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Sexta-feira, 06 de Abril de 2012

RAÍZES DA HOMOSSEXUALIDADE
I – INTRODUÇÃO
1 Coríntios 6.9-11

II – DESENVOLVIMENTO DA HOMOSSEXUALIDADE NO MENINO
Acredita-se que o bebê no início de sua existência não seja capaz de distinguir-se de sua mãe: Ele sente que ele e sua mãe são a mesma pessoa. Aos poucos ele vai percebendo que é um ser individual, e que, de alguma forma, é diferente de sua mãe. Ele começa a olhar ao seu redor, procurando por alguém com quem possa identificar-se. Em geral é quando reconhece a presença do pai, ou de uma figura paterna, e identifica-se com ele. O pai afirma o seu filho, demonstrando amor e carinho por ele, o qual passa a desejar ser como seu pai. Este desejo de ser igual ao pai faz com que o garoto “abra-se” para sua identidade masculina. Em algum ponto deste processo, o garoto pode deixar de receber afirmação de sua masculinidade por parte da figura paterna, e o garoto deixa de identificar-se adequadamente.

Exemplos:
a) Não havendo a presença paterna, ou quem exerça este papel.

b) Quando o pai faz exatamente o oposto, ao invés de afirmar seu filho, ele o ridiculariza ou o diminui em sua masculinidade: o compara com outro irmão, ou diz que ele não é suficientemente masculino em uma determinada área, ou demonstra estar decepcionado com o filho.

c) O filho não consegue identificar-se com a imagem e o comportamento de seu pai – alcoólatra, muito ausente, preocupandose demasiadamente com o trabalho ou outras atividades, tenha abandonado a família em um momento crítico, ou seja um homem distante emocionalmente. Algumas formas como o menino pode reagir a tais situações:

a) Distanciamento defensivo: Ao perceber que suas necessidades por proteção, atenção, afetividade, (necessidades básicas do ser humano), não estão sendo supridas, e sentindo-se rejeitado, o garoto procura proteger-se, tentando evitar a dor da rejeição. Então ele distancia-se
emocionalmente de seu pai, criando uma barreira emocional de indiferença e distanciamento.

b) Ambivalência com o mesmo sexo: O menino sente-se dividido entre sentimentos opostos. Deseja afirmação e identificação de sua masculinidade com a figura paterna mas recebe sofrimento e dor. (amor x ódio)

c) Vazio quanto ao gênero sexual: Na maioria destes casos, o menino não deseja adquirir as características femininas; por outro lado, também não está desenvolvendo adequadamente as características masculinas – instala-se um “vazio” quanto a seu gênero sexual, como uma espécie de auto-rejeição de sua própria identidade como ser masculino.

d) Nesta visão a homossexualidade masculina é considerada como uma “busca reparativa”, ou seja, uma busca por algo que deveria ter acontecido em um desenvolvimento normal, mas que não aconteceu. Inicialmente tal busca é apenas emocional e afetiva, mais tarde pode tornar-se sexualizada e erotizada. Como isto ocorre?

i. - O menino, ou adolescente, sente uma forte necessidade por masculinidade, mas sente que não pode encontrá-la em si mesmo, em seu interior. Portanto, passa a buscá-la em outro, e começa a desejar a masculinidade de outros rapazes ou homens ao seu redor.

ii. - Há também uma grande necessidade por afirmação, ou seja, que algum outro homem transmita a ele que possui valor como homem. Inicialmente esta carência também é apenas afetiva e emocional, mas eventualmente pode ser sexualizada e erotizada, quando o indivíduo está disposto a buscar tal afirmação mesmo que seja apenas como objeto sexual.

iii. - Por mais legítima que tal carência por afirmação seja, o jovem em questão busca tal satisfação de forma que jamais poderá ser realmente satisfeita; sua identidade masculina terá que ser sua própria – não poderá ser adquirida através de contato sexual com outros homens; sua afirmação deverá ser suprida através de mais do que ser capaz de satisfazer outro homem sexualmente ou emocionalmente.

iv. - Os desejos que surgem como decorrência de profundas necessidades não satisfeitas têm a tendência de serem muito mais fortes do que desejos que fazem parte da condição humana normal.

v. - Além disso, quando nos empenhamos constantemente em satisfazer uma determinada necessidade, porém sem sucesso, nossa ânsia para suprir tal carência torna-se cada vez mais forte. Isto nos ajuda a entender a característica freqüente da obsessão na homossexualidade masculina.

Outros fatores que podem afetar a sexualidade do menino em seu
desenvolvimento:

a) Mães excessivamente dominantes – A mãe ensina o filho a ser passivo e completamente dedicado a ela. Não tendo uma figura masculina forte com a qual se identificar, ele começa a perceber sua menor habilidade em lidar com as moças, perde a confiança na sua masculinidade e adquire um pavor a relacionamentos íntimos com mulheres.

* FILHAS em tais famílias percebem o pai como sendo rejeitador e acabam por ter poucas oportunidades de se relacionar com homens realmente masculinos, descobrindo que se relacionam melhor com mulheres.

**Acredita-se porém que apesar da presença de uma mãe dominante, caso o menino também disponha da presença envolvente do pai, isto não contribui para o desenvolvimento da homossexualidade.

*** Muitos homens envolvidos na homossexualidade tem problemas com suas mães e consequentemente com mulheres – perdão.

b) Ausência paterna – A mãe pode efeminar o filho, (filho aprende a pensar e agir como uma mulher), ou direcioná-lo no sentido de desenvolver adequadamente sua masculinidade.

c) Isolamento social – Defeitos físicos.

III – DESENVOLVIMENTO DA HOMOSSEXUALIDADE NA MENINA
Em algum ponto de seu desenvolvimento, a menina também se separa de sua mãe, percebendo sua própria identidade. O pai ajuda neste processo, mas na realidade, ao contrário do menino, a menina já nasce com sua identidade anatômica “feminina” (ela é semelhante à mãe)
O que ela necessita decidir é se tal identidade é algo bom ou ruim. Neste aspecto é que o pai desempenha um papel fundamental. Como?

a) Ele afirma a garotinha em sua feminilidade. Ele a trata como sua linda princesinha, ou ele pode fazer o oposto: rechaçar sua feminilidade ou elogiar o comportamento masculino, passando a impressão de que garotos são mais aceitos do que as garotas.

b) Através da maneira como o pai trata à mãe, ele transmite à garotinha que é bom ser mulher. Ou, do contrário, por seu comportamento para com sua esposa, o pai pode demonstrar à sua filha que é desvantagem ou até mesmo perigoso ser uma mulher.

c) Em geral, se aceita que sempre que há algum problema de identidade sexual envolvido no lesbianismo, houve também rejeição da feminilidade por parte da mulher em questão.

d) Mas também podem haver casos de mulheres com problemas
homossexuais que talvez não tenham problema na área de identidade
sexual, porém que estejam em busca de uma figura materna.

e) Recordar teorias de distanciamento defensivo e ambivalência para com o mesmo sexo. Algo que tenha acontecido para que o relacionamento entre mãe a filha estremecesse, distanciasse ou
rompesse os laços afetivos e emocionais.

f) Pode ter havido rejeição, ou impressão de rejeição por parte da filha em relação à mãe.

g) Este tipo de mulher pode vir a ser altamente dependente e mesmo que possa vir a ser bastante controladora, provavelmente se envolverá em relacionamentos onde procure a figura materna para cuidar dela. Todas estas considerações conduzem a teorias sobre o desenvolvimento do indivíduo, ou seja, coisas que não deveriam ter acontecido e aconteceram, ou que deveriam ter acontecido e não aconteceram na infância, às quais direcionaram no sentido de construção de tendências homossexuais. Circunstâncias nos relacionamentos, especialmente em relacionamentos significativos com pessoas próximas a nós, ou que representassem figuras de autoridade para nós, que contribuíram para a nossa formação como indivíduos.

“...já foi dito o suficiente para mostrar que as raízes do homossexualismo no geral estão plantadas no cenário familiar. Em qualquer sociedade, a criança aprende o que é ser homem ou mulher. Se não houver oportunidade para aprender de maneira sadia os papéis masculino e feminino, o comportamento e atitudes da criança tornam-se então distorcidos. Tais crianças chegam à idade adulta sem saber o que esperar ou como reagir ao sexo oposto.”

IV – OUTROS FATORES
a) Abuso sexual: Especialmente com mulheres este parece ser uma das causas principais.
Efeitos do abuso em Meninos x Meninas:
Todo tipo de atividade sexual abusiva na infância causa seqüelas, tanto em meninos como em meninas. E tais traumas podem contribuir para que o indivíduo eventualmente envolva-se na prática da homossexualidade.

O Abuso sexual nas mulheres parece ser extremamente traumático. Alguns garotos conseguem superar casos isolados de abusos sexuais. O abuso sexual aparentemente representa um problema mais grave no caso de garotos, quando estes já apresentam uma grande carência afetiva, ou seja quando, “qualquer tipo de atenção é melhor do que nenhuma
atenção.”

Embora não devamos minimizar nenhum caso de abuso sexual, mesmo que tal evento tenha ocorrido apenas uma vez na vida de um determinado garoto, aparentemente o abuso sexual nos garotos torna-se mais grave quando trata-se de ações repetidas ao longo dos anos, e
acaba tornando-se parte da identidade do garoto, ou seja, quem ele é e o que faz. Uma garota com um temperamento mais agressivo ao sofrer algum tipo de abuso, tomará precauções para que aquilo não lhe ocorra mais novamente. Provavelmente ela passará a demonstrar uma aparência externa bastante dura, e passará agir de forma bem agressiva.

O que acontece quando uma garota de tendência mais passiva sofre abuso sexual? Pode ser que ela venha a tornar-se promíscua, achando que talvez este seja o seu papel.

Fatores típicos de famílias disfuncionais, que afetam tanto meninos como meninas:
b) Abandono;

c) Rejeição pelo genitor do mesmo sexo. Senso de inadequação no papel sexual: “Você não é meu filho, você não é um homem, você não vale nada.”

d) Humilhações profundas que interferem com a identidade masculina de um garoto, ou feminina de uma garota.

e) Presenciar a mãe sendo abusada ou tendo relações sexuais com o pai (ou vice e versa)

f) Mães que desconfiam dos homens e ensinam isto às filhas.

g) Expectativas frustradas com relação ao sexo dos bebês.

h) Educação inadequada e distorcida sobre sexo.

Outros fatores:
Mulheres que experimentaram situações de casamentos tão terríveis que sentem-se incapazes de relacionarem-se novamente com um homem. No entanto, como continuam tendo suas necessidades por intimidade e contato sexual, acabam crendo que tais necessidades podem ser supridas por outra mulher, apesar de nunca terem tido pensamentos ou atrações homossexuais.
Escolha consciente de comportamento homossexual: Experimentação de relacionamentos homossexuais por curiosidade ou como uma tentativa de mostrar liberalismo e ausência de preconceitos, o que somado a uma história de vida que torna o indivíduo vulnerável, pode levar a um padrão de comportamento permanente.

Homossexuais circunstanciais: Aqueles que escolhem um comportamento homossexual temporariamente porque parceiros sexuais do sexo oposto não estão disponíveis (p.ex. encarcerados) Medo: Temor do contato heterossexual por ausência de contato freqüente com o sexo oposto, ou por vivência de situações traumáticas envolvendo pessoas do sexo oposto.
Características físicas ou de temperamento: Perigo dos rótulos.

Rótulo, estereótipo, ou estigma:
Os gregos que tinham bastante conhecimento de recursos visuais, criaram o termo estigma para se referirem a sinais corporais com os quais se procurava evidenciar alguma coisa de extraordinário ou mau sobre o status moral de quem os apresentava. O problema de rotularmos ou estigmatizarmos alguém é que deixamos de considerá-la criatura comum e total, reduzindo-o a uma pessoa estragada, diminuída e depreciada.

Assim um indivíduo que poderia ter sido facilmente recebido na relação social quotidiana, possui um traço que impõe-se a atenção de todos, inclusive dele próprio, afastando aqueles que ele encontra, ou atraindo aqueles que possuem as mesmas características, destruindo na grande
maioria das vezes a possibilidade de atenção para outras características suas.
Nossas relações com esta pessoa não se norteará mais por ela ser uma
pessoa, um ser humano, e sim, pelo seu estigma.

V- TENTAÇÕES X COMPORTAMENTO HOMOSSEXUAL
Homossexualidade manifesta x latente
Prática homossexual x pensamentos e sentimentos homossexuais (tendências, inclinações, fantasias e impulsos).

O fato de ter tentações, desejos e sentimentos homossexuais, não é condenado em ponto algum das Escrituras, mas quando o indivíduo se demora nestes pensamentos e se envolve continuamente em fantasias sexuais – quer homossexuais ou heterossexuais – então os pensamentos se tornam em luxúria e esta é claramente um pecado.

VI – EFEITOS DO HOMOSSEXUALISMO
No estilo de vida
Autocontrole e os efeitos emocionais
Nos relacionamentos

IV – CONCLUSÃO
“Tornara-se evidente para mim que a homossexualidade não passava de uma reação pecaminosa minha aos pecados cometidos contra mim, bem como às feridas que esses pecados provocaram em minha alma. O homossexualismo, portanto, era uma defesa erigida por minha alma
para lidar com a dor.” (Mário Bergner, Amor Restaurado)

Não podemos ser responsabilizados pelo que fizeram ou deixaram de fazer conosco. Com relação a isto, só nos resta liberar o perdão. Somos porém responsáveis por nossas reações aos pecados dos outros e por nosso comportamento.

Deus continua dizendo não à prática da homossexualidade.
Deus continua desejando que desenvolvamos nosso potencial como cristãos, mesmo que continuemos apresentando fraquezas como homens ou mulheres.

Para abandonarmos o comportamento homossexual, é necessário assumir responsabilidade pelas decisões erradas feitas ao longo da vida, do tipo:

1) Suprir carências de qualquer maneira possível, o que inclui a prática da homossexualidade através de fantasias, masturbação, pornografia, relacionamentos inadequados baseados em manipulação e dependência emocional, ou a própria prática como forma de alívio para a dor emocional.

2) Proteção a qualquer custo – ou seja, nunca ser vulnerável.

3) Assumir o auto-cuidado excluindo Deus. O fato de que muitos foram profundamente feridos, e que carregam estas feridas no interior, não torna as reações corretas ou justificadas, do
contrário acabarão por se tornar egoncêntricos, e “emsimesmados”.

É preciso aceitar que:
a) Talvez algumas características pessoais não mudem, mas com o poder de Deus é possível superar muitas coisas, e também compensar outras.

b) Quanto às escolhas, muito embora muitos não tenham escolhido deliberadamente as tendências homossexuais, é possível tomar novas decisões e como novas criaturas em Cristo, não precisam mais continuar prisioneiros de decisões erradas do passado.

c) E com relação ao que aconteceu conosco durante nosso desenvolvimento, Jesus tem o poder de curar o efeito das coisas negativas assim como preencher as lacunas deixadas pelo que
deveria ter acontecido porém não ocorreu. É preciso também ter arrependimento, não apenas dos comportamentos homossexuais, mas de pecados e comportamentos profundos agregados à
homossexualidade como:
Auto-proteção: tentar se proteger no sentido de nunca mais ser ferido.
Auto-piedade: a forma como você se confortou ou se consolou. “Vítimas nunca melhoram, permanecem sempre em sofrimento.”
Egocentrismo: tentar controlar a hostilidade do mundo.
IRA: Decorrente de amargura e ressentimentos.
IDOLATRIA: Qdo. escolhemos suprir nossas carências e necessidades na criatura e não ao Criador.

“Podemos dizer que existe dentro de cada homem com tendências homossexuais um garotinho que desesperadamente deseja tornar-se um homem, mas que, tendo fracassado em suas tentativas (em seus próprios conceitos), e tendo já praticamente desistido de continuar tentando, decide tentar encontrar sua masculinidade em outro homem.
Ele passa a adorar a masculinidade que admira e deseja em outro.”

É preciso estar disposto a retomar o crescimento: pois a homossexualidade trata-se de um desenvolvimento interrompido, que separa daquEle que é o único que pode verdadeiramente aliviar a dor e suprir a necessidade, e que afasta do verdadeiro amor humano. Três opções: (i) o caminho no qual você está atualmente; (ii) o caminho no qual você deseja estar; (iii) o caminho que Deus deseja para você.

Parece difícil? Sim, e é. Mas a medida que você pede ao Espírito Santo que sonde o seu coração e revele seus pecados e sofrimentos mais profundos, e que se disponha a crescer aceitando o sofrimento como parte da vida e do processo de restauração você experimentará:
a) O caminho da verdadeira liberdade.
b) Descobrirá quem você realmente é.
c) Experimentará o poder de Deus pessoalmente em sua vida, e intimidade com Jesus, e concluirá que o melhor lugar do mundo para se estar é exatamente no centro da vontade de Deus para sua vida!
Jeremias 2.13 e João 4.13 e 14

ANEXO I
1) A bíblia ensina que algumas pessoas podem vir a ser possuídas pelos demônios (Lc. 8.26-39; Mt. 9.32 e 33, etc.), mas não ensina que crentes salvos pela graça de Cristo podem tornar-se vítimas deles, pelo contrário, há a promessa da proteção divina e da vitória sobre os demônios (Lc. 10.19,20; Rom. 16.20; I Jô. 4.4; 5.18).

2) A obsessão por demônios pode causar mal-estar emocional e psicológico. Fil. 4.8
3) A obsessão por demônios pode desviar os crentes de Cristo: Monteiro Lobato conta a fábula de um galo e um peru que se refugiaram em uma árvore, fugindo de uma raposa; esta pulava latia, enquanto o galo fechava seus olhos e descansava tranqüilamente. O peru, por sua vez, não tirava os olhos da raposa, até que se desequilibrou e caiu, tornando-se presa de quem tivera tanto medo.

4) Até que ponto vai a atividade demoníaca. Jó 1.12
5) Opressão x possessão e Tentação x pecado.
a) Os demônios têm alergia a Jesus. (Mat. 8.29)
b) A bíblia nos dá o tratamento específico para lidar com possessão demoníaca (Mat. 17.21) e para os males emocionais (Tiago 5.16)
7) Batalha espiritual não é só contra demônios: Pecado (Gn. 4.3-7), Mundo (Jo. 16.33), e Diabo (II Pe. 5.8).
8) Maldição hereditária: 1 Cor. 7.14, Ezequiel 18.19,20, II Rs. 21.1, 2, 19-
22; 22.1,2.

- A maldição que exclui o próximo da graça, é uma espécie de juízo final pronunciado contra ele.
- Ex. 20.5,6: superioridade da benção sobre a maldição. Qdo. Há temor e
obediência a Deus, a benção se manifesta e não há maldição que resista, o que está implícita na obra da redenção desde o começo – Gen. 3.15.
- Os remidos do Senhor estão inseridos numa aliança com Deus e são guardados como atestam as Escrituras em diversas passagens (Nm. 23.23; Rom. 8.31-39; II Jo. 5.18,19) - “...onde abundou o pecado superabundou a graça” (Rom. 5.20) Precisamos anunciar a graça de Cristo.
- Não confundir maldição com provação. Os cristãos são provados e não amaldiçoados. Os problemas e adversidades pelos quais ele passa, são muitas vezes, permitidos por Deus para provar e confirmar a fé (T. 1.2-4).
Depois de ouvir de Deus: “a minha graça te basta”, Paulo entendeu que o espinho na carne não era sinal de maldição e, sim, algo permitido pelo Senhor para que ele não se ensoberbecesse com a grandeza das revelações que recebera (II Cor. 12.7-10)
- Corrente de maldição x mau exemplo, conseqüência de falhas das gerações anteriores: “escravidão, exploração, imperialismo, poluição e imoralidade são exemplos disto”

ANEXO II
I - TEXTOS BÍBLICOS
Gên.19:1-29 e Ez. 16.49; Lev. 18:22 e 20:13; Juízes 19:22-25; Rom. 1.18-32; 1 Cor. 6: 9-11; e 1 Tim. 1:8-10
II - DICAS DE LEITURA
1. “Os fatos sobre a homossexualidade”, Ed. Chamada da Meia Noite.
2. “Restaurando a Identidade”, Ed. Mundo Cristão.
3. “Amor Restaurado”, Ed. Sepal.
4. “Imagens Partidas”, Ed. Sepal.
5. “Operação do Erro”, (Joe Dalas)
6. “O Desafio Continua – A missão da Igreja frente a AIDS” (Eleny Vassão)

SITES ÚTEIS
www.exodus.org.br

PARA REFLETIR

“Muitas de nossas igrejas, sem perceber, vêm se afastando dos ensinamentos de Cristo e segundo o dos fariseus e escribas. Fechados em sua pretensa santidade, distantes do povo e de suas necessidades, constroem seu reino santo dentro de suas próprias paredes, onde cada pessoa que entra é examinada com desconfiança, para ver se se encaixa em seus padrões. Sendo diferente, é imediatamente rejeitada e ignorada. Ao ver a conversão de um travesti com AIDS, que logo depois morre, agradeço ao Senhor por levá-lo para o céu tão rapidamente. Na verdade, não saberia como discipulá-lo e qual igreja o aceitaria como membro.
Não poderia exigir primeiro a alteração em sua aparência. Ele entraria no templo de sapatos de saltos altos, vestido, brincos, cabelos compridos e maquiagem. Suas formas femininas, produzidas através de injeções de silicone, seriam perceptíveis sob a roupa. Seus trejeitos e sua voz seriam efeminados. Qual igreja o aceitaria, tratando-o como irmão, amando-o e dando tempo ao Espírito Santo para transformá-lo integralmente?
Onde está o amor de Deus em nós?
Nossa compreensão quanto à missão da Igreja no mundo está invertida.
Sacrifícios, ofertas, trabalhos de departamentos internos, campanhas de evangelização...
Enquanto ao lado da igreja há favelas, grupos de drogados, zonas de prostituição, a igreja se preocupa consigo mesma. Amar é mais que falar em amor. É praticá-lo. Diante de situações como esta, somos confrontados por Deus e provados.”
(O Desafio Continua, Eleny Vassão)
publicado por institutogamaliel às 19:56


Nos últimos anos surgiram vários grupos que procuram fazer com que se tornem leis aquilo que chamam de "direitos dos homossexuais", que são por estes grupos considerados direitos humanos. Estes grupos baseiam seus protestos e petições em várias mentiras, meias-verdades e enganos.

Vejamos quais eles são:
1 - O homossexual "nasce assim", e não pode fazer nada a respeito.
Mentira. O homossexualismo é, de acordo com mais de 70% dos psiquiatras americanos, uma doença que tem cura, não uma "inclinação" que vem da barriga da mãe. O homossexualismo é geralmente causado pela falta de uma pessoa adulta do mesmo sexo que seja vista como um modelo para a criança na fase em que ela está desenvolvendo a sua personalidade (de 1 até os 4 anos de idade). Esta pessoa normalmente é o próprio pai, mas pode perfeitamente ser o avô, tio, primo...
Como este problema surge quando a criança ainda é muito pequena, é compreensível que o homossexual não tenha nenhuma lembrança de já ter sido normal. A cura do homossexualismo é feita por tratamento psicológico, que procura levar o paciente a perdoar seu pai e buscar um modelo masculino adequado.

2 - 10% das pessoas são homossexuais
Mentira. Estes dados, frequentemente citados pelos grupos ativistas pró-homossexualismo, vêm do chamado "Relatório Kinsey", feito por um americano que usou métodos totalmente anticientíficos, e não têm nenhum valor. O Dr. Kinsey pesquisou basicamente entre pessoas condenadas por crimes sexuais e atentados violentos ao pudor nas cadeias americanas, e omitiu este fato, divulgando sua pesquisa como se ela fosse uma representação da sociedade como um todo, não dos meios criminosos mais depravados. Pesquisas mais recentes mostram que não mais de 2% da população já teve relações homossexuais; 33% por cento dos abusos sexuais contra crianças nos Estados Unidos, porém, foram feitos por homossexuais assumidos. Uma parcela muito maior dos homossexuais assumidos já se envolveu em atos sexuais com crianças que qualquer outro grupo da sociedade.

3 - Os homossexuais não têm um estilo de vida mais perigoso que o dos heterossexuais.
Mentira. A idade média de morte dos homossexuais americanos é de 42 anos, se não levarmos em conta os que morrem de Aids. Se os levarmos em conta, a espectativa de vida de um homossexual americano é de 39 anos. Apenas 9% dos homossexuais dos EUA atingem os 65 anos de idade. Um homem heterossexual casado no mesmo país tem uma expectativa de vida de 75 anos. A idade média em que falecem as lésbicas americanas é 45 anos de idade; a expectativa de vida média das mulheres nos EUA é de 79 anos. 50% dos suicidas são homossexuais praticantes. Um quarto dos homossexuais americanos é alcoólatra ou viciado em drogas. 43% dos homossexuais admitem já ter tido mais de 500 parceiros sexuais. 28% admitem mais de mil parceiros sexuais. 79% deles admite que a imensa maioria destes contatos foi com pessoas absolutamente desconhecidas.

4 - Os homossexuais não têm relações conjugais estáveis porque não têm direito a casar-se.
Mentira. Para começar, eles têm sim este direito; não têm é o direito de casar-se com pessoa do mesmo sexo, como aliás os heterossexuais também não têm. Além disso, hoje em dia a quantidade de casais heterossexuais que vivem juntos sem casamento é enorme, e não é um documento de casamento civil que vai aumentar ou diminuir o número de relações de casal estáveis entre os heterossexuais. O que os movimentos ativistas homossexuais procuram é fazer com que a população aceite o homossexualismo como algo tão correto e aceitável quanto o matrimônio. Alguns grupos ativistas homossexuais dizem que querem o "casamento gay" por questões de herança; se assim fosse, estariam lutando pelo direito, inexistente no Brasil, de definir em testamento para quem vão todos os seus bens. Assim um pai poderia definir que todos os seus bens vão para um determinado filho e não para os outros, ou um homossexual poderia definir que seus bens vão todos para seu parceiro. Isto, porém, não interessa a eles, pois o que eles desejam é ver o homossexualismo aceito como igual ao matrimônio pela sociedade.

5 - Discriminar as pessoas por sua "preferência sexual" é equivalente a discriminá-las por causa da cor de sua pele.

Mentira. A discriminação causada por preconceito racial é uma discriminação da pessoa pelo que ela é, pela cor de sua própria pele. Uma pessoa discriminada por causa da cor de sua pele é uma pessoa discriminada poir causa de algo que ela nunca pode mudar, por causa de algo que ela é. Já a discriminação por "preferência sexual" é uma discriminação por causa do que a pessoa faz, não pelo que ela é.

Há uma discriminação que frequentemente chega a ser criminosa, entretanto: quando é uma agressão simples, sem caridade e sem desejo de auxílio, a discriminação contra os homossexuais é errada. Assim, do mesmo modo como não se deve atacar física ou moralmente (dando socos ou xingando) alcoólatras ou viciados em drogas, não se deve atacar homossexuais. Eles devem ser ajudados a libertar-se desta doença e buscar uma cura, não ser atacados. A agressão pura e simples não leva a bem nenhum.

Há porém outro tipo de discriminação que é saudável, que consiste em perceber o mal que acomete a pessoa e buscar ajudá-la a evitar situações que poderiam ser perigosas. Assim como não podemos querer que um alcoólatra seja vigia de um depósito de bebidas alcoólicas, para seu próprio bem, não podemos aceitar que um homossexual viva ou trabalhe em situações em que a tentação seja demasiadamente forte e difícil de resistir (por exemplo: ser militar, conselheiro escolar ou chefe de escoteiros, etc.), também para seu próprio bem. Esta discriminação não é agressiva; ao contrário, é uma proteção e visa o bem de todos.

6 - A Bíblia não fala nada contra o homossexualismo.

Mentira. No Antigo Testamento o homossexualismo é condenado por Deus nos termos mais fortes como um crime abominável (Lv 18,22), chegando a merecer a pena de morte (Lv 20,13, como aconteceu com a cidade inteira de Sodoma (Gn 19).

No Novo Testamento, Deus nos ensina pela boca de São Paulo Apóstolo que o homossexualismo é contrário à natureza e depravado (Rm 1,24ss) e que os efeminados e sodomitas não herdarão o Reino de Deus (1 Cor 6,10).

Autor: Carlos Ramalhete - Livre cópia e difusão do texto em sua íntegra com menção do autor.
publicado por institutogamaliel às 19:49


Marcos Machado

Como se comportam os negros americanos face ao “casamento” homossexual?

Uma atualização de quadro a respeito do comportamento dos negros em Nova York é muito útil e necessária para quem se interessa vivamente pelo futuro da família.

Foi-se o tempo em que a mídia das décadas de 1950 e 1960 procurava mostrar os negros, nos EUA, como sendo uma força a serviço da revolução ou então da luta de raças.

Clique aqui e proteste, no Brasil, contra a “Lei da Homofobia”

Recentes campanhas públicas da TFP americana na cidade de Nova York e muito especialmente nos bairros de predominância negra encontrou um apoio muito entusiástico. Pode-se afirmar, sem exagero nem medo de ser contestado, que a esmagadora maioria dos negros – uma porcentagem que passa de 95% – se manifesta contraria ao “casamento” homossexual.

Mais curioso ainda é o que poderíamos chamar do “calor” da reação nos negros novaiorquinos. Fazem questão de manifestar, à campanha da TFP pelo casamento tradicional, o mais vigoroso apoio.

Duas caravanas da TFP, fazendo campanhas públicas em cruzamentos de intenso tráfego, solicitavam aos motoristas: “buzine a favor do casamento tradicional”. Mas não havia apenas insistentes buzinas, muitos gestos entusiásticos demonstravam alegria de verem um movimento lutando contra o “casamento” homossexual.

“Deus criou homem e mulher”…

Em Chicago, numa concentração pela família tradicional, uma oradora negra arrancou os melhores e mais prolongados aplausos da plateia enquanto que um magote de homossexuais e lésbicas protestavam bem próximo de onde ela falava, mas por que eles ficaram especialmente irritados com o discurso?

A razão é que essa ativista tinha se desviado da lei natural na sua primeira juventude. E voltando ao bom caminho, passou a ser uma ativista anti “casamento” homossexual. Ora, esse tipo de mudança, os homossexuais não toleram.

Com aquele charme e ardor próprios aos negros militantes ela acrescentou: “Eu sou negra e o serei ate o fim de minha vida. Eu sou mulher e o serei ate o fim de minha vida. Eu fui uma iludida com o movimento lésbica e hoje sou uma pessoa casada com um homem, segundo a Lei de Deus.”

Sirva essa lição de encorajamento e exemplo a todos os brasileiros.

Clique aqui e proteste, no Brasil, contra a “Lei da Homofobia”


publicado por institutogamaliel às 19:48


Luís Felipe Escocard

Em frente a Camara do Estado de Illinois

Illinois, situado no centro-norte dos EUA, foi o sexto estado a aprovar a união civil de homossexuais, fato ocorrido este ano.

Em reação a esta lei iníqua, diversas organizações estão fomentando coleta de assinaturas para a realização de um referendo visando colocar na constituição estadual a definição de casamento como sendo a união de um homem com uma mulher, como já ocorreu em 31 outros estados.

Com o objetivo de fortalecer os valores morais da família, a TFP norte-americana esteve lá promovendo mais uma caravana em favor do casamento tradicional, divulgando o folheto “10 Razões pelo qual o ‘Casamento’ Homossexual é Prejudicial e deve ser Combatido” (10 Reasons Why Homosexual “Marriage” is Harmful and Must be Opposed).

Centro de Chicago

Além da capital, Springfield, e mais 8 municípios, foram realizadas várias campanhas em Chicago, a terceira maior cidade do país.

A grande maioria da população mostrou-se favorável a posição da TFP e os poucos discordantes resumiram seus argumentos a insultos, gestos e palavras obscenas. Três pessoas covardemente atiraram latas e garrafas de refrigerante de seus carros em alta velocidade, tentando agredir sem sucesso os caravanistas. Eis a tolerância que pregam!

Vários ativistas pro-família locais se uniram a caravana e todos se mostraram admirados e agradecidos com a ação enérgica e ordeira dos seguidores norte-americanos do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira.

Assista ao vídeo com os principais aspectos desta batalha. (Clique aqui)

Segue abaixo alguns dados da Caravana:

Km percorridos: 3218.

Duração: 8 dias.

Horas de campanha: 26.

Integrantes: 11.

Cidades Percorridas: Springfield, Chicago, Aurora, Bradley, Crystal Lake, Joliet, Naperville, Palatine, Peoria, Rockford.

Fone: http://www.ipco.org.br

publicado por institutogamaliel às 19:46




Uma caravana do setor estudantil da TFP Americana (TFP Student Action), está percorrendo o litoral leste dos EUA, numa campanha em defesa da família, ameaçada por projeto de lei que visa a instituir o chamado “casamento” homossexual.

Os jovens estão distribuindo um folheto intitulado 10 razões pelas quais o “casamento” homossexual é prejudicial e deve ser combatido. Sendo o tema de atualidade também para nosso país, pareceu-nos oportuno apresentar aqui a tradução de seu texto.

10 razões pelas quais o “casamento” homossexual é prejudicial e deve ser combatido

Por TFP Student Action (Ação Estudantil TFP)

1. O “casamento” homossexual não é casamento

Chamar algo de casamento não faz disso um casamento. O casamento sempre foi uma aliança entre um homem e uma mulher, ordenada por sua natureza à procriação e educação dos filhos, assim como à unidade e bem-estar dos cônjuges.

Os promotores do “casamento” homossexual propõem algo completamente diferente. Eles propõem a união entre dois homens ou duas mulheres. Isso nega as evidentes diferenças biológicas, fisiológicas e psicológicas entre homens e mulheres, que encontram a sua complementaridade no casamento. Nega também a finalidade primária específica do casamento: a perpetuação da raça humana e a educação dos filhos.

Duas coisas completamente diferentes não podem ser consideradas a mesma coisa.

2. O “casamento” homossexual viola a Lei Natural

Casamento não é apenas qualquer relacionamento entre seres humanos. É uma relação enraizada na natureza humana e, portanto, regida pela lei natural.

O preceito mais elementar da lei natural é que “o bem deve ser feito e buscado e o mal deve ser evitado”. Pela razão natural, o homem pode perceber o que é moralmente bom ou mau. Assim, ele pode conhecer o objetivo ou finalidade de cada um de seus atos e como é moralmente errado transformar os meios que o ajudam a realizar um ato em finalidade do ato.

Qualquer situação que institucionalize a defraudação da finalidade do ato sexual viola a lei natural e a norma objetiva da moralidade.

Estando enraizada na natureza humana, a lei natural é universal e imutável. Ela se aplica da mesma forma a toda a raça humana. Ela manda e proíbe de forma consistente, em todos os lugares e sempre. São Paulo, na Epístola aos Romanos, ensina que a lei natural está inscrita no coração de todo homem (Rom 2,14-15).

3. O “casamento” homossexual sempre nega à criança ou um pai ou uma mãe

O melhor para a criança é crescer sob a influência de seu pai natural e sua mãe natural. Esta regra é confirmada pelas evidentes dificuldades enfrentadas por muitas crianças órfãs ou criadas por só um dos genitores, um parente, ou pais adotivos.

A lamentável situação dessas crianças será a norma para todos os “filhos” de “casais” homossexuais. Esses “filhos” serão sempre privados ou de sua mãe natural ou de seu pai natural. Serão criados, necessariamente, por uma parte que não tem nenhuma relação de sangue com eles. Vão ser sempre privados de um modelo paterno ou materno.

O chamado “casamento” homossexual ignora os interesses da criança.

4. O “casamento” homossexual valida e promove o estilo de vida homossexual

Em nome da “família”, o “casamento” homossexual serve para validar não só as referidas uniões, mas todo o estilo de vida homossexual em todas as suas variantes, bissexuais e transgêneros.

As leis civis são princípios que estruturam a vida do homem na sociedade. Como tais, elas desempenham um papel muito importante, e por vezes decisivo, que influenciam os padrões de pensamento e comportamento. Elas configuram externamente a vida da sociedade, mas também modificam profundamente a percepção de todos e a avaliação de formas de comportamento.

O reconhecimento legal do “casamento” homossexual necessariamente obscurece certos valores morais básicos, desvaloriza o casamento tradicional e enfraquece a moralidade pública.

5. O “casamento” homossexual transforma um erro moral num Direito Civil

Os ativistas homossexuais afirmam que o “casamento” homossexual é uma questão de direitos civis, semelhante à luta pela igualdade racial nos anos 1960.

Isso é falso.

Primeiro de tudo, comportamento sexual e raça são realidades essencialmente diferentes. Um homem e uma mulher querendo casar-se podem ser diferentes em suas características: um pode ser preto, o outro branco; um rico e o outro pobre; ou um alto e o outro baixo. Nenhuma dessas diferenças são obstáculos insuperáveis para o casamento. Os dois indivíduos são ainda um homem e uma mulher e, portanto, as exigências da natureza são respeitadas.

O “casamento” homossexual se opõe à natureza. Duas pessoas do mesmo sexo, independentemente da sua raça, riqueza, estatura, erudição ou fama, nunca serão capazes de se casar por causa de uma insuperável impossibilidade biológica.

Em segundo lugar, características raciais herdadas e imutáveis não podem ser comparadas com comportamentos não-genéticos e mutáveis. Simplesmente, não há analogia entre o casamento inter-racial de um homem e uma mulher e o “casamento” entre duas pessoas do mesmo sexo.

6. O “casamento” homossexual não cria uma família, mas uma união naturalmente estéril

O casamento tradicional é geralmente tão fecundo, que aqueles que querem frustrar o seu fim tem de fazer violência à natureza para impedir o nascimento de crianças, usando a contracepção. Ele tende, naturalmente, a criar famílias.

Pelo contrário, o “casamento” homossexual é intrinsecamente estéril. Se os “cônjuges” querem ter um “filho”, eles devem contornar a natureza por meios caros e artificiais ou empregar maternidade de substituição [“mães de aluguel”]. A tendência natural de tal união não é criar famílias.

Portanto, não podemos chamar de casamento a união de pessoas do mesmo sexo e dar-lhe os benefícios do casamento verdadeiro.

7. O “casamento” homossexual desvirtua a razão pela qual o Estado beneficia o casamento

Uma das principais razões pelas quais o Estado confere inúmeros benefícios ao casamento é que, por sua própria natureza e desígnio, o casamento proporciona as condições normais de uma atmosfera estável, afetuosa, e moral, que é benéfica para a educação dos filhos, frutos do mútuo afeto dos pais. Ele ajuda a perpetuar a nação e fortalecer a sociedade, o que é um evidente interesse do Estado.

O “casamento” homossexual não fornece essas condições. Seu desígnio principal, objetivamente falando, é a gratificação pessoal de duas pessoas, cuja união é estéril por natureza. Não tem direito, portanto, à proteção que o Estado concede ao casamento verdadeiro.

8. O “casamento” homossexual impõe a sua aceitação por toda a sociedade

Ao legalizar o “casamento” homossexual, o Estado se torna o seu promotor oficial e ativo. O Estado exige que os servidores públicos celebrem a nova cerimônia civil, ordena as escolas públicas a ensinarem sua aceitação pelas crianças, e pune qualquer funcionário que manifeste sua desaprovação.

Na esfera privada, pais contrariados vão ver seus filhos expostos mais do que nunca a esta nova “moralidade”; as empresas que oferecem serviços de casamento serão obrigadas a fornecê-los a uniões de pessoas do mesmo sexo; e proprietários de imóveis terão de concordar em aceitar “casais” homossexuais como inquilinos.

Em todas as situações em que o casamento afete a sociedade, o Estado vai esperar que os cristãos e todas as pessoas de boa vontade traiam suas consciências, coonestando, por silêncio ou ação, um ataque à ordem natural e à moral cristã.

9. O “casamento” homossexual é a vanguarda da revolução sexual

Na década de 1960, a sociedade foi pressionada para aceitar todos os tipos de relações sexuais imorais entre homens e mulheres. Hoje estamos presenciando uma nova revolução sexual, na qual a sociedade está sendo convidada a aceitar a sodomia e o “casamento” homossexual.

Se o “casamento” homossexual for universalmente aceito como a etapa presente da “liberdade” sexual, que argumentos lógicos podem ser usados para parar as próximas etapas, do incesto, pedofilia, bestialidade e outras formas de comportamento antinatural? Com efeito, os elementos radicais de certas subculturas de vanguarda já estão defendendo essas aberrações.

A insistência na imposição do “casamento” homossexual ao povo norte-americano torna cada vez mais claro que o ativista homossexual Paul Varnell escreveu no “Chicago Free Press”:

“O movimento gay, quer o admitamos ou não, não é um movimento de direitos civis, nem mesmo um movimento de libertação sexual, mas uma revolução moral destinada a mudar a visão das pessoas sobre a homossexualidade.”

10. O “casamento” homossexual ofende a Deus

Esta é a razão mais importante. Sempre que se viola a ordem moral natural estabelecida por Deus, comete-se um pecado e se ofende a Deus. O “casamento” homossexual faz exatamente isso. Assim, quem professa amar a Deus deve opor-se a ele.

O casamento não é criação de nenhum Estado. Pelo contrário, ele foi estabelecido por Deus no paraíso para os nossos primeiros pais, Adão e Eva. Como lemos no Livro do Gênesis: “Deus criou o homem à sua imagem; criou-o à imagem de Deus, criou o homem e a mulher. Deus os abençoou: Frutificai, disse ele, e multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a” (Gen 1, 27-28).

O mesmo foi ensinado por Nosso Senhor Jesus Cristo: “No princípio da criação, Deus os fez homem e mulher. Por isso, deixará o homem pai e mãe e se unirá à sua mulher” (Mc 10, 6-7).

O Gênesis também ensina como Deus puniu Sodoma e Gomorra, por causa do pecado da homossexualidade: “O Senhor fez então cair sobre Sodoma e Gomorra uma chuva de enxofre e de fogo, vinda do Senhor, do céu. E destruiu essas cidades e toda a planície, assim como todos os habitantes das cidades e a vegetação do solo” (Gen 19, 24-25).

Uma posição de princípios, não pessoal

Ao escrever esta declaração, não temos qualquer intenção de difamar ou menosprezar ninguém. Não somos movidos pelo ódio pessoal contra nenhum indivíduo. Ao nos opormos intelectualmente a indivíduos ou organizações que promovem a agenda homossexual, nosso único objetivo é defender o casamento tradicional, a família, e os preciosos restos da civilização cristã.

Como católicos praticantes, estamos cheios de compaixão e rezamos por aqueles que lutam contra a tentação implacável e violenta do pecado homossexual. Rezamos por aqueles que caem no pecado homossexual por causa da fraqueza humana: que Deus os ajude com Sua graça.

Estamos conscientes da enorme diferença entre essas pessoas que lutam com suas fraquezas e se esforçam por superá-las, e outros que transformam seus pecados em motivo de orgulho e tentam impor seu estilo de vida à sociedade como um todo, em flagrante oposição à moralidade cristã tradicional e à lei natural. No entanto, rezamos por eles também.

Rezamos também pelos juízes, legisladores e funcionários do governo que, de uma forma ou de outra, tomam medidas que favorecem a homossexualidade e o “casamento” homossexual. Não julgamos suas intenções, disposições interiores, ou motivações pessoais.

Rejeitamos e condenamos qualquer forma de violência. Simplesmente exercitamos a nossa liberdade de filhos de Deus (Rom 8:21) e nossos direitos constitucionais à liberdade de expressão e à manifestação pública, de forma aberta, sem desculpas ou vergonha da nossa fé católica. Nos opomos a argumentos com argumentos. Aos argumentos a favor da homossexualidade e do “casamento” entre pessoas do mesmo sexo, respondemos com argumentos baseados na reta razão, na lei natural e na Divina Revelação.

Em uma declaração polêmica como esta, é possível que uma ou outra formulação possa parecer excessiva ou irônica. Essa não é a nossa intenção.

Original inglês:
10 Reasons Why Homosexual “Marriage” is Harmful and Must be Opposed

Disponível em

http://www.tfpstudentaction.org/politically-incorrect/homosexuality/10-reasons-why-homosexual-marriage-is-harmful-and-must-be-opposed.html
publicado por institutogamaliel às 19:19


NOOOOOOOSSAA! Onde nós fomos e onde ainda vamos parar?
Eu não duvido nada, que talvez isso possa ocorrer algum dia, do jeito que a sociedade anda...

Melhor ficar calado.

O Vídeo

O filho, de forma ABSURDA, toma coragem e revela aos pais que é heterossexual. Claro que, de cara, não é bem tratado pelo casal, pois isso realmente é um absurdo. AhuuahhuAHUHUA ironia mode ON do começo ao fim, vale o clique!


publicado por institutogamaliel às 15:52


Em uma declaração pública, Matt Foreman, diretor-executivo da National Gay and Lesbian Task Force (Força Tarefa Nacional Gay e Lésbica), sacudiu a comunidade ativista homossexual juntando-se ao Centros de Controle e Prevenção de Doenças (EUA), organizações pró-família e um número crescente de ativistas homossexuais dispostos a admitir que o comportamento homossexual é ao mesmo tempo extremamente de alto risco e principal responsável pela propagação do HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis.

Abordando o tema da AIDS, Foreman se desviou drasticamente da linha do lobby "gay" dos partidos e da mídia, ao admitir: “Internamente, quando esses números são divulgados, parece que nós damos de ombros, como se isso não é problema nosso. Gente! 70% das pessoas neste país com o HIV são gays ou bi, com isso não podemos negar que o HIV é uma doença gay. Temos de aceitar e enfrentar isso”.

Um pouco mais de um ano atrás, Lorri Jean, CEO do Centro Gay e Lésbico, de forma semelhante chocou a comunidade "gay", afirmando que, "O HIV é uma Doença Gay”.

A confissão de Foreman vem na esteira de uma carta de Matt Barber, da América America’s (CWA) Policy Director for Cultural Issues, convidando Foreman e outros ativistas homossexuais a trabalharem juntos à homossexuais, pois uma havia o risco de uma propagação epidêmica de uma variante mortal de infecção por estafilococos entre certos segmentos da comunidade "gay". O CDC reconheceu que muitos desses mesmos comportamentos de alto risco, como o sexo anal entre homens, são os principais responsáveis ??por espalhar HIV / AIDS.

Matt Barber afirmou sobre a confissão de Foreman: "É extremamente encorajador ver Matt Foreman, um ativista homossexual que por muito tempo fez negações sobre os perigos do estilo de vida que ele tem promovido, publicamente chegando a um acordo com os perigos inegável do estilo de vida gay. Eu só espero que ele agora pare de promover a conduta homossexual e pressione outras elites liberais, especialmente aqueles que funcionam em
nossas escolas públicas, a fazer o mesmo. Educadores devem abordar sinceramente que o estilo de vida 'gay' é potencialmente de conseqüências mortais. A evidência está aí para todos verem. A National Gay and Lesbian Task Force tem agora, de fato, reconhecido essa realidade. Sua honestidade é refrescante e inesperada", concluiu Barber.

Fonte: LifeSiteNews.com
publicado por institutogamaliel às 13:25


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