significa. O que é a "homofobia"? Por "fobias" nós entendemos como sendo um medo irracional por algo. Será que a escritora deste artigo quer mesmo dizer que o que leva um homossexual a espancar outro homossexual é o "medo irracional" que a sociedade tem dos homossexuais? Como é que ela sabe disto?
Também pode “funcionar como um legitimador da violência sofrida, uma vez que o indivíduo acredita que é merecedor ou até mesmo culpado da violência”.
Não é isto algo semelhante ao Síndrome de Stockholm? O que é que isso tem a ver com a "homofobia" (seja lá o que isso for)?
As vítimas homossexuais têm em regra menos apoio.
Não nos é dito como é que ela sabe disto. Se um homem ou mulher é agredido por outra pessoa, a lei aplica-se a ambas independentemente das prácticas sexuais que elas adoptem. Não há motivo nenhum para se pensar que ser-se homossexual reduz as hipóteses duma pessoa de ser tratada com dignidade pela lei vigente.
Por vezes, os familiares nem sabem que elas têm uma relação íntima.
Se não sabem é porque o homossexual não disse.
Revelar a violência também pode ser encarado como uma forma de reforçar a imagem negativa que a família tem da homossexualidade.
Não há mal nenhum em ter uma imagem negativa de um comportamento auto-destrutivo.
As vítimas chegam a preferir “manter um relacionamento íntimo violento a permitir comentários do tipo: 'Eu bem te avisei.’”
O resto da população não tem culpa nenhuma que um homem decida ficar envolvido num relacionamento onde ele é abusado fisicamente pelo parceiro.
E os serviços? Não há casas abrigo para homens. E Carla Machado questiona-se sobre a sensibilidade que terá quem trabalha em casas abrigo destinadas a mulheres e crianças para lidar com lésbicas vítimas de violência doméstica.
Mas se já há casas de abrigo para mulheres que sofram violência dos maridos, estas também servem para quem sofra violência da parceira. Mesmo as mais ávidas instituições cristãs nunca rejeitariam de prestar ajuda a um homossexual vítima de violência só porque ele ou ela é homossexual.

Mas neste ponto é preciso ver que a escritora pode ter alguma razão: não parece haver casas de apoio para homens vítimas de violência doméstica. Mas isso se calhar se deve à crença feminista de que a violência doméstica é sempre feita pelo homem.

“A prevalência alerta-nos para a necessidade de maximizarmos a visibilidade deste fenómeno”, conclui o artigo científico, que foi há uns dias para publicação numa revista científica. “Num contexto social preconceituoso, sem campanhas de informação adequadas ou serviços específicos, muitas vítimas de violência íntima não são sequer capazes de reconhecer as suas relações como abusivas”.
Não sabemos o que este "artigo científico" entende como "contexto social preconceituoso".
As investigadoras julgam importante criar serviços ou, pelo menos, alargar os já existentes aos homossexuais. Acham que “o maior desafio face à violência nas relações homossexuais continua a ser a cegueira inerente à homofobia”.
É normal as pessoas terem cegueira em torno de um comportamento tão ínfimo (medo irracional dos homossexuais).

Conclusão:

O artigo começa bem mas depois termina colocando a maior parte da culpa da violência doméstica no "contexto social preconceituoso". Não há evidências para tal alegação, portanto podemos assumir que esta foi feita apenas com o propósito de desculpabilizar o comportamento como agente gerador de tensão entre os parceiros.

Eis aqui uma boa leitura sobre o que verdadeiramente é a vida homossexual.

publicado por institutogamaliel às 04:52


Fonte

Apostolado Spiritus Paraclitus

Qual é a sua opinião sobre o chamado “Casamento” Homossexual?

Responda à nossa pesquisa!

Sr. Cônego, a imprensa tem tratado com muita freqüência do problema da homossexualidade. O Sr. poderia dizer o que ensina a Igreja Católica a respeito, e o que Ela recomenda para a pessoa se afastar desse vício?

Resposta:

Com muito gosto me honrarei de dar aos caros leitores de Catolicismo alguma orientação sobre o problema da homossexualidade e homossexualismo, assunto tão delicado, mas também tão atual quanto sinistro.

A respeito da homossexualidade, a doutrina católica distingue entre a tendência homossexual (homossexualidade) — que pode ser devida a defeitos genéticos, de educação ou a fatores psicológicos e morais — e a prática homossexual (homossexualismo).

Tendência homossexual

A tendência homossexual é uma paixão, isto é, um apetite desordenado, que já denota um desvio da natureza, pois o instinto sexual normalmente só se manifesta em relação a pessoas de outro sexo, uma vez que foi dado ao homem e à mulher com vista à procriação.

A pessoa que sofre essa tentação — contrária à natureza, é preciso realçar — tem obrigação moral de combatê-la a ferro e fogo, e não consentir absolutamente em nada do que ela pede. Nem por pensamentos, nem por palavras, nem por atos. Se a pessoa assim agir, estará isenta de culpa. É tentação vencida, é vitória alcançada. É aumento em graça e virtude!

A paixão pode solicitar até veementemente para um ato mau, mas se a pessoa tentada não consente, lutando para afastar o mau pensamento e fugindo das ocasiões de queda, não só não comete pecado, mas ganha méritos perante Deus, pela batalha vitoriosa que desenvolve contra as más inclinações que tem dentro de si, triste herança do pecado original.

Como combater essa má tendência

Um dos segredos da vitória nessa matéria está na estratégia do combate aos maus pensamentos.

A batalha contra os maus pensamentos deve começar muito antes que eles despontem na imaginação ou na memória, isto é, muito antes que nasçam na cabeça. A resistência deve começar pelo combate à raiz desses maus pensamentos.

Qual é essa raiz?

Geralmente as pessoas com tendência homossexual são tendentes a uma visão acentuadamente egoísta da vida, de cunho sentimental e romântico. No fundo, gostam de admirar-se, “adorar-se”, de se acharem maravilhosas e sublimes, e de se considerarem incompreendidas pelos outros. É com base nessa mentira que, de início até imperceptivelmente, põem-se a procurar uma “alma irmã” que as compreenda. E uma “alma irmã” do mesmo sexo…

Se uma pessoa assim não combate essa auto-contemplação e esse sonho a respeito de sua suposta sublimidade, ela põe o pé na rampa, derrapando depois para todas as desordens monstruosas da vida homossexual. A esse respeito, leia na Sagrada Escritura o que diz São Paulo na Epístola aos Romanos, cap. 1, vers. 21 a 32. É impressionante.

Outro segredo é a fuga das ocasiões próximas de pecado.

Segundo a doutrina católica, há obrigação moral sub-gravi de evitá-las.

Uma ocasião de pecado é próxima quando se percebe que pode levar logo ao pecado. Por exemplo, manter amizade e freqüentar rodas de pessoas do mesmo sexo em relação às quais o indivíduo, por um apelo de seus instintos desviados, sente atração homossexual.

Assim, falar de “amizade” entre homossexuais sem temer que acabe, mais cedo ou mais tarde, desfechando no ato abominável, é o mesmo que achar possível brincar de riscar fósforos a dois milímetros da boca aberta de um tonel de gasolina e não prever a explosão. Não é lícito.

Prática homossexual

Por outro lado, a prática homossexual — ou seja, manter relações sexuais com pessoas do mesmo sexo — constitui um pecado abominável aos olhos de Deus, daqueles que a Igreja classifica como “pecados que clamam a Deus por vingança”.

De fato, na Sagrada Escritura são várias as condenações explícitas a esse pecado, mostrando eloqüentemente a sua ignomínia. Basta citar o proverbial exemplo das cidades de Sodoma e Gomorra, que foram destruídas num apocalíptico dilúvio de fogo vindo do céu, como castigo por esse pecado (Cfr. Gen., cap. 18 e 19). Também no Levítico a condenação ao homossexualismo é clara e radical: “Aquele que pecar com um homem como se fosse mulher, ambos cometem coisa execranda e sejam punidos de morte; o seu sangue caia sobre eles” (20, 13). Existem ainda condenações ao abjeto ato sodomítico em outros livros da Bíblia, que seria supérfluo acrescentar.

Requinte desenfreado de luxúria

Nem sempre a prática homossexual (homossexualismo) deriva de uma tendência (homossexualidade) observada desde a juventude ou mesmo desde a infância. Muitas pessoas se tornam homossexuais por um requinte desenfreado de luxúria. Querem ter novas “experiências” nessa matéria, embora antes fossem perfeitamente normais, ou seja, heterossexuais de tendência e de prática. Isto constitui um pecado ainda mais grave, pois não se trata apenas de uma concessão à tendência desregrada e antinatural que porventura a pessoa já tivesse, mas sim da procura deliberada de um pecado contra a natureza, em busca de novas sensações torpes e vergonhosas, severamente proibidas por Deus.

“Vítima” do homossexualismo

Outras vezes uma pessoa de tendência originária normal, heterossexual, pode ser “forçada” — note bem: forçada — a adotar práticas homossexuais devido a uma permanência prolongada em certos ambientes de baixo nível moral, como penitenciárias, navios em viagens de longo curso, etc. Neste caso o pecado, embora gravíssimo e abominável, pode não ter o mesmo grau de abominação do caso anterior, principalmente se a pessoa for vítima de violência para consentir no ato torpe. Mas deve heroicamente opor toda a resistência possível, sacrificando até a própria vida, a exemplo de uma Santa Inês, de Santa Maria Goretti e de tantos outros heróis da Fé e da Pureza.

As pessoas que adotam práticas homossexuais nestas duas circunstâncias, geralmente ficam sendo taradas bissexuais, ou seja, com tendência e práticas sexuais com pessoas do mesmo sexo e do outro. Neste caso, suas práticas homossexuais constituem pecado gravíssimo contra a natureza, que clamam a Deus por vingança devido ao extremo grau de malícia que lhes é próprio, enquanto as relações heterossexuais, se realizadas fora do casamento, constituem pecado de fornicação ou, mais grave ainda, de adultério.

A importância da oração e dos Sacramentos

Para evitar isso, é preciso pedir a graça de Deus e a especial proteção de Nossa Senhora. O que se consegue rezando e freqüentando assiduamente os Sacramentos. Porque, sem o auxílio sobrenatural da graça, nenhum homem é capaz de cumprir estavelmente os Dez Mandamentos, sobretudo o 6º e o 9º, ainda mais no mundo permissivista em que vivemos.

Sr. Cônego, no último número de Catolicismo o Sr. abordou o problema da homossexualidade. Ficaram, entretanto, algumas questões pendentes sobre o mesmo assunto. Peço ao Sr. o favor de dar uma orientação a respeito de dois problemas que, segundo creio, ainda não foram tratados.

Em primeiro lugar, embora o homossexualismo seja uma aberração, homossexuais existem. Então qual deve ser a atitude de um católico quando no dia-a-dia encontra uma pessoa com tal vício?

Outro problema é a questão da AIDS. O que pensar sobre essa doença? Como evitá-la?

Tendo em vista sobretudo o bem das almas, dou aos caros leitores de Catolicismo alguns conselhos sobre a atitude que o bom católico deve tomar em relação aos homossexuais, e alguns esclarecimentos sobre a AIDS.

Como se portar diante de sodomitas? Aí a reta orientação distingue entre a tendência e as práticas homossexuais.

Uma pessoa — como acentuamos no artigo anterior — pode ter a infelicidade de apresentar uma tendência homossexual, pela qual não é responsável, observada desde a adolescência, ou mesmo desde a infância. Mas aceita esta cruz com humildade, reconhecendo que é uma tendência desordenada e antinatural, contra a qual deve lutar. Procura então resistir aos seus impulsos, e levar uma vida continente e casta, para ser fiel à Lei de Deus. Tal pessoa merece nosso respeito, consideração e ajuda. Se, talvez por fraqueza, teve a desgraça de cair no pecado infamante do homossexualismo, porém mostra verdadeiro arrependimento, reconhecendo que cometeu um pecado gravíssimo, e tem o firme propósito de jamais voltar a ceder, evitando todas as ocasiões para a queda, então poderá ainda merecer nossa serena compaixão e ajuda. Não deve ser discriminada em razão dessa mórbida tendência, mas advertida energicamente para que jamais freqüente ambientes que lhe sirvam de ocasião próxima de pecado.

Repito: quando se trata de matéria grave, o simples expor-se à ocasião próxima já constitui pecado mortal. “Orai e vigiai para não entrardes em tentação”, adverte Nosso Senhor (Mt. 26, 41). “Sede sóbrios e vigiai”, repete São Pedro Apóstolo (I Ped. 5, 8).

O que fazer ante os homossexuais cínicos e agressivos?

Como vimos, há outras pessoas em que a homossexualidade não se reduz a uma simples tendência, mas também se manifesta por prática consciente e contumaz, à qual dão toda a sua adesão interna e externa. E fazem de sua homossexualidade uma bandeira para a qual pedem o reconhecimento da sociedade, de modo arrogante, petulante e agressivo, exigindo que suas práticas obscenas, execráveis e antinaturais sejam reconhecidas como um comportamento normal, sadio e legítimo. Os que assim se conduzem devem merecer dos católicos o repúdio votado a todos os pecadores públicos e insolentes, que se declaram ou se comportam como inimigos de Deus e de Sua Santa Lei.

Em todo ambiente onde se encontram, seja ele familiar, profissional ou social, tais pessoas fazem propaganda do homossexualismo, procurando tornar aceito na sociedade um pecado que brada ao Céu e clama a Deus por vingança, ou, pelo menos, criar uma atmosfera de indiferença respeitosa e cínica em relação a tal pecado. Um homossexual dessa espécie, ocupando um cargo de professor, por exemplo, vai incutir nos alunos uma atitude de aprovação em relação ao comportamento homossexual, como também estimular tendências homossexuais porventura existentes em algum deles, para que se consumem nas práticas sodomíticas.

Homossexuais assim são como células cancerosas e pútridas no corpo social. Devem ser repudiados, com nota de execração.

Que Nossa Senhora livre o Brasil dessa infâmia

Recomendo a todos leitores de Catolicismo que peçam instantemente a Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil, que livre nossa Pátria dessa lepra do homossexualismo, que vem conspurcando a Terra de Santa Cruz; e muito especialmente, que não permita seja aprovado no Congresso Nacional o torpe projeto de lei que institui o “casamento” entre homossexuais. Isto constituirá uma insolente ofensa feita a Deus e a Nossa Senhora pelos legisladores do País. e que atrairá sobre o Brasil grandes castigos, pois será a legalização e a legitimação oficial de um pecado infame que clama a Deus por vingança, alinhando-nos a Sodoma e Gomorra…

A respeito do problema da AIDS, o que dizer?

É uma peste.

Segundo as autoridades sanitárias, ela é produzida por um vírus, o HIV, que pode ser transmitido diretamente pelo sangue (transfusões, injeções com agulhas ou seringas contaminadas, penetração do vírus por meio de feridas, etc.) ou por meio de relações sexuais, como ocorre freqüentemente.

Quanto às relações sexuais, a que de longe contamina com mais facilidade é o tipo de relação antinatural e infame praticada pelos homossexuais masculinos. É de se observar que este modo antinatural e gravemente pecaminoso de relacionamento sexual também pode ser praticado entre homem e mulher, e até mesmo — oh vergonha! — entre esposo e esposa. Quando dizem que a contaminação pelo HIV está aumentando nas relações heterossexuais, o que na realidade acontece muitas vezes é sua transmissão por meio dessas práticas antinaturais entre homem e mulher.

Cumpre ainda notar que as chamadas doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), que se transmitem por meio de relações sexuais, também facilitam a contaminação pelo HIV.

Assim, confirma-se como fato incontestado aquilo que a Igreja sempre afirmou: o melhor meio de evitar tais doenças, inclusive a AIDs, não é o uso de preservativos, terminantemente proibidos pela moral católica e tão propagados pelas autoridades, mas sim a prática da virtude da castidade, a prática da continência sexual.

Numa palavra: a vacina contra a AIDS chama-se 6º e 9º Mandamentos!

Diálogo com Deus Pai – Visão de Santa Catarina sobre a impureza

“(…) esses infelizes, não somente não refreiam tal tendência, mas fazem algo de muito pior e caem no vício contra a natureza. São cegos e estúpidos, cuja inteligência obnubilada não percebe a baixeza em que vivem. Desagrada-me este último pecado, pois sou a pureza eterna. Ele me é tão abominável, que somente por sua causa fiz desaparecer cinco cidades (cf. Sb 10,6). Minha justiça não mais consegue suportá-lo. Esse pecado, aliás, não desagrada somente a mim. É insuportável aos próprios demônios, que são tidos como patrões por aqueles infelizes ministros. Os demônios não toleram esse pecado. Não porque desejam a virtude; por sua origem angélica, recusam-se a ver tão hediondo vício. Eles atiram as flechas envenenadas de concupiscência, mas voltam-se no momento em que o pecado é cometido”. (Santa Catarina de Sena, O Diálogo, 2a ed., Paulinas, 1984).

Fonte: Revista Catolicismo.

publicado por institutogamaliel às 04:52


(Fonte)

Abaixo um ótimo texto escrito por um intelectual gay, Justin Raymondo.

Leiam abaixo, e depois comento:

Os ativistas gays do passado pediam que o governo os deixasse em paz. Seu programa político era focado em descriminalizar relações homossexuais entre adultos que consentiam a relação. Mas hoje, proporcionalmente ao crescimento da tolerância à homossexualidade, ativistas gays estão cada vez mais pedindo ao governo para impor sua agenda sobre a sociedade. Mesmo que o poder do estado tenha sido usado contra gays desde a Idade média, repentinamente líderes gays atuais parecem compor uma união declarando: “Agora é a nossa vez”. Isso é uma grande ironia – e uma causa em potencial de problemas para os homossexuais e tumultos para a America.

A origem do movimento de liberação gay na America pode ser definida como a tarde de Junho, 27, 1969, quando patrocinadores do Stonewall Inn, um bar homossexual em Manhattan, resistiram a uma tentativa da polícia fechar o local. Por três dias, uma rebelião na vizinhança evitou de forma efetiva que a polícia executasse uma velha tradição de fechar as portas dos bares gays e prender aqueles que não pagassem propina. Na queixa oficial, os operadores do Stonewall foram citados pela ausência de licença para vender bebidas. Mas mesmo que eles tivessem essa licença, temos dúvidas se sua requisição seria atendida: o comitê de licenciamento estadual era naturalmene hostil aos grupos gays. Os primeiros militantes gays modernos estavam, então, se rebelando contra regulação. De fato, se tornar livre do governo geralmente era uma idéia central da liberação gay.

Mas algo aconteceu para distanciar o movimento gay de seu objetivo original. Hoje, o chamado movimento pelos direitos gays vê o governo como a agência, não como inimigo, da liberdade. Da medicina socializada à legislação anti-discriminação até as lições obrigatórias de “tolerância” nas escolas, não há sequer um esquema focado em aumento do poder do governo que esses alegados lutadores da liberdade não apóiem.

Enquanto atos homossexuais entre adultos sob consentimento são ilegais em alguns estados, eu acredito que as organizações dedicadas à repelir essa idéia tem um lugar legítimo na constelação de causas por direitos humanos. Além deste objetivo estritamente limitado, entretanto, um movimento político baseado em orientação sexual é uma aberração grotesca. As evidencias mostrando que os movimentos de direitos gays têm assumido um estilo cada vez mais autoritário é o resultado inevitável de assumir as causas políticas com base em lealdade de clã, ao invés de princípios filosóficos.

Em uma sociedade livre, não existem direitos gays, apenas direitos individuais. Para os homossexuais e heterossexuais em geral, estes direitos se resumem a um único princípio: o direito de ser deixado em paz. Politicamente, os movimentos de direitos gays deveriam retornar às suas raízes libertárias. Isso iria iniciar o processo vital de despolitizar a homossexualidade e minar a criação de uma cultura de guerra que a minoria gay jamais poderá vencer.

Mesmo a “neutralidade” estatal que gays “centristas” como Andrew Sullivan defendem iria forçar o tratamento governamental de forma equânime à heterossexualidade, como visto nas requisições de Sullivan pelo pseudo-“casamento” gay e a presença de gays assumidos no exército. Verdadeira neutralidade, entretanto, não iria envolver reconhecimento, mas indiferença, ausência de atenção, inércia. Um estado neutro não iria penalizar nem promover o comportamento homossexual. Ele não iria nem sequer proibir nem dar status legal ao casamento gay. Em um ambiente militar, um estado neutro iria submeter toda sexualidade à mesma rigorosa regulação.

Gays deviam rejeitar a idéia nonsense que eles são oprimidos pelo “heterosexismo”, uma ideologia má que subordina e denigre homossexuais pela insistência da centralidade da heterossexualidade na cultura humana. Não há uma base para isso na biologia humana, entretanto algo que pode ser chamado de projeto reúne acadêmicos organizados em uma imaginação que define a sexualidade humana como uma “construção social” a ser alterada conforme a vontade. Homossexuais são e sempre serão uma raridade, uma pequena minoria necessariamente distante da família tradicional. O “viés” heterossexual das institutições sociais não é algo que precisa ser imposto em uma sociedade relutante por um estado opressivo, mas uma predileção que surge de forma natural e inevitável. Se isto é “homofobia”, então a natureza é intolerante. Se os gays usam o poder do estado para corrigir esta “injustiça” histórica, eles estão envolvidos em um ato de hostilidade que irá ser encarado justamente como um desafio à primazia da família tradicional.

Mesmo muitos liberais gays reconhecem que o modelo de direitos gays já tornou obsoletas quaisquer utilidades que alguma vez já existiram. A idéia de que pessoas gays, particularmente homens gays, como um grupo de vítimas é tão contrário à realidade que não é sustentável. Em cenários econômicos, políticos e culturais, a influência gay ocorre em maior proporção do que seus números, um fato que tem alimentado várias teorias da conspiração. Dos Cavaleiros de Malta medievais ao “Homintern” misterioso de tempos modernos, o tema com a idéia de uma cabala homossexual poderosa é persistente na literatura conspiratória, que mimetiza a forma e o estilo da campanha anti-semita.

Coberto com a propaganda de vitimização dos últimos 20 anos, esta imagem do poder homossexual secreto é combinada para produzir um perfil extremamente desagradável: uma criatura de altos privilégios que lamenta-se constantemente sobre sua situação. Se a liderança política gay realmente está tão preocupada sobre o alegado crescimento da liderança anti-gay, talvez eles deveriam se preocupar em projetar uma imagem menos atacável.

Como se fosse um contingente militar especializado em empurrar o socialismo “multicultural” goela abaixo dos habitantes da América, o lobby gay capitaliza nas piores inseguranças de seus membros. Sempre mantendo em voga o bicho-papão da “Direita religiosa”, para manter suas tropas em linha, os políticos gays apontam para Jesse Helms e dizem: “Sem nós, você não teria chance alguma contra eles”.

Mas na verdade nenhum dos grandes conservadores religiosos propôs medidas legais contra homossexuais. A Christian Coalition, o Eagle Forum, e outros ativistas conservadores arraigados apenas se envolveram em atividades políticas “anti-gay” de forma defensiva, trabalhando para reverter as legislações de direitos gays que atacaram suas crenças mais valorizadas.

A liderança do movimento gay está brincando com fogo. A grande tragédia é que eles não serão os únicos queimados. A volatilidade das questões que eles têm levantado – que envolvem religião, família, e as premissas mais básicas do que significa ser humano – criam o risco de uma explosão social pela qual eles devem ser responsabilizados. O arrojo da tentativa de introduzir um currículo “positivo” gay nas escolas públicas, a posição militante de vítima que não aceita nenhum questionamento, a intolerância absurda uma vez que ganham o poder em guetos urbanos como San Francisco – tudo isso, combinado com o fato de que o paradigma de direitos gays em si representa uma invasão insuportável da liberdade, tendem a produzir uma reação da maioria.

É tempo de desafiar a ficção de que o movimento de “direitos gays” fala por todos ou mesmo pela maioria dos gays. Eles não falam. A legislação de direitos gays viola os princípios ao liberalismo autêntico, e homossexuais deveriam se voltar contra ela – para se distanciar dos excessos de um movimento militante destrutivo, para ajudar a evitar danos sociais e corrigir alguns erros graves. Estes erros são o assalto político cometido contra a família heterossexual pelos teóricos da revolução dos direitos gays; a infinita ridicularização da religião promovida pela imprensa gay; e o ilimitado desprezo por toda tradição e “valores burgueses” que permeiam a subcultura homossexual.

E a busca por uma “etnicidade” gay é tanto uma via sem saída como um esforço para solidificar um movimento político gay. Em nenhum sentido homossexualidade é comparável, vamos dizer, a ser um Armênio. Não existe cultura gay separada da cultura em geral, e a despeito de alegações pseudo-científicas em contrário, não há uma raça gay codificada nos genes. Há apenas comportamento assumido por um grupo diverso de indivíduos, cada um agindo a partir de seus motivos e predisposições particulares.

Esforços para santificar tal comportamento, ou para explicá-lo de forma que ele não tenha conteúdo moral, são contraprodutivos além de serem inconvincentes. Esforços para reconciliar a homossexualidade com os costumes e crenças religiosas da maioria é conceder ao grupo o direito que as pessoas, gays ou não, realmente não possuem – o direito, aliás, não deve justificar sua existência.

A obsessão com a idéia de “sair do armário”, e a auto-centralização basicamente feminina que tal ritual implica, é certamente outro aspecto do qual o movimento gay deve se afastar. Nós realmente precisamos saber o inclinamento sexual de nossos vizinhos e parceiros de trabalho, ou mesmos nossos irmãos e irmãs, tias e tios?

Esperar aprovação ou sanção official para uma matéria tão pessoal como sexualidade é um sinal de caráter fraco. Para uma solicitação (não, demanda) tão desaforada, tal aprovação sob a forma de algum ato do governo é um ato de incomparável mau gosto. Da mesma forma, é uma confissão de tão devastadora falta de amor próprio, de vazio interior, que sua expressão pública é difícil de dimensionar. Auto-estima não é uma qualidade a ser obtida nos outros, nem pode passar a existir via legislação.

A história do movimento gay revela que ideologia e Eros são antípodas. Política, como disse Orwell, é simplesmente um “sex gone sour”, na qual sour (ácido) certamente descreve a visão de mundo dos dogmatistas dos direitos gays. Isso é evidente apenas ao olharmos para eles: sitiados por todos os lados por uma sociedade “heterossexual”, e geralmente demasiadamente sozinhos para arrumar um encontro, estas pobres almas tem dessa forma que politizar sua sexualidade que mal podem alegar realmente existir.

Ao invés do excessivo moralismo da “visibilidade” gay, uma resolução razoável da Questão Gay deveria solicitar um retorno às maravilhas da vida privada, a redescoberta da discrição ou mesmo anonimidade. A politização do cotidiano – do sexo e as principais instituições da cultura – é uma moda que deve ser fortemente resistida, não apenas por gays mas também por amantes da liberdade em qualquer esfera da atividade humana.

Meus comentários

Mas não é que o Justin Raymondo está correto?

Ele me lembra os discursos do Clodovil, que sempre rejeitou a ditadura gay.

Enfim, Clodovil era gay, mas não um gayzista. Assim como Raymondo.

Precisamos saber se os movimentos gays falam por todos os gays ou apenas por grupos de esquerda que querem USAR os gays de forma política.

Vale o mesmo em relação aos neo ateus/humanistas. Será que eles representam todos os ateus ou apenas são um grupo USANDO os ateus de forma política?

É importante investigarmos essa postura, pois temos que retaliar tanto os ataques dos movimentos gays como dos movimentos humanistas.

Mas isso não implica um ataque aos gays e ateus.

Somente àqueles que estão contra nós.

publicado por institutogamaliel às 04:51


Juíza lésbica do Texas afirmou recentemente que não irá realizar cerimónias de casamento para heterossexuais até que o Estado permita que os homossexuais se possam "casar" entre si.

Tonya Parker afirmou aos Democratas do grupo homossexual Stonewall que para ela, realizar cerimónias de casamento era um "oxímoro" visto que ela não pode igualmente casar-se.

Obviamente que esta juíza é ignorante. Não há impedimento nenhum para que os homossexuais se casem no Texas; basta que eles se casem de acordo com a definição de casamento que lá existe. Tal como dito anteriormente, o casamento não descrimina pessoas mas comportamentos. Se um homossexual e uma lésbica se apresentarem no Texas para se casarem um com o outro, eles serão casados de forma normal.

Não são os homossexuais como as pessoas que são descriminados; é a homossexualidade como comportamento que é descriminado (tal como o é o bestialismo e todas os outros desvios sexuais).

A juíza disse que quando um casal se apresenta no seu tribunal, ela direcciona-os para outro juiz mas não antes de "lhes dar uma lição em torno da igualdade no casamento".

Urge perguntar: Qual "igualdade no casamento"? Desde quando é que homossexualismo é igual à heterossexualidade? A juíza não quer "igualdade no casamento" mas sim "igualdade nos comportamentos sexuais".

O que ela está a fazer é usar um posição estatal para avançar com uma ideologia politica e sexual que visa colocar o homossexualismo ao mesmo nível da heterossexualidade. É para isto que lhe pagam? Para fazer activismo político?

A igualdade entre as pessoas já existe; no Texas, qualquer pessoa se pode casar com alguém do sexo oposto - mesmo que seja homossexual. A "igualdade" entre os comportamentos sexuais não existe e nem nunca vai existir uma vez que o homossexualismo não é igual à heterossexualidade.

Outra coisa que convém notar é que o lobby homossexual está a aplaudir uma decisão que eles mesmos condenam quando a mesma é levada a cabo por pessoas que não aceitam a agenda homossexual. Se uma lésbica se pode recusar a pactuar com comportamentos com os quais ela não concorda, então os Cristãos também podem-se recusar a tomar parte em situações que contradigam as suas convicções religiosas.

Esperamos ansiosamente que os activistas homossexuais se contorçam de forma ilógica ao tentarem explicar o porquê se ser correcto uma lésbica se recusar a oficializar cerimónias heterossexuais mas já não ser correcto uma Cristã se recusar a a prestar apoio psicológico a um homem homossexual que tem problemas com o parceiro sexual.

A juíza ignorante diz ainda:
Normalmente eu digo-lhes algo deste género:

"Desculpem-me mas eu não levo a cabo cerimónias num estado onde não há igualdade matrimonial.

[Que é mentira. Existe "igualdade matrimonial" no Texas visto que todas as pessoas se podem casar. Basta seguir a definição de casamento que lá existe].

Até que tal igualdade exista, não vou aplicar a lei de forma parcial para um grupo de pessoas quando a mesma lei não se aplica a outro grupo de pessoas".

O grupo homossexual "Stonewall Democrats of Dallas" emitiu uma declaração em apoio à juíza, alegando que o estado do Texas estava a negar "1,138 direitos" de parelhas homossexuais ao não lhes permitir que se "casem" entre si. O mesmo grupo aplaudiu a decisão da juíza por esta supostamente tratar todas as pessoas "de forma igual e sem qualquer viés."

Fonte

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Sem dúvida que a forma como o grupo homossexual enquadra a questão - como se fosse um assunto de direitos que estão a ser negados - é um dos motivos do sucesso dos activistas da esquerda política. Isto é importante levar em conta porque o sucesso de muitas iniciativas da esquerda militante deve-se mesmo na forma como eles constroem debates que lhes são preciosos.

Por exemplo, na questão do aborto, a esquerda militante fala nos "direitos reprodutivos" que são "negados às mulheres" quando elas não podem esquartejar, decapitar, desmembrar, sugar com máquinas e atirar para o caixote de lixo o bebé que carregam no ventre.

Mas este enquadramento está errado porque a questão não é se a mulher tem "direitos reprodutivos" sobre a vida alheia mas sim se é moralmente correcto um ser humano decidir tirar a vida a um ser humano inocente.

O mesmo ocorre na agenda dos activistas homossexuais; eles formulam o debate em torno da "igualdade no casamento" mas isto está errado. No casamento, todas as pessoas são iguais. Um homem pode-se casar com qualquer mulher em idade legalmente permitida (quer ambos sejam homossexuais ou não).

Como dito em cima, o que os activistas homossexuais querem não é igualdade no casamento mas sim igualdade nas prácticas sexuais.

Mas isto é ilógico visto que um homem a inserir o seu apêndice reprodutor no ânus de outro homem não está a levar a cabo um acto sexual igual ao acto sexual que ocorre entre um homem e uma mulher e de onde se gera nova vida humana.

Antes da gaystapo exigir "igualdade" entre o homossexualismo e a heterossexualidade, primeiro têm que demonstrar de que forma é que uma é igual à outra. O que eles não podem fazer de maneira nenhuma é exigir tratamento igual entre prácticas sexuais que são manifestamente díspares.

publicado por institutogamaliel às 04:50


Académico sénior da Universidade de Oxford afirmou que os tribunais do Ocidente estão a colocar os assuntos em torno da"igualdade" acima das liberdades religiosas. O professor Roger Trigg, figura de destaque nos departamentos filosóficos e Teológicos, fez a declaração depois de analisar casos legais recentes ocorridos no Reino Unid, nos EUZ, no Canadá e no resto da Europa.

Após esta análise, ele identificou uma tendência em torno da limitação das liberdades religiosas em favor de outras prioridades sociais tais como a não-descriminação.

O caso de Lillian Ladele – arquivista Cristã que foi disciplinada pelo Concílio de Islington devido às suas objecções às uniões civis - é especificamente ressalvado no seu novo livro com o nome de ‘Equality, Freedom and Religion ("Igualdade, Liberdade e Religião").

O professor Trigg afirmou:

Há um caso perante o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos em torno duma arquivista de Islington que, devido às suas crenças religiosas, se recusou a levar a cabo cerimónias em torno das uniões civis.

Este caso seria facilmente resolvido entregando estas cerimónias a colegas seus que não tivessem problemas com as uniões civis, mas a necessidade de respeitar o direito à igualdade sobrepôs-se à liberdade nas convicções religiosas.

Este é apenas um dos muitos casos onde a liberdade dos Cristãos é posta em causa devido à noções de "igualdade" entre prácticas que não são iguais.

Um Cristão que se recuse a participar em cerimónias homossexuais não está a levar a cabo um acto igual à rejeição em tomar parte de eventos de cariz sexualmente normal devido ao facto da homossexualidade não ser igual à heterossexualidade. Quem acha que sim tem que fornecer algum tipo de evidência em favor dessa tese.

O professor Trigg acrescenta:

Tem-se observado ultimamente uma clara tendência nos tribunais europeus e norte-americanos de se dar prioridade a igualdade e a não-descriminação acima da religião [=Cristianismo], colocando a liberdade religiosa em perigo.
Aparentemente o professor Trigg não sabe que o propósito das leis da igualdade é mesmo o de retirar liberdades aos Cristãos e a todos os grupos que se alinham com o conservadorismo Cristão.
Nenhum Estado pode ser uma democracia funcional a menos permita que os seus cidadãos manifestem as suas crenças em torno do que é mais importante na vida. Lanço um apelo para que estes direitos sejam balanceados.
Sinceramente, não concordo com a opinião do professor Trigg neste ponto. Como diz o filósofo Católico Olavo de Carvalho, os direitos em torno da liberdade de expressão e de consciência estão ACIMA dos sentimentos subjectivos de quem quer ver a sua sexualidade afirmada socialmente através das instituições sociais.

Ou seja, não há necessidade de "balanceamento" entre direitos humanos e gostos sexuais. Os direitos humanos estão acima das preferências sexuais em toda a linha. Qualquer Estado que tenha problemas em ver isto já está a caminho de levar a cabo uma perseguição ideológica.

Isto já foi anunciado por um líder dum grupo europeu, Dr Gudrun Kugler , quando este disse que os Cristãos "caminham para uma perseguição sem sangue" às mãos dos secularistas. O que este líder não sabe é que todas as perseguições com sangue começam com perseguições sem sangue.

Primeiro é preciso des-humanizar o alvo para mais tarde não se sentir remorso na sua eliminação física. Foi assim com os judeus, é assim que é feito com os bebés em gestação, e é assim que vai ser feito com os Cristãos.

A questão agora é saber quanto tempo mais até ao início da perseguição física visto que a ideológica já cá está.

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publicado por institutogamaliel às 04:49


Há alguns dias atrás o governo inglês deu novas "garantias" de que as igrejas não podem ser forçadas a levar a cabo uniões civis contra a sua vontade. A promessa veio a lume durante o debate na Câmara dos Lordes em torno das Regulamentos Governamentais que permitem o registo de parcerias civis em premissa religiosas (m Inglaterra e no País de Gales).

O debate em torno dos Regulamentos foi assegurado pela Baronesa O’Cathain. Muitas igrejas expressaram preocupações pelo facto de acreditarem poder sofrer pressão legal para registar uniões civis contra a sua vontade.

A Baronesa O’Cathain trouxe a lume o aconselhamento legal que expôs potenciais falhas no nove esquema. Para além disso, ela afirmou que o propósito para iniciar o debate foi o de "discutir a preocupação geral de que o Regulamento ameaça a liberdade religiosa".

O antigo Lord Chancellor, Lord Mackay de Clashfern, disse que o governo deveria providenciar protecção mais clara contra a lei da igualdade.

Outros Pares afirmaram que mais protecção legal é necessária, e insistiram que nenhuma igreja poderia ou deveria ser forçada a levar a cabo registos de uniões civis.

Respondendo ao debate, o Home Office Minister Lord Henley disse que as igrejas que escolham não tomar parte do esquema, estão totalmente garantidas pela Secção 202 da Equality Act, a provisão legal que permite o registo religioso das uniões civis.

Esta é a primeira vez que o governo afirma que a Secção 202 oferece tal "protecção".

Durante o debate, muitos Pares afirmaram que, caso alguma igreja sofre uma acção legal por se recusar a registar um união covil, a mesma quase de certeza seria bem sucedida na sua defesa.

Fonte

publicado por institutogamaliel às 04:48


A agenda cultural da marxistas continua a avançar tranquilamente, mesmo que seja preciso colocar um homossexual pedófilo (previamente condenado por abuso de pelo menos um menor) a trabalhar com crianças:

O homem apelou com sucesso pelo direito de voltar a trabalhar com crianças apesar de ter admitido que violou um rapaz de 16 anos enquanto a mãe dormia no quarto ao lado.
O Governo Estadual inicialmente negou a aplicação do homem, mas uma vez que o pedófilo mostrou "vergonha, remorso e empatia com a sua vítima" e havia "aceite a sua identidade sexual" [homossexual e pedófilo], o VCAT [Victorian Civil and Administrative Tribunal] concedeu-lhe a aplicação.

O pervertido, cujo nome foi suprimido como forma de proteger o culpado, entrou no quarto do rapazinho no "bed & breakfast" cujo dono é ele, e "abusou o rapaz indecentemente" (como se houvesse alguma forma "decente" de abusar crianças). Como "castigo" pelo único crime que se sabe ter cometido, ele foi multado em $1,500 e não foi para a prisão.

Leram bem? Ele violou uma criança e não foi preso. Pior, o mesmo estado que não o prendeu como deveria, voltou a libertá-lo para o meio das crianças.

A presidente da VCAT, a Juíza Sandra Davis decidiu que o pervertido, que não conseguiu oferecer qualquer tipo de referência profissional ou pessoal, tem que ver a sua aplicação concedida apesar (senão por causa) do crime sexual, uma vez que "na altura ele se encontrava deprimido, recluso e isolado, sofrendo da separação que ocorreu com o seu primeiro relacionamento homossexual".

Ou seja, como ele havia saído do seu primeiro relacionamento homossexual, o abuso que ele cometeu posteriormente tem que ser minimizado.

Pergunta: se fosse um ex-homossexual que tivesse saído da sua primeira relação heterossexual e tivesse abusado duma rapariga, a juíza Sandra Davis teria este tipo de gesto? Mais; se o rapaz abusado fosse um dos seus filhos, será que ela seria tão magnânima ?

A mesma juíza marxista cultural decidiu que "embora a sua violação tivesse sido 'predatória' , ele não era um predador."

Nem tentem entender a lógica esquerdista. Lembrem-se que estas são as mesmas pessoas que torcem o braço aos governos quando estes tentam construir estradas e casas em locais que (alegadamente) são "santuários" para certos animais que supostamente se encontram em "vias de extinção". Semelhantemente, os esquerdistas são o mesmo tipo de pessoas que são contra a pena de morte do culpado, mas a favor da pena de morte para o inocente (bebés em gestação).

Fonte


Qual é o propósito de se colocarem desviados sexuais em posições a partir das quais eles podem influenciar ou ter mais fácil acesso a crianças indefesas? Ora, porque agir de acordo com a lógica e o senso comum seria "preconceito" e "descriminação".
publicado por institutogamaliel às 04:46


"O que foi, isso é o que há-de ser; e o que se fez, isso se tornará a fazer: de modo que nada há novo debaixo do sol. Há alguma coisa de que se possa dizer: Vê, isto é novo? já foi nos séculos passados, que foram antes de nós."
Eclesiásticos 1:9-10

Se queres prever o futuro, olha para o passado. A "Declaração dos Direitos Sexuais da Criança" (PDF) data do ano de 1970 e foi distribuído num curso de "educação sexual" levado a cabo por um professor pervertido com o nome de John De Cecco.

Antes de leres o que se vê em baixo, leva em consideração o seguinte: no artigo original (em inglês) "co" é usado em referência a "ele/ela" e "cos" é usado em referência a "dele/dela/seu/seus". Por motivos de melhor entendimento, usei os termos certos.

2 O DIREITO DA CRIANÇA EM RELAÇÃO À PERSONALIDADE
Todas as crianças têm o direito à privacidade no que toca os seus pensamentos, ideiais, sonhos e exploração do seu próprio corpo sem qualquer tipo de interferência adulta, expressa directa ou indirectamente.

Presumivelmente isto inclui o "direito" da criança se masturbar onde quer que esteja e quando quiser.

3 INFORMAÇÃO SEXUAL.
Todas as crianças tem o direito de obter acesso à informação sexual correcta (e o direito de ser protegida de falsa informação) mal seja capaz de entender esta informação em termos simples.

A diferença entre informação e falsa informação vai, obviamente, ser determinada pela esquerda política e pelos seus parceiros sexuais ideológicos.

Mas as coisas ficam piores -- bem piores:

6 APRENDENDO A ARTE DO AMOR [i.e., sexo]
Do mesmo modo que a criança tem o direito a aprender qualquer outra arte ou habilidade, todas as crianças tem o direito de aprender a arte do amor em qualquer idade mal ela seja capaz de a entender.

7 ESCOLHA DO PARCEIRO SEXUAL
Todas as crianças possuem o direito a relacionamentos amorosos, incluindo sexuais, com um parente, irmão/irmã ou outro adulto responsável ou criança, e a mesma tem que ser ajudada e protegida nesta actividade ao lhe serem providenciados contraceptivos e outro tipo de ajudas de forma a prevenir doenças venéreas.

O sádico e sujo Professor De Cecco foi louvado pelo San Francisco Chronicle como um "pioneiro queer" pela sua pesquisa homossexual.


Quando os activistas homossexuais sentirem que conseguiram tornar a depravação sodomita em algo "mainstream", então eles voltarão a sua atenção ao próximo item da sua agenda cultural: as crianças alheias.

John De Cecco
Professor De Cecco, homossexual e proponente da pedofilia

O que é "curioso" é que nunca ouvimos os membros do lobby "Deus não existe" a criticar os activistas homossexuais que tentam normalizar a pedofilia. No entanto, quando um pedófilo infiltrado nas igrejas é condenado por abusar de crianças Católicas, os militantes ateus usam essa instância como arma política contra todo o Cristianismo.

Isto demonstra de forma bem visível que quando o mundo secular ataca a Igreja pelos actos dos pedófilos, eles apenas o fazem como forma de denegrir a Igreja Católica e não proteger as crianças dos predadores sexuais.


PS: Antes que algum membro da gaystapo mande comentários a atacar-me por equivaler a homossexualidade com a pedofilia, deixem-me dizer que em lugar algum isso é feito. Dizer que a maioria das pessoas que visam normalizar a pedofilia são homossexuais de forma alguma indica que o proponente defende que TODOS os homossexuais são abusadores de crianças (isto é, pedófilos).
publicado por institutogamaliel às 04:45




Não há nada demasiado horrífico que os esquerdistas não façam às crianças como forma de avançar com a sua grotesca ideologia, como este caso nojento demonstra.

Duas lésbicas que colocaram a criança adoptada de 11 anos num processo de se tornar uma rapariga afirmam que "é melhor para a criança levar a cabo a operação de mudança de sexo enquanto ainda é jovem". (Convém ressalvar que mesmo que removam o órgão masculino e construam algo parecido com um órgão feminino, o rapaz vai sempre ser macho.)

Thomas Lobel, que agora se intitula de Tammy, está a ser submetido a um tratamento hormonal em Berkeley, California como forma de impedir que ele atravesse a puberdade como um rapaz.

O supressor hormonal implantado na parte superior do braço esquerdo vai adiar o desenvolvimento de ombros mais largos, voz mais grossa e pêlos faciais.

De forma bizarra, as lésbicas com custódia deste pobre macho alegam as probabilidades dele se suicidar como resultado deste destrutivo projecto de engenharia social como argumento para mutilar o pobre rapaz.

Pauline Moreno e Debra Lobel avisam que crianças com desordem na identidade de género forçadas a adiar a transição podem enfrentar um maior risco de suicídio. Citando uma estatística proveniente da "Youth Suicide Prevention Program", a senhora Moreno ressalvou que mais de 50% dos jovens transgéneros vai passar por uma tentativa de suicídio até aos 20 anos de idade.

Por outras palavras: como as crianças com problemas em relação à sua identidade sexual têm uma maior taxa de tentativa de suicídio, o melhor é mutilar o rapaz (ou a rapariga) como forma de "impedir" que tal tentativa de suicídio ocorra. Pelos vistos acompanhamento psiquiátrico está fora de questão.

Conclusão:

Corromper crianças encorajando-as a fingir não serem o que elas são é uma forma de abuso infantil.

Já é horrível o suficiente que crianças sejam entregues a pessoas suficientemente perturbadas para pensarem que o homossexualismo e o lesbianismo são prácticas sexuais "normais".

Pior ainda é quando estas duplas usam as crianças que tiveram o azar de cair no seu laço para avançar com a sua agenda politico-sexual.

Uma pergunta importante: este rapaz foi adoptado quando tinha dois anos. As lésbicas dizem que não estão a "forçar" a decisão do rapaz, mas como é que nós podemos ter a certeza de que o ambiente onde ele cresceu não é a causa maior desta confusão sexual? Ou seja, elas podem muito bem estar a dar como "solução" (operação sexual) um problema criado pelo ambiente anormal onde ele cresceu.

"Vamos mutilar o macho que caiu na nossa rede"
publicado por institutogamaliel às 04:44


A mudança é possível para os homossexuais? Tentando responder esta questão, um estudo publicado em um jornal científico pela primeira vez em uma década, mostra que mudar a orientação sexual é possível.

The Journal of Sex and Marital Therapy contém os resultados finais de um estudo longitudinal de indivíduos que buscam mudar a orientação sexual através de ministérios cristãos associados com a Exodus International, conforme foi divulgado pela Religion News Service quarta-feira.

Os Psicólogos Stanton L. Jones (Wheaton College, IL) e Mark A. Yarhouse (Regent University) fizeram uma pesquisa com 98 pessoas que procuvam mudar a orientação sexual. Níveis de evolução de atrações sexuais e distúrbios psíquicos foram avaliados no início do processo de mudança e cinco vezes em um período total de 6-7 anos.

Dos 98 indivíduos, 61 foram classificados com sucesso para o resultado geral da última avaliação. O estudo descobriu que 53% foram classificados como bons resultados. Desses, 23% relataram o sucesso dos resultados na forma de conversão bem-sucedida à orientação heterossexual e 30% relataram a castidade de comportamento estável, sem identificação com a orientação homossexual. Quase no final, na marca de 6 anos, 20% relataram adotar totalmente a identidade gay.

Segundo o comunicado, os resultados mostram mudanças estatisticamente significativas, em média, da diminuição da orientação homossexual. Mas, as descobertas não provam que a mudança categórica na orientação sexual é possível para todos, mas eles mostram que mudanças reais parecem possíveis para alguns.

Os autores incitam o cuidado em projetar as taxas de sucesso a partir destes resultados, que são susceptíveis estimativas excessivamente otimistas do sucesso antecipado e apontam que a conversão para adaptação heterossexual foi um fenômeno complexo.

Os resultados do estudo não convenceram os críticos. Candace Chellew-Hodge, fundador do Whosoever, uma revista GLBT Oline para os Cristãos, encontrados em primeiro lugar que a pesquisa foi "suspeita", porque os pesquisadores são de faculdades cristãs conservadoras. Ele mostrou ainda sua preocupação também com as conclusões dos autores serem "excessivamente otimistas".

"Mesmo os pesquisadores chamam suas conclusões ‘excessivamente otimistas’", Hodge-Chellew disse de acordo com Religion Dispatches.

Chellew-Hodge criticou a metodologia, mencionando que o tamanho da amostra era pequena e que os resultados vieram de medo dos pesquisados. "A maior motivação única para estes 98 indivíduos, no entanto, certamente foi uma baseada no medo. Em resumo, eles viviam todos sob a ameaça do inferno .. "

Mas, o Dr. Stanton Jones defendeu a metologia, dizendo que "quanto mais rigoroso você ficar, mais longe você fica da vida real" e "todas as metodologias têm desvantagens", segundo relatado pelo CitizenLink.

"Seguimos mais um modelo da vida real do que um modelo hiper-experimental controlado", acrescentou ele, segundo a mesma publicação.

Jones respondeu àqueles, incluindo a American Psychological Association (APA), que disseram que a orientação sexual não pode ser mudada, dizendo que não existe para ele nenhuma pesquisa nesse sentido, e ele quer trazer à tona que a mudança é possível. "Acreditamos que os resultados desafiam a mentalidade reinante de que a mudança é impossível ou é extraordinariamente rara".

"Nós estávamos tentando resolver a questão básica ‘a mudança é possível?’ o fato de que alguém mudou é o que resultou deste estudo", disse ele.

Fortes convicções sobre o comportamento moral dos sujeitos, que eram todos Cristãos, descobriu ele, desempenhou um papel fundamental na mudança de orientação bem sucedida.

(Fonte)

publicado por institutogamaliel às 04:40


A Igreja Católica intensificou a sua campanha no Reino Unido contra o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo.

Numa carta lida em 2500 igrejas do Reino Unido, a Igreja Católica apela aos fiéis para que preservem o verdadeiro significado do casamento.

Na carta, o arcebispo Vincent Nichols, chefe da Igreja Católica em Inglaterra e no País de Gales, e o arcebispo do distrito de Southwark em Londres, Peter Smith, pedem aos católicos para "fazerem tudo o que podem para garantir que o verdadeiro significado do casamento não se perde para as gerações futuras".

Segundo os Cristãos, legalizar as uniões entre pessoas do mesmo sexo mudaria a natureza reduzindo o casamento a um compromisso entre duas pessoas. "Deixaria de haver o reconhecimento da complementaridade entre homem e mulher ou de que o casamento tem como objectivo a procriação e a educação das crianças".

Fonte

* * * * * * *

Como acontece com frequência, se não for a Igreja a lutar pela preservação da moral e dos bons costumes, a civilização ocidental é facilmente destruída. Deve ser por isso que os marxistas culturais, que querem destruir a civilização ocidental, nutrem um ódio intenso ao Cristianismo.

publicado por institutogamaliel às 04:39


A celebridade homossexual Christopher Biggins afirma que está feliz com a união civil mas não quer redefinir o casamento uma vez que "nós não podemos ver-mo-nos livre de tudo".

Falando no programa diurno da ITV "Loose Women", ele disse: "Sou muito contra o casamento [homossexual] porque penso que isso é para os heterossexuais."

Biggins, que tomou parte numa união civil no ano de 2006, disse ainda:

Não podemos remover tudo; temos que nos agarrar a alguma coisa.
As suas palavras ecoam comentários seus feitos em 2005, quando as uniões civis forma introduzidas. Na altura ele disse:
Na minha opinião, o casamento deve sempre estar reservado para a união entre um homem e uma mulher primariamente com o propósito de gerar uma família.

Dar mais um passo e elevar as uniões civis para o estatuto de casamento seria gozar com a instituição [do casamento] que, apesar das suas falhas, há muitos séculos que tem sido positiva para a sociedade.

* * * * * *

É triste dizer isto, mas este homossexual tem uma visão do casamento mais sólida que muitos auto-denominados "Cristãos". É por demais óbvio que o casamento é uma instituição claramente feita para a união heterossexual. "Casamento homossexual" é uma contradição. Se é casamento, não é homossexual: se é homossexual, não é casamento.

Outra coisa que convém retirar das palavras do homossexual citado em cima é que, contrariamente à mensagem que os activistas homossexuais tentam passar ao público, a oposição ao "gaysamento" e à adopção homossexual não é baseada no "ódio" nem no "preconceito", mas sim na estrutura da realidade.

Como diz o Olavo de Carvalho num dos seus vídeos, o casamento é feito entre duas pessoas porque há dois sexos. A partir do momento que a variável "sexo" é removida, não faz sentido que o casamento seja só entre duas pessoas. Podemos ter um "casamento" entre 2, 3, 5 ou 257 pessoas.

Ressalve-se a clarividência do Christopher Biggins quando este afirma que a elevação da homossexualidade para o nível da heterossexualidade é apenas uma manobra para ridicularizar o casamento natural.

Exactamente!

Quem está a usar os homossexuais para avançar com a sua agenda sabe disso muito bem, e é precisamente pelos efeitos devastadores da agenda política homossexual que os arquitectos do mesmo o forçam às nações.


publicado por institutogamaliel às 04:38


Finalmente um raio de luz revela a aberração que é a operação para se "mudar" os órgãos sexuais:

Homem que mudou de sexo de modo a passar a ser uma mulher, reverteu a operação e agora diz que a NHS [British National Health Service] deveria parar de fazer operações de mudança de sexo.
Charles Kane, que gastou cerca de £100,000 em operações com o propósito de o tornarem mais parecido com uma mulher, agora afirma que o que ele precisava era de aconselhamento e não de operações cirúrgicas.

A sério? Quem diria. Estou certo que nunca passou pela cabeça de nenhum ser humano que pessoas que resolverem mutilar o seu próprio corpo precisam de aconselhamento.

Que pena que os "médicos" não chegaram a essa conclusão.

Entretanto,

Ficou-se a saber no início deste ano [2010] que um rapaz de 16 passaria a ser a pessoa mais nova de sempre na Inglaterra a mudar o seu sexo.
Numa entrevista a um jornal nacional, Bradley Cooper disse:
As pessoas podem pensar que sou demasiado novo para levar a cabo uma decisão tão importante, mas eu conheço a minha forma de pensar e isto é o que eu quero.
Ele acrescentou ainda que "os médicos disseram que eu preciso da cirurgia como forma de obter paz de espírito."
Há jovens que resolvem (erradamente) colocar uma tatuagem no seu corpo. Outras há que colocam um piercing. Este jovem de 16 anos decidiu que está maduro o suficiente para levar a cabo uma operação que lhe vai mudar o corpo de forma drástica e fundamental.

A Inglaterra pós-cristã caminha lentamente para a sua auto-destruição.

publicado por institutogamaliel às 04:37


casamento

A "mais famosa lésbica" da Sky News declarou que a campanha para o "casamento" homossexual é "uma perda de tempo" e um esforço desnecessário. A feminista Julie Bindel fez os seus comentários em resposta às palavras do co-fundador do grupo homossexual Stonewall Sir Ian McKellen.

A "Coalition for Marriage", que se opõe a redefinição do casamento de modo a que este possa englobar o homossexualismo , tem uma petição que já conta com cerca de 60,000 assinantes.

Ao mesmo tempo que se opõe ao "casamento" homossexual, a Miss Bindel fez uma declaração surpreendente apelando à ilegalização do casamento tal como o conhecemos. Escrevendo para o site do jornal The Guardin (esquerdistas), ela afirmou que lutar pelos direitos do "casamento" homossexual era levar as coisas demasiado longe e que ela "tornaria ilegal o casamento para todos".

Muitas pessoas que sabem que sou lésbica e que tenho lutado pelos direitos dos homossexuais há já muitos anos ficarão surpresas por me verem a dizer isto, mas eu gostaria de abolir de todo casamento para todos, e defender que todos nós deveríamos ter o direito a uniões civis se assim quiséssemos.
* * * * * * * *

Triste sina a nossa quando temos homossexuais que se apercebem que o "casamento" homossexual não faz sentido nenhum mas ao mesmo tempo temos pessoas dentro da igreja a lutar pelo dito "casamento".

As palavras desta feminista lésbica destroem por completo todas as alegações da gaystapo de que a resistência ao "casamento" homossexual é motivada pela "homofobia" (seja lá o que isso for).

Não é a misteriosa "homofobia" que leva a que a maioria das pessoas do mundo se oponham à redefinição do casamento de modo a normalizar o homossexualismo. É a própria estrutura da realidade que nos faz ver que "casamento" homossexual é uma contradição de termos e, logo, não faz sentido nenhum.

Se é homossexual, não é casamento; se é casamento, nunca pode ser homossexual.


publicado por institutogamaliel às 04:35


Fonte

Para rainha Sofia, união entre pessoas do mesmo sexo deveria receber outra denominação
Está sendo lançado esta semana na Espanha o livro “La Reina muy de cerca” (A rainha bem próxima), de Pilar Urbano. Na obra, a autora traz depoimentos exclusivos da rainha Sofia, prestes a completar 70 anos, revelando sua opinião acerca de assuntos polêmicos, como religião, aborto, eutanásia e casamento homossexual.

Sobre a união entre pessoas do mesmo sexo, a rainha opina:
“Posso compreender, aceitar e respeitar que haja pessoas com outra tendência sexual, mas que essas pessoas se sentem orgulhosas por serem gays? Que subam em trios e saiam em manifestações? Se todos os gays saíssem em manifestações... o trânsito entraria em colapso.

Se essas pessoas querem viver juntas, vestirem-se de noivos e casarem-se, podem estar em seu direito, ou não, segundo as leis de seu país: mas que não chamem isso de casamento, porque não é. Há muitos nomes possíveis: contrato social, contrato de união”.

Na Espanha, desde 2005, o casamento homossexual é permitido em todo o país. Espanha, Bélgica e Holanda são os três únicos países europeus a darem direitos plenos a casais do mesmo sexo.

Fonte: Dykerama UOL
publicado por institutogamaliel às 04:34


Aqueles que propõem a inovação social radical que dão o nome de "casamento homossexual" geralmente alegam que apenas lutam pela liberdade. "Liberdade para Casar" é de facto o nome duma organização nacional dedicada à promoção do "casamento" homossexual.

Estabelecida em 2003 pelo defensor dos direitos civis Evan Wolfson e com sede em New York, este grupo usa o slogan "Todos Nós Merecemos Ter a Liberdade Para Casar". Esta forma de promulgação tem sido tão eficaz que até a antiga Primeira-Dama Laura Bush deu apoio ao "direito" dos homossexuais em "casar" (Larry King Show in May 2010).

Mas aqueles que lutam em favor do "casamento" homossexual como forma de alargar a esfera da liberdade americana estão a revelar os seus propósitos de um modo erróneo e enganador.

O seu verdadeiro propósito veio a lume durante a controvérsia pública gerada pelas declarações da Rainha Sofia de Espanha aquando da invenção do "direito" dos homossexuais em "casar":

Se aquelas pessoas querem viver juntas, vestirem-se de "noivo" e "noiva", elas são livres de o fazer. Mas isso não deveria ser chamado de casamento porque não é.
Sobejamente reportado pelos média. o furor em torno destes comentários forçou os representantes da Rainha a emitir um comunicado, alegando que as declarações publicadas "não estão exactamente de acordo com as opiniões expressas por Sua Majestade a Rainha", bem como a emitir um pedido de desculpas pelo "mau-estar e comoção" gerados pelos seus comentários.

A pressão que originou esta semi-retractação - e este pedido de desculpas - levou a que um comentador informativo se questionasse se a Rainha ainda tinha "o direito . . . de expressar a sua opinião tal como todos os outros cidadãos."

O comentador teve um vislumbre do propósito fundamental daqueles que promovem o "casamento" homossexual: o mesmo não é dar aos homossexuais novas liberdades de modo a que estes possam participar em cerimónias que eles chamam de "casamento", mas sim negar liberdades públicas a quem quer que lance críticas a tais cerimónias, ou críticas aos comportamentos que tais cerimónias visam legitimar.

A mordaça que os activistas homossexuais tentaram (com sucesso) colocar na monarca espanhola é apenas o princípio. Os activistas homossexuais neste país desejam ardentemente colocar, inicialmente, milhares e posteriormente, milhões de mordaças nas bocas de todos aqueles com quem estão em desacordo em relação à natureza do comportamento homossexual.

Ao contrário da maioria conservadora, os activistas homossexuais entendem muito bem que a instalação da engenharia social com o nome de "casamento" homossexual irá conferir-lhes poder imenso no seu esforço de silenciar os oponentes ideológicos e políticos.

Neste ambiente, as tentativas de se legalizar o "casamento" homossexual não giram em torno das liberdades dos homossexuais: actualmente, eles são livres para declarar em todos os estados da União que são "casados". Eles podem alegar o que bem quiserem sobre as suas "uniões"; eles podem afirmar que elas são uma afirmação de vida e que são emancipatórias; eles podem até afirmar que as suas parcerias são superiores às uniões sexuais naturais tradicionalmente qualificadas como casamento.

Em quase todos os estados, os americanos são livres para rejeitar tais alegações e expressar as suas opiniões de modo tão assertivo como o fez a a Ranha Sofia - antes de serem intimados pelos activistas homossexuais e pelos comentadores mediáticos esgrimindo a lei espanhola em favor do "casamento" homossexual como um cacete ideológico.

Os activistas homossexuais podem muito bem anunciar que eles estavam a avançar com a causa da liberdade quando se opuseram às leis anti-sodomia, mesmo que a maioria dos americanos considerasse a "liberdade" avançada como algo moralmente e clinicamente problemático.

No entanto, quando os mesmos activistas alegam que eles apenas continuam a avançar com a causa da liberdade ao proporem leis que conferem às uniões homossexuais o estatuto de "casamento", os seus argumentos rapidamente perdem a plausibilidade. Isto é assim uma vez que aqueles que querem encapsular a noção de "casamento" homossexual na lei não estão primeiramente a tentar avançar com a liberdade dos homossexuais, mas sim a lutar de modo a diminuir a liberdade daqueles que negam que a união entre homossexuais é - ou pode vir a ser - um casamento legítimo.

O objectivo daqueles que tentam instalar a novidade do "casamento" homossexual na lei é, na verdade, o de qualificar de foragidos todos aqueles que questionam a substância moral desta nova construção social e dos comportamentos sexuais que legitima.

Os americanos podem supor que a sua suposta liberdade para criticar a homossexualidade está garantida depois da decisão do Supremo Tribunal no caso Snyder v. Phelps, onde ficou demonstrado que os oponentes podem expressar legalmente o seu ponto de vista durante protestos funerários. Mas a liberdade que o tribunal manteve é marginal. É a liberdade para levar a cabo espectáculos auto-degradantes durante os funerais - algo que só grupos radicais fazem.

A mais importante, e agora em grande perigo, é o tipo de liberdade que a Rainha Sofia brevemente tentou exercer em público, resistindo à noção do "casamento" homossexual e ao comportamento que ele representa.

Esta é a liberdade pública que os indivíduos assumem ter quando comunicam a sua opinião em relação ao "casamento" homossexual. É esta liberdade que os activistas homossexuais esperam fazer desaparecer através da instalação do "casamento" homossexual.

O encapsulamento desta radicalmente nova construção na lei, não irá aumentar tanto assim as liberdades dos homossexuais, mas sim diminuir a esfera da liberdade - no trabalho, nas câmaras legislativas, nas salas de aulas, nos órgãos de informação, nos clubes estudantis - de todos aqueles que consideram o comportamento homossexual algo deficiente.

publicado por institutogamaliel às 04:33


Uma das bandeiras da propaganda gayzista protagonizada pelo activismo gay da ILGA, da Ex-aequo e outras organizações patrocinadas pelo governo de José Sócrates, é o slogan segundo o qual “a homossexualidade não se pega” e que, portanto, as crianças podem perfeitamente ser educadas por duplas de gays, e o homófobo é “lélé da cuca”.

O argumento segundo o qual “a homossexualidade não se pega” foi recentemente utilizado pelos gayzistas patrocinados pelos governo de Sócrates e pelo Bloco de Esquerda para defender não só o “casamento” gay como a adopção de crianças por duplas de avantesmas.

Acontece que um estudo recente (PDF) realizado por cientistas ligados ao activismo gay nos Estados Unidos ― e portanto, fora de qualquer suspeita ― demonstrou que as crianças educadas em ambiente familiar homossexual têm de 4 a 10 vezes mais probabilidade de virem a tornar-se homossexuais do que uma criança educada num ambiente familiar normal [heterossexual].

“Research by social scientists, although not definitive, suggests that children reared by openly homosexual parents are far more likely to engage in homosexual behavior than children raised by others. Studies thus far find between 8% and 21% of homosexually parented children ultimately identify as non-heterosexual. For comparison purposes, approximately 2% of the general population are nonheterosexual. Therefore, if these percentages continue to hold true, children of homosexuals have a 4 to 10 times greater likelihood of developing a non-heterosexual preference than other children.”

Pro-Homosexual Researchers Conceal Findings: Children Raised by Openly Homosexual Parents More Likely to Engage in Homosexuality

Gostaria que o Dr. Daniel Sampaio, e o outro “psiquiatra de serviço” na Antena 1 ― tão amantes que são da ciência e da “educação sexual” nas escolas que introduza o conceito político de “orientação sexual” ―, comentassem este estudo científico; mas eles nunca o fariam para não terem que se confrontar com as suas próprias incongruências e agendas políticas.

publicado por institutogamaliel às 04:26


A discussão entre as óbvias asserções feitas aqui e aqui por Pedro Picoito, e a "refutação" que delas tem sido feita pelo lobby pró-LGBT, tem demonstrado à saciedade de que lado se encontra a desonestidade intelectual.

Pretender que os estudos referenciados pelo Pedro Picoito não teriam validade porque não seriam da última década demonstra uma absoluta falta de percepção do processo de construção da ciência, e das fragilidades da evidência estatística em matérias que, apesar da minha formação, optaria por encerrar no campo da moral e da lei natural.

Em todo o caso, a proporção dos ataques feitos ao Pedro, e a ferocidade das f.'s e das ILGAS deste mundo, pedem que a isto se responda com evidência "recente", como elas dizem, na vã esperança de que assim se silencie a histeria dominante que se tem feito ouvir.

Parece claro, olhando para os artigos referenciados abaixo, que nada de bom resulta para as crianças do infortúnio de terem sido colocadas pelo sistema nas mãos de uniões de pessoas do mesmo sexo (recuso frontalmente o uso das palavras casal e casamento neste caso!).

Ficam as referências e as suas principais conclusões. Se forem precisas mais, é só pedir. É que nem são tão poucas quanto isso!...

  • Sirota, T. (2009), "Adult Attachment Style Dimensions in Women Who Have Gay or Bisexual Fathers", Archives of Psychiatric Nursing, 23 (4), p. 289-297.
  • Do abstract: " Women with gay or bisexual fathers were significantly less comfortable with closeness and intimacy (t = 5.264, P = .0001), less able to trust and depend on others (t = 6.621, P = .0001), and experienced more anxiety in relationships (t = −4.368, P = .0001) than women with heterosexual fathers."
    (suponha que a Ana Matos Pires saberá explicar às colegas de blogue o que é um p-value ou um teste de hipóteses??)
  • Murray, P. D. and McClintock, K. (2005), "Children of the closet: a measurement of the anxiety and self-esteem of children raised by a non-disclosed homosexual or bisexual parent." Journal of Homossexuality, 49, p. 77-95
  • Do Abstract: "(...) results indicated that those who had been raised as children with non-disclosed lesbian mothers showed a significantly higher level of self-esteem"
    (não é que as crianças preferem que as mães não sejam lésbicas assumidas, Ana??)
publicado por institutogamaliel às 04:25


publicado por institutogamaliel às 04:23


A única explicação em falta do texto "Why Do Women Love Gay Men?" é o que os homens homossexuais sentem pelas mulheres. Eles não as respeitam de forma nenhuma. Os gays sentem nojo das mulheres e é precisamente por isso que as mulheres se sentem atraídos a eles. A sua baixa auto-estima foi tão dizimada pela propaganda moderna que elas se sentem atraídas por pessoas que retornam a elas a sua identidade estilhaçada e o seu auto-ódio.

Na sua maioria os homossexuais tratam muito mal as mulheres. Observem as criações mutantes que eles geraram nas passarelles - um "ideal" que actualmente prejudica a auto-estima da maioria das mulheres modernas.

Os homossexuais é que são responsáveis pela crise na imagem corporal, auto-estima e desordens alimentares que hoje em dia assolam tantas mulheres.

No entanto, são os homens heterossexuais que são identificados como os culpados pela "opressão" que elas sofrem.

No fundo, no fundo, os homossexuais odeiam as mulheres por sentirem inveja delas - eles sabem o quanto os homens que eles desejam por sua vez desejam mulheres (quase todos os homens homossexuais preferem homens heterossexuais).

Esta inveja amarga - inconscientemente ou não - leva a que eles (os homens homossexuais) tentem destruir as mulheres transformando-as em mulheres promiscuas, masculinizadas e com aparência de rapazes adolescentes - tornando-as repelentes aos olhos dos homens heterossexuais.

Ao transformar as mulheres nestas criaturas horríveis, os homossexuais destroem o poder que a sua beleza tem sobre os homens, e eliminam a ameaça que eles não conseguem superar: a beleza feminina.

Todos os homossexuais insistem - insistem! - que os homens por quem se sentem atraídos são obviamente homossexuais. Quando estes ganham interesse nas suas amigas, isto deixa os homossexuais a arder de inveja.

ABUSO FÍSICO DAS MULHERES POR PARTE DOS HOMOSSEXUAIS

Para além disto, existe um certo tipo de homossexuais - infelizmente quase todos com idades abaixo dos 40 - que abertamente denigre e rebaixa as mulheres de formas muitos chocantes com apalpanços e beijos. Eu já vi isto acontecer várias vezes nas saídas nocturnas ou durante outro encontro social onde o álcool esteja presente. Os homossexuais abertamente acariciam os seios das mulheres ou dão-lhes beijos apaixonados porque é "irónico". Se a mulher resiste, ela é ridicularizada e gozada - "Por favor, é apenas uma pequena diversão. Até parece que ele está a ser honesto com estes gestos; ele é homossexual!".

Acho que isto é a exibição final do poder homossexual - que as mulheres são tão insignificantes e tão reles, que elas podem ser apalpadas e usadas por pessoas que nem estão atraídos ao seu género.

Se um homem heterossexual tentasse apalpar uma mulher "ironicamente", receberia uma chapada na cara.

Portanto, tudo isto nada mais é que propagar o paradigma "homossexuais-como-deuses, as mulheres como as suas adoradoras e os homens heterossexuais como desprezíveis e malignos" que calmamente está a tomar conta do mundo.

Isto é tão triste e horrível. Eu queria tanto que as pessoas acordassem.

LICENÇA PARA MAU COMPORTAMENTO.

Alguns homossexuais gostam de se intrometer entre os casais. Por exemplo, uma das minhas amigas está em cacos e insegura. Este estado de espírito destruiu todos os seus relacionamentos com os homens - mesmo quando eles a amavam de um modo genuíno. O seu auto-ódio e a sua insegurança repele-os.

Ela encontra-se agora numa situação onde ela vive com "o seu melhor amigo gay". Ele não só a encoraja repetidamente para que ela leve a cabo encontros românticos com a duração de uma noite ("one-night stands"), como motiva-lhe a revelar em público os cada-vez-mais-degradantes actos sexuais nos quais ela já tomou parte.

Quando ela se encontrava num relacionamento de longa duração, ele certificava-se de acariciá-la e beijá-la à frente do namorado dela. Ele, que detestava estes actos e pedia que ela parasse com este tipo de comportamento, era infelizmente demasiado tímido para intervir. Ela ria-se e gozava ao mesmo tempo que dizia "Isto não significa nada para ele. Ele é homossexual!".

Ainda sou amigo do ex dela e, mesmo passados que estão alguns anos, ele não só continua perturbado em relação a isto, como continua a dizer que isto deixava-o com sentimentos de impotência e falta de valor.

Este amigo homossexual dela "ataca" todas as visitas que ela recebe e exige que eles falem de modo gráfico àcerca de sexo. Se eles se recusam, ele não hesita em deixar vincado que não tem tempo para eles e considera-os sem valor.

Recuso-me a visitar a sua casa outra vez devido ao modo como ele trata as pessoas e devido ao facto dele (o amigo homossexual) considerar a sexualidade o único traço da personalidade com algum valor.

TRANSSEXUAIS.

Aqui na Grã-Bretanha estamos a ser bombardeados com propaganda pró-transsexualismo. Eles estão frequentemente nas notícias e na televisão. Há algum tempo atrás havia um programa com o nome de 'My Transsexual Summer' que girava em torno de um grupo de transsexuais em fases distintas da tua transição a viver em comunhão durante o Verão. O programa mostrava o quão maravilhosos, nobres e surpreendentes eles eram.

Houve também um documentário que exibia duas lésbicas que planeavam passar a ser "homens" - o que conseguiram e tornaram-se num "casal" homossexual. Nem tinham ainda saído da adolescência.

Há uma enorme atenção dos média dirigida aos transsexuais quando eles são, sei lá, 0,1% da população?

Tal como já disseste no passado, tudo isto aponta para os Illuminati e para os seus planos de nos transformar em objectos amorfos e sem identificação - nem macho, nem fêmea, nem heterossexuais e nem homossexuais, sem cultura, sem família ou qualquer tipo de identidade humana de sobra.

Fonte

http://ohomossexualismo.blogspot.com.br

publicado por institutogamaliel às 04:22


O Centro para o Controle de Doenças (CCD) dos EUA estimou que os homens que têm relações anais com outros homens constituem 61% dos novos casos de infecção com o HIV nos EUA, embora esse grupo sexual seja apenas 2% da população total.

No princípio deste mês o CCD publicou as estimativas para as infecções do vírus HIV durante o período compreendido entre 2006-2009. Esses relatórios mostram que as novas infecções se mantiveram estáveis em torno das 50,000 para cada um dos 4 anos.

Os homens que têm relações anais com outros homens foram responsáveis por 29,300 das 48,100 novas infecções de 2009, e os homossexuais com idades compreendidas entre os 13 e os 29 representam 27% dos novos casos.

O único grupo onde as novas infecções com o HIV estão em crescimento é o grupo composto por jovens homens homossexuais - liderados pelo alarmante aumento de infecções entre os afro-americanos.

O estudo calcula que as novas infecções entre os homossexuais negros tenham aumentado 48% no período compreendido entre 2006-2009 - de 4,400 infecções com o HIV em 2006 para 6,500 infecções em 2009.

O estudo revelou também que cerca de 20% dos os homens que têm relações anais com outros homens têm o vírus HIV, embora cerca de metade daqueles que estão infectados estejam ignorantes da situação.

-Fonte-


O comportamento homossexual, pela sua natureza promiscua, torna os praticantes em autênticas bombas de contaminação de doenças. Dado disto, é por demais ridículo que um país responsável retire esse grupo desproporcionalmente contaminado dos grupos de pessoas não que podem doar sangue.

Mas como sabemos, nos dias que correm o "politicamente correcto" e a "diversidade" tomam preeminência sobre a responsabilidade. Dizer a verdade sobre o papel auto-destrutivo da homossexualidade é "ódio" (embora seja verdade). Deixar que os homens que têm relações anais com outros homens possam dar o seu sangue contaminado ao resto da população (incluindo crianças e mulheres grávidas) já é "tolerância".

Seria curioso vêr um activista homossexual tentar explicar o porquê das prostitutas e dos toxicodependentes não poderem dar sangue, mas os homens que têm relações anais com outros homens poderem.

publicado por institutogamaliel às 04:20


O Banco Central Europeu (BCE) emitirá em Julho próximo notas somando um total de 15.3 bilhões de euros. Estas notas não serão iguais às já existentes em circulação mas serão “do tipo homossexual”.

De momento pouco se sabe sobre a nova moeda mas muitos economistas questionam a idoneidade de sua aparição. "Serão de um tacto mais suave? É duvidosa a sua utilidade, sobre tudo tendo em conta a situação em que se encontra a Grécia", assinala The Economist.

Deste acusação a União Europeia defende-se, porém, alegando que estas novas notas servirão para que “nossos cidadãos e amigos os homossexuais” se sintam menos estigmatizados pela sociedade e possam participar do capitalismo “com plena normalidade”.

(Fonte)


Tanto esforço para acomodar um grupo sexual que perfaz menos de 2/3% da população europeia. Até parece que por trás de tanta acomodação à homossexualidade se esconde um propósito mais sombrio. Será?
Prevejo, no entanto, que haja alguma comoção quando os muçulmanos começarem a pagar o zakat com notas de homens nus.
publicado por institutogamaliel às 04:14


Homens psiquiatricamente deformados que se vestem como mulheres não são mulheres, muito menos senhoras - mesmo que se mutilem a eles mesmos quimicamente ou cirurgicamente. Eles são, no entanto, mais iguais que o resto da população e como tal devem ser tratados de forma equivalente.

Uma das coisas que eles insistem é ter desconto durante as ladies night.

Segundo o Tampa Bay Times, os problemas começaram quando Alex Borrego foi ao "Bishop" [Tavern & Lounge em St. Petersburg] com vários amigos, incluindo três transgéneros mulher-para-homem e um drag queen.

Embora tenham sido oferecidos descontos nas bebidas a Borrego como parte da promoção do bar, um funcionário do mesmo disse-lhes que as descontos seriam terminados porque "eles eram homens".

A sua carta de condução reporta que ele é uma "fêmea", mas mostrar a mesma não o ajudou.
Não ajudou porque são os cromossomas que determinam se somos macho ou fêmea - e não a engenharia social ou as cartas de condução.

O sexualmente confuso disse:

Legalmente, sou uma mulher. Negar que eu participe nas ladies night é um desrespeito.
Desrespeito é todos nós termos que aturar este tipo de comportamento fascista por parte de grupos emocionalmente e psicologicamente perturbados.

Se vivêssemos num mundo normal, as ridículas alegações do Borrego seriam rejeitadas e ele expulso do bar por ser um perturbador da ordem pública. Mas hoje em dia toda a corja de pessoas perturbadas tem o apoio da elite esquerdista. Devido a isto, o bar sofreu consequências desagradáveis por se recusar em tomar parte da charada politicamente correcta.

Pouco depois, Borrego e os seus amigos iniciaram um protesto online em torno do estabelecimento. O pedido de desculpas emitido pelo bar aparentemente acalmou a maior parte dos protestos desta comunidade.

* * * * * * *

Portanto, um homem que se convence que é uma mulher quer tomar parte dos descontos comerciais propositadamente feitos para atrair as mulheres.

publicado por institutogamaliel às 04:13


Os ataques contra Silas Malafaia e outros cristãos do Brasil

José Bernardo
“Ai da cidade rebelde, impura e opressora! Não ouve a ninguém, e não aceita correção. Não confia no SENHOR, não se aproxima do seu Deus. No meio dela os seus líderes são leões que rugem. Seus juízes são lobos vespertinos que nada deixam para a manhã seguinte.” Sf 3:1-3
No ano passado o desfile anual para promoção do homossexualismo, que acontece em São Paulo com indevido financiamento público, perpetrou indefensável abuso espiritual contra os cristãos em geral ao usar um texto bíblico fora de contexto como tema. Além disso, ao usar referências do catolicismo, tipificando ícones como modelos homossexuais, e ao ridicularizar posições católicas com o pretexto de promover uma questionável prevenção à AIDS, agrediu os católicos. Truculentos, indecentes e imorais, os atos de grande violência paga com dinheiro público não receberam atenção do Ministério Público, incapaz, devido à vergonhosa conivência do governo que os financiou.
Exatamente da mesma forma, sempre pago pelo governo e certamente estimulado pela impunidade, o evento similar em Rio Branco, no Acre, cometeu abuso espiritual ao utilizar música evangélica na promoção de relações carnais que a Bíblia claramente reprova, as quais o apóstolo Paulo classificou de “contrárias à natureza” (Rm 1:26).
Diante da incapacidade e inércia do Ministério Público e de outros setores do governo, vários líderes religiosos e muitos cristãos levantaram a voz em protesto contra tal abuso, exercendo legítimo e natural direito de resistência à agressão. Entre eles destacou-se o pastor Silas Malafaia que em programa de televisão que sucedeu ao infeliz episódio em São Paulo disse: “Os caras na Parada Gay ridicularizaram símbolos da Igreja Católica e ninguém fala nada. É para a Igreja Católica ‘entrar de pau’ em cima desses caras, sabe? ‘Baixar o porrete’ em cima pra esses caras aprenderem. É uma vergonha”.
Embora eu discorde do uso dessa linguagem por um pastor e ainda que não concorde com todas as posturas teológicas do pastor Silas Malafaia, sei reconhecer que a expressão ‘descer o pau’ e tantas similares são usadas cotidianamente no Brasil com o significado de agir com firmeza. De fato, agir com firmeza contra os referidos abusos é o direito que a autoridade pública não praticou. Mas, tiradas do contexto em um vídeo editado com clara má intenção e apresentadas ao mesmo Ministério Público, antes inerte diante dos abusos dos homossexuais contra os cristãos, as afirmações do pastor Silas Malafaia geraram desproporcional reação.

Um abismo, outros abismos

O desfile de injustiças, desmandos e vergonhas continua. Ao denunciar os excessos da ação contra o pastor Silas Malafaia no plenário do Senado na semana passada, o senador Lindbergh Farias (PT/RJ) foi fortemente reprovado por uma instituição homossexualista do partido no governo. A firme intenção de calar uma das poucas vozes que se levantaram para defender o direito evidencia um problema maior. Como se sabe, na última década, Estado e Governo se confundiram em um retrógado populismo, da mesma forma Governo e partido governista. Assim, institutos do partido começam a agir como governo e já como Estado. Isso desautoriza o Estado e o impede de agir com justiça.
Então, uma notícia também da semana passada faz supor íntima relação com o uso particular da máquina pública para conveniência de uma minoria que deseja impor suas práticas “contrárias à natureza” ao restante da sociedade. “Dois jovens ameaçaram quebrar uma igreja Evangélica e agredir os frequentadores nesta terça-feira (3), na rua Frei Cirino João Primon, no bairro Senhor Divino, em Coxim, MS. Segundo informações policiais, no local estava acontecendo um culto, quando os dois rapazes, um de 21 anos e outro de 16 passaram na rua e começaram a ameaçar um dos religiosos, um homem de 34 anos, dizendo que era para pararem com o culto se não eles iriam quebrar toda a igreja e agredir as pessoas que ali estavam.”
Ao perseguir os evangélicos por motivos religiosos o movimento homossexualista, inclusive usando o Ministério Público, está promovendo violência que já se evidencia por toda parte. É urgente que os evangélicos resistam ao pecado. A democracia está sendo abortada no Brasil. Enquanto ela não morre, antes mesmo de ver a luz, devemos exigir que o Estado de Direito seja restabelecido. O financiamento aos movimentos homossexualistas deve ser cortado imediatamente. A promoção do homossexualismo deve ser restringida, pois não cumpre interesse social. Os movimentos que cometeram abusos contra a fé nos desfiles de São Paulo e Rio Branco no ano passado devem ser responsabilizados criminalmente e punidos. O Ministério Público deve se livrar da influência política de tais movimentos particulares, se eximir da ação contra o pastor Silas Malafaia. Os promotores envolvidos na denúncia vazia devem se desculpar pelo uso da autoridade contra o direito de resistência. Finalmente, a bem da justiça, o Estado deve se declarar incompetente em questões de fé e recuar no intento de legislar sobre o que os cidadãos creem.
Divulgação: www.juliosevero.com
publicado por institutogamaliel às 04:12


Exclusivo: Jim Fletcher analisa livro de Ray Comfort sobre a “fé” demoníaca dos nazistas

Nos anos após a Primeira Guerra Mundial, enquanto alemães magros de fome empurravam carroças cheias de seu desvalorizado dinheiro de papel pelas ruas na esperança de encontrar um pão velho no mercado, apareceu um homem que prometeu melhorar tudo.
Adolf Hitler, até aquele momento um joão-ninguém sem nenhuma distinção, teve uma ascensão governamental jamais vista na Alemanha. A maioria de nós sabe o resto da história (embora duvido que muitos jovens a compreendam muito). Contudo, nos volumes incontáveis que foram escritos sobre esse ditador diabólico, poucos investigaram como as opiniões torcidas dele a respeito da fé religiosa foram usadas para subjugar um continente.
É por isso que o novo livro de Ray Comfort, “Hitler, God & the Bible” (Hitler, Deus e a Bíblia), é uma adição tão valiosa a esse campo de estudo. Eu estava tão ansioso de ler este livro (sou um grande fã de Ray Comfort), que o li durante o jantar numa noite, virando as páginas com uma mão e usando o garfo com a outra numa restaurante da Bavária.
Comfort, um observador incisivo de cosmovisão nas fervilhantes massas de pessoas que agitam nossa cultura, não só colocou em palavras o que sinto que é um livro extraordinário… mas ele também deu a entender que esse é o primeiro de uma série! Com certeza, “Stálin, Deus e a Bíblia” não pode estar longe.
Mas, voltemos ao pintor fracassado que se tornou um assassino de massas.
Pelo fato de que Comfort é um cristão que crê na Bíblia, ele tem discernimentos que pintam um retrato muito mais colorido de Hitler, e ouso dizer, esse discernimento bíblico colocou alguma carne e sangue no cadáver, pelo menos figurativamente — felizmente.
De imediato, Comfort desenterra algumas características principais de caráter que comprovariam ser mortais em Hitler mais tarde. Criado por um pai dominador e arrogante, Alois (até o ataque fatal de coração no velho quando Adolf tinha 13 anos), e por uma mãe coruja, Hitler desenvolveu grandes doses de egoísmo.
A pesquisa de Comfort é combinada com seu jeito especial de dizer muito com poucas palavras (esse volume fino não intimidará ninguém), e já na página 5 ele revela uma deficiência imensa na natureza do jovem Hitler: “Quando não faziam o que ele queria — ou se os outros indicavam que tinham soluções melhores — Adolf imaturamente gritaria sua ignorância e sentiria muita auto-piedade”.
A criação de um monstro.
Comfort também astutamente pega outra característica que, creio eu, aponta para o fato de que Hitler abraçou a filosofia de Darwin (e isso também o coloca em conflito com o Evangelho, que diz que Jesus — como o Bom Pastor — deixa alegremente as 99 ovelhas no curral para ir em busca da ovelha perdida).
Note o que ele diz sobre os sentimentos de lealdade que estavam presentes na juventude de Hitler: “Resumindo, enquanto outros soldados eram leais uns aos outros, Hitler era leal ao Estado. Para ele, esse era o relacionamento pelo qual todos deveriam lutar para preservar. Um soldado poderia morrer, mas o Estado, acima de tudo, tem de viver”.
A conclusão óbvia então é que Hitler poderia com facilidade e brutalidade exigir que seus generais forçassem suas tropas duras de frio a avançar mais profundamente na Rússia soviética alguns anos mais tarde, onde centenas de milhares de soldados alemães pereceram por causa das ideias excêntricas de um louco.
É quando Comfort discute Hitler e fé que o livro fica super-interessante — esse ponto vem na Parte Dois.
Antes da Segunda Guerra Mundial, a Alemanha estava infestada pelo tão chamado movimento cristão alemão, que procurava “nazificar” o Cristianismo, entre outras medidas, suprimindo o ensino do Antigo Testamento. O que é interessante é que Hitler e seus mais importantes representantes junto com a maioria dos líderes militares e as próprias tropas, haviam sido a vida inteira católicos ou luteranos.
Comfort desenterra algumas evidências super-estranhas de que o palco estava armado para Hitler perverter o Cristianismo na Alemanha, e suas próprias origens nesse esforço surgiram por influência do fabricante de carros dos EUA, Henry Ford, e do compositor Richard Wagner, entre outros. Wagner de modo particular estava infectado com o vírus do antissemitismo, realmente chegando ao ponto de afirmar que Jesus havia nascido alemão! (Não é de admirar que Yasser Arafat afirmasse que Jesus era palestino.)
Em “Hitler, God & the Bible” Comfort também toca num assunto principal: Hitler era discípulo de Charles Darwin. O fato de que ele abraçou essa filosofia de morte, em conflito evidente com o Cristianismo, é revelador.
No capítulo intitulado “Hitler, A Christian?” (Hitler, um Cristão?) Comfort alcança o coração do problema. Como ele eloquentemente declara: “Em resumo, os abusos que Hitler cometeu contra a teologia desmantelaram a fibra moral de uma nação”.
No fim, depois de comparar as metas e convicções de Hitler com o verdadeiro Cristianismo, Comfort responde à pergunta do que Hitler realmente era: “Ele era um mentiroso”.
Essa declaração resume tudo muito bem. Com “Hitler, God & the Bible,” Ray Comfort lançou o que espero será uma série imensamente bem-sucedida. Este livro não tem fraquezas. Desde uma pesquisa e escrita magnífica e sucinta, à elegante produção deste volume fino, os leitores receberam um presente de verdade.
“Hitler, God & the Bible,” já está na rota para ser o Livro do Ano.
Traduzido por Julio Severo de artigo do WND “How Hitler twisted the Bible to kill the Jews
publicado por institutogamaliel às 04:10


Intolerâcia religiosa
O Ministério Público de São Paulo anunciou ontem que dará prazo de 15 dias para a professora de História Roseli Tadeu Tavares Santana e a direção da Escola Estadual Antônio Caputo, no Riacho Grande, em São Bernardo, explicarem o uso pela docente dos 20 minutos iniciais da aula para orar e pregar o Evangelho.
Segundo o promotor Jairo Edward de Luca, da Vara da Infância e Juventude da cidade, as partes terão de esclarecer quais são os recursos pedagógicos aplicados por Roseli. o que inclui apresentação do material didático.
O promotor reafirmou que não pedirá punição administrativa nem abrirá inquérito policial enquanto a Secretaria da Educação do Estado não concluir sua própria apuração do caso.
A Diretoria de Ensino local manteve os 30 dias iniciais como prazo para resposta e não se pronunciará sobre o assunto.
A prática adotada por Roseli, que é evangélica, teria incentivado atos de bullying contra um estudante de 15 anos, adepto do candomblé.
Os pais do garoto, sacerdotes da religião afro-brasileira, e a Afecab (Associação Federativa da Cultura e Cultos Afro-Brasileiros), criticaram a demora do Estado em dar resposta definitiva à questão. Eles pedem o afastamento da professora, que segue dando aulas normalmente.
Na última semana, a Pasta decidiu afastar de imediato de suas funções uma diretora que obrigava os alunos a rezarem o Pai-Nosso em escola em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo.
"Aqui (no Grande ABC) eles ficam na defensiva o tempo inteiro, tentando justificar o ato dela como se fosse parte de proposta de ensino", disse Maria Emília Campi, líder da Afecab.
Hoje, em reunião no MP, ela exigirá ação imediata do órgão. E junta documentos para, nos próximos dias, entrar com representação contra Roseli e os coordenadores da escola.
Em reunião com os promotores, a professora alegou que usava apenas cinco minutos como "tempo de reflexão", sem nenhum tipo de conotação religiosa. Alunos do Antônio Caputo revelaram ao Diário que Roseli abandonou a prática desde o caso veio à tona. "As aulas estão cada vez mais tristes. Ela sentiu bastante toda essa história. Sinto falta de como era", disse um deles.
Segundo um funcionário, a ordem é esquecer a história enquanto a secretaria não se pronunciar oficialmente. "Até os professores não comentam, para não piorar a situação."
"Minha bronca não é nem com a escola, mas sim com a secretaria. Eles precisavam dar resposta imediata. Vou ter que procurar direto o governador e a presidente", ameaçou o pai do garoto, Sebastião da Silveira, 64 anos.

Menino teria sofrido ameaças de agressões físicas
Segundo o pai, Sebastião da Silveira, o estudante de 15 anos passou agora a sofrer ameaças de agressões físicas por outros garotos da EE Antônio Caputo. Os próprios colegas do local desmentem e dizem estar defendendo a professora. "Não teve nada disso. Ninguém fala com ele", disse uma aluna de 15 anos, da mesma sala.
"Sinto falta das reflexões da professora e por causa disso, perdemos. Por besteira. Vamos protestar se ela sair", completou a aluna.
Ontem, o rapaz voltou a frequentar a escola após viajar com a família durante a semana do feriado de Páscoa. Sebastião mantém a posição de não permitir que o filho deixe de ir às aulas. "Quero apenas que o Estado tenha consciência do que está acontecendo dentro de sua escola", disse.

Notícias Cristãs com informações do Diário do Grande ABC

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NOTÍCIAS CRISTÃS: http://www.noticiascristas.com
publicado por institutogamaliel às 04:05


Por Pastor Scott Lively, JD, Th.D.
Scott Lively

Esta coluna foi publicada em site do Lively, DefendTheFamily.com, 18 mar 2012

Eu sou um pastor cristão bíblico e como tal eu me oponho a homossexualidade eo movimento agora global para legitimá-lo na sociedade. A Bíblia ensina que a homossexualidade é pecado, s especialmente condenado por Deus como uma "abominação" destrutiva tanto para os indivíduos e da sociedade ( Levítico 18:22 f ). É o único pecado que levou a destruição de uma cidade com fogo e enxofre ( Gênesis 19 ). É o único pecado escolhido para simbolizar a "disposição mental reprovável", significando a mente entregue completamente à escuridão e engano ( Romanos 1 ).

Meu trabalho como pastor é pregar esta verdade sem desculpas ou cobertura para que as pessoas que sofrem com uma "orientação" homossexual pode se arrepender e ser entregues a partir de seu cativeiro ( Ezequiel 03:18 ), ea sociedade podem ser poupados das conseqüências prejudiciais da afirmação que o pecado ( Judas 1:7 ). Muitos homossexuais desde os primórdios do cristianismo ter sido curado dessa aflição ( 1 Coríntios 6:9-11 ).

Eu também pregar contra o ódio ea violência que alguns direto com os homossexuais. Isso também é um pecado ( Mt 22:39 ).

História afirma a Bíblia. Este movimento homossexual faz de fato exemplificar a conduta descrita em Romanos 1 , tanto que desde a sua ascensão ao poder que tem silenciado ou destruiu quase todos os adversário que já estava contra ele. Quase todo mundo, incluindo um número significativo de meus colegas clérigos, estão agora com medo de falar contra a homossexualidade por medo de retaliação.

Sendo um dos poucos pastores com tanto conhecimento sobre o movimento "gay" e vontade de pregar de forma inequívoca, tornei-me, por padrão, uma das principais vozes do mundo sobre o tema. As táticas usadas contra mim têm aumentado proporcionalmente: o ridículo em primeiro lugar, seguida de intimidação, em seguida, vandalismo, ameaças de morte e, em seguida, ameaças de bomba, em seguida, ações judiciais, depois de assassinato de caráter (globalmente).

Esta semana se tornou o primeiro americano a ser processado em tribunal federal dos EUA sob o estatuto do ATCA por violação do direito internacional dos "Crimes Contra a Humanidade de perseguição" para minha pregação contra o homossexualismo em Uganda. Sendo também um advogado com credenciais internacionais de direitos humanos, sei que este processo não tem fundamento. (Meus comentários sobre ele são afixados em DefendTheFamily.com ). No entanto, ele representa mais um esforço sério para me calar, e de deturpar a questão homossexual ao povo americano.

Implícito em toda a propaganda "gay" (e esse processo) é a narrativa que todos desaprovação da homossexualidade conduz inevitavelmente ao ódio e à violência contra homossexuais. Por quê? Porque desaprovação da homossexualidade é uma doença mental chamada homofobia, um transtorno de ansiedade aterrado com medo de homossexuais. Assim, na lógica de "gay", para pregar contra o homossexualismo é provocar as pessoas mentalmente desequilibrados fazer violência contra esses inocentes a quem eles temem irracionalmente.

Em Uganda, o movimento "gay" aparentemente descobriu o caso ideal para caber sua narrativa. Um pastor americano branco pregado contra o homossexualismo de uma sociedade de trás, negros homofóbicos, levando ao debate púbico e um projeto de lei lidar duramente com a conduta homossexual (que eu me opus), culminando no assassinato de David Kato, um dos líderes do "gay" movimento lá. Finalmente a prova, da tese.

No entanto, faltando o frenesi da mídia (e as páginas do processo) é o simples fato de que David Kato não foi assassinado por um desequilibrado "homofóbico". Ele foi morto por uma prostituta "gay" masculina que Kato tinha afiançado para fora da prisão para ser sua amante live-in. Este homem, agora servindo uma pena de 30 anos em uma prisão de Uganda, confessou que bashing no crânio Kato com um martelo quando ele não conseguiu pagar-lhe favores sexuais como prometido. A realidade suporta a minha tese, não deles.

Sua tese é na verdade um delírio paranóico. Oposição ao homossexualismo não é um transtorno de ansiedade. Desaprovação de uma pessoa ou coisa não equivale ao ódio ou à violência. E a crítica de uma pessoa de um movimento político não é causa imediata para ações errôneas de uma terceira pessoa para com os membros desse grupo. É perfeitamente racional para se opor a uma forma de conduta sexual, com sérias conseqüências morais, sociológicos e de saúde pública. É paranóico para interpretar esses pontos de vista razoáveis ​​como o ódio.

Este movimento, que a Bíblia adverte está entregue completamente ao engano, não vai dizer a verdade nesta ou em qualquer outra situação em que a sua unidade para conflitos de controle com o bem da sociedade. Ele e seus aliados dedicar vastos recursos para vender a ilusão de que a homossexualidade é um fenômeno benigno social e que seus detratores são fanáticos malévolos. Ninguém em lugar algum se pode permitir que discordam.

Mas eu sei a verdade sobre o assunto, e eu sou obrigado pelo meu amor de Cristo e Sua Palavra para dizê-lo, mesmo que isso me faz um criminoso "contra a humanidade" no direito internacional.

http://americansfortruth.com

publicado por institutogamaliel às 03:58



TÍTULO II
Dos Direitos e Garantias Fundamentais
CAPÍTULO I
DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS

Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

I - homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição;

II - ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei;


III - ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante;

IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;

V - é assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem;

VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;

VII - é assegurada, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva;

VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;

IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;

X - são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação;

XI - a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial;



XII - é inviolável o sigilo da correspondência e das comunicações telegráficas, de dados e das comunicações telefônicas, salvo, no último caso, por ordem judicial, nas hipóteses e na forma que a lei estabelecer para fins de investigação criminal ou instrução processual penal; (Vide Lei nº 9.296, de 1996)

XIII - é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer;

XIV - é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional;

XV - é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens;

XVI - todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente;

XVII - é plena a liberdade de associação para fins lícitos, vedada a de caráter paramilitar;

XVIII - a criação de associações e, na forma da lei, a de cooperativas independem de autorização, sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento;

XIX - as associações só poderão ser compulsoriamente dissolvidas ou ter suas atividades suspensas por decisão judicial, exigindo-se, no primeiro caso, o trânsito em julgado;

XX - ninguém poderá ser compelido a associar-se ou a permanecer associado;

XXI - as entidades associativas, quando expressamente autorizadas, têm legitimidade para representar seus filiados judicial ou extrajudicialmente;

XXII - é garantido o direito de propriedade;

XXIII - a propriedade atenderá a sua função social;

XXIV - a lei estabelecerá o procedimento para desapropriação por necessidade ou utilidade pública, ou por interesse social, mediante justa e prévia indenização em dinheiro, ressalvados os casos previstos nesta Constituição;

XXV - no caso de iminente perigo público, a autoridade competente poderá usar de propriedade particular, assegurada ao proprietário indenização ulterior, se houver dano;

XXVI - a pequena propriedade rural, assim definida em lei, desde que trabalhada pela família, não será objeto de penhora para pagamento de débitos decorrentes de sua atividade produtiva, dispondo a lei sobre os meios de financiar o seu desenvolvimento;

XXVII - aos autores pertence o direito exclusivo de utilização, publicação ou reprodução de suas obras, transmissível aos herdeiros pelo tempo que a lei fixar;

XXVIII - são assegurados, nos termos da lei:

a) a proteção às participações individuais em obras coletivas e à reprodução da imagem e voz humanas, inclusive nas atividades desportivas;

b) o direito de fiscalização do aproveitamento econômico das obras que criarem ou de que participarem aos criadores, aos intérpretes e às respectivas representações sindicais e associativas;

XXIX - a lei assegurará aos autores de inventos industriais privilégio temporário para sua utilização, bem como proteção às criações industriais, à propriedade das marcas, aos nomes de empresas e a outros signos distintivos, tendo em vista o interesse social e o desenvolvimento tecnológico e econômico do País;

XXX - é garantido o direito de herança;

XXXI - a sucessão de bens de estrangeiros situados no País será regulada pela lei brasileira em benefício do cônjuge ou dos filhos brasileiros, sempre que não lhes seja mais favorável a lei pessoal do "de cujus";

XXXII - o Estado promoverá, na forma da lei, a defesa do consumidor;

XXXIII - todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado; (Regulamento)

XXXIV - são a todos assegurados, independentemente do pagamento de taxas:

a) o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder;

b) a obtenção de certidões em repartições públicas, para defesa de direitos e esclarecimento de situações de interesse pessoal;

XXXV - a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito;

XXXVI - a lei não prejudicará o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa julgada;

XXXVII - não haverá juízo ou tribunal de exceção;

XXXVIII - é reconhecida a instituição do júri, com a organização que lhe der a lei, assegurados:

a) a plenitude de defesa;

b) o sigilo das votações;

c) a soberania dos veredictos;

d) a competência para o julgamento dos crimes dolosos contra a vida;

XXXIX - não há crime sem lei anterior que o defina, nem pena sem prévia cominação legal;

XL - a lei penal não retroagirá, salvo para beneficiar o réu;

XLI - a lei punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais;

XLII - a prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão, nos termos da lei;

XLIII - a lei considerará crimes inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia a prática da tortura , o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o terrorismo e os definidos como crimes hediondos, por eles respondendo os mandantes, os executores e os que, podendo evitá-los, se omitirem;

XLIV - constitui crime inafiançável e imprescritível a ação de grupos armados, civis ou militares, contra a ordem constitucional e o Estado Democrático;

XLV - nenhuma pena passará da pessoa do condenado, podendo a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens ser, nos termos da lei, estendidas aos sucessores e contra eles executadas, até o limite do valor do patrimônio transferido;

XLVI - a lei regulará a individualização da pena e adotará, entre outras, as seguintes:

a) privação ou restrição da liberdade;

b) perda de bens;

c) multa;

d) prestação social alternativa;

e) suspensão ou interdição de direitos;

XLVII - não haverá penas:

a) de morte, salvo em caso de guerra declarada, nos termos do art. 84, XIX;

b) de caráter perpétuo;

c) de trabalhos forçados;

d) de banimento;

e) cruéis;

XLVIII - a pena será cumprida em estabelecimentos distintos, de acordo com a natureza do delito, a idade e o sexo do apenado;

XLIX - é assegurado aos presos o respeito à integridade física e moral;

L - às presidiárias serão asseguradas condições para que possam permanecer com seus filhos durante o período de amamentação;

LI - nenhum brasileiro será extraditado, salvo o naturalizado, em caso de crime comum, praticado antes da naturalização, ou de comprovado envolvimento em tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, na forma da lei;

LII - não será concedida extradição de estrangeiro por crime político ou de opinião;

LIII - ninguém será processado nem sentenciado senão pela autoridade competente;

LIV - ninguém será privado da liberdade ou de seus bens sem o devido processo legal;

LV - aos litigantes, em processo judicial ou administrativo, e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes;

LVI - são inadmissíveis, no processo, as provas obtidas por meios ilícitos;

LVII - ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória;

LVIII - o civilmente identificado não será submetido a identificação criminal, salvo nas hipóteses previstas em lei; (Regulamento).

LIX - será admitida ação privada nos crimes de ação pública, se esta não for intentada no prazo legal;

LX - a lei só poderá restringir a publicidade dos atos processuais quando a defesa da intimidade ou o interesse social o exigirem;

LXI - ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada de autoridade judiciária competente, salvo nos casos de transgressão militar ou crime propriamente militar, definidos em lei;

LXII - a prisão de qualquer pessoa e o local onde se encontre serão comunicados imediatamente ao juiz competente e à família do preso ou à pessoa por ele indicada;

LXIII - o preso será informado de seus direitos, entre os quais o de permanecer calado, sendo-lhe assegurada a assistência da família e de advogado;

LXIV - o preso tem direito à identificação dos responsáveis por sua prisão ou por seu interrogatório policial;

LXV - a prisão ilegal será imediatamente relaxada pela autoridade judiciária;

LXVI - ninguém será levado à prisão ou nela mantido, quando a lei admitir a liberdade provisória, com ou sem fiança;

LXVII - não haverá prisão civil por dívida, salvo a do responsável pelo inadimplemento voluntário e inescusável de obrigação alimentícia e a do depositário infiel;

LXVIII - conceder-se-á "habeas-corpus" sempre que alguém sofrer ou se achar ameaçado de sofrer violência ou coação em sua liberdade de locomoção, por ilegalidade ou abuso de poder;

LXIX - conceder-se-á mandado de segurança para proteger direito líquido e certo, não amparado por "habeas-corpus" ou "habeas-data", quando o responsável pela ilegalidade ou abuso de poder for autoridade pública ou agente de pessoa jurídica no exercício de atribuições do Poder Público;

LXX - o mandado de segurança coletivo pode ser impetrado por:

a) partido político com representação no Congresso Nacional;

b) organização sindical, entidade de classe ou associação legalmente constituída e em funcionamento há pelo menos um ano, em defesa dos interesses de seus membros ou associados;

LXXI - conceder-se-á mandado de injunção sempre que a falta de norma regulamentadora torne inviável o exercício dos direitos e liberdades constitucionais e das prerrogativas inerentes à nacionalidade, à soberania e à cidadania;

LXXII - conceder-se-á "habeas-data":

a) para assegurar o conhecimento de informações relativas à pessoa do impetrante, constantes de registros ou bancos de dados de entidades governamentais ou de caráter público;

b) para a retificação de dados, quando não se prefira fazê-lo por processo sigiloso, judicial ou administrativo;

LXXIII - qualquer cidadão é parte legítima para propor ação popular que vise a anular ato lesivo ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe, à moralidade administrativa, ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural, ficando o autor, salvo comprovada má-fé, isento de custas judiciais e do ônus da sucumbência;

LXXIV - o Estado prestará assistência jurídica integral e gratuita aos que comprovarem insuficiência de recursos;

LXXV - o Estado indenizará o condenado por erro judiciário, assim como o que ficar preso além do tempo fixado na sentença;

LXXVI - são gratuitos para os reconhecidamente pobres, na forma da lei:

a) o registro civil de nascimento;

b) a certidão de óbito;

LXXVII - são gratuitas as ações de "habeas-corpus" e "habeas-data", e, na forma da lei, os atos necessários ao exercício da cidadania.

LXXVIII a todos, no âmbito judicial e administrativo, são assegurados a razoável duração do processo e os meios que garantam a celeridade de sua tramitação. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)

§ 1º - As normas definidoras dos direitos e garantias fundamentais têm aplicação imediata.

§ 2º - Os direitos e garantias expressos nesta Constituição não excluem outros decorrentes do regime e dos princípios por ela adotados, ou dos tratados internacionais em que a República Federativa do Brasil seja parte.

§ 3º Os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos que forem aprovados, em cada Casa do Congresso Nacional, em dois turnos, por três quintos dos votos dos respectivos membros, serão equivalentes às emendas constitucionais. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004) (Atos aprovados na forma deste parágrafo)

§ 4º O Brasil se submete à jurisdição de Tribunal Penal Internacional a cuja criação tenha manifestado adesão. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)

publicado por institutogamaliel às 03:48


Rio Grande do Sul agora tem Lei Pró-Homossexual para matar animais em rituais Satânicos. Divulgue esta barbaridade.



O Deputado Edson Portilho, Pró-Homossexual e Satanista, do Rio Grande do Sul, teve a desventura de criar um projeto de lei que permite que os animais sejam torturados e sacrificados em rituais religiosos. Leia aqui.

O parlamentar, sabendo que os protetores dos animais se manifestariam, fez a seguinte trama: marcou a apresentação para votação da lei num dia de julho, mas fez um chamado urgente e marcou a reunião às pressas, mais cedo. Os únicos avisados foram os demais deputados. Ou seja: não havia defesa.

Os animais não tiveram oportunidade de ter pessoas que os representassem. Quem poderia responder por eles? E aconteceu o que mais temíamos: houve 32 votos contra os animais e apenas 2 a favor. Os animais agora poderão ter olhos e dentes arrancados e cortados em vários pedaços para fazer o tal Banho de Sangue. Os animais que não servem mais para o ritual são mortos a sangue frio, conscientes e sem qualquer anestesia.

Por isso, vamos garantir que o deputado nunca mais consiga se reeleger. Divulgue, para que Edson Portilho não se eleja para mais nenhum tipo de cargo.

Leia o texto de Maria Gabriela Moya G. El Bayeh o que diz o famoso Jurista Celso Ribeiro Bastos, em "Comentários à Constituição do Brasil, 2º volume, São Paulo, Saraiva, 1989, p. 46-50.",



R ecentemente foi aprovado na Câmara dos Deputados do Rio Grande do Sul o Projeto de Lei n.º 282/2003, de autoria do Deputado Edson Portilho, acrescentando parágrafo único ao artigo 2º da Lei 11.915, de 21 de maio de 2003, que institui o Código Estadual de Proteção aos Animais, no âmbito do Estado do Rio Grande do Sul, para excluir da vedação do supramencionado artigo o livre exercício dos cultos e liturgias das religiões de matriz africana. "

Assim reza o artigo 2º do Código Estadual de Proteção aos animais:

“Art. 2º - É vedado:

I - ofender ou agredir fisicamente os animais, sujeitando-os a qualquer tipo de experiência capaz de causar sofrimento ou dano, bem como as que criem condições inaceitáveis de existência;

II - manter animais em local completamente desprovido de asseio ou que lhes impeçam a movimentação, o descanso ou os privem de ar e luminosidade;

III - obrigar animais a trabalhos exorbitantes ou que ultrapassem sua força;

IV - não dar morte rápida e indolor a todo animal cujo extermínio seja necessário para consumo;

V - exercer a venda ambulante de animais para menores desacompanhados por responsável legal;

VI - enclausurar animais com outros que os molestem ou aterrorizem;

VII - sacrificar animais com venenos ou outros métodos não preconizados pela Organização Mundial da Saúde - OMS -, nos programas de profilaxia da raiva.”
Se acrescido do parágrafo único conforme disposição do Projeto de Lei n.º 282/2003, a redação permanecerá in verbis:

“Parágrafo único – Não se enquadra nessa vedação o livre exercício dos cultos e liturgias das religiões de matriz africana. "

O projeto de Lei de autoria do Deputado Edson Portilho, coloca na ordem do dia a discussão sobre a liberdade de culto frente às normas de proteção e defesa dos animais.

Inclusive assim pronunciou-se o deputado na justificativa do Projeto de Lei ora em análise:“faz-se necessária a apresentação deste projeto de lei que define, em parágrafo único, a garantia constitucional que vem sendo violada por interpretações dúbias e inadequadas da Lei nº 11.915, de 21 de maio de 2003 que institui o Código Estadual de Proteção aos Animais. Face a essa dubiedade de interpretação, os templos religiosos de matriz africana vêm sendo interpelados e autuados sob influência e manifestação de setores da sociedade civil que usam indevidamente esta lei para denunciar ao poder público práticas que, no seu ponto de vista, maltratam os animais.” (fonte: www.al.gov.br)

O assunto não deixa de ser polêmico, pois se por um lado há a obrigação de se fazer cumprir às normas de proteção aos animais, até por que dispostas em nosso ordenamento jurídico, por outro não podemos deixar de notar que a liberdade de culto é direito constitucionalmente assegurado, inclusive tido por fundamental.

Diante da paixão que pode-se instalar pela polêmica, o intérprete da norma têm o dever de manter-se focado no ordenamento jurídico positivo, vale dizer, é necessário que o hermeneuta encontre qual é o instrumento para se avaliar os antagonismos que ora se confrontam. E forçoso é reconhecer que não existe outra maneira de se medir o Direito se não pela Constituição de um país.

No Título II da Constituição Federal de 1988, intitulado Dos Direitos e Garantias Fundamentais, encontraremos no artigo 5º, inciso VI, a guarida constitucional ao direito do livre exercício dos cultos religiosos, assim disposto:
“VI – é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, proteção aos locais de culto e a suas liturgias;”
A liberdade de culto é pois a exteriorização do pensamento religioso que desde há muito vêm sendo um dos sustentáculos na luta pelos direitos individuais do homem.

Já na Declaração de Direitos do Homem de 1789, encontramos no artigo 10 de histórico documento o direito à liberdade de pensamento, englobando o direito de consciência e crença, assim disposto:

Art. 10 - “Ninguém pode ser perturbado por suas opiniões, mesmo religiosas, desde que a manifestação delas não conturbe a ordem pública estabelecida pela lei”

Não obstante, a simples liberdade de opinião assegurada na Declaração dos Direitos dos Homens já não corresponde às necessidades da sociedade, pois ao homem não basta apenas a guarida de poder ter suas próprias opiniões, mas também é necessário que a lei permita a exteriorização de seu pensamento. Desta forma, o que assegura a Constituição Federal não é apenas a liberdade à religião, mas também a exteriorização do pensamento religioso conforme ensinamento do saudoso mestre Celso Bastos: “A religião não pode, como de resto acontece com as demais liberdades de pensamento, contentar-se com a sua dimensão espiritual, isto é: enquanto realidade ínsita à alma do indivíduo. Ela vai procurar necessariamente uma externação, que diga-se de passagem, demanda um aparato, um ritual, uma solenidade mesmo, que a manifestação do pensamento não requer necessariamente [1].
Não obstante, é imperioso perceber-se que qualquer direito, individual ou coletivo, não está divorciado da ordem democrática. Pelo contrário, o exercício do direito deve estar coadunado com os anseios da sociedade, e para isso importa saber o que pensa cada um de seus membros, mas pela impossibilidade dessa gerência e pesquisa é que nos resguardamos sempre através da Magna Carta, que não é senão o registro de nossos antepassados para que nunca nos desviemos do caminho da igualdade, da dignidade, da liberdade, da justiça. e da solidariedade.
O direito de crença, assim, como qualquer outro dos direitos dispostos no texto constitucional encontra seu termo quando seu exercício confronta-se com os demais princípios do ordenamento jurídico.

Não há exercício de direito absoluto, qualquer que seja ele. A liberdade de pensamento, da qual é subespécie a liberdade de culto, está adstrita nos meandros do que a sociedade em geral têm por justo e bom. Por certo que o simples pensamento, aquele que se encontra apenas no recôndito do intelecto não gera efeito algum no mundo exterior, mas a partir do momento que há divulgação da reflexão, haverá de ser avaliado se esta importa à sociedade ou a ela é repulsiva.

Assim, cada um é livre para pensar o que bem quiser, mas de certo que se a exteriorização desse pensamento resultar em apologias ao uso de drogas ou incitações a intolerância raciais, esta manifestação de pensamento deve ser expurgada da sociedade.
Decerto que tanto a apologia ao uso de drogas quanto as intolerância raciais foram tratadas como conduta típica nas normas penais. Até por que, caso a lei ainda não tivesse criminalizado tais condutas, deveria fazê-lo de imediato, uma vez que repulsivas.
O desrespeito a ordem, o desrespeito a comando constitucional, implica na negação de nossa herança social, único norte que temos a nos indicar o caminho certo. E frente às intempéries que se acometem do ser humano, primordialmente através de seus governantes, o desrespeito aos pilares do direito e da ordem social são maus indicadores na construção de uma sociedade justa e livre.
Direito é bom senso. E qualquer suposto direito que tenha como prerrogativa para o seu exercício o derramamento de sangue grita o senso comum que algo está errado: ou o exercício deste direito ou sequer este direito existe.

Assim, se quando soarem os tambores houver sacrifício, este será antes o da construção da democracia que não pode ser conduzida por poucos, sob pena de implicarmos em outra modalidade de regime.



[1] Celso Ribeiro Bastos, Comentários à Constituição do Brasil, 2º volume, São Paulo, Saraiva, 1989, p. 46-50.


Fonte: Vista-se e DireitoNet
publicado por institutogamaliel às 03:46


* Uma análise filosófica e política dos “direitos homossexuais”.

sábado, janeiro 1st, 2011

Um artigo lúcido!

Seu autor é homossexual” assumido”, americano, e faz uma análise sob o ponto de vista político e cultural, tocando com maestria nas entranhas das reivindicações políticas do movimento gay nos Estados Unidos e plenamente aplicável aqui no Brasil

O autor não entra no mérito da ilicitude moral do comportamento de muitos homossexuais e parece até mesmo legitimá-lo no “anonimato de uma vida privada e discreta”, algo que, evidentemente não concordamos já que a licitude ou ilicitude moral de nossos comportamentos independem do local e de sua visibilidade

Leia o artigo sem moralizá-lo e o analise sob o ponto de vista político e das implicações na sociedade de tais reivindicações do movimento gay.
***

Por Justin Raimondo
Os ativistas homossexuais do passado pediam ao governo que os deixasse em paz. Sua plataforma política consistia fundamentalmente na descriminalização de relações homossexuais entre maiores de idade. Hoje, contudo, à medida em que a tolerância social à homossexualidade cresce, os ativistas homossexuais se voltam cada vez mais para o governo a fim de impor seus interesses à sociedade.

Muito embora o poder estatal tenha sido utilizado como clava contra os homossexuais desde pelo menos a Idade Média, os líderes gays de hoje subitamente parecem eles mesmos empunhar o bastão, dizendo: “Agora é a nossa vez”. Isto é uma grande ironia – e uma possível causa de problemas para os homossexuais e convulsão social para a América.
O nascimento do movimento de liberação dos homossexuais na América pode ser datado em 27 de Junho de 1969, quando clientes do Stonewall Inn, um bar para homossexuais em Manhattan, resistiram a uma tentativa da polícia de fechar aquele estabelecimento. Durante três dias, uma rebelião da vizinhança efetivamente impediu a polícia de dar seguimento à antiga tradição de extorsão de bares “gays” e de fechamento dos que se recusavam a pagar propina. Na autuação oficial, os donos do Stonewall foram citados por não possuírem alvará para venda de bebidas alcoólicas. Mesmo que eles tivessem requerido a obtenção do alvará, contudo, dificilmente eles teriam sido atendidos: o órgão estatal responsável por este tipo de licença era notoriamente hostil a estabelecimentos voltados para homossexuais. Assim sendo, os primeiros manifestantes homossexuais modernos estavam se rebelando contra a regulação estatal. De fato, a liberdade perante o governo, genericamente considerado, era uma idéia central do movimento de liberação homossexual.

No entanto, algo fez com que o movimento gay se desviasse deste objetivo originário. Hoje, o intitulado movimento pelos direitos homossexuais vê o governo como o provedor, e não o inimigo, da liberdade. Da medicina socializada, passando pela legislação anti-disriminação e chegando às aulas obrigatórias de “tolerância” nas escolas, não há qualquer tipo de iniciativa para incrementar o poder governamental que estes supostos guerreiros da liberdade não apoiem.

Enquanto as relações homossexuais entre maiores de idade sejam consideradas atos ilegais em alguns estados, eu acredito que organizações dedicadas a legalizá-las têm um assento legítimo na constelação das causas em prol dos direitos humanos. Além deste objetivo estritamente limitado, contudo, um movimento político baseado em orientação sexual é uma aberração grotesca. O fato de que o movimento pelos direitos homossexuais ter assumido uma postura cada vez mais autoritária é a consequência inevitável de se basear compromissos políticos em lealdades tribais, e não em princípios filosóficos. Numa sociedade livre não existem direitos homossexuais, apenas direitos individuais.

Tanto para homossexuais quanto para heterossexuais, estes direitos se fundem num único princípio: o direito de ser deixado em paz. Politicamente, o movimento pelos direitos dos homossexuais deve voltar às suas raízes libertárias. Isto iniciaria o imprescindível processo de despolitização da homossexualidade e evitaria uma perigosa guerra cultural que a minoria homossexual jamais poderá vencer.

Mesmo a “neutralidade” estatal que homossexuais “de centro” como Andrew Sullivan advogam forçaria o governo a tratar a homossexualidade como algo equivalente à heterossexualidade, como se vê nas demandas de Sullivan em prol de um pseudo-“casamento” homossexual e da admissão de gays assumidos nas forças militares.
A verdadeira neutralidade, contudo, exigiria não uma aceitação, mas indiferença, desatenção, inação. Um estado neutro não penalizaria nem recompensaria a conduta homossexual. Ele não proibiria nem legitimaria juridicamente o casamento homossexual. Num ambiente militar, um estado neutro submeteria qualquer manifestação de sexualidade à mesma rigorosa regulação.

Os homossexuais devem rejeitar a idéia disparatada de que eles são oprimidos pelo “heterossexualismo”, uma ideologia vil que subordina e denigre homossexuais ao insistir no papel central da heterossexualidade na cultura humana. Não se pode fugir da biologia humana, por mais que tal projeto possa seduzir acadêmicos alienados que imaginam que a sexualidade humana é uma “construção social” alterável à vontade.

Deputado Gay Anti-Cristão e
perseguidor da Igreja Jean Willys.
Homossexuais são e serão sempre uma raridade, uma pequena minoria necessariamente à margem da família tradicional. O “preconceito” heterossexual das instituições sociais não é algo que precise ser imposto a uma sociedade relutante por um estado opressivo, mas uma predileção que surge de forma bastante natural e inevitável. Se isto é “homofobia”, então a natureza é sectária. Se os homossexuais utilizam o poder estatal para corrigir esta “injustiça” histórica, eles estão se engajando num ato de beligerância que será considerado com justiça uma ameaça à primazia da família tradicional.

Mesmo vários homossexuais liberais admitem que o modelo dos “direitos gays” já serviu a todo e qualquer propósito útil que ele algum dia possa ter tido. A idéia de que os homossexuais, especialmente os homens, sejam um grupo de vítimas é tão contrária à realidade que ela já não é mais sustentável. Nos campos econômico, político e cultural, os homossexuais exercem uma influência desproporcional ao seu número em face da totalidade da população, um fato que deu origem a inúmeras teorias conspiratórias. Dos cavaleiros medievais de Malta ao misterioso “Homintern” dos tempos modernos, a idéia de uma poderosa organização secreta de homossexuais é tema persistente na literatura conspiratória, imitando a forma e o estilo da mitologia anti-semítica.

Justaposta à propaganda vitimizante dos últimos vinte anos, esta imagem de poder homossexual com ela se funde para produzir um personagem particularmente antipático: uma criatura privilegiada que não para de choramingar quanto ao seus infortúnios. Se as lideranças políticas homossexuais estão tão preocupadas quanto a um suposto crescimento de sectarismo anti-homossexual, talvez elas devam tomar o cuidado de projetar uma imagem pública menos criticável.

Na condição de contigente especializado de um exército dedicado a empurrar o socialismo “multicultural” goela abaixo do povo americano, o lobby homossexual se alimenta dos piores medos de suas bases eleitorais. Empunhando o espantalho da “Direita Religiosa” a fim de manter as tropas em alerta, os políticos gays apontam para Jesse Helms e dizem: “sem nós, vocês não teriam a menor chance contra este sujeito”.

Entretanto, nenhum grupo religioso de peso jamais clamou por medidas legais contra os homossexuais. A Coalização Cristã, o Eagle Forum e outros grupos ativistas conservadores somente se envolveram em atividades políticas supostamente “anti-homossexuais” defensivamente, trabalhando pela rejeição de leis garantidoras de “direitos gays” que atacavam as crenças mais preciosas daqueles grupos.

Os líderes do movimento gay estão brincando com fogo. A grande tragédia é que não serão eles os únicos que sairão queimados. A volatilidade dos temas que eles vêm levantando – temas que envolvem religião, família e as mais elementares premissas do que é ser humano – cria o risco de uma explosão social pela qual eles devem ser responsabilizados.

A ousadia da tentativa de se introduzir um “currículo homossexual positivo” nas escolas públicas, a postura de vítimas militantes que não toleram qualquer questionamento, a intolerância brutal que se segue à tomada do poder pelos homossexuais em guetos urbanos como São Francisco – tudo isso, somado ao fato de que o próprio paradigma dos direitos dos homossexuais representa uma intolerável invasão da liberdade, tende a produzir uma reação da maioria.

Já é tempo de se questionar o mito de que o movimento pelos direitos homossexuais fala por todos, ou mesmo pela maioria dos homossexuais. Isto não acontece. Leis que estabelecem “direitos homossexuais” violam os princípios do autêntico liberalismo, e os homossexuais deveriam levantar sua voz contra elas – a fim de se distanciarem dos excessos deste movimento destrutivo, a fim de evitar conflitos sociais e para corrigir alguns graves males já criados. Estes males são o ataque político hoje lançado contra a família heterossexual pelos teóricos da revolução homossexual; o incansável deboche religioso que permeia a imprensa gay; e o ilimitado desprezo, inerente à subcultura homossexual, por toda tradição e pelos “valores burgueses”.

A busca por uma “etnia” homossexual é tão infrutífera quanto o esforço para forjar um movimento político homossexual. Ser homossexual não pode ser comparado, de forma alguma, a, digamos, ser armênio. Não existe uma cultura homossexual à parte da cultura em geral e, apesar de alegações pseudo-científicas em contrário, não existe uma “raça gay” geneticamente codificada. Existe apenas um certo comportamento adotado por um grupo heterogêneo de indivíduos, cada um baseado em seus próprios motivos e predisposições.

Quaisquer esforços de santificação desta conduta, ou de sua explicação de forma a esvaziá-la de qualquer conteúdo moral, são contraproducentes, além de pouco convincentes. Tentar reconciliar de alguma forma a homossexualidade com os costumes e crenças religiosas da maioria é renunciar ao verdadeiro direito que as pessoas, homossexuais ou não, efetivamente têm: o direito de não ter que dar satisfações quanto à sua própria existência.

A obsessão em “assumir” sua própria homossexualidade e o auto-centrismo essencialmente feminino deste tipo de ritual é certamente um outro traço do movimento homossexual que deve ser eliminado. Será que nós realmente temos que conhecer as predileções sexuais de nossos vizinhos e colegas de trabalho, ou mesmo de nossos irmãos e irmãs, tios e tias?

Esperar aprovação ou sanção oficial quanto algo tão pessoal quanto a própria sexualidade é um sinal de fraqueza de caráter. Pedir (não, exigir) com a cara limpa tal aprovação na forma de um ato governamental é algo de um mau gosto sem paralelos. É também a confissão de uma falta de auto-estima tão devastadora, de um tal vazio interior, que sua expressão pública se torna inapreensível. A auto-estima não é uma qualidade que se possa extrair dos outros, nem ser criada legislativamente.

A história do movimento gay revela que Eros e ideologia são antípodas. A política, disse Orwell, é o “sexo azedado”, e a palavra “azeda” certamente descreve a visão do mundo dos dogmáticos dos direitos homossexuais. Isto fica evidente só de olhar para eles: melindrados a todo tempo por uma sociedade “heterossexualista” e normalmente muito pouco atraentes para conseguirem namorar, estas almas politizaram tanto sua sexualidade que dificilmente se pode afirmar que ela ainda exista.

Ao invés do moralismo da “visibilidade” gay, uma solução sensata para a Questão Homossexual seria uma convocação de retorno aos deleites da vida privada, uma redescoberta da discrição ou mesmo do anonimato. A politização da vida cotidiana – do sexo e das instituições culturais fundamentais – é uma tendência a que devemos resistir com tenacidade: não apenas os homossexuais, mas os amantes da liberdade em todas as esferas de realização humana.
Artigo originalmente publicado na revista The American Enterprise.

Blog do Carmadélio
publicado por institutogamaliel às 03:45


Gay Estuprador 'não existe': Privilégios para defender esses criminosos. Punição severa para país Inocentes. Eis o legado do PT que quer punir os Militares por "Tortura".

Dupla gay estupra menino de 5 anos e recebe proteção especial do governo do Estado de São Paulo

Julio Severo

O que um pastor e uma dupla gay têm em comum? O pastor, depois que sua filha sofreu tentativa de estupro num posto de saúde, foi denunciado por uma agente do Conselho Tutelar que é parente do agente tarado do posto de saúde. O pastor está preso em condições desumanas, sem nenhum defensor para ajudar. A dupla gay foi presa por maltratar e estuprar um menino, e conta com quatro defensores públicos para ajudar.

Em 7 de março de 2012, a Band noticiou sobre um menino de 5 anos que sofria agressões e estupro de uma dupla homossexual em São Paulo. A faxineira da casa percebeu que o menino estava com febre e como a dupla gay não estava, a mulher o levou para casa. Durante o banho do garoto, ele contou que estava com muita dor. O menino contou para a faxineira que sofria maus tratos e abuso sexual.
A mulher levou o menino para o hospital, onde o garoto deu entrada com desidratação, desnutrição, broncopneumonia e tinha marcas de agressão pelo corpo.
A ocorrência foi registrada no 13º DP e o Conselho Tutelar foi acionado. Contudo, o governo do Estado de São Paulo interveio fortemente no caso, designando quatro defensores públicos para defender a dupla gay. O acompanhamento do caso por quatro defensores públicos espantou até o delegado, que disse:
“Em trinta e quatro anos de polícia, esse é o primeiro caso na minha carreira que eu vejo que a Defensoria Pública vem acompanhar dois indivíduos que estão sendo investigados e com quatro integrantes”.
Defensores públicos não costumam atuar durante inquéritos. Um indivíduo investigado pela polícia ser acompanhado por um defensor público é um fenômeno raro. Ser acompanhado por quatro é totalmente fora da realidade. O que provocou essa enorme anormalidade foi que o Estado de São Paulo, sob o governo do então governador Geraldo Alckmin (PSDB), tornou-se o primeiro Estado brasileiro a instituir uma lei para penalizar a prática de discriminação em razão de orientação sexual: a Lei Estadual nº 10.948/2001. Com o objetivo de implementar essa lei pró-homossexualismo, firmou-se, em 24 de outubro de 2007, um acordoentre a Defensoria Pública de São Paulo, a Secretaria de Justiça e da Defesa da Cidadania do Estado e a Coordenadoria de Assuntos da Diversidade Sexual da Prefeitura de São Paulo.
O PSDB vem trabalhando loucamente para implantar o sistema anti-“homofobia” mais sofisticado do Brasil e a condenação da dupla gay pode trazer impactos negativos não só para o movimento gay, mas também para as políticas do PSDB. Portanto, o acompanhamento da dupla gay por quatro defensores representa o empenho do Estado de São Paulo do PSDB de proteger os gays exclusivamente porque eles praticam atos homossexuais.
Os interesses do menino agredido e estuprado estão sendo colocados abaixo dos interesses da agenda gay e das obsessões políticas do PSDB.
Entretanto, como é que os Conselhos Tutelares não têm força para vencer todos esses interesses cruéis que colocam em risco um menino de apenas 5 anos?
Um ano atrás, um pastor foi preso por muito menos. Aliás, ele foi injustiçado por obedecer à Bíblia. O Pr. Jeremias Albuquerque Rocha, de 25 anos, foi preso depois que uma agente do conselho tutelar o denunciou por bater em suas filhas, pelo que ele foi acusado de “tortura”.
Apesar de que nenhuma evidência física tivesse sido apresentada ao juiz, Rocha foi colocado em detenção preventiva, numa cela de prisão tão cheia de presos que ele era forçado a ficar de pé o dia inteiro, e tinha de dormir agachado no chão, que estava coberto de papelão.
Ele ficou meses nessa situação. Em nenhum momento se apresentou algum relatório médico documentando qualquer marca física nas suas filhas nem houve nenhum exame físico confirmando ferimentos — provas que a lei exige. Em agosto de 2010, Rocha havia, conforme as reportagens, começado a chorar e desmaiar dentro de sua cela. Quando foi levado a um hospital próximo e diagnosticado com doença mental, o juiz Jânio Tutomu Takeda se recusou a acreditar no diagnóstico, afirmando que Rocha estava “fingindo”, e ordenou que ele fosse algemado à cama do hospital.
Pastor injustiçado e sem nenhum defensor público
Takeda disse que condenou Rocha e o sentenciou a seis anos e meio de prisão.
O maior problema do Pr. Rocha não foi ter disciplinado suas filhas fisicamente. Muito antes de sua prisão, uma de suas filhas havia sofrido tentativa de estupro no posto de saúde. O agente de saúde assediador é parente da agente do Conselho Tutelar que denunciou mais tarde o pastor. Final infeliz: o agente assediador não foi preso por tentativa de estupro contra uma menina.
Final mais infeliz: mesmo sendo inocente, e nunca tendo praticado maus-tratos e estupro contra suas filhas, o pastor está preso em condições desumanas sem nunca ter tido o acompanhamento de defensores públicos — privilégio hoje exclusivo de homens que praticam atos homossexuais e estupram meninos de 5 anos.
O tarado sexual que trabalha no posto de saúde está livre para prosseguir seus assédios e taradices nas meninas dos outros. O governo, é claro, não tem tempo de ajudar pais inocentes e prender maníacos sexuais nos postos de saúde. O governo está ocupado demais cuidando de duplas gays que se ocupam com meninos de 5 anos.
Aqueles que estão dentro da agenda do governo — agentes de saúde tarados, duplas gays taradas, agentes de Conselho Tutelar abusivos, etc. — contam com a máquina estatal para dar acobertamento.
Pais, mães e crianças que não estão dentro da agenda do governo contam só com Deus.
Com informações do Mídia Sem Máscara e LifeSiteNews.
publicado por institutogamaliel às 03:43


Foi fazer sexo oral sem avisar e acabou cheio de hematomas no rosto.
Foi fazer sexo oral sem avisar e acabou cheio de hematomas no rosto.
Uruaçu/GoiásUm homem, de 47 anos, casado, resolveu praticar sexo oral em um estudante de 19 anos que viajava a seu lado, em um ônibus que ia de Goiânia a Imperatriz, no Maranhão. O fato ocorreu na madrugada de ontem (13). Só que ele esqueceu de avisar ao rapaz. Em resposta ao seu ato, foi duramente agredido. O que tumultuou e atrasou a viagem. O caso foi relatado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Segundo informa a PRF, o rapaz dormia profundamente. O seu companheiro de poltrona teria conseguido abrir a braguilha do moço, sem acordá-lo, e iniciar a prática sexual. Quando acordou e percebeu o que ocorria, o passageiro reagiu violentamente. Socou sem piedade o homem. O incidente ocorreu na BR-153, próximo a Uruaçu. Em consequência das cotoveladas que recebeu, o homem ficou bastante machucado.
O motorista e os passageiros se assustaram com o tumulto gerado pela confusão entre os dois viajantes, que ocupavam poltronas no fundo do ônibus. O condutor, então, parou no posto da PRF de Uruaçu. Constatando os hematomas no rosto do agredido, os policiais rodoviários conduziram todos os envolvidos à Delegacia da Polícia Civil de Uruaçu. O homem que levou os golpes no rosto não quis registrar queixa. O agressor fez questão de ir à delegacia, onde a ocorrência foi registrada. (DM com adaptações)


publicado por institutogamaliel às 03:41


Não se pode acusar de falta de talento literário o juiz leigo Luiz Henrique da Fonseca Zaidan, do Juizado Especial Cível do Rio de Janeiro, que virou notícia de jornal ao chamar de “solene corno” o autor de uma ação por danos morais contra o amante de sua mulher. Em seu projeto de sentença, prontamente homologado pelo juiz togado Paulo Mello Feijó, Zaidan recorre ao Código Civil e Processo Civil, nomeia a Constituição Federal, cita Flaubert e Machado de Assis, mas brilha mesmo é com suas próprias formulações de fundo psicológico e social.
O caso é simples, ou como prefere o juiz leigo, um caso clássico de traição conjugal: o marido pede à justiça que o amante de sua mulher pague indenização por danos morais decorrentes da traição. Reconhece que, como o adultério já não é crime, só restaria ao traído entrar com ação cível.
Não satisfeito em negar o pedido e de passar uma reprimenda no autor da ação, o juiz leigo se esmera em justificar a traição nos tempos modernos. Explica, por exemplo, que tradicionalmente a traição masculina é aceita, ao contrário da feminina: “Vale dizer que é cultural, no Brasil, que os homens 'possam' trair e as mulheres (esposas) não — porque têm o dever moral de serem 'santas' ou submissas, porque serão as mães dos filhos deles”. Para ilustrar sua assertiva, serve-se de um ditado dos “tempos dos senhores de engenho”: “Pais, prendam suas 'cabras' que meu 'bode' está solto”.
Para alívio geral, o juiz leigo admite que as coisas mudaram e, a partir dessa constatação, passa a tecer a nova ordem mundial nas relações conjugais: “A mulher está recuperando milhares de anos na escravidão e dependência do homem”, afirma e reafirma: “O homem de hoje não é mais o 'substrato econômico de uma fêmea insignificante'”.
Passando da teoria geral para o caso concreto, ele diz o que acontece com um casal na meia idade, que parece ser o caso do autor e sua mulher: “Com alguns homens, no início da 'meia idade', já não tão viris, o corpo não mais respondendo de imediato ao comando cerebral/hormonal e o hábito de querer a mulher 'plugada' 24h, começam a descarregar sobre elas sua frustrações, apontando celulite, chamando-as de GORDAS (pecado mortal) e deixando-lhes toda a culpa pelo seu pobre desempenho sexual”.
Já a mulher moderna e liberada não reage hoje como antigamente: “Mulheres, às vezes, já na pré-menopausa, quase livres do 'fantasma' da gravidez, no geral com mais tempo livre, com a revolução dos hormônios, carência, fragilidade, desejam um sexo com maior frequência, melhor qualidade e mais carinho — que não dure alguns minutos apenas, mas que se inicie num olhar, num beijo, numa promessa para mais tarde — a arte da conquista — o macho que mostra suas 'plumas' bem antes do acasalamento”.
Pronto, estão dadas e justificadas as condições para a traição. “As mulheres se apaixonam e, principalmente, sentem o 'doce sabor da vingança' — meu marido não me quer, não me deseja, me acha uma 'baranga' — (azar dele!), mas o meu amante me olha com desejo, me quer — eu sou um bom violino, há que se ter um bom músico para me fazer mostrar toda a música que sou capaz de oferecer!!!!”
O marido traído, que antes matava o rival para lavar a honra, agora simplesmente recorre ao Poder Judiciário: “Daí um dia o marido relapso descobre que outro teve a sua mulher e quer matá-lo — ou seja, aquele que tirou sua dignidade de marido, de posseiro e o transformou num solene corno! Quer 'lavar a honra' num duelo de socos e agressões, isso nos séculos passados, porém hoje acabam buscando o Poder Judiciário para resolver suas falhas e frustrações pessoais”.
Para o juiz, seria melhor deixar a Justiça fora disso. Melhor recorrer à literatura, como faz o meritíssimo, e consolar-se com a história de Madame Bovary, clássico da literatura mundial escrito pelo francês Gustave Flaubert, ou perpetuar a dúvida semeada por Machado de Assis sobre a honestidade conjugal de Capitu no também clássico Dom Casmurro. E para terminar a história, julga-se improcedente o pedido do autor, que como dito acima, não passa de “solene corno”. Melhor ainda ler o original:
publicado por institutogamaliel às 03:38
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Após oito anos analisando a polêmica ação que pede a descriminalização do aborto de anencéfalos, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgará a importantíssima questão nesta quarta-feira (11). Apesar de uma série de audiências públicas realizadas entre entidades religiosas e médicas, a ação continua dividindo opiniões. Assim, o pastor Silas Malafaia comenta a questão:

Há alguns anos atrás, ouvi um ministro do STF, que não me recordo o nome, dizer a seguinte frase: “Todo ser humano nasce para morrer, pode ser no momento em que a mãe dá a luz, ou na idade adulta, mas nenhum ser humano tem a autoridade de determinar sobre a hora, e o momento em que o outro semelhante deve morrer”.

Se na época do nazismo, Hitler queria fazer depuração da raça, esta é a moderna depuração dos nossos tempos. Aborto de anencéfalos, daqui a pouco aborto para quem tem síndrome de down, depois qualquer bebe na barriga da mãe que tenha qualquer deficiência. A vida é um dom de Deus, está na sua autoridade dá-la e tomá-la. Por favor, envie e-mails aos ministros do STF até quarta-feira (11) pela manhã, dizendo: “Sr. Ministro, diga não ao aborto, e sim à vida.”

1- GABINETE MINISTRO CEZAR PELUZO (Presidente)

mluciam@stf.jus.br

2- GABINETE MINISTRO AYRES BRITTO (Vice-Presidente)

sergio.mendes@stf.jus.br

3- GABINETE MINISTRO CELSO DE MELLO

gabcob@stf.jus.br

4- GABINETE MINISTRO MARCO AURÉLIO

marcoaurelio@stf.jus.br

5- GABINETE MINISTRO GILMAR MENDES

audienciasgilmarmendes@stf.jus.br

6- GABINETE MINISTRO JOAQUIM BARBOSA

gabminjoaquim@stf.jus.br

7- GABINETE MINISTRO RICARDO LEWANDOWSKI

gabinete-lewandowski@stf.jus.br

8- GABINETE MINISTRA CÁRMEN LÚCIA

audienciacarmen@stf.jus.br

9- GABINETE MINISTRO DIAS TOFFOLI

gabmtoffoli@stf.jus.br

10- GABINETE MINISTRO LUIZ FUX

gabineteluizfux@stf.jus.br

11- GABINETE MINISTRA ROSA WEBER

audiencias-minrosaweber@stf.jus.br

“Multiplique esta notícia, vamos livrar o Brasil desta praga do inferno que é o aborto”, conclui Malafaia.

publicado por institutogamaliel às 03:37
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O jornalista Reinaldo Azevedo, de maneira brilhante e precisa, postou em sua coluna, nesta segunda-feira, uma verdadeira cacetada no movimento gay. O Verdade Gospel mais uma vez pede para que você acesse direto no artigo e deixe seu comentário lá.

- O combate à homofobia não pode ser “catolicofóbico”, “evangelicofóbico”, “diferentofóbico”. Ou: Movimento gay quer passar de beneficiário da liberdade de expressão à condição de censor?

Se você ainda não leu, veja a defesa que ele faz do pastor Silas Malafaia e também outro artigo sobre intolerância religiosa.

- Quando “pau” é apenas uma metáfora! Ou: Será que Malafaia cometeu um crime?

- Intolerância religiosa, a nova face da “vanguarda do atraso”

publicado por institutogamaliel às 03:36


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