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Terça-feira, 03 de Abril de 2012

No relacionamento conjugal cada pessoa participa do estabelecimento do padrão sexual à luz do que a Escritura ensina e do que cada pessoa gosta. Nenhum dos dois deve ter poder sobre o outro na prescrição do que é seu padrão. O Novo Testamento ensina que os homens e as mulheres são iguais em termos de valor, capacidade e posição diante de Deus. Os homens não têm direitos sexuais que as mulheres não possuem. Cada um tem tantos direitos quanto o outro.

As passagens do Novo Testamento que ensinam sobre o relacionamento sexual entre marido e esposa começam ou terminam com uma ordem de mutualidade. Cada um deles precisa ter suas necessidades satisfeitas, e isso significa que ambos devem descobrir o que é agradável para o outro.

Uma das barreiras no relacionamento se­xual é a ignorância, tanto das Escrituras quan­to do processo sexual. O que você tem lido que afirma clara e objetivamente o que a Escritura diz sobre o sexo? O que vocês dois já leram sobre a resposta sexual? Vocês já leram O Sexo É Um Presente de Deus, de Joyce e Cliff Penner? Essa é uma leitura obrigatória para casais de todas as idades, mesmo aqueles que já estão casados há trinta anos ou mais. Por quê? Por­que tenho descoberto mais falta de informação com casais que estão casados há mais tempo do que com aqueles que são mais jovens.

Provavelmente, a pergunta feita com mais freqüência sobre sexo é sobre sexo oral. Sexo oral refere-se ao estímulo oral dos órgãos sexuais por qualquer dos cônjuges usando a língua ou boca nos órgãos do outro. Cliff e Joyce Penner demonstram em seu livro, The Joy of Sex (A Alegria do Sexo), que Cantares de Salomão refere-se ao casal estimulando-se mutuamente dessa forma (Cantares 4.16 – 5.1). Isso pareceria indicar que, de acordo com a Escritura, não há nada errado com esta prática. Mas essa é apenas uma inferência, já que a Escritura não fala claramente que isso é certo ou errado.

Qualquer erro com relação a isso pode­ria ocorrer quando um cônjuge tenta forçar sexo oral sobre o outro. Nada deve ser feito que ofenda a outra pessoa. Sexo oral pode ser um problema se perder seu propósito de aumentar o estímulo com vistas a completar o ato sexual e se tornar um substituto para a relação sexual. Em alguns casos, mesmo quando a mulher não sente prazer com o sexo oral, cederá aos pedidos do marido. E aí ele perde interesse em satisfazer as necessidades dela através da relação sexual.

O sexo oral é tão natural quanto a estimulação dos seios, boca ou ouvidos. Alguns expressam preocupação sobre ele ser um ato anti-higiênico. Se o corpo estiver lavado e limpo, a contaminação não se espalhará dos órgãos genitais ou da boca. O mais importante princípio a ser seguido é o de descobrir do que seu cônjuge gosta, e não pedir ou forçar nada que o ofenda. O livro O Sexo É Um Presente de Deus, de Joyce e Cliff Penner, inclui uma discussão mais detalhada deste assunto.

Via: Amo Família

publicado por institutogamaliel às 12:15


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